Adufe com ânimo

As armas do meu Adufe não têm signo nem fronteira
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Archive for the ‘Portugal’

Actualização de “uma vela no Rossio” II

Abril 11, 2006 By: Rui Cerdeira Branco Category: Portugal, Religião Comments Off

A propósito de "Uma vela no Rossio" as opiniões sucedem-se, aqui, aqui, aqui, aqui e aqui, por exemplo.

- a discussão prosseguiu animada durante a noite, nas caixas de comentários dos posts acima referidos; destaco particularmente o que se escreveu no Mashamba -
- Prossegue neste post -

Quem sou eu?

Fevereiro 12, 2006 By: Rui Cerdeira Branco Category: Pessoal, Portugal 2 Comments →

O Adufe a 5 de Agosto de 2003:

"O perfil e o nome do meu avô materno - judeu?
A tez, fisionomia e cor do cabelo dos meus outros avós paternos - árabe?
O azul dos olhos, o cabelo louro e o rosado da pele dos pais da minha avó materna - franco, germânico?

É muito bom ser português, assim."

P.S.: O leitor MP-S sugeriu nos comentários (aqui) este programinha de TV da Universidade da Califórnia: Conversations with History: Islam and the West, with John L. Esposito. Dei o tempo por bem empregue - 56 minutos.

Indústria de Defesa Europeia

Novembro 25, 2005 By: Rui Cerdeira Branco Category: Política, Portugal Comments Off

Há que pôr a ingenuidade na gaveta (não confundir com ingenuity). Por Ana Gomes, no Causa Nossa:
"Americanos não confiam nos primos" e "Aprender com os primos".

Dito isto, é preciso lembrar que só se pode ser pragmático quando se se souber o que se quer. Nós sabemos?

Fazer do inferno um lugar melhor para viver

Novembro 24, 2005 By: Rui Cerdeira Branco Category: Política, Portugal Comments Off

Já que ninguém o gaba, ele gaba-se a si próprio. Não é original, não é o único e não fica bem, mas o que é facto é que é tem muita razão naquilo que descreve. Basta recordar os últimos 25 anos de política económica e as respectivas conjunturas.

Tudo isto serve para repôr alguma verdade histórica às coisas, denunciando o bluff de imagem em que Cavaco se sustenta sendo a antitese daquilo que diz querer desempenhar: ser um promotor de um facto simbólico que impulcionará a ânimo nacional. Ouçam-no e sintam o entusiasmo fervilhar… (tenho os rissóis ao lume).

MAS, ao mesmo tempo, toda esta dialéctica de um (de dedo em riste auto-elogiando-se em profusão - que exagero Nobre Soares!) e a prática de outro (do not shake, do not stir que ainda se estraga) são tão pouco estimulantes e inspiradoras seja do que for (excepto do Venha o Diabo!)…

Não é com as presidenciais que havemos de mudar de rumo e se por ventura estas tiverem consequências relevantes, não adivinho que sejam positivas. Talvez tragam entropia e  esperanças mal localizadas. Tudo aquilo de que não precisamos.

Dramatizar as presidenciais é inventar mais um circo, pouco mais que irrelevante. Sim, é ressentimento, de parte a parte, sendo que as partes são mais que duas. Mas nem vou por ai, poupo o latim.

A mudança de rumo faz-se na nossa vida do dia a dia, na política também, exigindo políticos melhores e melhores políticas (no executivo e na oposição!), exigindo e contribuindo para um melhor Estado, pensando no presente, como queremos viver no futuro, cultivando a memória do passado e blá, blá, blá (frase bonita mas muito difícil de implementar e absolutamente banalizada, para nosso mal!).

A mudança de rumo faz-se, por exemplo, não nos deixando nivelar por baixo perante os exemplos acomodados e/ou desiludidos de colegas justa e injustamente ressentidos (até o ressentimento pode ser justificável!). Faz-se complicando o preto e branco, o seguidísmo acrítico ao partido, deixando a disciplina de voto quase absoluta ser algo próprio de um parlamentarismo e partidarismo anacrónico que exige ser colocado em vias de extinção. Falei em parlamento? Poderia falar da empresa onde se trabalha: a inovação passa por aí, por ter capacidade crítica, por estimulá-la, é esse o corolário da formação, da educação e de qualquer choque mais ou menos intensivo em tecnologia. Criar (em todos os sentidos) para viver melhor!

Nestes tempos em que tantos vão sentir na pele o acumular do laxismo do passado, com o qual tantos desses foram coniventes no simples desenrasca do dia-a-dia (agora lembrei-me da longevidade da nossa ditadura), é capaz de valer a pena repensar essa forma de encarar a vida e estilo de permanente limitação da exposição às "chatices".

O nunca tomar posição quando nos servem saparia a rodos e o não ir além do amen ao poder do momento criou o monstro, o verdadeiro monstro que hoje nos devora, quase cegamente. Não serão estas presidenciais que nos livrarão da paralisia aterrorizada para a qual caminhamos, perante o desmoronar de planos, carreiras e empregos.

Alguns se "safarão", safar-se-ão sempre, mas os lugares na barca são cada vez menos. Que tal tentar fazer do inferno um melhor lugar para viver?

Para memória futura

Novembro 20, 2005 By: Rui Cerdeira Branco Category: Portugal Comments Off

Antes de ontem morreu no Afganistão um português valeroso.

