Adufe 4.0

As armas do meu Adufe não têm signo nem fronteira
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Archive for the ‘Saúde’

Seja civilizado! Sucesso garantido ao fim de nove meses!

Novembro 09, 2005 By: Rui Cerdeira Branco Category: Saúde Comments Off

Paternidade pode tornar homens mais civilizados 

"(…) «Obviamente que há elementos sociais na paternidade. Mas somos espécies biológicas e não estamos tão distantes dos animais, apesar de gostarmos de pensar que estamos», disse.

«A natureza não quer que os níveis de testosterona sejam altos quando há um bebé. É uma época frustrante para homens, muito exaustiva. É a maneira da natureza tornar os homens mais civilizados, pelo menos durante algum tempo», acrescentou."

in Diário Digital 

O pesadelo H5N1

Outubro 17, 2005 By: Rui Cerdeira Branco Category: Saúde Comments Off

Deveras preocupante e a merecer atenção: um texto a ler com toda a ponderação no Pura Economia.

Adicionalmente, recomenda-se a leitura do muito esclarecedor artigo da National Geographic de  Outubro.

Uma metáfora anti-retórica

Junho 08, 2005 By: Rui Cerdeira Branco Category: Saúde Comments Off

Se tivesse pachorra para vasculhar o Adufe descobriria que no passado fiz por aqui uma pergunta parecida com esta “Why do you think you need chemicals to feel better?…I never thought you were depressed before, what’s going on with you?…You’re so young and pretty and smart, dear, what on earth could you be sad about?
Há dias a Eileen, de regresso ao Home Sweet Home, deu uma long answer (link) a essas perguntas. Uma metáfora que retira alguma retórica à minha pergunta.

Abel Mateus (act.)

Abril 22, 2005 By: Rui Cerdeira Branco Category: Economia, Política, Saúde Comments Off

Aos poucos vai deixando marcas. Para quem não tinha regulação especializada em concorrência, é justo julgar o que se tem feito como um passo no bom caminho, apesar de alguns apontarem (genérica ou particularmente) ingenuidades ou mesmo pouco distanciamento face aos poderes políticos e sectoriais. Custos de juventude que outros organismos onde se exigiria total distanciamento também sofrem, ainda que não tenham disponível a mesma desculpa da “idade”.
Abel Mateus, noticiava ontem o Jornal de Negócios, vai recomendar ao governo o fim do monopólio dos farmacêuticos no concurso a concessões de exploração das farmácias. Trata-se do passo seguinte num caminho que os governos já deveria ter percorrido há muitos anos.
Esperemos que a recomendação frutifique e, já agora, que não se fechem inteiramente os ouvidos aos farmacêuticos que esperneiam (algo desajeitadamente) com argumentos de mau pagador. Digo para não os ignorarmos inteiramente porque poderão ter alguma razão quando invocam a prioridade de também se agir sobre a política do medicamento - não para deixar de agir sobre as farmácias, como os farmacêuticos advogam, mas para fazer o serviço completo neste mercado. Não será possível, sem comprometer premissas fundamentais do Estado de bem estar liberalizar mais um niquinho o mercado do medicamento? A bem do aumento da transparência, dos utentes do Serviço Nacional de Saúde e demais contribuintes.

Isto está muito sério… Sai pergunta!

Dezembro 07, 2004 By: Rui Cerdeira Branco Category: Saúde 3 Comments →

Ouvida num sofá perto de mim:
“Porque é que as peixeiras têm todas umas grandes mamas?”

