Archive for the ‘Saúde’
Março 15, 2010
By: Rui Cerdeira Branco
Category: Religião, Saúde
No Comments →
Uma amiga, insuspeita de estar enviesada em prol da Igreja, desconfia que há uma desproporção na perceção da gravidade da pedofilia no seio da Igreja à conta da exacerbação mediática. Será? Como gostava de ter estatísticas sobre a prevalência de casos de pedofilia entre Igreja com e sem obrigatoriedade do celibato.
Entretanto este texto do Bruno Sena Martins (antropólogo) deixa-me a matutar: Celibato e Pedofilia.
Outubro 26, 2009
By: Rui Cerdeira Branco
Category: Pessoal, Saúde
No Comments →
Esta semana vou ser vacinado. Entro como sempre no jogo das probabilidades e procurarei evitar a gripe… sazonal. Sobre a outra falta-me importância mas vou procurando informar-me por aí.
Julho 15, 2009
By: Rui Cerdeira Branco
Category: Saúde
No Comments →
Talvez a seguinte imagem ajude a identificar diferenças.

Nº Saúde 24:
808 24 24 24
Entretanto, para quem gosta de acompanhar especialistas na matéria, fica a sugestão do blogue de João Vasconcelos da Costa (http://jvcosta.planetaclix.pt/gripe.html) , um virologista.
O Nuno Teles está a oferecer uma análise interessante no Ladrões de Bicicleta, em “A Economia Política da Gripe- I “. Simpatizo com as suas preocupações, na Saúde sou claramente muito pouco pró-mercado – há demasiado espaço para falhas nos pressupostos de bom funcionamento do próprio mercado para que o Estado possa admitir business as usual.
Via Economia & Finanças.
Julho 15, 2009
By: Rui Cerdeira Branco
Category: Saúde
No Comments →
“Os números já eram maus, mas em 2008 o consumo de calmantes e antidepressivos voltou a subir, afastando-se mais da meta definida no Plano Nacional de Saúde. Em vez das 92 doses diárias por mil habitantes, Portugal já regista 151, quatro vezes mais que a média na Europa. Num quadro geral de melhoria dos indicadores de saúde – em que até o consumo de antibióticos desceu -, a toma excessiva destes medicamentos é hoje “um problema grave de saúde pública”, admite a alta comissária da Saúde, Maria do Céu Machado. “Estamos a falar de medicamentos vendidos nas farmácias. Ou os farmacêuticos os dispensam ou os médicos os receitam. O facto é que estão a subir. E é preciso saber porquê. Acho que esta questão merecia um estudo”, refere, acrescentando também “que as pessoas pressionam cada vez mais” os profissionais de saúde para os obter.
(…)”
O resto da notícia vem no i.
Janeiro 06, 2009
By: Rui Cerdeira Branco
Category: Saúde
No Comments →
É desta que se descobriu forma de combater saudavelmente a obesidade. O Público reproduz a boa nova recolhida junto dos ratinhos de laboratório. Admirável Mundo Novo que se propaga numa soma de comprimidos: Ratinhos obesos respondem à hormona da saciedade.
Julho 03, 2008
By: Rui Cerdeira Branco
Category: Política, Saúde, Sociedade
2 Comments →
É no mínimo bizarra a mensagem política que está implícita num subsídio de maternidade destinado a quem tenha decidido recorrer à Interrupção Voluntária de Gravidez. E se é certo que a leitura detalhada do decreto-lei me permitiu atenuar o choque inicial (o subsídio nesses casos é apenas uma fracção) parece-me que se perdeu uma excelente oportunidade de usar do pudor e de alguma reserva. Era e é possível recorrer a outros instrumentos ao dispôr da mulher debilitada na sua saúde, sem estabelecer preto no branco a relação directa que está na recente lei: o aborto dá direito a subsídio de maternidade.
Dá para perceber a indignação adicional gerada por esta lei, particularmente entre quem se opôs à despanalização da IGV (que não foi o meu caso), mas também entre pelo menos alguns dos que defenderam e defendem a IGV. A fronteira entre isto um subsídio directo e promotor do aborto esbate-se. Era um caminho que se dispensava inteiramente.
Por isso concordo largamente com a opinião pública hoje apresentada pelo MEP.
Maio 19, 2008
By: Rui Cerdeira Branco
Category: Economia, Política, Saúde
6 Comments →
Enquanto o processo de recolha de assinatura prossegue a bom ritmo recorrendo exclusivamente à prata da casa – a experiência na Alameda das Universidades no passado Sábado foi deveras enriquecedora quanto ao sentimento de vários portugueses “tipo” face a uma alternativa política via novo partido – o MEP vai progressivamente anunciando o que faria diferente quanto a questões que de alguma forma vão marcando a agenda política nacional.
