Das energias renováveis à necessária renovação da Energia cuja falta vamos sentindo, dia-a-dia, o que se pretende nesta curta metragem é, nada mais, nada menos, do que proporcionar uma serena e sentida paragem para tudo repensar, para nos repensarmos todos … de fio a pavio.
Talvez que, então, como o luminoso pavio desta simples candeia, possa surgir, da presente conturbação dos dias, uma nova e reconfortante Ideia.
PS-Nesta linha, os votos de assinalados e luminosos êxitos para todos os participantes no IV Encontro de Blogues.Força, Mário.


Ortiga, concelho Mação . O Tejo…

…e uma velha azenha, nas suas margens ….

a linha da Beira Baixa, ali tão perto, onde a apanha tem lugar.









Ribeira de Eiras, Mação, e as levadas cujas águas….

já não moem os abandonados moínhos e suas cansadas rodas.

As tulhas, lugar de safra, não conseguiram safar-se das balsas.

Sem tecto, entre ruínas, estes lagares morrem de pé!

Solidários, dois pinheiros, vítimas de incendiários, juntam a sua morte à anunciada morte deste lugar lagar.

Vazilhas, vazias, conseguiram chegar à varanda para um último adeus.

Apesar de tudo, ainda sobram mãos para o milagre de um azeite virgem, puro, redentor…

…e retemperador! Feliz Natal!
antónio colaço