Adufe 4.0

As armas do meu Adufe não têm signo nem fronteira
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Pequenas coisas

Março 24, 2008 By: Rui Cerdeira Branco Category: Pessoal

Com o passar dos anos simpatizo cada vez mais com esta notícia recorrente que chega no final de Março: “Relógios adiantam na madrugada do próximo domingo“.

Aderi ao MEP (Movimento Esperança Portugal)

Março 24, 2008 By: Rui Cerdeira Branco Category: MEP, Política

MEP- Movimento Esperança PortugalO papel está assinado, o compromisso assumido e a vontade no sítio certo.
Sem prejuízo de no futuro entrar em maiores detalhese considerações, mais do que as minhas palavras deixo aqui as de Maria de Assis Swinnerton (que ainda não tive o praze de conhecer pessoalmente). Palavras do texto “Passo a passo” que testemunham o que se está a fazer e o que se fará no MEP por forma a se apresentar um contributo político válido e útil para a comunidade. Reproduzo o texto que pode ser lido no blogue do movimento, o Melhor é possível.
Aproveito ainda para sublinhar que para se constituir como partido político, o Movimento Esperança Portugal precisa de recolher 7.500 assinaturas que deverão ser entregues no Tribunal Constitucional. Poderá contribuir com a sua subscrição para um sistema democrático mais rico, ajudando a alargar o âmbito de escolha dos eleitores portugueses. Note que a sua assinatura não implica qualquer tipo de vínculo ou compromisso com o MEP.
Poderá assinar de imediato seguindo estas indicações. Mais informação sobre o MEP poderá ser encontrado na página do Movimento. Obrigado.

Passo a passo

As primeiras reuniões dos grupos dos trabalho são passos importantes. Para organizar ideias, para nos sintonizarmos, para medirmos o tanto que não sabemos, para nos contagiarmos com o entusiasmo desta oportunidade de aprender e para ensaiarmos a melhor forma de levar por diante a nossa tarefa matricial. Acho que ficou claro para todos nós que precisamos da ajuda de especialistas para identificar os textos de referência incontornáveis para as 12 áreas a cruzar com os nossos pilares. O volume da informação relevante transborda em muito a nossa capacidade de assimilação dentro do tempo de que dispomos, pelo que é fundamental distribuir leituras a partir do essencial.

Acho que foi particularmente importante a tomada de consciência da permeabilidade que sempre existe entre objectivos, estratégias e acções consoante o lugar - do micro ao macro - em que nos posicionamos. A importância desta constatação prende-se com a necessidade de salvaguardar a coerência e a consistência das políticas a desenvolver. Parece existir algures um paradoxo recorrente na acção governativa portuguesa. Por um lado, quando analisamos os programas dos sucessivos governos, identificamos alguma consistência numa série de objectivos que permanecem prioritários, independentemente do partido no poder. Mas esta consistência ao nível macro corresponde à identificação dos problemas e à sua permanência… É no plano intermédio, ou seja, ao nível da acção dos organismos do Estado, que a mudança impera, traduzindo-se num eterno recomeço que compromete a resolução dos problemas. Não me parece possível ultrapassar este impasse sem responsabilizar estes organismos pelo conhecimento e avaliação do terreno, dar-lhes voz na análise dos problemas e utilizá-los como intermediários/mediadores no diálogo entre governantes e cidadãos. Uma espécie de pontes de acesso a outras pontes… Muitas vezes quem assume a governação não faz a menor ideia de como se faz o que é preciso fazer. E provavelmente não devia sequer preocupar-se com isso. Devia aproveitar esse recuo, a chamada cabeça fria, para estabelecer prioridades e tomar decisões. E creio que este é o grande desafio que se nos apresenta: saber identificar o que é mais urgente, evitando enunciados generalistas, mas sem caír em especificidades que correspondam a outros patamares de acção e decisão. Fazê-lo seria violar a afirmação da subsidiariedade, ou seja, de uma governação que se organiza de baixo para cima, co-responsabilizando Estado e sociedade civil na construção do bem comum. Daí também a importância de ouvirmos especialistas com anterior experiência governativa, de preferência em instâncias intermédias, pedindo-lhes que partilhem connosco essa experiência: as dificuldades e oportunidades que encontraram, os impactos positivos e negativos dos erros que cometeram e das acções que conseguiram desenvolver, as batalhas inglórias e as bem sucedidas…..

E assim avançaremos, passo a passo….

