Adufe 4.0

As armas do meu Adufe não têm signo nem fronteira
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Archive for the ‘Cinema’

Ver vezes sem conta- IV

Janeiro 02, 2008 By: Rui Cerdeira Branco Category: Cinema No Comments →

E eis a quarta lista e provavelmente última que recebi como resposta ao meu repto de finais do ano passado.
Desta vez a resposta da Carla G.

“As minhas escolhas tratam-se de filmes que certamente gostaria de rever, mas como tenho uma lista de filmes a ver que vai aumentando como uma bola de neve, rever estes filmes não vai ser tarefa fácil. A ordem pela qual apresento os filmes é arbitrária:

O fabuloso destino de Amélie Poulin (2001), Jean-Pierre Jeunet
O destino (1997), Youssef Chahine
O gosto dos outros (2000), Agnès Jaoui
O tempo dos ciganos (1988), Emir Kusturika
Belleville Rendez-vous (2003), Sylvain Chomet “

Nenhuma repetição nos filmes destas moças e filmes para todos os gostos. Ficam as sugestões e o meu obrigado.

Ver vezes sem conta - III

Dezembro 21, 2007 By: Rui Cerdeira Branco Category: Cinema No Comments →

É engraçado pensar que os filmes que não me canso de rever não são necessariamente os meus favoritos. São os que mais me divertem ou entretêm. O critério foi: “quais os filmes que eu fico de propósito acordada até as tantas para (re)ver se vejo anunciado que vão passar na televisão”.

Casablanca, Michael Curtiz, 1942
O Umberto Eco já disse tudo sobre este filme por isso escuso de estar a inventar: “De acordo com os padrões estéticos actuais, Casablanca não é uma obra de arte. É uma amálgama de cenas sensacionais ligadas entre si de forma implausível; os seus personagens são psicologicamente inverosímeis, os seus actores estão cheios de maneirismos. Mas é um
fabuloso exemplo de discurso cinematográfico (…). Mais do que isso é um filme de culto. E quais são os requisitos para que um filme seja um objecto de culto? A obra tem ser amada. Tem de fornecer um mundo completo, para que os fãs possam citar personagens e episódios como se
fossem credos de um secto, um mundo privado, um mundo sobre o qual se fazer concursos de perguntas e respostas. E o conteúdo terá de apelar usando arquétipos.
” Tradução minha, assim um bocado livre.

Hannah and her Sisters, Woody Allen, 1986
Não é só por ser uma Woodyallenite convicta (ou não tanto, depois destes últimos filmes da tanga onde falta o personagem principal que é New York). É que a banda sonora é extraordinária. É que a procura de um significado para a vida através das várias religiões que o personagem do
Woody faz é das coisas que mais me fizeram rir na vida. É que a Dianne Wiest faz um papel fabuloso. Esteticamente, as cenas são lindas - o Outono em Central Park é sempre um bom cenário. É que graças a este filme, descobri o e. e. Cummings aos 13 anos quando o Michael Caine lê, com aquele sotaque e vozes maravilhosos, o “somewhere i have never travelled” - http://www.poets.org/viewmedia.php/prmMID/15401

Blazing Saddles, Mel Brooks, 1974
Dentro dos filmes cómicos parvos este dá-me especial prazer por ver o racismo gozado de forma tão in-your-face. E tal como o Casablanca tem uma série de frases altamente quotable: “Oh baby you’re so smart and they are so dumb.” - diz o Xerife negro para ele próprio depois de enganar de forma demasiado fácil os racistas da aldeia. E agora que me lembrei que o Gene Wilder entre neste filme, percebi quem é que este miúdo novo, o Owen Wilson, me lembra. É aquele tipo de cómico que por mais disparates que faça tem uma tristeza no olhar que perplexa.

The Blues Brothers, Frank Oz, 1980
Mais uma vez, banda sonora fabulosa, e mais do que isso, participações especiais do Ray Charles, Aretha Franklin, James Brown, Cab Calloway que transformam este filme no meu musical favorito. Sim, porque não me venham lá com histórias, que isto é um musical ainda que cheio de
perseguições automóveis das mais estapafúrdias. Frase favorita: “We’re on a mission from God.


