Houve festa na vizinhança: parabéns aos noivos
Se calhar teria acontecido há mais de trinta anos, pôde acontecer hoje. Belíssimo convite!
Votos de continuadas felicidades ao vizinho de blogues Eduardo Pitta e seu companheiro Jorge Neves.
As armas do meu Adufe, Se calhar teria acontecido há mais de trinta anos, pôde acontecer hoje. Belíssimo convite!
Votos de continuadas felicidades ao vizinho de blogues Eduardo Pitta e seu companheiro Jorge Neves.
Morreu António Feio. Recordo acima de tudo a cumplicidade, aquela que não se vê, que se oculta pelo rito da sala mas que se sente, precisamente quando está alguém no palco e está alguém na plateia. Obrigado.
Depois dos episódios de hoje, há algo seguro que sobra para quem vê: há quem seja procurador da república e que não só não o deveria ser como provavelmente deveria estar do outro lado da justiça, a contas com ela. Quem? Como posso saber? Eu como quase todos os portugueses, somos apenas espectadores de algo inenarrável que ultrapassa o palco e nós vai arrastando para um precipício.
E ainda assim insistirei em ser decente e em tratar com justiça os que me rodeiam, sim a justiça também é algo que começa em nós os únicos e suficientes interessados em ela se exerça.
Ontem divulguei no Facebook o vídeo dos comentários pré-jogo Benfas-Sãderlan da SportTV. Hoje querem disciplinar os comentadores/jornalistas que se julgavam em off. Acontece que alguns benfiquistas que se reviram no escape trocista se estão a solidarizar com os jornalistas. Uns porque também acreditam na razoabilidade de a bola cor de laranja poder estar a revelar uma situação de daltonismo, outros porque desconhecem de que é feito o enchimento do calçado do ex-futuro titular das balizas do clube de Luís Filipe Vieira.
Eu recordo o Jorge Perestrelo em ON que era muito mais cru e verdadeiro do que estas piadolas na Sporttv.
Enfim, entretanto na Itália parece que vão deixar de dar repetições do futebol. Deve haver muitos guarda-redes de 8,5 milhões a jogar na série A. Se a moda pega lá se vão as transmissões do Benfiiiiica, sem soluços, pelo menos.
Por um décimo das penas se zurziu sobre Ricardo…
Pois é, com os “cumprimentos” do Sporting Site de Apoio” fui banido de uma página do Facebook pela primeira vez. Será que foi porque chamei nomes aos jogadores do Sporting? Ao presidente? Ofendi outros participantes? Não, isso é mais ou menos o alimento habitual nos comentários da dita página.
Fui banido porque tive a ousadia de num comentário criticar o facto de, quando ultrapassaram os cerca de 45 mil fãs terem começado a impôr restrições de acesso (registo no sítio da página com e-mail obrigatório) e de terem enchido a dita de publicidade de forma ostensiva e, por vezes intrusiva (inscreva-se lá na mailing list comercial para ganharmos mais uns cobres, vá-la). Tau! BANIDO!
Leia o artigo na íntegra
O nosso amigo e co-autor do Adufe, António Colaço, vai mudar de casa, deixando após 21 anos as lides parlamentares na qualidade de assessor de imprensa do PS. As artes, a rádio, a família e sabe-se lá mais o quê hão-de animar-lhe os dias. Este é o momento de lhe dar os parabéns pela missão cumprida e agraceder-lhe pela parte que nos toca, afinal quem toca assim os jornalistas parlamentares só pode ter estado ao serviço da pátria, verdadeiramente a bem da nação (com o cravo sempre presente). Não deixem de ver a homenagem de, entre outros, Maria Flor Pedroso, Nuno Simas, Anabela Neves… (cliquem aqui).
SPORTING – SOCIEDADE DESPORTIVA DE FUTEBOL, SAD
Sociedade Aberta
Capital Social: 42 000 000 euros Capital Próprio: (15 981 000) euros
Sede Social: Estádio José Alvalade – Rua Professor Fernando da Fonseca , Lisboa
Matriculada na Conservatória do Registo Comercial de Lisboa e
Pessoa Colectiva nº 503 99 44 99
COMUNICADO
Nos termos e para efeitos do cumprimento da obrigação de informação que
decorre do disposto no artigo 248º, nº1 al. a) do Código dos Valores
Mobiliários, a SPORTING – Sociedade Desportiva de Futebol, SAD,
(Sporting SAD) vem informar ter chegado a acordo com a Futebol Clube do
Porto – Futebol, SAD (Porto SAD) para a cedência definitiva dos direitos
desportivos do jogador João Moutinho pelo montante de € 11.000.000,00,
ficando esta Sociedade com o direito a receber 25% da mais-valia que se
venha a verificar numa futura cedência do jogador da Porto, SAD para um
terceiro clube, por valor superior a € 11.000.000,00.
Como contrapartida adicional, a Porto, SAD cedeu a favor da Sporting,
SAD, a título definitivo os direitos desportivos do jogador Nuno André
Coelho, mantendo na sua titularidade 50% dos respectivos direitos
económicos.
A Sporting, SAD e o jogador Nuno André Coelho celebraram contrato de
trabalho desportivo válido até 30 de Junho de 2014, tendo sido fixada
cláusula de rescisão de € 30.000.000,00.
