Adufe 4.0

As armas do meu Adufe não têm signo nem fronteira
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Archive for the ‘Cinema’

Porque no início era o preto e o branco

Janeiro 12, 2007 By: Rui Cerdeira Branco Category: Cinema, Poesia e Música, Video 1 Comment →

Filmes de animação feita com sombras de alfinetes durante a década de 1930? Esta blogoesfera lusa é uma universidade aberta.

“Alexandre Alexeieff inventou um sistema de animação original. As imagens dos seus filmes eram geradas pelas sombras de milhares de alfinetes espetados num écrã (ver foto abaixo) e manipulados individualmente para criarem a impressão de movimento. (…)”

in Blogo Existo, créditos para Alexandre Alexeieff e Claire Parker com banda sonora constituida por uma adaptação da obra “Uma noite no Monte Calvo” de Mussorgski.

E porque não apreciar os cerca de 8 minutos de espectáculo visual. Sombras de alfinetes!

P.S.: no 100 nada a Catarina ofereceu-nos ontem outro black and white: Metrópolis em video clip com Freddie Mercury. Love Kills…

Ir ao cinema é anti-natural: Peter Greenaway

Janeiro 10, 2007 By: Rui Cerdeira Branco Category: Cinema, Video 3 Comments →

O Mário Filipe Pires publicou no Retorta uma entrevista recente de Peter Greenaway concedida à organização do festival Zemos 98 onde este realizador discorre sobre o estado do cinema. Numa frase afirma que a essência do cinema morreu com o surgimento do controlo remoto e a ascensão da Televisão, afirmando ainda que o cinema existente está refém da literatura. Além de fundamentar com a crítica aponta os seus caminhos alternativos para continuar a realizar trabalho com imagens em movimento.

Quantas mulheres teve Omar Shariff

Novembro 26, 2006 By: Rui Cerdeira Branco Category: Cinema, Mimos, Sociedade 1 Comment →

Caro Pedro Mexia ,

a última vez que ouvi alguém rir tão bem de si próprio (como me parece que leio no Estado Civil) foi numa entrevista de Omar Shariff a Herman José, já há alguns anos.

A menos que a comparação resulte de um erro de análise meu (é o mais certo), fica mais uma prova de que há dois caminhos inteiramente distintos para se chegar a romA. Por outro lado, pode ser que chegando-se lá pelo atalho, haja tempo para passear pela alternativa bem animada que Shariff experimentou. Em desespero de causa faça-se sócio do Sporting. O Santo António em Alvalade e a sempre verde esperança e tal.

Escrevia eu no velho Adufe a 15 de Abril de 2005:

"Devo estar a ficar velho. Cada vez acho mais piada às figuras que faço.

Quando ainda via os programas do Herman lembro-me de ter apanhado uma entrevista a Omar Shariff um grande actor (egípcio) que fica para a história do cinema pelo protagonismo em Doutor Jivago, entre outros.
Em poucos minutos abordou a carreira, os vícios, breves trechos da sua vida privada. Recordo-me dessa entrevista em particular pela espantosa capacidade que demonstrou em fazer humor, um humor com classe, de alto nível, daquele que dispensa asneiradas e que é absolutamente transversal, entendível por qualquer ser humano, independentemente de classe, credo e demais diferenças de cultura. Basta que se tenha vivido.

O seu humor era particularmente desarmante porque se ria de si próprio. O tipo que melhor conhece à face da terra.
Penso para comigo que chegar aos oitenta assim, não seria nada mau. Se pudesse ser mais cedo, melhor ainda.
Mas é difícil, demasiado difícil."

By Suntory

Abril 06, 2006 By: Rui Cerdeira Branco Category: Cinema 1 Comment →

Será que Pierce Brosnan, agora em cartaz, espalhado pelo país, de cervejola na mão, encontrou a sua Scartlett Johansen em algum hotel desta exótica cidade de Lisboa?

