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Sol

Praticamente não há carros neste pedaço da cidade. A luz radiante do sol que entra pela janela só a espaços tremelica quando algum pardal no início do seu frenesim primaveril se lhe atravessa à frente. Hoje cheira bem em Lisboa. A flores!

2 replies on “Sol”

É bom sentir essa páz inexistente na atribulada cidade. Ouvir a natureza, sentir a páz interior que ela transmite.

se querem natureza vão pastar pró campo, ó caramelos…, uma cidade é para cheirar a poluição, ter lixo no chão e sem abrigo a arrumar carros. Só assim é que se concebe uma cidade, se têm dúvidas perguntem ao santana chulo lopes….

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