Mais um pequeno passo…
Entrada directa para a coluna da esquerda: António José Seguro. Visitei ontem, visitei hoje. Hoje está mais blogue. Felicidades!
Entrada directa para a coluna da esquerda: António José Seguro. Visitei ontem, visitei hoje. Hoje está mais blogue. Felicidades!
He: What do you think of this question?
She: What do you think of this answer?
P.S.: Já ouvi isto algures… Este foi um post-porque-sim .
A última vez que vi o Mar foi no Lido, em Veneza. Como diria o Eça: chique a valer!

No final do dia fiquei mais convencido das vantagens do outsourcing. Pode ser uma excelente arma de arremesso para promover a mudança em instituições semi-paraplégicas e pode até ser efectivamente a única solução razoável para problemas “inultrapassáveis”.
Isto desde que seja patrocinado pela transparência de métodos e de escolhas de quem decide.
Digamos que hoje foi um daqueles dias em que me apeteceu mudar de emprego. Ainda não sou suficietemente velho para aceitar o ritmo intrÃnseco à mudança associado a um certo septuagenário que eu cá conheço. Um destes dias tenho de aprender a andar de patins. Uiiiiiii!
The blog Home Sweet Road (USA) has just “won” a new reader in Portugal. It goes straight to the favorites list! This weblog is updated by a young couple from the East Coast…Scott and Eileen. They are preparing to go on the road for a year. Keep on moving… the idea, for now. :-)

From Scott:
«(…)We took the 7 p.m. train out of Union Station. Once our tickets had been punched and we’d settled in for the journey, Joe leaned over and shot me a puzzled glance. “So what are you going to do on the road for a year?” To me, the answer was obvious: anything and everything. But I noted a glint of skepticism in Joe’s eyes, and it rattled me. So I attempted to defend our decision to leave behind our friends, families, and careers, but it was not a particularly convincing defense–not to Joe, or even to me, and I’m the one taking the damn trip.
As the train rumbled past the ghostly silhouette of Baltimore, Joe kept after me. “I took a trip like yours, for six weeks, and by the end I’d had enough,” he said. He paused and I could see he was reliving the experience. “I wish I had been born a few centuries ago. Back then you could really discover something new. You could walk on land that no on had walked on or write a book about a place no one knew existed. But today, well, we’ve got the Internet, GPS, satellite maps. You can learn everything about the world without leaving your computer. There’s nothing left to discover.”
“You don’t need to plant a flag in polar ice cap to discover something new,” I countered. Then, seeking some validation I added, “Right?”
But Joe wasn’t buying. He merely responded with a skeptical grin that said, “I don’t really get you, but I do enjoy trying.”
I sunk back in my seat, still defiant, but experiencing doubts for the first time. Joe’s words had cast our adventure in an entirely different light. Perhaps this trip was a silly indulgence, an exercise in “art” that was little more than an excuse to slip the stultifying rhythms of daily life. Maybe it has all been done before.
No, a little voice in my head protested. No! I reject that way of thinking. We may not discover rivers or flora or mountains, but we will discover plenty. Because while countless others have combed America with the same basic intent, we have’t. You’ve never seen America through our eyes, nor we through yours, and there’s beauty–and discovery–in that.
Yes, we will discover something new. We will linger where others stop only for fuel. We will peer into the shattered windows of abandoned stores, kick up dust in forgotten doorways, and venture into dark and forbidding alleys. It’s not the Northwest Passage, granted; it is our passage.» in The Curse of 1492 (Home Sweet Road)

