Adufe 4.0

As armas do meu Adufe não têm signo nem fronteira
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Archive for the ‘MEP’

Martinho Lutero Rei

Abril 04, 2008 By: Rui Cerdeira Branco Category: MEP, Política, Sociedade No Comments →

N’Melhor é Possível (MEP, confundir com MEP - Movimento Esperança Portugal) deixam-nos a indicação de uma efemérido que me passaria despercebida. Faz hoje 40 anos que foi assassinado Martin Luther King. Sendo reconhecido por tantos pelo sound bite “I have a dream” vale a pena (re)acordar com estes trechos de profecia: I’ve been to the mountaintop I e II.

Amanha, 21 horas, no auditório do Pavilhão dos Descobrimentos

Abril 01, 2008 By: Rui Cerdeira Branco Category: MEP, Política No Comments →

MEP - 2 de Abril de 2008, 21 horas, AuditórioAmanha, 21 horas, no auditório do Pavilhão dos Descobrimentos em Lisboa, o MEP fará uma apresentação pública seguida de debate com a plateia.
Se tem curiosidade em conhecer um pouco melhor este movimento que pretende oferecer, entre outros, uma forma diferente de viver e agir em termos políticos, está desde já convidado a dar um salto até ao Pavilhão dos Descobrimentos, ouvir e dizer de sua justiça.
Será também uma oportunidade de dizer de viva voz o que acha do MEP. E aqui pisco o olho à blogoesfera que reagiu tão vigorosamente aquando do anúncio publico do aparecimento do MEP. Aproveitem o debate.

O MEP está presentemente a recolher assinaturas para formalizar o pedido de atribuição de estatuto de partido político ao tribunal constitucional. São necessárias um mínimo de 7500 assinaturas de eleitores portugueses. Se quiser contribuir para diversificar as opções políticas pode fazê-lo enviando a sua assinatura (formulário disponível aqui). Note que a assinatura não implica qualquer tipo de compromisso político com o MEP.
Os dirigentes do movimento têm realizado apresentações e continuarão a fazê-lo um pouco por todo o país, apresentando o MEP, procurando dinamizar e reforçar os núcleos locais, recolhendo assinaturas e procurando donativos.
Note que nesta fase, o MEP não conta com qualquer tipo de financiamento público. Todas as despesas correm por conta de donativos individuais e subscrições dos membros.

Depois da Lisboa a seguinte sessão será em Leiria:
Dia 5 Abril, 21h.
HOTEL EUROSOL LEIRIA - RUA D. JOSÉ ALVES CORREIA DA SILVA.

Nos bastidores prossegue o trabalho de construção e detalhe da alternativa política que o MEP pretende apresentar durante o corrente ano e sufragar nas próximas eleições.

Aderi ao MEP (Movimento Esperança Portugal)

Março 24, 2008 By: Rui Cerdeira Branco Category: MEP, Política 1 Comment →

MEP- Movimento Esperança PortugalO papel está assinado, o compromisso assumido e a vontade no sítio certo.
Sem prejuízo de no futuro entrar em maiores detalhese considerações, mais do que as minhas palavras deixo aqui as de Maria de Assis Swinnerton (que ainda não tive o praze de conhecer pessoalmente). Palavras do texto “Passo a passo” que testemunham o que se está a fazer e o que se fará no MEP por forma a se apresentar um contributo político válido e útil para a comunidade. Reproduzo o texto que pode ser lido no blogue do movimento, o Melhor é possível.
Aproveito ainda para sublinhar que para se constituir como partido político, o Movimento Esperança Portugal precisa de recolher 7.500 assinaturas que deverão ser entregues no Tribunal Constitucional. Poderá contribuir com a sua subscrição para um sistema democrático mais rico, ajudando a alargar o âmbito de escolha dos eleitores portugueses. Note que a sua assinatura não implica qualquer tipo de vínculo ou compromisso com o MEP.
Poderá assinar de imediato seguindo estas indicações. Mais informação sobre o MEP poderá ser encontrado na página do Movimento. Obrigado.

Passo a passo

As primeiras reuniões dos grupos dos trabalho são passos importantes. Para organizar ideias, para nos sintonizarmos, para medirmos o tanto que não sabemos, para nos contagiarmos com o entusiasmo desta oportunidade de aprender e para ensaiarmos a melhor forma de levar por diante a nossa tarefa matricial. Acho que ficou claro para todos nós que precisamos da ajuda de especialistas para identificar os textos de referência incontornáveis para as 12 áreas a cruzar com os nossos pilares. O volume da informação relevante transborda em muito a nossa capacidade de assimilação dentro do tempo de que dispomos, pelo que é fundamental distribuir leituras a partir do essencial.