A batata não engorda

Dezembro 05, 2004 By: Rui Cerdeira Branco Category: Saúde 3 Comments →

Uma das mais originais apologias da blogoesfera, ever.
Na Batata-Inteligente :-)

“Bibliografia”

RITCHIE, Carson I.A., (1995), Comida e Civilização, Assírio e Alvim, Lisboa

Insónias? Vai uma sátirazinha à moda antiga?, Adufe, 2003

Pró-Vida

Dezembro 01, 2004 By: Rui Cerdeira Branco Category: Saúde 1 Comment →

Dia Mundial da SIDA
Via Lua

As maternidades e as heróicas ambulâncias

Novembro 11, 2004 By: Rui Cerdeira Branco Category: Saúde 6 Comments →

Com base num estudo técnico que recomenda ao governo o encerramento das maternidades que realizem menos de 1500 partos por ano - número mínimo aceite pelos técnicos para garantir o desenvolvimento de competências críticas que assegurem os elevados padrões de qualidade na assistência à maternidade num país desenvolvido - o governo prepara-se para fechar quase todas as maternidades do interior do país.
Reduz-se a despesa pública (a confirmar) com o pretexto fundamentado de que é para o bem das populações.
Suponho que qualquer iniciativa privada de prover este serviço que desaparece venha a ser barrada pelo mesmo governo invocando os mesmos motivos que se prendem com a saúde pública.

Dito isto porque é que não consigo louvar o Governo? Serei um irresponsável que vai contra o que dizem os especialistas? E parto do princípio de que falamos mesmo de especialistas com currículos e integridade à altura da responsabilidade do dito estudo.

As minhas sérias dúvidas prendem-se com a situação alternativa que se criará. E justifico-me apenas com uma pergunta que julgo muito pertinente se atendermos às largas dezenas e, em alguns casos, mais de uma centena de quilómetros que distarão alguns povoados da maternidade mais próxima:

Quantos partos por ano terá que realizar a tripulação de uma ambulância para respeitar os padrões mínimos de sucesso dignos de um país desenvolvido?

Leitura recomendada: Nascer aqui - Jornal do Fundão

E o melhor título genuíno do dia está…

Outubro 18, 2004 By: Rui Cerdeira Branco Category: Saúde 2 Comments →

…no dossier sobre o orçamento 2005 publicado pelo Jornal de Negócios:

“Saúde sucede às SCUTS nas PPP que a próxima geração vai pagar”

Lá para o ano 2008 as transferências do Estado para os privados das parcerias público privado (PPP), na construção dos dez hospitais projectados, ascenderá a mais de 440 milhões de euros, um valor que aumentará paulatinamente a partir desse ano, atingindo o limite máximo (650 milhões de euros) em 2016.

Só ponho uma questão quanto à futurologia do título. Será que vai ser mesmo a próxima geração a pagar? Ou à semelhança do que se passa com as SCUTS o Governo em funções em 2008 ver-se-á obrigado a “criar” receitas extraordinárias para impedir o sufoco da contas públicas?
Daqui a quatro anos teremos Luís Filipe Pereira a responder em comissão no Parlamento por conta destes “estranhos� contratos com os privados? Até que ponto se hipotecam as possibilidades de política económica dirigida à saúde de um futuro governo que suceda a este? Ou por outras, que possibilidades haverá para negociar com o cada vez mais todo poderoso Grupo Melo Saúde? Que garantias quanto à prestação de serviços tem o Estado?
Para mais detalhes é ir passando por aqui.

Xavier dix it - Saúde e manipulação

Agosto 06, 2004 By: Rui Cerdeira Branco Category: Saúde 1 Comment →

Acho que este comentário do Xavier a este post merece chegar “à superfície”:

1. - As cirurgias têm graus de complexidade diferente. Por outro lado, a capacidade instalada varia de especialidade para especialidade. Há especialidades com capacidade de resposta razoável enquanto que noutras áreas a capacidade é deficitária. Esta capacidade também varia de região para região.
Uma coisa é fazer varises outra coisa é fazer transplantes renais. Uma coisa é operar num hospital com recursos outra é operar num hospital com dificuldades de instalações, equipamentos ou de recursos humanos(por exemplo anestesistas).

2. - É importante saber o número de doentes em programa (n.º de inscritos no SIGIC) e o tempo médio de intervenção por especialidade.