From Eileen:
«My favorite thing to do when I travel to a new city by myself is to wander around on foot, get really tired out, and then find a coffee shop where I can pass several hours. I’ll sit there sipping an unfamiliar latte, and imagine what my life would be like if I lived in that town. It’s always the simple things that I fixate on. Would I be a regular here? Would I walk by that corner so often that I stop noticing that sign? I’m a voyeur into my own imagined life. (…)» in Mind Wandering (Home Sweet Road)
Se lerem as últimas semanas do Adufe na diagonal, salvo a retroespectiva do Ministro mais indigno, tenho evitado trazer para aqui os desmandos e os desrespeitos à democracia que se vão sucedendo no ainda actual governo. Garanto-vos que, se comentasse cada evento que me revolta, o tasco não pararia de ter actualizações.
Tenho sido bem mais crÃtico com José Sócrates, por exemplo. Digamos que tenho investido na crÃtica e no comentário construtivo, com melhores probabilidades de ter retorno positivo.
Quanto aos outros senhores, sou assaltado por uma fadiga imensa. Tanto disparate junto cansa e cheguei a um ponto onde acho que só não vê quem não quer ou quem nunca coseguirá enxergar nada. A evidência é tanta que me dispenso de mastigar a porcaria.
Curiosamente, nenhum governo como este me ajuda a recuperar tão vivamente as memórias do tipo de luta polÃtica que existia entre as candidaturas à s associações de estudantes das escolas por que passei. Os piores exemplos de então são os que hoje se reproduzem no governo PSD/CDS-PP.
Quanto a Sócrates, por aqui, ando balançando entre o ter que votar nele - é já uma declaração de voto, neste momento - e o acreditar nele como algo mais do que uma vÃrgula no caminho da melhoria do nÃvel da polÃtica que teremos no futuro. Prefiro baixar as expectativas e ir modestamente abrindo caminho a melhores dias, de melhores polÃticos e de melhores eleitores. Em defesa da democracia e da liberdade.
Abrir caminho para uma reforma radical no sistema fiscal português por exemplo (ver penúltimo post) e, consequentemente, na forma de encarar a polÃtica, por exemplo, parece-me um bom princÃpio.
“A informação sobre os principais parceiros comerciais de Portugal continua a revelar sinais de fragilidade na retoma internacional.
No plano interno, o indicador de clima económico agravou-se em Dezembro mas o indicador de actividade recuperou em Novembro, invertendo o movimento dos cinco meses precedentes.
O consumo privado desacelerou ligeiramente devido à evolução menos positiva do consumo corrente, enquanto o de bens duradouros apresentou um ritmo mais intenso de crescimento.
A confiança dos consumidores sofreu um novo retrocesso em Dezembro, afastando-se ainda mais do nÃvel máximo de 2004, alcançado em Agosto. O indicador sobre o investimento recuperou ligeiramente em Dezembro, o que se ficou a dever à evolução positiva do material de transporte e das máquinas e equipamentos. Os dados sobre o comércio externo até Outubro apresentaram acelerações em ambos os fluxos, tendo aumentado o diferencial entre o ritmo de crescimento das importações e o das exportações.
No mercado de trabalho registou-se um agravamento da maioria dos indicadores disponÃveis, exceptuando apenas as expectativas de evolução do emprego.
Em Dezembro a inflação estabilizou em 2,5%, registando-se movimentos inversos nas suas componentes, tendo a de bens acelerado 0,1 pontos percentuais (p.p.) e a de serviços abrandado 0,2 p.p.. A inflação subjacente manteve-se em 1,5%.”
in INE
Um belo pretexto para começar a formigar uma evolução do pensamento polÃtico em termos de reformar a polÃtica fiscal. Numa solução simplificadora global do sistema fiscal - nos termos alinhavados neste artigo - até estaria disposta a defender o fim em absoluto dos benefÃcios fiscais, de TODOS os benefÃcios fiscais em matéria de IRS e de IRC.
Como disse, sob sugestão do Causa Nossa, também recomendo a leitura deste artigo do fiscalista José Xavier de Basto.
Entretanto o tema já foi tratado no Adufe aqui, aqui e aqui, entre outros…
Tema a promover na Alternativa.
A imagem foi captada de noite, sem grandes condições, mas, ainda assim, a originalidade das aldrabas levou-me a publicar a imagem.
Albufeira, centro de Albufeira a meio do Outono de 2004 numa noite gelada; aldrabas e mais aldrabas, novas e antigas… Quem diria… No meio de tanto neon. A assim a aventura em busca de fieis batentes chegou ao Algarve.