"By Suntory" anunciava Bill Murray em Lost in Translation

Goog Night, Good Smoke and…

Março 05, 2006 By: Rui Cerdeira Branco Category: Cinema Comments Off


…some Jazz.

Vai uma curta metragem?

Janeiro 24, 2006 By: Rui Cerdeira Branco Category: Blogologia, Cinema Comments Off

Que tal este GAP do vizinho Miguel Tomar Nogueira?

The definition of cool and much more…

Novembro 04, 2005 By: Rui Cerdeira Branco Category: Cinema Comments Off

Acabei de ver um filme que nunca tinha visto na vida, chama-se North by Northwest (Norte por Noroeste* em Português) - do Hitchcook.

Nunca tinha visto este filme pela décima vez na vida (contagem aproximada). Foi hoje. Absolutamente surpreendente. Uma das mais velhas histórias do mundo and yet… I’ve grown accostumed to his trace…

Desta vez deu-me vontade de ir ler uma banda desenhada bem colorida… talvez o homem-aranha. Definitivamente o homem-aranha.

É como um vinho tinto do bom, há sempre um novo aroma a caminhar pelo sistema nervoso.

 * Na realidade nos idos de 1959 alguém traduziu o título para "Intriga Internacional".

Um outro tom de azul

Setembro 26, 2005 By: Rui Cerdeira Branco Category: Cinema Comments Off

Da origem do amor poderíamos esperar um amor perfeito. Em breve num cinema perto de si?
A primeira obra de Miguel Tomar Nogueira?
Detalhes, homem, venham eles!
Não fica a trailer mas o cartaz:

Cinema is dangerous in many ways…

Setembro 25, 2005 By: Rui Cerdeira Branco Category: Cinema Comments Off

Ainda a propósito de ratos em Delft, eis alguma informação tomada de empréstimo do Vleeptron do Bob Merkin que se meteu na conversa.

“(…)I have been Googling, and the Rats of Delft were not always a natural plague. The movie director Werner Herzog brought a gift of 15,000 rats to Delft when he made the movie “Nosferatu” with Klaus Kinski. He was not able to catch all of them when he finished making the movie. But it’s a wonderful movie. If you love Delft, and you love Rats (and Herzog and Kinski) you should see it.(…)”

Translação

Junho 20, 2005 By: Rui Cerdeira Branco Category: Cinema Comments Off

E eis que termina o dia mais longo. Venha a noite mais curta (ligação).

Let’s look at a trailer

Maio 17, 2005 By: Rui Cerdeira Branco Category: Cinema 9 Comments →

Mais uma corrente que a Gotinha teve a… simpatia de me passar.

1. Qual o último filme que viste no cinema?
“Quatro” de um cromo Russo da minha idade, Cinemas King, no festival indy de Lisboa – inenarrável – blheq! E eu que pensava que os filmes da Teresa Villaverde eram insuportáveis… Espero não repetir esta experiência negativa num outro espectáculo russo, amanhã à noite.

2. Qual a tua sessão preferida?
Programa tipo: jantarinho mais cinema costuma funcionar, mas também não se rejeita uma escapadinha perfeitamente impulsiva ao cinema mais próximo, no final de um dia de trabalho. Em tempos longínquos também pratiquei o cinema sozinho e guardo boas recordações.

3. Qual o primeiro filme que te fascinou?
Esta agora… Restringindo a filmes vistos no cinema: Herby no Rally de Monte Carlo da Disney??? Sou muito impressionável… Enchi a barriga de riso. Deve ter sido o meu primeiro filme, no estúdio 2M em Mem Martins. Se levantasse a restrição “visto na sala de cinema� seria muito difícil responder, até porque durante quase uma década devorei quase tudo o que eram matinés na TV com os clássicos americanos, bem como alguns filmes europeus, geralmente vistos como quem estava a ver o Modelo e Detective, e que passavam (quase) à mesma a hora no canal 2. Alguns dos filmes que mais me impressionaram são filmes sem nome; ainda não os reencontrei desde que os vi e na altura não ligava muito a nomes de filmes. Essa é que é essa.

