Adufe com ânimo

As armas do meu Adufe não têm signo nem fronteira
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Archive for the ‘Palavras dos Outros’

Palavras dos outros

Março 06, 2006 By: Rui Cerdeira Branco Category: Palavras dos Outros, Política Comments Off

"Mau começo 

Finalmente, Cavaco decide-se a revelar as suas opinioes sobre politica internacional. Preocupantes, como seria de esperar de quem tanto se esforcou por esconde-las dos eleitores e que, mesmo agora, acha mais adequado comecar por da-las a conhecer aos espanhois."

In Blogo Existo 

A ler

Fevereiro 23, 2006 By: Rui Cerdeira Branco Category: Economia, Palavras dos Outros Comments Off

"A Questão Nuclear" - Sérgio Figueiredo no Jornal de Negócios.

Há assuntos que nunca saem de moda

Fevereiro 23, 2006 By: Rui Cerdeira Branco Category: Palavras dos Outros 4 Comments →

Mais leitura recomendada, agora na blogoesfera: É o Miguel Silva no Tempo dos Assassinos. A não perder! 

" (…) Não pretendo adoptar uma postura hiper-moralizadora, para a qual não tenho convicção nem feitio, tal como não pretendo acusar toda a classe política de ser corrupta ou, no mínimo, mal formada. Mas as evidências apontam para uma realidade na qual o sector público tem vindo a beneficiar, de forma recorrente e muito pouco clara, determinados grupos em detrimento da esmagadora maioria da população. Perante a ilegalidade, é de importância fundamental adoptar medidas que limitem as oportunidades para o ilícito, ao mesmo tempo que se deve encontrar e punir adequadamente os infractores. Mas, para isso, é necessário também um sistema judicial a funcionar ao seu melhor nível, o que dificilmente se pode dizer que tenha vindo a acontecer recentemente. Assim, mais uma vez, para completar este longo périplo, voltamos a deparar-nos com a ineficiência dos serviços do Estado como principal entrave à prossecução do bem público. E, mais uma vez, as coincidências são mais que suficientes para que a desconfiança se imponha.

É seguramente difícil manter um nível de motivação com a causa pública quando esta parece não reverter a favor dos que dela mais necessitam. Torna-se difícil manter um nível elevado de interesse pela política quando os seus agentes parecem mais preocupados com os seus pequenos jogos e com os seus interesses particulares do que com o bem público. Por estas razões, talvez mais do que nunca, é necessário que os ânimos não se abatam, que o desinteresse não vença e que se exija mais e melhor. Não para a pátria, noção bacoca e abstracta, dada a interpretações numéricas dúbias, mas para as pessoas que neste país habitam. Deve ser para elas que a economia deve laborar. "

In Tempo dos Assassinos 

O Brincalhão-Geral da República

Fevereiro 15, 2006 By: Rui Cerdeira Branco Category: Palavras dos Outros, Política 4 Comments →

" (…) O brincalhão-geral, esse já fez pela vida. Já esteve com o eleito, em amena cavaqueira, presume-se, e já esteve com o auto-alegado líder da oposição. Não consta, sequer, que no épico beija-mão ao senhor Gates do Windows, ele ou os meninos que com ele brincam aos processos-lego tenham pedido explicações sobre os filtros do Excel.
A malta paga e nem sequer se vai divertindo. Ao contrário deles, achamos que o caso é sério.
"

JMF in Mau Tempo no Canil.

Diz-se que um mês na blogoesfera é uma eternidade. E lá fora, no mundo irreal, quanto "custa" uma eternidade? 

O post que faltava

Fevereiro 14, 2006 By: Rui Cerdeira Branco Category: Palavras dos Outros, Religião Comments Off

"Respeitemos os outros" do João Caetano Dias. Veja lá, não se deixe surpreender por maus pensamentos enquanto ler a prosa em jeito de cartoon.

A razão de PPereira e a barbaridade de Vitalino

Fevereiro 10, 2006 By: Rui Cerdeira Branco Category: Palavras dos Outros, Política, Religião 1 Comment →

Como seria bom que José Pacheco Pereira estivesse errado. Mas não está.

Há dias fiz aqui eco de uma pergunta do Paulo Gorjão onde se constatava o silêncio dos parlamentares portugueses. Hoje Vitalino Canas (PS) falou pondo os cartunistas ao nível dos fundamentalistas que ameaçam, perseguem e destroem. É por estas e por outras (a do MNE ontem, por exemplo) que os partidos falham, rotundamente, descredibilizam-se.

É caso para perguntar (só com uma pitadinha de exagero) se algum dia, em algum canto do país, alguém com acesso ao grande público, membro do PS, terá discutido, conversado, pensado sobre as questões levantadas directa e indirectamente pelas caricaturas, sua transformação em exemplo odioso e posteriores reacções. Tirando as excepções que pontuam na blogoesfera, gostava de ouvir alguém do PS, que tenha, no mínimo, assento no Parlamento, refutar abertamente as declarações de hoje do seu colega Vitalino Canas. O odioso cobre-os a todos ou só a alguns? É que isto da disciplina partidária tem este outro efeito secundário.