Maria de Assis Swinnerton “

Os 5 melhores treinadores dos últimos 26 anos de história do Sporting Clube de Portugal

Março 23, 2008 By: Rui Cerdeira Branco Category: Desporto, SCP

Lazlo Boloni (2000/01: Campeão Nacional, Vencedor da Taça de Portugal, Vencedor da Supertaça Cândido de Oliveira)
Augusto Inácio (1999/00: Campeão Nacional)
Carlos Queiroz (Taça de Portugal e Supertaça Cândido de Oliveira: 1994/95)
Paulo Bento (Taça de Portugal e Supertaça Cândido de Oliveira: 2006/07)
Manuel José (Supertaça Cândido de Oliveira: 1986/87)

E ganhou a melhor equipa

Março 22, 2008 By: Rui Cerdeira Branco Category: Desporto, SCP

Por muito que custe reconhecer ganhou a melhor equipa, a equipa que levou o jogo para a arena onde é claramente superior, marcando penalties. Parabéns a ambos os guarda-redes que tornaram evidentes as azelhices dos marcadores. Parabéns ao Vitória, o de Setúbal, who else?

P.S.: aproveito o final da Taça da Liga para corrigir um mito que vai sendo difundido pela impresa, o mito de que só o Manchester United ganhou em Alvalade esta época, então e o Fátima não joga futebol?

O crânio de cristal - Arthur C. Clark

Março 18, 2008 By: Rui Cerdeira Branco Category: Ciência e Tecnologia, Media

Na hora da sua morte uma reflexão apena aparentemente comezinha do João Caetano:

“Arthur C. Clarke foi o responsável por uma série para televisão que a RTP transmitiu num período da sua história em que não havia espaço para astrólogos nas folhas de pagamentos.”

Espreitando a economia

Março 18, 2008 By: Rui Cerdeira Branco Category: Economia

No Economia & Finanças vão-se multiplicando as pequenas análises a alguns produtos populares da praça, enumerando conselhos de poupança (como renegociar o seu contrato com o clix ou com a tv cabo ou mesmo com a Deco) e procurando identificar, em alguns casos desmontar, noutros recomendar, produtos financeiros conservadores.
Mas se a curiosidade é interpretar a economia destes dias, de momento recomendo o blogue de João Pinto e Castro em grande forma como o atestam os últimos posts.

Ontem o Sporting tirou uma pena do chapéu do Bolton

Março 14, 2008 By: Rui Cerdeira Branco Category: Desporto, SCP

Post dedicado a todos os que aqui vêm em busca de comentários ao actual momento do PS e do PSD.

Em Maio de 2007, eis o que se dizia no Bolton (e noutros clubes médios ingleses) sobre o dilema de participar na Taça Uefa e na Liga inglesa quando o plantel não estica:

“‘Bolton will say the UEFA Cup is seriously not a gravy train. It may be a feather in your cap but that is about it.

‘I’d just play the reserves. I’ve picked my strongest team for the Premiership and rested players in the cups - it will be no different next season.’ “

Artigo completo aqui.

CSI Alvalade - Eva LarueBasicamente, neste artigo conclui-se sem grandes dramas aparentes que há uma correlação negativa entre os resultados na taça Uefa e na liga inglesa quando a equipa não é particularmente abastada. Conclui-se que em regra um mau resultado na liga inglesa significa não chegar ao dinheiro da liga dos campeões, nem sequer, em alguns casos, a novo apuramento para a taça Uefa. Ou seja, há que optar.
Em condições normais lusitanas, as medíocres equipas dos três grandes vão-se safando porque a concorrência fica sempre à distância. Este ano, particularmente graças a um espantoso e surpreendente Vitória de Setúbal (o Guimarães abandonou já as taças há algum tempo pelo que tem essa “vantagem”), o Sporting está a começar a provar deste dilema britânico que o Bolton ontem interpretou deixando peças chave da equipa em Inglaterra.
Em suma, e atendendo a que o Sporting está ainda em mais competições que qualquer adversário directo, vai ser particularmente difícil garantir o apuramento via campeonato às competições europeias sendo quase impossível chegar à liga dos campeões.
O jogo da próxima segunda-feira em Alvalade poderá aliás traçar-se com mais nitidez esse destino complicado.
eh eh ehQuer isto dizer que o Sporting está a atravessar uma crise? Que está a ter uma das suas piores épocas de sempre como parece transparecer de alguma imprensa? É absolutamente injusto retirar essas conclusões quando o próprio calendário desta época é incomparável.
Infelizmente (quem me dera!), não é normal na mesma época a Sporting chegar aos quartos de final da taça Uefa, ganhar a Super Taça, ser semi-finalista da Taça de Portugal e ir à final de outra competição disputada entre as 32 equipas profissionais dos campeonatos portugueses.
À luz das limitações do plantel e do orçamento e à luz do que equipas similares fazem em campeonatos com igual carga de trabalho e/ou mais competitivos, o Sporting está apenas à frente do tempo a nível nacional, ainda com a esperança de que a juventude da equipa e as singularidades do futebol português possam transformar em muito boa uma época que é já sem margem para dúvidas muito razoável em termos de resultados europeus e nacionais (à parte do campeonato).

