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A Quercus e os transgénicos

Não sendo propriamente uma organização que coloque num pedestal – são já vários os (naturais) avanços e recuos na sua história em relação a "certezas absolutas" que foram desmistificadas -, parece-me do melhor que temos em termos de promoção da discussão e da defesa da necessidade de olharmos para a natureza como um palco sobre o qual devemos agir com precaução e responsabilidade.

Por isso e porque deixam algumas questões ao Governo que também gostaria de ver esclarecidas fica a referência para a posição da Quercus quanto aos transgénicos em Portugal

One reply on “A Quercus e os transgénicos”

A generalidade do documento até pode ser válida, mas começar por dizer que “Portugueses são globalmente contra os OGMs”, baseada numa sondagem é no mínimo má fé.

Se se realizar uma sondagem com a pergunta “Você é a favor da existência de uma combinação muito complexa de compostos orgânicos de elevado peso molecular com uma proporção relativamente grande de hidrocarbonetos com um número de carbonos na sua maior parte superior a C25 com uma alta relação carbono-hidrogénio“?
Com certeza que a maioria das pessoas responderia negativamente, não por conhecimento de causa, mas sim por desconhecerem o que se pergunta.

A única coisa que se pode afirmar é que os Portugueses desconhecem em absoluto o que são os Organismos Genéticamente Modificados. Para uma parte das pessoas, quando se ouve falar em OGM, vem à cabeça uniformes das SS e criancinhas.

A Quercus tem muitos telhados de vidro, os seus interesses são guiados pelos interesses privados dos seus dirigentes (Eólicas, Biodiesel) e não pela ecologia propriamente dita.

Nota: A pergunta que formulei, pode ser colocada em linguagem mais acessível “Você é a favor da existência de Asfalto?

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