Quanto à questão das listas de espera para cirurgia de oftalmologia o MEP defende que:

“(…) Tendo como alternativa a disponibilidade do Terceiro sector, particularmente das Misericórdias, para compensar as limitações do SNS, tal possibilidade – em situação de igualdade de custos – deve constituir a primeira opção, pois reforça o sector não público e potencializa recursos adicionais ao SNS. Reflete ainda uma visão “não-estatizante” que reforçaria a oferta de cuidados de saúde aos portugueses.
Se lamenta que esta iniciativa seja tão tardia, resultando de uma resposta reactiva às iniciativas de alguns autarcas em enviarem para tratamento no estrangeiro, alguns dos seus concidadãos.
O Estado tem obrigação de garantir a todos os portugueses, cuidados de saúde de qualidade e adequados no tempo e no espaço. Isso não equivale, porém, a que sejam os hospitais públicos a terem o exclusivo dessa prestação de serviços. Neste caso, o Governo decidiu mal. O MEP faria diferente.”
Quanto à questão dos preços dos transportes e dos combustíveis a aposta é no reforço da diferenciação de custos dos transportes colectivos face ao transporte particular:
“(…) 3. O MEP, perante a necessidade de estabelecer prioridades nas formas de intervenção do Estado, defende que este deve suportar o aumento das tarifas dos transportes colectivos justificado pelo actual cenário de incremento acentuado dos respectivos custos operacionais.
Esta medida permite, com vantagem sobre uma descida indiscriminada dos preços dos combustíveis:
• Reforçar a competitividade dos transportes colectivos sinalizando que representam uma forma mais racional de utilização dos recursos por parte da comunidade;
• Discriminar positivamente os utentes dos transporte colectivos, entre os quais cremos estarem sobre-representadas famílias com maiores dificuldades económicas e para as quais este tipo de transporte é cada vez mais o único de que efectivamente dispõem.
• Melhorar a sustentabilidade ambiental através do estímulo à utilização dos transportes públicos os quais reduzem os impactos negativos, sobre o meio ambiente, da mobilidade humana.
(…)”
A alternativa está aí, a aparecer e a construir-se passo a passo acreditando que é possível fazer melhor pela via política nacional e, claro, pelo país.
Maio 13, 2008
By: Rui Cerdeira Branco
Category: Política, Saúde
1 Comment →
Parece que a bota do cigarro ali de baixo está a tentar ser descalçada pela TAP. ‘Tá mal, mais uns pregos para enterrar a credibilidade do primeiro-ministro e restantes prevaricadores e, já agora, para pôr em cheque a TAP. Diz-se que num vôo fretado, o cliente pode fazer o que quer… O sermão como se vê adiante foi mal encomendado.
Li atentamente a lei do tabaco e chego às mesmíssimas conclusões a que chega Romana Borja-Santos no jornal Público em “Apesar da total restrição nos voos comerciais TAP garante que nos voos fretados se pode fumar a pedido do cliente”.
“(…) O que diz a lei?
Segundo a nova Lei do Tabaco, que entrou em vigor a 1 de Janeiro, é proibido fumar “nos veículos afectos aos transportes públicos urbanos, suburbanos e interurbanos de passageiros, bem como nos transportes rodoviários, ferroviários, aéreos, marítimos e fluviais, nos serviços expressos, turísticos e de aluguer, nos táxis, ambulâncias veículos de transporte de doentes e teleféricos”.
Além disso, a lei exige que os locais onde é permitido fumar “estejam devidamente sinalizados, com afixação de dísticos em locais visíveis, sejam separados fisicamente das restantes instalações, ou disponham de dispositivo de ventilação, ou qualquer outro, desde que autónomo, que evite que o fumo se espalhe às áreas contíguas”. É ainda essencial que “seja garantida a ventilação directa para o exterior através de sistema de extracção de ar que proteja dos efeitos do fumo os trabalhadores e os clientes não fumadores”.
Por outro lado, “nas áreas de trabalho em permanência”, ou seja, nos locais onde os trabalhadores tenham de permanecer mais de 30 por cento do respectivo tempo diário de trabalho, também não se pode fumar. Entende-se por “local de trabalho todo o lugar onde o trabalhador se encontra e em que esteja, directa ou indirectamente, sujeito ao controlo do empregador”.”
Aguarda-se a seguir mais alguma desculpa esfarrapada quem sabe se da própria ASAE.