Entretanto e apesar de historicamente chegar aos quartos de final ser bom, é preciso ter presente que na Europa dos qualificados o Sporting é claramente a cereja que todos queriam como adversário.

“(…) Rangers reward
Rangers FC survived a stern examination from another Bundesliga side, Werder Bremen, to reach the last eight and their reward is a quarter-final against Sporting Clube de Portugal, losing finalists against PFC CSKA Moskva in 2004/05. (…)”

in UEFA.

Saiu o Glasgow Rangers, a aguerrida equipa escocesa eterna adversária do nosso céltico verde e branco. Eu diria que (se não fosse Sportinguista) teríamos 40% de hipótese de passar mas como sou direi que serão de cerca de 5%, perdão, 95%. Em todo o caso, dificilmente poderíamos ter melhor adversário nesta altura da competição.

De entrevista em entrevista

Março 10, 2008 By: Rui Cerdeira Branco Category: MEP, Política

Rui Marques, fundador e rosto público do recentemente criado Movimento Esperança Portugal tem-se multiplicado em entrevistas aos principais órgãos de comunicação social. A hostilidade imediata que tal movimento gerou por estas ondas teve como paralelo as ditas entrevistas que primaram pela correcção mas também pela acutilância por parte dos jornalistas. Longe de serem entrevistas fáceis parecem-me, contudo, um excelente cartão de visita do MEP.
Destaco particularmente esta concedida a Maria Flor Pedroso à Antena 1.

Porque é bom ser do Sporting?

Março 09, 2008 By: Rui Cerdeira Branco Category: Desporto, SCP

Porque quando os dados não dão com a aposta, há sempre uma aposta ganha com esforço, dedicação e devoção ali ao lado.
Naide Gomes, Campeão do Mundo de Salto em comprimento (pista coberta).

Naide Gomes, Campeã do Mundo de salto em comprimento

And finally, she did it her way

Março 07, 2008 By: Rui Cerdeira Branco Category: Poesia e Música, Video

And that’s a wrap. Good night and good luck.

In the end, a big fusion

Março 06, 2008 By: Rui Cerdeira Branco Category: Poesia e Música, Video

Not quite indeed…

Março 06, 2008 By: Rui Cerdeira Branco Category: Poesia e Música, Video

But the UK in not quite “dead” yet

Março 06, 2008 By: Rui Cerdeira Branco Category: Poesia e Música, Video

In the 2000’s Canada Rules!

Março 06, 2008 By: Rui Cerdeira Branco Category: Poesia e Música, Video

O que é isso da reinvenção da chamada sociedade civil?

Março 06, 2008 By: Rui Cerdeira Branco Category: MEP, Política

Agora que já “todos” enterramos o novíssimo Movimento Esperança Portugal (MEP) (eis aqui mais um prego zangado (?), ainda que algo ambíguo, postado ontem pelo Francisco José Viegas no Correio da Manha) começa a surgir mais qualquer coisa da pena dos seus fundadores, além do manifesto. Como é natural em quem me conhece as fraquezas irei acompanhar com atenção redobrada o dito movimento. Para já retenho dois parágrafos assinados por Inês Rodrigues no texto “Uma leitura do tempo” no blogue do movimento:

“(…) As politicas modernas são dominadas por duas entidades: o indivíduo abstracto, cujo palco é o mercado e o estado providência, representado pelos governos. Direita e esquerda alinham respectivamente nestes dois pólos, mas ambas falharam. A predominância do mercado mostrou premiar os vencedores mas esqueceu os que perdem, criando bolsas de exclusão social que ameaçam a sua sustentabilidade. Por seu lado, os modelos assentes no estado minaram o tecido social com relações de dependência, que anestesiam as causas dos problemas, sabotando assim a sua resolução a prazo.

No âmbito da ciência política, existe uma nova corrente que defende a recuperação de um terceiro pilar que não exclua os outros dois, mas de alguma forma os tempere e equilibre. O chamado pilar social. Os seus representantes defendem a reinvenção da chamada sociedade civil, que desde o revolucionário século dezanove se foi progressivamente asfixiando, em matizes diferentes conforme a latitude, até quase desaparecer. (…)”

E esta breve frase de Rita Simões de Almeida em “Três razões para ter aderido ao MEP“:

“(…) Não gosto de estar sempre a dizer mal, embora saiba que as coisas estão realmente mal. Mas a ideia de constatar as enormes injustiças, ver as desgraças, sentir esta desesperança no ar e não fazer nada, não é para mim. Critico mas quero agir. Não quero ficar sentada. Quero poder dizer às minhas filhas que tentei, fiz o melhor que sabia. (…)”



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