Rear Window, Alfred Hitchcock, 1954

Gosto muito que se consiga fazer um filme excitante só olhando para as traseiras de um prédio. Faz-me lembrar a minha infância porque era capaz de passar horas à janela do prédio da minha avó que tinha umas traseiras muito movimentadas. Continuo a achar que as escadas de incêndio que há nos prédios mais antigos são essenciais ao convívio da vizinhança. E faz-me confusão que já não se chame traseiras e já não se façam “pátios” nem jardins. deve ser por causa das garagens. Detesto a palavra logradouro. Aliás, imagino sempre que a tradução portuguesa devia ser “Crime no Logradouro”.

Here’s looking at you, kid.

C

Os últimos minutos de Six Feet Under

Dezembro 20, 2007 By: Rui Cerdeira Branco Category: Cinema 1 Comment →

E a Ana M. escolheu:

Magnólia, 1999, P.T. Anderson,

As pontes de Madison County, 1995, Clint Eastwood,

Fala com ela, 2002, Pedro Almodóvar,

As asas do desejo, 1987, Wim Wenders,

8 ½, 1963, Federico Fellini,

E se houvesse um espacinho para séries de televisão: O último episódio de Six Feet Under. “

Ora aqui está o fade out da série:

Ver vezes sem conta - I

Dezembro 19, 2007 By: Rui Cerdeira Branco Category: Cinema No Comments →

E a Mafalda respondeu simpaticamente oa meu repto feito a cinco representantes de mais de metada da humanidade. Eis as suas “cinco” escolhas para filmes que não se cansa de rever.

Eu sou claramente uma rapariguinha de séries, mais do que de filmes, mas lançado o réptil, surgiram-me 6 em catadupa e agora não consigo retirar um! Ó meu amigo, deixa-me pisar o risco e não me obrigues a seleccionar! (Nota: tive que ir confirmar alguns realizadores, mas não me devo ter enganado)

Safe (1996, Todd Haynes)
Não sei se é o melhor filme que eu já vi. Até porque não sei o suficiente sobre cinema para o fazer, mas é claramente o filme que mais me tocou, aquele que me ocorre com mais frequência. Vi-o no cinema King há alguns anos e revi-o apenas uma vez na RTP2 há 2/3 anos no verão (estava eu no Algarve). Bom, muito bom!

Mary Poppins (1964, Robert Stevenson)
A história, a fantasia e a música. Doce.

Música no Coração (1965, Robert Wise)
E não é que nunca consigo de deixar de ficar ansiosa na altura da fuga?! Se as minhas expressões fossem registadas, eu diria que elas se repetem de cada vez que revejo o filme. Ternurento!

E.T. (1982, Steven Spielberg)

E não é que eu choro sempre quando ele se vai embora?! Amizade? É isto.

O Tigre e o Dragão (2000, Ang Lee)
Dever-se-ia traduzir por “Tigre agachado, Dragão escondido”, mas esta abreviatura deve ser mais facilmente memorizada, não sei. Não é uma história complexa, mas a conjugação do enredo, da mítica e das artes marciais, agradam-me e não me cansam.

As palavras que nunca te direi (1999, Luis Mandoki)
Pois é, eu que até nem me acho uma romântica… mas ele há coisas! A história, sim senhor, mas o que me toca são os sinais, os símbolos, o que realmente fica por dizer. E já agora, o filme não se fica atrás do livro ….

Upsss, já está!

Cinco filmes que ainda não me cansei de rever

Dezembro 18, 2007 By: Rui Cerdeira Branco Category: Cinema 1 Comment →

O Nuno Guerreiro Josué da Rua da Judiaria desafiou-me a enumerar os meus 5 filmes. Recuso-me terminantemente a tal heresia, mas disponho-me a elencar os nomes de cinco filmes que ainda não me cansei de rever. Amanhã, se me pedirem, enumero outros cinco.

* Uma história simples, 1999, David Lynch (The Straigh Story)
* Em Busca de Nemo, 2003, (Banda Sonora em Português do Brasil), Andrew Staton e Lee Unkrich, (Finding Nemo )
* Intriga Internacional, 1959, Alfred Hitchcok (North by Northwest)
* Mister Smith Goes to Washington (1939) de Frank Capra
* Fantasia, 1940, Walt Disney.
Este último com um défice doloroso de visualizações.

