Adufe 4.0

As armas do meu Adufe não têm signo nem fronteira
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Archive for Fevereiro, 2006

Leituras recomendadas

Fevereiro 22, 2006 By: Rui Cerdeira Branco Category: Media 6 Comments →

Maria Manuel Leitão Marques: "Um Anti-Kafka", da presidente da UCMA e vizinha esporádica no Causa Nossa. Encontram-se por lá pistas sobre o que poderão ser algumas das referência a introduzir pela Unidade de Coordenação da Modernização Administrativa.

Manuel Mira Godinho: "Síndrome da Baía dos Porcos", um problema à solta no nosso governo relativo aos processos de tomada de decisão. 

E num registo mais cómico, Domingos Amaral: "O fundamentalista em nós", um texto dedicado à blogoesfera esse sítio que é um perfeito sucedâneo do que se pode ouvir numa viagem de taxi. 

Tudo no Diário Económico e on-line em regime gratuito desde as 14h00; a hora que marca o início da segunda vida dos diários de economia.

Última hora: Houve tremor de terra em Maputo, tudo bem na Maschamba

Benfica-Porto: prognóstico

Fevereiro 22, 2006 By: Rui Cerdeira Branco Category: Desporto 3 Comments →

Sendo impossível perderem os dois espero que oresultado final seja uma vitória do Sporting frente à Académica.

E para terminar deixo-vos os outros três tipos de resultados que deixarão muitos sportinguistas felizes (resultado de um estudo-caso feito com base nas reacções recolhidas no Estádio de Alvalade em vários eventos desportivos):

1. Empatam (não interessa se com ou sem golos);

2. O Porto perde (por meio golo serve);

3. O Benfica perde por pelos menos 5 golos de diferença.

A lição mal estudada

Fevereiro 22, 2006 By: Rui Cerdeira Branco Category: Política Comments Off

Eu devo ter ouvido mal, mas à hora de almoço pareceu-me ter ouvido Marques Mendes (lider da oposição em Portugal) dizer algo do género: o desemprego está a subir; teve uma subida brutal ao longo do último ano; essa subida brutal é já da responsabilidade do actual governo; este governo tem levado à actual situação através de sucessivas birras como sejam os projectos como a Ota e o TGV.

Não foi isto que ele disse pois não?

Ora bem: a malta não engoliu bem aquela história da Ota e do TGV (que começam a ser construidos lá para final da década). A malta também não grama ter desemprego elevado.

O que faz o líder da Oposição? Junta com cuspo as duas coisas na mesma frase.

Tirem-no deste filme e arrangem um actor melhor, depressa, a bem da governação. Caro Marques Mendes, não é bem isso que se retira dos ensinamentos de Frank Luntz.

E os revisionistas?

Fevereiro 21, 2006 By: Rui Cerdeira Branco Category: Política Comments Off

Está tudo aqui, num minúsculo manual com os custos e benefícios da liberdade de expressão. A resposta não poderia ser outra. Agora… um mentiroso é sempre um mentiroso.

Não vejam a 2:

Fevereiro 21, 2006 By: Rui Cerdeira Branco Category: Media Comments Off

Particularmente hoje, terça-feira e a esta hora (entre as 22h30 e as 23h30) não vejam a 2: (RTP 2). É demasiado perigoso. Extremamente perigo. Fujam da TV. Pelas vossas alminhas, não vejam mesmo. Não precisam de me agradecer… Não estão ao ver, certo?

Mas houve festa, ou melhor, festinha

Fevereiro 21, 2006 By: Rui Cerdeira Branco Category: Desporto Comments Off

Não houve um único Benfiquista a festejar…cá em casa.

O feto e o fisco

Fevereiro 21, 2006 By: Rui Cerdeira Branco Category: Economia, Política 17 Comments →

Há vários meses que o meu futuro rebento me dá despesas várias, directas e indirectas, muitas delas do foro médico. No fundo dá-me despesas há tantos meses quantos está em gestação (para não ir mais longe e não entrar com argumentos mais mirabolantes).

A partir do momento da concepção e salvo algumas raras excepções clínicas, o projecto de filho adquiriu personalidade jurídica com direito a toda a integridade e respectivo sustento e demais cuidados (poupem-me os preciosismos legais). Para simplificar, os pais deixam de poder pôr e dispôr livremente dele e têm para com ele o mesmo grau de responsabilidade que terão ao longo da sua infância e adolescência, pelo menos. Lembram-se da questão do aborto, certo?

Contudo, o meu futuro filho em gestação, repleto de personalidade jurídica, só adquire personalidade fiscal (pelo assim o diz o código do IRS) no dia em que nasce. Alguém vê aqui uma incoerência, ou sou só eu?

O fisco diz-me que lá em casa ainda só são dois a comer, a ir ao médico, a determinar a execução orçamental da família… Deveras?!