Maio 13, 2008
By: Rui Cerdeira Branco
Category: Política, Saúde, Sociedade
2 Comments →
Segundo o Público, (algum dia acabaria por voltar a linkar este jornal), Manuel Pinho deu o mote… e o Primeiro-Ministro foi atrás.
Mas ele é crescidinho. Será que não conhece as pastilhas de nicotina para estas emergências?
Pouco porreiro, pá. Muito pouco digno de quem é suposto ser primus inter pares.
“Sócrates e Pinho violaram proibição de fumar a bordo do voo de Lisboa para Caracas”.
Maio 08, 2008
By: Rui Cerdeira Branco
Category: Gastronomia, Portugal, Saúde
1 Comment →
E porque as ditas são muito cá de casa,
E porque a Estrela e a Gardunha são para mim desejadas linhas do horizonte,
E porque o João me deu uma dica,
aqui fica:
“Os Caminheiros da Gardunha e o Teatro Clube de Alpedrinha, integrado na Festa da Cereja – 08, organizam no dia 18 de Maio de 2008 a caminhada “NA ROTA DO CARDEAL DE ALPEDRINHA”.”
E elas já andam por aí. Para já em torno do 5€ o quilo mas com promessa de doces prazeres um pouco mais em conta a cada dia que passa. Com cumprimentos do Fundão.
Abril 08, 2008
By: Rui Cerdeira Branco
Category: Saúde
1 Comment →
A psoríase é uma doença auto-imune sobre a qual há poucas certezas. Uma das mais incontestadas é que não é contagiosa. Afecta essencialmente a pele e pode em alguns caso provocar dor física e psíquica. Tanto quanto sei (ainda) só há paliativos, geralmente dispendiosos, mas há uma indústria em busca de curas (fruto da incidência entre população branca e com poder económico para tentar a cura). Eis a notícia do jornal SOL:
” Mais de um quarto dos doentes com psoríase tem outras doenças associadas, como diabetes, colesterol alto e hipertensão, revela o primeiro estudo nacional sobre o impacto desta doença crónica de pele na qualidade de vida dos doentes”
Fevereiro 05, 2008
By: Rui Cerdeira Branco
Category: Economia, Política, Saúde
No Comments →
O admirável mundo novo na frieza do combate aos défices. Eis aquela que ameaça ser a descoberta do milénio.
Amigo, ajude o Estado: Mate-se enquanto é tempo (pelo menos se já passou dos… 55? 65?).
Sendo defensor da eutanásia, vacilo.
“(…) Os investigadores concluiram que, entre os 20 e os 56 anos, os obesos são o grupo que mais caro sai ao Estado. Porém, como os obesos e os fumadores morrem geralmente mais cedo, acabam por ser menos «pesados» para os Governos do que os cidadãos saudáveis, que vivem mais anos.
Por exemplo, se um fumador contrair cancro do pulmão, ele morre dentro de pouco tempo, enquanto se viver muitos anos pode vir a sofrer de Alzheimer, doença de «longo prazo» que fica mais cara ao sistema. (…)”
In Agência Financeira.
Janeiro 27, 2008
By: Rui Cerdeira Branco
Category: Política, Saúde
4 Comments →

Saúde: a coisa está pior ou estamos (está a imprensa, para variar) apenas mais atentos?
Lê-se no
Público:
“(…) Familiares e vizinho de um septuagenário, falecido ontem no Hospital de Vila Real, acusam a unidade hospitalar de falta de humanidade, depois de terem encontrado o idoso “numa maca completamente nu”. A direcção do hospital já prometeu averiguar o caso.
O vizinho e taxista José Carvalho contou que Manuel Pinto, de 79 anos, entrou na urgência do Hospital de Vila Real ao início da noite de quinta-feira, queixando-se de dores, gripe e fraqueza.
Depois de ter sido avaliado pelos médicos, teve alta às 02h00 de sexta-feira. Chamado para o ir buscar ao hospital, o taxista diz ter encontrado o idoso numa maca do hospital, completamente nu e num estado que considerou muito debilitado.
“Tive que gritar por ajuda, para que alguém me auxiliasse a levantá-lo, sentá-lo numa cadeira de rodas e transportá-lo até ao carro. E isto depois de ter sido eu também a procurar um casaco para o tapar, porque estava sem roupas”, descreveu.
O idoso regressou a casa, em Godim, Peso da Régua, onde vivia com a mulher, de 80 anos, e durante a manhã o seu estado de saúde piorou. Regressou à urgência do Hospital de Vila Real ao início da tarde de sexta-feira, onde viria a falecer pouco depois. (…)”.
Já nem sei que diga…
Janeiro 26, 2008
By: Rui Cerdeira Branco
Category: Portugal, Saúde, Video
2 Comments →