E para seguir a cadeia vou pedir a cinco mulheres com e sem blogues que se atrevam a publicar as suas listas. Digamos que 5 filmes que ainda não se cansaram de rever:
Ana M.
Claudia D.
Mafalda F.
Jamila M.
Monica R.

Bergman’s Emptiness

Julho 30, 2007 By: Rui Cerdeira Branco Category: Cinema No Comments →

"The Knight looks into the eyes of the girl to search for The Answer.
What do the dying girl's eyes see?
Do they see the Devil welcoming a wicked witch in Hell?
Or, if she is an innocent child, do they see God and the Angels welcoming her in Paradise?
The girl's vision reinforces the Knight's worst fear…

…. She sees Emptiness…."

Últimas palmas para Henrique Viana

Julho 04, 2007 By: Rui Cerdeira Branco Category: Cinema, Teatro No Comments →

Desapareceu aos 71 anos o actor Henrique Viana. Gostava muito do trabalho que lhe conheci na televisão e no cinema. Sempre conseguiu representar de forma exemplar a figura do povo e cativou-me por o ter visto a conseguir representar bem mais que isso no grande ecran. Pelas minhas medidas em grande actor. Infelizmente não o cheguei a ver no Teatro.

Na minha memória pessoal está também associado a um pedaço de geografia da cidade de Lisboa, mais concretamente à Rua dos Poiais de São Bento por onde eu passava amiúde nos meus tempos de licenciatura e onde o encontrava bastas vezes.

Fica a gratidão póstuma tal como ficou o respeito em vida. Condolência à família.

Das cartas de Iwo Jima e outros filmes de guerra

Fevereiro 27, 2007 By: Rui Cerdeira Branco Category: Cinema 6 Comments →

Ontem fui ver As Cartas de Iwo Jima, uma boa história e um bom filme de Clint Eastwood. Desconfio, contudo, que o filme sirva melhor um público pouco habituado a ver filmes de guerra e, consequentemente, a reflectir sobre o fenómeno. Servirá ainda melhor um público que conhece do Japão Imperial apenas os clichês dos filmes clássicos das décadas de 50 e 60… Nesse aspecto de servir o público, o filme é excelente. Garantindo à partida a identificação com a personagem universal do soldado feito à força, comum japonês especializado no fabrico do pão, Clint Eastwood inicia uma história plausível, interpretada por Japoneses - facto não despiciendo -, onde se percorrem alguns dos traços mais marcantes da cultura japonesa vertidos (e popularizados) na sua versão bélica, enquadrando-os de modo a adquirirem o sentido "verdadeiro" que raramente terão tido noutros filmes e na cultura popular em geral. A honra e o seu confronto/complemento com o fanatismo/abnegação, a brutalidade, a ambição, a arrogância, a ignorância (do outro)…  Os japoneses ganham automaticamente humanidade. Bom filme, sem dúvida.

É muito provável que a díptico funcione como um todo mais rico mas houve já na história do cinema (e não é preciso recuar décadas) filmes que conseguiram mostrar-nos tudo isto de forma genérica ao ponto das partes em conflito pouco importarem para se fazer passar o retrato fiel da guerra e da multiplicidade de dramas e paradoxos que gera. Filmes que à história dual do "nós contra eles" retrataram muito melhor o soldado, a influência do desgaste físico e psicológico das tarefas rotineiras e não rotineiras rumo ao campo de batalha. Achei estranhíssimo o sublinhado da narrativa na construção de trincheiras na praia por oposição à relativa omissão do necessariamente brutal trabalho de preparação das grutas… Detalhes? Claramente não eram preocupação do realizador reduzindo esses factos (tal como a difteria) a brevíssimas anotações no enredo. A sensação com que saí do filme, contrariamente ao que tenho visto em outros filmes de Eastwood, foi uma de que a habitual economia narrativa redundou em simplismo e em superficialidade - mesmo tendo contado com bons actores.