4. Para que filme gostarias de te ver transportado(a)?
Para um filme onde existisse o teletransporte: beam me up Scott!!! To boldly go where no man has gone before … (ligação)

5. E já agora, qual a personagem de filme que gostarias de conhecer um dia?
Xiii. O meu coração balança entre uma personagem religiosa (para lhes contar umas histórias e os evangelizar um bocadinho) e uma figura de ficção científica, tudo gente pouco à mão de semear.

6. E que actor(actriz)/realizador(a)/argumentista/produtor(a) gostarias de convidar para jantar?
Actor falecido: Mario Viegas (por esta não estavam à espera…).
Actor vivo: Uma tal de Scarlett Johansson só para tentar descartar duas teorias, uma sobre as loiras e uma outra sobre a importância de uma ligeira imperfeição (no nariz) na composição da beleza.
Realizador: o Scorcese para lhe dar um Óscar, pá! Se não fosse por isso acho que convidava o Spielberg ou um dos Tims o Robbins ou Burton. Se não fosse pela despesa (sempre são dois) talvez ainda jantasse com os irmãos Cohen. O Woody Allen não, porque tenho a sensação de já ter ido jantar com ele algumas vezes.
Argumentista: a Catarina do 100 nada, acho que tem muito potencial para argumentista de cinema e acho que por esta altura já devia estar farto de falar em inglês!
Produtor: ao Paulo Branco só para saber se lhe costumam perguntar muitas vezes se ele é meu primo.

7. A quem vou passar isto?
Por pura vingança, ao Homem das Neves que já me cravou outra meme que está ainda em lista de espera, mas também, à Cláudia do Mundo de Cláudia (pode ser em inglês), ao João do blogue anteriormente conhecido por Metamorfose e ao Luís da Natureza do Mal.

E depois queixam-se!

Abril 21, 2005 By: Rui Cerdeira Branco Category: Cinema 2 Comments →

Estive a passar pel’O Mundo Perfeito, lendo algumas páginas da proverbial guerra dos sexos, mais concretamente “A Ruga” escrita por ele e “Lindos” escrita por ela, quando me surpreendeu uma injustiça demográfica da Isabela. Numa breve pesquisa pela internet recolhi a seguinte informação:
Harrison Ford tem 62 anos
Sean Connery tem 75
Richard Gere tem 56
Kevin Costner 50
George Clooney tem 43 - um puto, portanto.
Acho que assim fica reposta a verdade. Há simplificações muito crueis, Isabela :-)))

2×2

Janeiro 11, 2005 By: Rui Cerdeira Branco Category: Cinema Comments Off

Depois do último de Woody Allen (ontem) ainda fomos a tempo de mais um filme burguês em vias de sair de cena: “Comme une Image” de Agnès Jaoui. Ainda no Àvila…
E eu que me comprometi a ler livros… Ó pra mim arrependidinho de ter visto mais um belo filme. Ó ó.

Me-linda e Melinda

Janeiro 10, 2005 By: Rui Cerdeira Branco Category: Cinema 2 Comments →

A propósito do texto “Engraçadinhos sem graça” de José Luís Peixoto no Blog de Esquerda e dos subsequentes comentários - aborda-se o fazer ou não humor com a tragédia que está a ocorrer no sudoeste asiático - apetece-me recomendar o filme “Melinda e Melinda” de Woody Allen.
Afinal, sobre a dialéctica humor-tragédia o homem é um dos mais conhecidos pregadores vivos que temos. Uma dialéctica em torno da qual Allen constroi todo um filme, mais uma vez. E porque nem toda a repetição é banal ou desinteressante, gostei muito de ver.

Boas recordações de Alvalaxia XXI

Dezembro 12, 2004 By: Rui Cerdeira Branco Category: Cinema Comments Off



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