As palavras dos outros (act. II)

Fevereiro 09, 2006 By: Rui Cerdeira Branco Category: Media, Palavras dos Outros, Política Comments Off

" (…) Estou é convencido de que o jornalismo que faço – e esta é a principal discordância com CCS – é mais difícil de fazer e comporta mais riscos. Porque, ao contrário do que CCS escreve, não é este o jornalismo das grandes tiragens e porque – CCS até sabe isso… – não alinhar por baixo, trabalhar o mainstream, é bem mais complicado do que publicar umas larachas, umas fotos, umas bonecadas, umas histórias manhosas.
Mas nisto, como no resto, não tenho a pretensão de doutrinar ninguém. Nem no jornalismo, nem na democracia, nem na maneira como cada um vive a sua religião.
"

in French Kissin’ (de JMorgadoF, versão Mr. Jeckill, a minha preferida (a outra por vezes mostra-se aqui) :-) ) 

Adenda: tréplica de Constança Cunha e Sá, aqui

Mais valia ter ficado calado

Fevereiro 08, 2006 By: Rui Cerdeira Branco Category: Palavras dos Outros, Política Comments Off

Não vou gastar muito do meu latim, nem a paciência de quem por aqui passe e que me venha ler, no que diz respeito ao comunicado do nosso Ministro dos Negócios Estrangeiros. Pela segunda vez no espaço de uma semana prefiro pôr o latim do João Pedro Henriques a render. No essencial concordo com o que ele escreveu há pouco, no Glória Fácil. As palavras e omissões do comunicado foram um belo contributo para me afastar um pouco deste governo. Ao nível do "processo da Ota", por exemplo.

Miguel Gaspar

Fevereiro 06, 2006 By: Rui Cerdeira Branco Category: Palavras dos Outros Comments Off

Tenho pena que o Diário de Noticias não tenha on-line o artigo de hoje de Miguel Gaspar na secção de média.
(more…)

Eu sou Dinamarquês

Fevereiro 05, 2006 By: Rui Cerdeira Branco Category: Palavras dos Outros, Religião, Sociedade 2 Comments →

Na sequência dos posts anteriores, e que tal passear pel’A Origem das Espécies neste dia 5 de fevereiro de 2006?

Adenda: outra sugestão "A Manipulação" pelo carlos Castro no Tugir

E a citação do dia vai para… (já é de ontem mas enfim)

Fevereiro 02, 2006 By: Rui Cerdeira Branco Category: Palavras dos Outros 4 Comments →

João Pedro Henriques no Glória Fácil:

"(…) Falo, por exemplo, da adopção de crianças por casais gay. Digo-o por razões sociais, pura e simplesmente. Há por esse país fora milhares de crianças abandonadas pelos pais e recolhidas por IPSS (algumas sinistras) sem que ninguém apareça para as adoptar. Abrir essa possibilidade aos gays ajudaria certamente a resolver a atenuar esse problema (que, falando curto e grosso, é apenas de oferta e de procura). Prefiro o escândalo que será um casal gay adoptando uma criança ao escandâlo que é, por exemplo, a Casa Pia. Isto sim é prioritário. Urgente mesmo."

Sem assobiar para o ar

Fevereiro 01, 2006 By: Rui Cerdeira Branco Category: Palavras dos Outros, Religião, Sociedade 9 Comments →

Sobre o assunto "casamento de homossexuais" hoje colocado na agenda, convém não perder a prosa de José Pacheco Pereira. Resisto a citá-lo pois para ser justo teria de aqui colocar o texto na íntegra. Convido assim os leitores (mesmo os alérgicos) a seguirem a ligação e convido-os ainda a reflectirem um pouco antes de atirarem umas pedras…

 

Show na área

Fevereiro 01, 2006 By: Rui Cerdeira Branco Category: Palavras dos Outros, Política 1 Comment →

" (…) Não é com balões mediáticos que se desfazem outros balões mediáticos tão mal explicados quanto a polémica a propósito da atracção para Portugal de um centro do MIT, para potenciar a ligação entre as universidades e as empresas. Um assunto sobre o qual abundam as especulações e as teses conspirativas sobre os alegados favorecimentos e bloqueios de um ministro, sem que a comunidade científica e universitária seja cabalmente informada sobre o que está em questão.

Depois do elencar de todos os projectos e de objectivos ambiciosos, o que o Plano Tecnológico mais precisa é de transparência. E de combate à burocracia que acertadamente o Governo elegeu como alvo principal.

Com Bill Gates o Governo pode aprender sobretudo a mensagem de um empreeendedor. De alguém que cumpriu a fábula americana do negócio que começou numa garagem para se tornar o maior do Mundo, sem precisar do Estado para nada. Essa mensagem é bem mais importante que toda esta frenética Gatemania."

Luísa Bessa no Canal/Jornal de Negócios. Sublinhados meus.

Ainda no mesmo jornal, as sugestões de Celso Filipe em "Fraude em Banda Larga". 

Sair da área Euro?

Janeiro 30, 2006 By: Rui Cerdeira Branco Category: Palavras dos Outros Comments Off

João Ferreira do Amaral encontra no exemplo do renascimento recente da economia Argentina mais um argumento para sustentar a sua opção de longa data; não estar na área Euro.

Recomenda-se a leitura (que não necessariamente a sua visão).

A dissolução partidária na imprensa

Janeiro 27, 2006 By: Rui Cerdeira Branco Category: Palavras dos Outros, Política Comments Off

Hoje, o tema abordado no post anterior faz editorial no Diário de Notícias pela pena de António José Teixeira. Um excerto:

" (…) O pior que se poderia fazer aos partidos é pensarmos que tudo se resolve falando por cima dos media e recauchutando as suas marcas. O discurso antipartidos ajuda a ganhar eleições, mas é perigosa a rendição dos eleitores a lideranças cujo projecto conhecemos mal, só porque se revelam eficazes no marketing político. A política tornou-se ela própria um mercado. Desideolojizou-se. Reduziu-se à gestão de crises. Mas não é inevitável que tenhamos de prescindir de a questionar e reinventar."



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