Um bom filme, na linha dos clássicos como muitos têm dito, mas distante de The Thin Red Line (A Barreira Invisível) e de Saving Private Ryan (O Resgate do Soldado Ryan), para pegar nos exemplos que tenho mais presentes. Talvez eu seja particularmente exigente neste género. Recordo-me frequentemente de cenas e episódios de outras peças que este filme não conseguiu equiparar… Muitos anos a ver excelentes séries de guerra britânicas?

P.S.: Já agora, o mais emocionante filme (telefilme neste caso) sobre cartas de militares enviadas às suas famílias que vi foi "Dear America" (em torno da conflito no Vietnam).

Where is the virtue in “Little Children”?

Fevereiro 25, 2007 By: Rui Cerdeira Branco Category: Cinema, Sociedade 4 Comments →

It seems that you have the lesson very well studied Claudia (see note on the movie "Little Children" in Claudia's post)…

You say, if I understood correctly, that the ending is frustrating because it fails to present:

1) the characters breaking up with the status quo,

2) the characters pursuing their passion,

3) any edification derived from the mantra "know yourself first".

It seems to me that you have found your way to answer the eternal question on how to pursue happiness, otherwise probably you should be so… assertive in the critic - não negue à partida uma ciência que desconhece :-)

I think that this movie stresses that it really depends of the individuals (the characters are obviously little children when it comes to manage their feelings) but not only of themselves. And I’m not only thinking of relationships as an alternative (as you mentioned). For instance, chance plays a very important role - probably a role proportional to the childness of the adult characters… Chance is an ever present element in the plot that really gives a dim to absolve the movie from most moralistic accusation. Yes, the voice of a narrator could mislead us to think we were being lectured but for me it worked out to be a playful director deceiving the audience… Was there a moralistic approach? Showing the characters as little children as definitively some moral standard in the background, but what was it? Did you feel that the writer/director with that end was telling us how to behave? Something like "Be responsible, don’t destroy your marriage?"

Well, I didn't felt that… At most, maybe something more generalist like a saying: its hard to grow up and it's something that doesn't automatically end when you stop being a teenager! Returning to chance, it is presented with sufficient power in the plot to leave the notion that even the ending could be totally different, if just a single coincidence was removed from the plot…

In this movie, with those characters, they found out (separately) and rather lately ("Little Children"!) that not to break up with their status quo was the best solution for their problems. Did they stop pursuing happiness by doing that?

Any way… Maybe the book treats the theme a little bit more thoroughly and bluntly

Cahiers du Cinema on-line

Fevereiro 21, 2007 By: Rui Cerdeira Branco Category: Cinema, Media, Web No Comments →

É digna de se ler e folhear a edição mais recente da Cahiers du Cinema apresentada na net. Mais um exemplo do que se pode fazer neste para tantos ainda admirável mundo novo… 

Felizmente as brasas do borralho também queimam

Fevereiro 16, 2007 By: Rui Cerdeira Branco Category: Cinema, Sociedade 1 Comment →

Little ChildrenSeremos verdadeiramente livres quando o desfecho do filme está condenado a ser catalogado de paz retrógrada, caro João Paulo Sousa? Passo a tentar explicar.

O João teria razão se ficasse evidente que a decisão das personagens em abandonarem o idílico e ultra-banalizado sonho de fugir dos compromissos para procurar o 'amor numa cabana' tivesse resultado dos retrógrados (eu diria antes míopes) valores que lhes eram impostos pela sociedade.

O que vi foi outro móbil que invalida esse ferrete. O que quero dizer é que não querer (continuar a) viver um grande amor pode resultar de se querer viver outro (evidentemente não carnal, em ambos os casos, para ambas as personagens), não tendo essa solução de resultar de um processo de anulamento do indivíduo. Ora este desfecho, além de pouco popular entre os meios mais liberais (de que eu julgo fazer parte), merece amiúde ser rapidamente colocado junto das histórias passadas em que o "mesmo fim" resultava de inverosímeis papagaiadas, propagandeando a moral e bons costumes caros ao censor de serviço. Não foi isso que senti ao ver este filme. Aliás, a incerteza, cujos resultados podem ser duvidosos, como o João Paulo Sousa bem sublinha, foi a constante do enredo (que confesso me agradou).

