Documentário de 1965 sobre Leonard Cohen
Via Rua da Judiaria – 1965: Leonard Cohen um Stand Up comedian entre outras coisas.
Via Rua da Judiaria – 1965: Leonard Cohen um Stand Up comedian entre outras coisas.
Imperdível a entrevista que Francisco José Viegas concedeu a um tipo muito estranho de apelido Coutinho.
Mais um guia prático do novo acordo ortográfico (da Visão – via Diário Jurídico).
Linguar – ato ou efeito de aplicar a língua contra uma superfície, lamber (de preferência gelados), potencial verbo.
Hoje é o 1º dia de escola da menina mais velha cá de casa
Agora que o Vasco Campilho em “Não estou a insinuar nada” simpaticamente criou o teaser adequado, atrevo-me a apresentar-vos a explicação provável do seu inuendo.
Além do livro de crónicas recentemente lançado por Laurinda Alves, cabeça de lista do MEP às eleições europeias, temos de facto outro livro do actual universo do MEP que será lançado ainda antes do próximo dia 27 de Abril. Falo de Esperança em Movimento de Rui Marques fundador e actual presidente do MEP.
O lançamento far-se-á em Lisboa no jardim de inverno do teatro São Luiz, dia 26 de Abril, pelas 18h. Julgo não abusar das minhas competências extendendo o convite a todos os companheiros de blogue e aos estimados leitores. Vasco Teixeira, administrador do Grupo Porto Editora, vai estar presente e a apresentação é do ex-ministro Morais Sarmento, que também prefacia a obra. Rui Marques deverá abordar o “Prós e Contras” desta semana e a exclusão do MEP do referido programa atendendo a que era um dos raros partidos que efectivamente já havia confirmado a sua candidatura às Eleições Europeias junto do Tribunal Constitucional. (mais…)
Eu já passei pela associação 25 de Abril visitar a exposição de António Colaço esse nome sem assento no parlamento dos Grandes Artistas reconhecidos pelos políticos responsáveis pela Cultura que pode passar pelo Parlamento Nacional.
Pasem por lá, vão ver que não se arrependem. Ó António, os licores fazem parte da exposição “permanente” até ao dia 9 de Maio?
Imagem do Luís Novaes Tito na sua Barbearia:

Fantástica a imagem de Mário Viegas que está por lá, o arroz doce, a santíssima trindade “política” e o aroma ao interior pelo meio de cravos e girassóis.
(Para já) Como se fossem anónimos, eis alguns apontamentos da inauguração, ontem, da sede nacional do MEP.







P.S.: Sabe qual é uma das boas formas de evitar que um partido caia nas mãos dos “interesses”, é ajudar a forma-lo, é cada um contribuir com um pouco para que seja de todos e não “deles”. Hoje comprei uma cadeira com rodas para equipar a sede do MEP. Se quiser ajudar é passar por aqui, ainda deixámos umas peças por comprar a pensar especialmente em si
É com imensa tristeza que recebo a notícia da morte (ontem) de António Alçada Baptista. Um escritor e político singular das últimas décadas neste país. Fica a saudade e ficam as palavras. Como estas:
“Por mais estranho que pareça, homens livres, para quem a liberdade é efectivamente um valor, são os que estão presos por causa da liberdade dos outros.”
António Alçada Baptista, O Riso de Deus, Editorial Presença, Lisboa, 1996.
Entrevista na TSF ao vizinho Carlos Vaz Marques.
Via twitter da Isabel Coutinho cheguei a este curioso serviço da Porto Editora: Português Exacto, um conversor de português antigo para português acordado, entre outros.
Um banco de jardim, uma osga bem falante, à sombra de Camilo.
” (…) No caso do romance que Mário de Carvalho editou este ano na Caminho, este desvio pode ser tão pernicioso que obnubile as qualidades de um livro em que a densidade da linguagem se adequa de um modo raro e exemplar ao propósito ficcional. (…)”
Via Derivados do Girassol chego a esta proposta de ocupação de tempos livres para logo à noite na Fnac do Chiado (às 19h30m):
O título deste post só é notícia seguramente para quem anda muito distraído das lides editoriais lusas. É o meu caso, há por aí mais alguém?
É desta que “ataco” o resto da obra que ainda não lhe conheço.
Via Da Literatura.
Dois posts para a Tati, sobre palavras, da autoria de Vergílio Ferreira (do livro “Escrever”, Bertrand Editora”):
“30 Poupa as tuas palavras, guarda as melhores para o fim como o bocado num prato. Qual a última de que te vais servir? Não a imaginas. Mas a última que disseres ou pensares deve resumir-te a vida toda. Vê se a escolhes bem para remate do que construíres. Quando olhas a catedral o que fitas mais intensamente é o cimo das torres.”
“39 Quais são as tuas palavras essenciais? As que restam depois da toda a tua agitação e projectos e realizações. As que esperam que tudo em si se cale para elas se ouvirem. As que talvez ignores por nunca as teres pensado. As que podem sobreviver quando o grande silêncio se avizinha. As que terás talvez dito na confusão das que disseste. As que talvez sejam só uma por qualquer outra ser demais. A que é impronunciável por ser demais o dizê-la na exterioridade do dizê-la. A que se confunde talvez com a simples emoção de a dizer. A que talvez nem exista ainda antes de a inventares. A que, se a inventares, deixará logo de te pertencer. A que está antes da que te aflora mesmo ao olhar. A que é a identidade de ti quando a morte já tiver vindo quando a quisesses saber. Qual a tua palavra essencial que o próprio Deus desconhece?”
O nosso estimado vizinho Francisco José Viegas abraçou de novo a responsabilidade pelo revista LER e promove um novo blogue sobre literatura, o blogue da revista LER. Vai directo para o google reader.
Grafismo enxuto e agradável a prometer actualizações diário excepto ao Sábado. Para aficionados em palavras e na indústria associada.