See TU girl

Fevereiro 21, 2006 By: Rui Cerdeira Branco Category: Mimos 3 Comments →

O Irreflexões avisa-me que tenho 24 horas para ver… E eu vejo já qualquer coisa.

A Elisha podia ser irmã, mas eu acho que é mais linda que a Escarleta. E o nosso Marujo, o que diz?

Este texto é um acto de terror

Fevereiro 21, 2006 By: Rui Cerdeira Branco Category: Lisboa, Pessoal Comments Off

Acordo, empiriquito-me, saio para o trabalho.

Pelo caminho passo pelo Largo e olho os pombos, desconfiado, à espera talvez que comecem a cair que nem tordos a meus pés. Ou simplesmente temo que aqueles ratos do ar lancem um jacto de fezes e mijo infecto para cima das minhas desprevenidas mucosas.

Há trinta segundos, aqui ao lado, sem pinga de malícia

Fevereiro 21, 2006 By: Rui Cerdeira Branco Category: Política Comments Off

Ele: Eu ontem gostei foi de ver o Marques Mendes a jogar golf.

Ela: Quem é o Marques Mendes? 

Santinho!

Fevereiro 19, 2006 By: Rui Cerdeira Branco Category: Desporto 2 Comments →

Logo a abrir, para acalmar os ânimos e reforçar a cumplicidade com os milhares que se atreveram a pôr o nariz fora de casa tomei o primeiro banho no Alvalade XXI.
E o jogo? Fico-me pelo cliché (tentando acreditar nele): o Sporting jogou o futebol que o temporal, o relvado e o árbitro amarelejador - Paulo Pereira, um futuro árbitro da Fifa, mark my words -  deixaram; o Paços passou o encontro indeciso, conseguindo boas jogadas muito raras, ora em futebol, ora em andebol.
Quanto ao que "mais interessa", é tão habitual o Sporting aproveitar 10% das oportunidades de golo que foi agradavelmente surpreendente sair do Estádio com três golos de vantagem e o segundo lugar mais seguro. Quatro vitórias seguidas…
 
Esta coisa da blogoesfera está um bocadinho previsível: Fátima, os media e tal…
Boas noites, e bons sonhos e um alô especial para a Sandra Oliveira do Bionascimento que passou por aqui. A Sandra Oliveira é um Doula, sabiam?

Gary Becker e a legalização da droga

Fevereiro 17, 2006 By: Rui Cerdeira Branco Category: Economia, Política, Saúde 3 Comments →

Um incontornável tema (deveria sê-lo!) em discussão na Colômbia, a pretexto das eleições presidenciais locais: perante a constatação da derrota no combate à produção e ao tráfico e perante o incremento e poder promovido junto dos comerciantes ilegais, que tal considerar a legalização do negócio? O mote está renovado aqui na vizinhança, pelo Carlos Castro, no Tugir.

Vista para dentro das muralhas

Fevereiro 16, 2006 By: Rui Cerdeira Branco Category: Viagens Comments Off

Enquanto leitor deste blogue queixo-me de um excesso de palavras.
Hoje deixo-vos apenas uma vista para dentro das muralhas, no final do verão passado (esperemos que do próximo também), em Óbidos. Se repararem bem nos detalhes está um licor pronto a servir, não muito longe das convidativas almofadas do terraço…
obidos_SET2005.jpg

O Brincalhão-Geral da República

Fevereiro 15, 2006 By: Rui Cerdeira Branco Category: Palavras dos Outros, Política 4 Comments →

" (…) O brincalhão-geral, esse já fez pela vida. Já esteve com o eleito, em amena cavaqueira, presume-se, e já esteve com o auto-alegado líder da oposição. Não consta, sequer, que no épico beija-mão ao senhor Gates do Windows, ele ou os meninos que com ele brincam aos processos-lego tenham pedido explicações sobre os filtros do Excel.
A malta paga e nem sequer se vai divertindo. Ao contrário deles, achamos que o caso é sério.
"

JMF in Mau Tempo no Canil.

Diz-se que um mês na blogoesfera é uma eternidade. E lá fora, no mundo irreal, quanto "custa" uma eternidade? 

Sobre os militantes do amor

Fevereiro 15, 2006 By: Rui Cerdeira Branco Category: Pessoal Comments Off

Era uma vez um texto antigo, muito antigo. Tão antigo que era já uma lenda. Contava-se que a história que relatava - uma história de amor - começara num dia em que uma mulher, talvez ainda criança, sorrira dançando-andando num vestido azul.

O texto não está ainda acabado, vai-se completando a cada nova volta da saia, a cada sorriso da bailarina captado por um militante sempre à espreita, meio escondido… O que se esconde naquele olhar, que antiguidade é aquela? A espuma…



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