Lisboa, 4 de Julho de 2010
O Conselho de Administração
Hoje no Público:
“Os sinos dobram cerca de 50 vezes por ano em Penamacor, três vezes mais do que os nascimentos celebrados na totalidade das 12 freguesias que constituem este concelho do distrito de Castelo Branco e que estudos recentes consideraram como o mais envelhecido do país. As povoações assemelham-se cada vez mais a velhos postais, onde figura apenas o casario fechado. As escolas primárias já são metade das que existiam há duas décadas. Os lares têm gente como nunca. Tal como os cemitérios, que, passe a morbidez e o contra-senso, parecem ser os locais mais movimentados.(…)”
Em tese sou regionalista. Em tese defender regiões poderia revelar uma coerência natural com a defesa do federalismo europeu que aqui advoguei ontem, mas essa defesa por princípio da regionalização é mesmo cada vez mais apenas teórica. Não consigo deixar de pensar que o que vemos a nível concelhio é relevante para aquilo que podemos vir a ter a nível regional.
Discursos como este: “Presidente da câmara de Matosinhos defende que Governo deve anunciar quando serão portajadas as restantes SCUT“, com fundamento apenas numa espécie de lei de Talião são a anti-tese do que precisamos.
Mais do que averiguar da justiça ou não das discriminações existentes tudo se resume à devolução dos desaforos centralistas com projecções de rolo compressor: todos diferentes, todos iguais.
Porquê? Porque sim, basicamente. É como ter o Donald e o vizinho Silva a gerirem cada um o seu município ou região, na melhor das hipóteses.
Isto só lá vai com muita FEE ou UFE (Federação Europeia de Estados ou União Federal de Estados). A prazo as soluções ad hoc, os paizinhos sejam eles Alemães, Franceses ou Marcianos dão buraco, até porque não vindo a autoridade pela representatividade democrática temos de lhe encontrar outra fonte. Sendo ela como parece ser por agora, a lei do mais forte, é fácil recordar, como fez ontem Trichet, que todos têm telhados (e histórias) de vidro.
Se tivéssemos conseguido avançar mais depressa para a construção de um pilar político comum, se tivesses conseguido construir um governo democrático comum, se tivéssemos assumido há mais tempo um destino integral comum não estaríamos agora em vias de invocar paizinhos de ocasião ou, ou se nos submeter, a fanfarrões de ocasião (como queiram).
Com a excepção da Grécia, ninguém prevaricou verdadeiramente face ao que em concílio fomos congeminando. Se há culpa de que os pequenos e médios países se podem recriminar é a de terem sido pouco ambiciosos, de não terem tido maior capacidade de antecipação e de intervenção. É certo que todos falharam nesse particular (ainda que alguns se façam de esquecidos), mas deveria ser quem anda de quando em vez com o chapéu emprestado para se abrigar da chuva que devia arrepiar caminho. Particularmente, nós que não largamos o guarda-chuva. Mas como? Em vez de se ocuparem de polir os sapatinhos dos grandes, deviam zunir-lhes nos ouvidos que isto não vai lá sem rede mosquiteira.
A Europa, no seio de muitos países, tem a prova do que lhe falta como União de Países: coesão. Coesão que não advindo da língua não pode deixar de vir da capacidade de gerir a sua diversidade em termos económicos, de gerir os seus interesses em termos políticos e de se auto-respeitar afirmando-se colectivamente como uma das maiores democracias do Mundo.
Leia o artigo na íntegra
Em cada livro poderá haver uma revelação, nem só nos aclamados e afamados, nem só nos que amontoam muitas páginas e boas palavras.
Em cada pessoa há uma revelação, nem só nas inteligentes, nas bem postas e carismáticas.
Se em ti houver Deus, estarei bem contigo e com Ele. Sem ti ele nunca teria sido nem será. Convivo e sou para ti e para os outros e também, inevitavelmente, para mim. Que mais precisa haver?
José Saramago morreu hoje no cimo de um vulcão, algures no meio do Atlântico.
Hoje voltas a ser o que nunca foste, caro Adufe, uma pequena página de um diário. Abro-te nesta página, envelhecido pela última notícia de uma menina doce.
Veio de um mensageiro destroçado a longínqua novidade. Com ela recuo a um tempo de amores não correspondidos, dos meus e dos teus, menina doce. De um tempo em que longas conversas e passeios nos serviam de consolo. Nunca te dei uma palavra de amor – porque não podia -, mas nunca nos faltou a ternura. É dela que sempre me recordei e recordarei quando pensar em ti.
Beijo grande Sandra.
É óbvio que o PS tinha que apoiar Manuel Alegre. Não sei do que é que estava à espera. Da fatalidade, do triste fado.
Não, não é votando em Manuel Alegre que me sentirei mais de esquerda e mais feliz. Lamento. Por várias razões é um mau candidato, muito pior do que foi há 4 anos quando votei em Mário Soares.
Desiludido com a gritante falta de visão do MEP e o seu empedernido conservadorismo nos costumes, definidor de um extremo; revoltado com a forma de fazer política (e com a própria política) do PS e demasiado farto da inevitável traição que o actual PSD pregará a quem acreditar que vem dali algo de genuíno (antes fosse liberalismo, mesmo), terei de ir às compras visando uns odres, mantimentos e cobertores. Faz imenso frio no deserto e nos países mal governados.
Para já, resta apenas o mal menor para me mobilizar no dia D. Muito curto, não me basta, mas que fazer? Talvez empreender.
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