Sublinho: há naturalmente vários caminhos que levam ao mesmo desfecho e o desfecho deste filme - ficou-me "no palato" - poderia facilmente ser outro, daí talvez não lhe encontrar um cunho moralista que me incomodasse. Paz retrógada? Apetece-me dizer que já vai sendo tempo de ser encarada como uma qualquer outra opção de vida, tão legítima para uma sociedade progressista quanto qualquer outra, desde que tomada em liberdade, sem estigmas de maior.

Nota: Little Children (Pecados Íntimos) é o filme em questão. 

“Blood Diamond” - um ano depois

Fevereiro 05, 2007 By: Rui Cerdeira Branco Category: Cinema, Sociedade No Comments →

The way to stop conflict diamonds isn't the Kimberley Process. It's to stop the conflict," Skran Says

'Blood Diamond' worried jewelers in Appleton Post-Crescent 

 

Se a memória não me falha, desde Good Night and Good Luck que não ia ao cinema. Não sendo impossível encontrar filmes mais distintos - afinal há algo de biográfico ou de histórico e de militante, de "causas", também neste "Blood Diamond" - o que é certo é que representam duas formas muito distintas de contar histórias.

O primeiro sobre uma maldade mais relativizável, intelectual, o segundo sobre um mal absoluto, físico, ambos no mesmo mundo ainda assim.

Falta qualquer coisa a este "Blood Simple"? Sim, sem dúvida, mas a sensação que fica é a de que poderia ser excelente, sendo assim "apenas" um bom filme de se ir ver.

Clichês a mais? Pois é, compreendendo-se a crítica quanto a alguns diálogos, compreendendo-se a imensidão de dilemas históricos e morais que se cruzam e que pela superficialidade com que são necessariamente abordados pouco mais se resumem que a breves marcas, pequenas sementes a deixar na mente do espectador (na melhor das hipóteses), o facto é que a história que temos tido e vamos tendo em e com África não tem passado disso mesmo, da repetição sucessiva de velhos e abomináveis clichês que se acumulam numa cada vez mais volumosa e intrincada história. Dá para duvidar se o tempo em África alguma vez deixou de ser circular, sem e com raças misturadas. 

Excelente ou apenas bom, a história que se conta afasta-a da banalização recorrente a que tem sido votada - "algures entre o desporto e a meteorologia na CNN". Uma história que é também das nossas vidas, ainda que chegue no conforto da poltrona numa sala escura… Agora também no brilho fascinante de um qualquer diamante. Diamons are not forever…

Tentando Yoga

Janeiro 18, 2007 By: Rui Cerdeira Branco Category: Cinema, Mimos No Comments →

Depois da crítica construtiva que aqui deixei ontem, tenho de reconhecer que, apesar da saudade fundamentada, o FrenchKissin' tem algumas vantagens sobre o Terras do Nunca e, nesse aspecto, a reflexão que se seguiu, apresenta-nos uma demonstração perfeita do que pretendo dizer. 
Nada que seja incompatível com um futuro regresso às origens com pontuais demonstrações de evolução na continuidade como as patentes na já referida reflexão (sublinhados meus nesta última ligação).

Can Mr. Smith get to Washington anymore? (II de II)

Janeiro 15, 2007 By: Rui Cerdeira Branco Category: Cinema, Política, Video No Comments →

Eis um documentário que gostaria de poder ver por cá. O filme acompanha a tentativa de um jovem Mr.Smith, sem qualquer antecedente político na família, apoio partidário ou dinheiro que se veja que se candidata ao Congresso de E.U.A.. Além do trailer oficial, fica um excerto disponível no You Tube:

Mr. Smith Goes to Washington (I de II)

Janeiro 14, 2007 By: Rui Cerdeira Branco Category: Cinema, Política 1 Comment →

James Stewart em Mr. Smith Goes to Washington há 68 anos num filme de Frank Capra.
Que seria de nós sem a maldição da eterna renovação da mais pura ingenuidade e boa vontade aliadas ao engenho humano? Correndo o risco de ofender os cinéfilos mais puristas reproduzo um excerto de imagens do filme que encontrei no You Tube.

e ainda este outro num acto que se desenrola antes do climax ali de cima.



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