Tarzan Taborda

Setembro 26, 2005 By: Rui Cerdeira Branco Category: Portugal 1 Comment →

A ler uma nota sobre uma figura muito singular do imaginário popular português escrito pelo João Melo e publicado no Penamacor: “Tarzan Taborda”.
O Tarzan Taborda recentemente desaparecido também tem um lugar na blogoesfera nacional.

Scan reading: water

Setembro 06, 2005 By: Rui Cerdeira Branco Category: Portugal 4 Comments →

2005-09-06 11:00 Captain’s log supplemental:
Almost three months after the last contact we are again reading water in our scans. The ship was caught up in a bright-grey cloud of water. Far from being worried by this always mysterious fog, we are putting our eyes to rest from the blazing sun of the long yesterday.

Ou, em alternativa

Chuva de pulverizador, irritante como a areia fina batida pelo vento mas, convenhamos, do melhor que há.

Demónios com asas

Agosto 28, 2005 By: Rui Cerdeira Branco Category: Portugal Comments Off

Novo canal de comunicação: o telefone.
O alvo era a mata de pinheiros que não arde quase miracolosamente há largas dezenas de anos mas o vento forte trocou as voltas ao incendiário com asas e o engenho falhou o alvo que caiu num sucalco agrícola. O dia era santo, a terra não estava despovoada e o povo existente chegou a tempo. Foi assim hoje, no concelho de Castro Daire.

Incêndios vistos “da” blogoesfera

Agosto 04, 2005 By: Rui Cerdeira Branco Category: Portugal Comments Off

No Abrupto

(…) Na estrada, o ambiente era caótico, com filas formando-se rapidamente em vários quilómetros, e com autotanques com gasolina nas filas. Carros da polícia passavam sem se perceber para quê. Quando a A1 foi finalmente interrompida e a coluna de veículos desviada para a estrada Figueira da Foz-Pombal ninguém sabia dizer nada sobre as alternativas. A Brisa continuava a receber portagens criando um congestionamento perigoso. Quando se chegava á outra estrada percebia-se logo que o mar de chamas e fumo para Norte impedia qualquer passagem, e, se dúvidas havia de que alguma coisa de muito grave se passava, era ver chegar os carros com mulheres e crianças evacuados das aldeias, desesperadas e em pânico. Uma rapariga procurava o pai, uma mulher com um bebé ao colo chorava convulsivamente porque a sua casa e a “aldeiaâ€? (não sei se é verdade, mas era o que dizia) tinha ardido. (…)

No 100 Nada:

(…) acabei de falar ao telefone com alguém que está no meio do fumo, quase parado entre Condeixa e Leiria: diz-me ‘é um inferno, as árvores estão a arder dos dois lados, tudo preto, é noite aqui. A cara a ferver com as janelas do carro fechadas, brasas pela estrada, as chamas mais altas que os postes. É absolutamente pavoroso’.

Ninguém me fecha essa porcaria??? Fechem-me a A1! Já!

“Ingénuo” desejo…

Agosto 02, 2005 By: Rui Cerdeira Branco Category: Portugal Comments Off

” (…) Como historiador, muito gostaria de ler, daqui a trinta anos, os relatórios dos cônsules em Ponta Delgada dos Estados Unidos, do Reino Unido, da Alemanha e da França, sobre estas “férias reais” de Juan Carlos nos Açores”

José Medeiros Ferreira no DN de hoje.

Uso do colete reflector

Julho 23, 2005 By: Rui Cerdeira Branco Category: Portugal 1 Comment →

Combatendo um mito urbano:

” (…) • Os coletes retrorreflectores, tornados obrigatórios nos termos do Código da Estrada, não têm que se encontrar alojados no interior do habitáculo do veículo, podendo encontrar-se na bagageira;
• Não existe qualquer imposição legal que imponha, a quem está obrigado à utilização do colete, que aquando da saída do veículo tenha que ter o colete colocado;(…)”

Mais detalhes nesta página da Direcção Geral de Viação.

Por falar da DGV, convido-vos a compararem o site português com o homólogo espanhol… Que tal apanharmos umas ideias para melhorar o serviço público? A diferença é abissal! Como será a diferença de orçamento do estado em termos relativos?

Eu gosto é do Verão

Junho 28, 2005 By: Rui Cerdeira Branco Category: Portugal 3 Comments →

Há coincidências difíceis de explicar, estive a milissegundos de escrever algo do género:

“Euro 2005
Reparei hoje: na minha rua, ainda há dez bandeiras à janela. Desbotadas. Como a Pátria que as pariu.”

Mas o jmf, mais uma vez, imitou-me por antecipação.

Da Saudade

Maio 02, 2005 By: Rui Cerdeira Branco Category: Portugal 3 Comments →

Dizem que “Saudade” é uma palavra muito portuguesa, dificil de traduzir, cartão de visita de uma certa cultura.
Então e “Matar Saudades”?
Mata-se a sede, mata-se a fome e matamos a saudade.
Bens de primeira necesidade?

Coruche revisitada

Abril 29, 2005 By: Rui Cerdeira Branco Category: Portugal Comments Off

A propósito do post de há pouco abraços ao Alvarinho, ao JCP e ao Luís Bonifácio pelas informações e recordações. Um dia estas dicas cumprir-se-ão com o faca e garfo na mão!

Fim de semana Gastronómico em Penamacor

Abril 18, 2005 By: Rui Cerdeira Branco Category: Portugal 2 Comments →

Fim de semana Gastronómico em Penamacor - 23, 24 e 25 de Abril
Descoberto via Penamacor.



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