Acho que foi particularmente importante a tomada de consciência da permeabilidade que sempre existe entre objectivos, estratégias e acções consoante o lugar - do micro ao macro - em que nos posicionamos. A importância desta constatação prende-se com a necessidade de salvaguardar a coerência e a consistência das políticas a desenvolver. Parece existir algures um paradoxo recorrente na acção governativa portuguesa. Por um lado, quando analisamos os programas dos sucessivos governos, identificamos alguma consistência numa série de objectivos que permanecem prioritários, independentemente do partido no poder. Mas esta consistência ao nível macro corresponde à identificação dos problemas e à sua permanência… É no plano intermédio, ou seja, ao nível da acção dos organismos do Estado, que a mudança impera, traduzindo-se num eterno recomeço que compromete a resolução dos problemas. Não me parece possível ultrapassar este impasse sem responsabilizar estes organismos pelo conhecimento e avaliação do terreno, dar-lhes voz na análise dos problemas e utilizá-los como intermediários/mediadores no diálogo entre governantes e cidadãos. Uma espécie de pontes de acesso a outras pontes… Muitas vezes quem assume a governação não faz a menor ideia de como se faz o que é preciso fazer. E provavelmente não devia sequer preocupar-se com isso. Devia aproveitar esse recuo, a chamada cabeça fria, para estabelecer prioridades e tomar decisões. E creio que este é o grande desafio que se nos apresenta: saber identificar o que é mais urgente, evitando enunciados generalistas, mas sem caír em especificidades que correspondam a outros patamares de acção e decisão. Fazê-lo seria violar a afirmação da subsidiariedade, ou seja, de uma governação que se organiza de baixo para cima, co-responsabilizando Estado e sociedade civil na construção do bem comum. Daí também a importância de ouvirmos especialistas com anterior experiência governativa, de preferência em instâncias intermédias, pedindo-lhes que partilhem connosco essa experiência: as dificuldades e oportunidades que encontraram, os impactos positivos e negativos dos erros que cometeram e das acções que conseguiram desenvolver, as batalhas inglórias e as bem sucedidas…..

E assim avançaremos, passo a passo….

Maria de Assis Swinnerton “

De entrevista em entrevista

Março 10, 2008 By: Rui Cerdeira Branco Category: MEP, Política 3 Comments →

Rui Marques, fundador e rosto público do recentemente criado Movimento Esperança Portugal tem-se multiplicado em entrevistas aos principais órgãos de comunicação social. A hostilidade imediata que tal movimento gerou por estas ondas teve como paralelo as ditas entrevistas que primaram pela correcção mas também pela acutilância por parte dos jornalistas. Longe de serem entrevistas fáceis parecem-me, contudo, um excelente cartão de visita do MEP.
Destaco particularmente esta concedida a Maria Flor Pedroso à Antena 1.

O que é isso da reinvenção da chamada sociedade civil?

Março 06, 2008 By: Rui Cerdeira Branco Category: MEP, Política 3 Comments →

Agora que já “todos” enterramos o novíssimo Movimento Esperança Portugal (MEP) (eis aqui mais um prego zangado (?), ainda que algo ambíguo, postado ontem pelo Francisco José Viegas no Correio da Manha) começa a surgir mais qualquer coisa da pena dos seus fundadores, além do manifesto. Como é natural em quem me conhece as fraquezas irei acompanhar com atenção redobrada o dito movimento. Para já retenho dois parágrafos assinados por Inês Rodrigues no texto “Uma leitura do tempo” no blogue do movimento:

“(…) As politicas modernas são dominadas por duas entidades: o indivíduo abstracto, cujo palco é o mercado e o estado providência, representado pelos governos. Direita e esquerda alinham respectivamente nestes dois pólos, mas ambas falharam. A predominância do mercado mostrou premiar os vencedores mas esqueceu os que perdem, criando bolsas de exclusão social que ameaçam a sua sustentabilidade. Por seu lado, os modelos assentes no estado minaram o tecido social com relações de dependência, que anestesiam as causas dos problemas, sabotando assim a sua resolução a prazo.

No âmbito da ciência política, existe uma nova corrente que defende a recuperação de um terceiro pilar que não exclua os outros dois, mas de alguma forma os tempere e equilibre. O chamado pilar social. Os seus representantes defendem a reinvenção da chamada sociedade civil, que desde o revolucionário século dezanove se foi progressivamente asfixiando, em matizes diferentes conforme a latitude, até quase desaparecer. (…)”

E esta breve frase de Rita Simões de Almeida em “Três razões para ter aderido ao MEP“:

“(…) Não gosto de estar sempre a dizer mal, embora saiba que as coisas estão realmente mal. Mas a ideia de constatar as enormes injustiças, ver as desgraças, sentir esta desesperança no ar e não fazer nada, não é para mim. Critico mas quero agir. Não quero ficar sentada. Quero poder dizer às minhas filhas que tentei, fiz o melhor que sabia. (…)”



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