Afirmações sem corolário:
Consulto as taxas de retenção na fonte do IRS para 2005 que acabam de ser aprovadas e descubro (após “celebrar” o primeiro aumento em quase três anos), que vou receber um aumento diário de cerca de 44 cêntimos de euro.
Mil milhões de seres humanos vivem com menos de 76 cêntimos de euro por dia. Ou melhor, não vivem, muitos deles simplesmente morrem antes de tempo (face a mim) por isso mesmo.
A propósito da História da segunda de manhã é favor passar pelo Fórum Comunitário e ler E VERGONHA NA CARA, NÃO H�?
Cheguei e contaram-me um história curiosa.
Há umas semanas um instituto público (adivinhem qual) anunciou num jornal que ia concorrer a bolsas de investigação da FCT e pretendia recrutar licenciados, mestres, doutorados. Parece que houve um protocolo com a FCT e a coisa estava mais ou menos alinhavada.
Concorreram algumas dezenas de pessoas, foi feita a selecção, definido o âmbito da bolsa e apresentada a candidatura à FCT.
Em Janeiro deveria começar a dita bolsa, contudo aproximou-se o final do ano e o dito instituto tardava em indicar os últimos detalhes aos recrutados, como o posto de trabalho e assim.
Um destes seleccionados tomou a iniciativa de contactar a instituição e esta informou-o que afinal não ia haver bolsas pois estas ficaram suspensas com a queda do Governo.
Eu não percebo nada das leis que enquadram isto e confesso que gostava de ter mais detalhes, mas perante o testemunho de uma pessoa que rescindiu um contrato de trabalho para vir servir o Estado numa área de investigação e que agora ficou literalmente sem nada parece-me penalização exagerada para castigar a boa fé.
Ao cuidado de alguns jornalista que se interesse por esta história mal contada.
Conforme me prometi, eis o espaço para se eleger, entre os nomeados, o ministro mais indigno dos últimos dois governos (ver o pretexto aqui). Em tempos publicaram-se no Adufe dicas para memória futura, hoje parece-me um bom dia para refrescar essa memória. As decisões que se avizinham são algo ingratas e a responsabilidade dos senhores que se seguem e o seu comportamento deverá ser escrutinado com igual empenho… Para perspectivar as tantas graças e desgraças passadas e recentes e auxiliar na decisão e, também, para exemplo futuro, eis os nomeados exemplares em mau:
O bom pai - Martins da Cruz, Ministro dos Negócios Estrangeiros e das Comunidades Portuguesas do XV Governo Constitucional

O bom amigo - Pedro Lynce, Ministro da Ciência e do Ensino Superior do XV Governo Constitucional

o bom tio - Isaltino Morais, Ministro das Cidades, Ordenamento do Território e Ambiente do XV Governo Constitucional

O bom-bom - Morais Sarmento, Ministro da Presidência do XV Governo Constitucional; Ministro de Estado e da Presidência do XVI Governo Constitucional

A boa peça - Maria do Carmo Seabra, Ministra da Educação do XVI Governo Constitucional

Votem ou abstenham-se, a decisão é vossa, a caixa dos comentários está ao dispor.
Auxiliar:
Segundo o Houaiss Indigno é 1. não merecedor; não digno de; desmerecedor (…) 2. contrário à razão, à s conveniências; impróprio, indevido (…) 3. que desonra (diz-se de acto, procedimento); indecoroso, torpe 4. fig. contrário à moral, à s regras de decoro; inconveniente, indecente (…) ver sinonÃmia de canalha, deplorável e antonÃmia de merecedor (…)
Carros… Assunto rarÃssimo no Adufe. Uma estreia?
Hoje gastei uma hora da minha tarde a espreitar e experimentar um bocadinho de duas das ofertas mais recentes de pequenos familiares da indústria automóvel, disponÃveis em Portugal. O Citroen C4 e o novo Ford Focus. O segundo parece-me ser, de longe, muito melhor que o primeiro naquilo que consigo avaliar: qualidade de montagem e de materiais do habitáculo. Literalmente o primeiro toque foi determinante: um simples abrir de porta…
Mas atenção: a experiência de me sentar no banco de trás em ambos os carros resultou num valente torcicolo. Se em Portugal não é muito frequente o cliente passar do metro e oitenta de altura não é tanto assim nos principais mercados europeus. Como é possÃvel ser impossÃvel manter a coluna direita nas traseiras destas viaturas? Cabecinha direita só na Focus carrinha.