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Sugestão

E que tal um pulinho virtual à Fundação de Eça de Queiros?

E matar saudades, ou ler pela primeira vez A Cidade e as Serras.
Tudo à distância de um click…e de alguns euros para pagar o provedor de serviço de internet…

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Eça de Queiroz em Perigo

Mostra-me a tua casa de banho e dir-te-ei quem és.
Mostra-me como tratas os anciões e dir-te-ei para onde vais.
Mostra-me como tratas a tua memória e dir-te-ei o que vales.

A notícia já não é nova mas hoje teve repercussões no Público.
Deixo aqui o lead e a esperança de um dia poder visitar a Fundação Eça de Queiros com os meus eventuais futuros filhos.

“Fundação Eça de Queirós Vive Situação Financeira Difícil
Por SÉRGIO C. ANDRADE
Terça-feira, 08 de Julho de 2003

A Fundação Eça de Queiroz (FEQ), em Tormes, Baião, vive actualmente uma situação financeira complicada, expressa numa dívida acumulada de cerca de 235 mil euros (180 mil a entidades financeiras e 55 mil a fornecedores) e de, pela primeira vez, ver em risco o pagamento dos salários aos seus nove empregados.”

Artigo completo aqui.

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Olha um boneco tão lindo

Olha um boneco tão bonito do Julio Pereira

Será que é desta que temos boneco no Adufe.blogspot.com?

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Toda a verdade sobre o triângulo das bermudas

Lembram-se do aviãozinho que se esfumou em Angola? Pois é. Pensava-se que havia outro triângulo das Bermudas, ali bem em terra no Aeroporto de Luanda mas afinal… foram os terroristas não é mister Bush?
Eu confesso que estava à espera que aparecesse um David Coperfield bem pretinho, com uma Cláudia Shiffer angolana bem reboluda a reclamar o maior truque ilusionista da história de Africa mas…

Tudo não passou de um belo, tradicional e bem original ROUBO! Saiba toda a verdade…aqui.

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E agora…para algo completamente diferente…

Tantos exemplos desse lindíssimo e triste lamento popular aqui deixei – sim falo de novo da Senhora do Almortão – que o concurso já acabou (o dos ácaros dos sites) e este blogo ainda por aqui anda…Por enquanto (glup!).
O nosso amigo Blogger é que anda muito bloguiado ultimamente…
Vou mandar-lhe uma versão inglesa da ladainha da santa da Idanha para ver se ele se cura…

I’ll be back [to the beiras]!

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Olha outra!

Mas também ainda não era bem esta…
Para mais cancioneiro português espreite aqui.

Senhora do Almortão

Senhora… (solo)
Senhora do Almurtão!
Senhora do Almurtão… (solo)
Minha tão linda raiana!
Virai costas… (solo)
Virai costas a Castela!

Senhora do Almurtão
Mandai sol que quer chover
Que se molham os vestidos
Dos fiéis que vos vão ver.

Senhora do Almurtão
Está de costas à Espanha.
Lá está a ver se entra
O ranchinho da Idanha.

Senhora do Almurtão,
Minha tão linda raiana!
Virai costas a Castela,
Não queirais ser castelhana!

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A Senhora do Almortão II

Verdade seja dita, ainda não encontrei a versão exacta que se cantava há poucos anos no concelho de Penamacor…Mas fica aqui o exemplo das gentes da Idanha, o mais próximo que encontrei…

Senhora do Almortão

Senhora do Almurtão,
Minha tão linda arraiana,
Moras no termo d’arraia,
Sendes meia castelhana.

Senhora do Almurtão
‘stá de costas à Espanha,
Lá está a ver se entra
O ranchinho da Idanha.

Olha a laranjinha
Que caiu, caiu
Num rigato d’água,
Nunca mais se viu.
Nunca mais se viu,
Nem se torna a veri
Cravos à janela,
Rosas a nasceri…

Senhora do Almurtão
Que dais ao vosso menino?
Todos os meninos choram,
Só o vosso se está rindo.

Senhora do Almurtão
Quem vos varreu a capela?
Foram as moças d’Idanha
Com raminhos de marcela.

Olha a laranjinha
Que caiu, caiu
Num rigato d’água,
Nunca mais se viu.
Nunca mais se viu,
Nem se torna a veri
Cravos à janela,
Rosas a nasceri…

[sic]

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Adeus blogo cruel?

Tenho uma firewall aos pulos a avisar que um guerreiro grego está a tentar conquistar troia dentro do meu computador, será um ácaro?

Logo eu que sou alégico a ácaros…
Eu e o Bagão temos um palpite que a coisa vai ser feia amanhã
para prevenir ficam já as despedidas!

Adeus blogo cruel!

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Extra-queijo

Abruptamente surge nova referência permanente neste blog. Tenho tentado ser criterioso, usar como único e exclusivo critério para promover [que raio de palavra vou pôr aqui? Companheiros? camaradas? colegas?] vizinhos desta esfera aqueles cujo conteúdo me toca de alguma forma que me parece enriquecedora. O Abrupto é por demais conhecido e é já uma referência, mas isso não me deverá impedir de sublinhar “a simples moralidade de pessoas comuns”. À parte o discussão concreta que levou o Abrupto a esta frase, generalizo perguntando se é por aqui, por nos tentarmos centrar em algo tão difuso como a “(…) simples moralidade das pessoas comuns (…)“, que nos devemos orientar nesta vida? Especialmente nos momentos de descrença?
Esta proposta é seguramente algo menos concreta que a simples lei da procura e da oferta ou que qualquer outra construção ideológica ou religiosa mais ou menos batida, mas se bem percebo é um mínimo denominador comum que resolveria muita da estupidez e sofrimento por que passamos enquanto cá andamos. A subjectividade do conceito pode-se reduzir elegendo valores a cultivar que no meu subjectivo entendimento a enformam como a decência, a honestidade, a compreensão e o respeito pelos outros e por nós próprios.

Se tentássemos sempre ter isto em mente tudo seria melhor. Seja qual for o nosso ofício ou mester…
Eu creio que tudo pode ser melhor. Pela parte que me toca vou tentando andar por este caminho com a ajuda dos meus amigos e com um adufe onde dar umas batucadas sempre por perto!
Bem hajam!

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O Adufe II

Esta é do meu imaginário infantil e é certamente do cancioneiro português. Já muitos e famosos lhe emprestaram o grão,
mas ninguém a cantava como os meus avós.

Apenas se ouve o timbre da voz e a batida do adufe. Leiam com atenção e vejam lá se não há por aqui algo de muito actual…

SENHORA DO ALMORTÃO

Senhora, senhora do Almortão
Senhora do Almortão
Ó minha linda raiana
Virai costas a Castela
Não queirais ser castelhana

Senhora, Senhora do Almortão
Senhora do Almortão
A vossa capela cheira
Cheira a cravos cheira a rosas
Cheira a flôr de laranjeira

Senhora, senhora do Almortão
senhora do Almortão
Eu p’ró ano não prometo
Que me morreu o amor
Ando vestida de preto