Terras do Nunca para Sempre
Dear John,
Enquanto leitor desde os primeiros momentos (e mesmo que não fosse) atrevo-me a meter a colher na sopa a propósito desta reflexão.
Mil vezes o Terras do Nunca! O esforço de apartamento da águas levou a um estilo engraçadinho com muito menos graça do que o do passado. Até parece que o FrenchKissin’ se escreve exclusivamente para os que estão do outro lado da trincheira. Um desperdício.
Come back Peter Pan!



Janeiro 17th, 2007 at 17:0
Concordo!
No Terras do Nunca, a ironia era muito mais fina, sendo ‘delicioso’ de ler.
No French Kissin, a acrimónia parece denotar um tom mais… impaciente.
Janeiro 18th, 2007 at 0:0
Bom, Rui, lá por ter desancado os «teus» militares, escusavas de ter ficado tão zangado…
A sério, vocês talvez tenham razão. O blogue acaba por reflectir mais aquilo que somos do que provavelmente desejaríamos. O french kissin corresponde a uma fase da minha vida em que a pressão de outros oficios (do oificio…) se faz sentir mais.
Obrigado pelas apreciações.
Janeiro 18th, 2007 at 0:0
:-)
Sempre às ordens!
Um abraço.
P.S.: Gostei de “ouver” o clube dos jornalistas hoje, ainda que o debate tenha acabado a chamar amadores desprezíveis aos tipos da web 2.0 :-D
Janeiro 18th, 2007 at 2:0
[…] Tentando Yoga Depois da crítica construtiva que aqui deixei ontem, tenho de reconhecer que, apesar da saudade fundamentada, o FrenchKissin' tem algumas vantagens sobre o Terras do Nunca e, nesse aspecto, a reflexão que se seguiu, apresenta-nos uma demonstração perfeita do que pretendo dizer. Nada que seja incompatível com um futuro regresso às origens com pontuais demonstrações de evolução na continuidade como as patentes na já referida reflexão (sublinhados meus nesta última ligação). […]