3. - Quando o ministro vem dizer que acabaram as listas de espera induz o público num erro: leva-os a entender que acabaram os doentes em espera cirúrgica e isto não é verdade. Nem é honesto.
O que ministro está a fazer é o balanço de um programa especial por ele desenvolvido para o combate às listas de espera, chamado PECLEC .

A contabilidade deste programa: Inicio: X n.º de doentes, operados: Y, num determinado intervalo de tempo, resultado: estão por operar Z nº de doentes.
Enquanto se desenvolvia este programa, ia-se, entretanto, constituindo outra lista de doentes em espera cirúrgica (por falta de capacidade de resposta do sistema).

4. - Para as coisas serem claras, o que o ministro deveria ter feito era dizer o número actual de doentes inscritos por especialidade (n.º de doentes em espera cirúrgica) e o tempo médio de espera previsto (seis meses).

5. - Ele não fez isto porque para cumprir este programa é necessário aumentar a capacidade de resposta dos hospitais (investimento).

Notas:
1. - A forma mais inteligente de discussão é quantificar os problemas, apresentar números. Há entidades especializadas no estudo destes problemas da saúde como OPSS, que estima que existem actualmente cerca de 170 00 doentes em espera.

2. - Ser médico e do Bloco de Esquerda não lhe dá nenhum crédito especial. Nem todos os Bloquistas são como o Francisco Louçã.

3. -É decepcionante verificar que a mentira já se tornou verdade.
Há que reconhecer ao ministro da saúde o mérito de conhecer o povo com quem lida.

4. - Os programas especiais de combate às listas de espera têm custos elevados. Basta dizer que a actividade é desenvolvida fora do horário normal de funcionamento dos serviços (pagamento de horas extraordinárias).

5. - Um ponto positivo: o inesgotável interesse pelas coisas da saúde e o grande empenho com que as pessoas se lançam na discussão destes problemas.”

Entretanto para mais detalhes é passar por ali. Será que alguém é capaz de honestamente negar o que se diz e escreve neste singelo post?

Nova medida anti-poluição!

Agosto 05, 2004 By: Rui Cerdeira Branco Category: Saúde Comments Off

Lendo o jornal…
Vamos banir o fumo de todos os locais onde a ventilação, para existir, tenha de ser forçosamente assistida. Comecemos pelos pulmões.

Como vai a Saúde?

Agosto 04, 2004 By: Rui Cerdeira Branco Category: Saúde 1 Comment →

O Xavier tem uma opinião… no Saúde S.A.

Promovido em “stéreo” na GLQL

Notícias de última hora!

Julho 31, 2004 By: Rui Cerdeira Branco Category: Saúde 3 Comments →

Níveis de dioxinas e furanos na atmosfera disparam em todo o país, aos sábados de manhã, entre Maio e Setembro.

Vai uma sardinha assada?

Prioridades…

Julho 17, 2004 By: Rui Cerdeira Branco Category: Saúde Comments Off

Passem pela Espuma dos Dias
(categoria Saúde)

Por falar em Saúde…

Julho 06, 2004 By: Category: Saúde 1 Comment →

Porque não passar pela sugestão de reflexão - um autêntico ensaio - elaborada pelo Saúde S.A. relativa à Empresarialização dos Hospitais.

Um excerto:
(…)O financiamento dos hospitais foi efectuado durante largos anos pela globalidade dos encargos assumidos - pagamento retrospectivo, em que, o estado, assumia o papel de pagador e prestador.
Este sistema foi um forte indutor do crescimento das despesas e da ineficiência hospitalar, tanto em termos técnicos como económicos.

Antes da criação dos hospitais SA, já haviam sido implementadas várias medidas com o objectivo de alterar este modelo de financiamento, através da combinação do pagamento retrospectivo (50%) com o pagamento pela produção contratualizada (50%) (…)



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