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Parece que somos de Centro-Direita…

… mas a arrumação é o que menos importa ; lido no Público (São José Almeida):

“Há mutações em curso que poderão levar a um sistema partidário que tenha o partido de Sócrates como o centroA natureza do quadro partidário português pode estar em mutação acelerada, por mais que os dirigentes dos principais partidos insistam em transmitir a imagem de que nada se passa e a maioria dos comentadores políticos aceitem fazer de conta que nada de novo acontece. O que é facto é que se multiplicam os sinais, desde a direita à esquerda, de que há uma rearrumação da natureza dos partidos do sistema político português. (…) Há ainda um outro factor que é preciso ter em conta. O aparecimento de um novo partido de centro-direita, o Movimento Esperança Portugal (MEP), liderado por Rui Marques, e que já apresentou a sua lista às europeias, encabeçada por Laurinda Alves.
Saber se o CDS pode ser um interlocutor privilegiado de um PS ao centro e se o MEP poderá ganhar protagonismo face a um PSD em mutação e aparentemente desorientado quanto à melhor forma de se manter fiel a um eleitorado tradicional, ao mesmo tempo que é obrigado a renovar a sua orientação programática, são duas incógnitas a que só as urnas responderão. Não podem porém ser ignoradas na análise das mutações em curso no espectro partidário e que poderão levar a um sistema que tenha o partido de Sócrates como o centro. (…)”

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Andar de Metro

Metro Lisboa1. Ontem, terminado o Jantar de natal do MEP, já perto da meia noite, teimei em regressar a casa de Metro, recusando desta vez as sempre simpáticas boleias que se oferecem na ocasião. Menino batido em quase tudo o que é transporte urbano e suburbano, fiz a viagem entre um povo ligeiramente diferente daquele que costumo ajudar a compôr no habitual ritmo das 9 às 18. De bandeja, para quem quisesse ouvir e participar, naquela composição do Metro bem compostinha de público, encetou-se um debate multi-étnico sobre o que é ser português. Dez minutos de conversa entre jovens que não pediam meças a ninguém. Direitos aos assunto. Político? Eu?

2. Gostei de ver hoje o senhor presidente da Câmara de Lisboa a andar de Metro. Não faço ideia se é utente regular, e bem sei que qualquer movimento de um político às portas de eleições pode logo ser apodado de eleitoralista (o que é, como toda a gente sabe, uma coisa ruim), quanto mais misturar-se com o povo. Contudo, nada disso passa de preconceito generalista que deve ser sujeiyo à prova do concreto. E, neste caso, concretamente, não invalida uma palavra de satisfação. Aparentemente anónimo, deixado em paz, a um canto, lá seguiu à sua vida rumo à Praça do Minicípio. Tudo normal, tudo muito civilizado. Como na “Europa”.

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As dores de quem se atreve a entrar na política

Eis um belíssimo texto do Nelson Gomes (Conselheiro Nacional do MEP): “Ser ou não ser político”

Eis o remate que transmite a inevitável provação de quem se faz ao caminho nesta terra desesperadora:

” (…) Esta má opinião dos cidadãos relativamente aos políticos é altamente penalizadora para aquelas pessoas que pretendem iniciar a sua actividade política activa e, por extensão, também para os novos partidos. Antes de se avaliarem os seus possíveis méritos, já estão «condenados» na praça pública por se afirmarem ao serviço da política. A ironia disto tudo está em que muitas dessas pessoas até decidem dedicar-se à política com o objectivo de ajudar a credibilizar a actividade política, única forma de melhorar os índices de participação cívica e política dos portugueses e de, consequentemente, solidificar a nossa democracia.
Penso que, por isso mesmo, o MEP e os seus militantes (que na generalidade não têm um passado de política partidária) merecem que se respeite a sua coragem de avançar numa conjuntura tão desfavorável. E, no mínimo, o benefício da dúvida.”

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Consulta aos Cidadãos Europeus

CCEComo já aqui dei nota o MEP já apresentou a sua cabeça de lista às Eleições Europeias – Laurinda Alves. Não afirmei aqui de forma directa que também faço parte da lista do MEP. Não é ainda tempo de apresentar todas as ideias concretas e objectivas que o MEP irá defender, é ainda tempo de muito trabalho na sombra, de preparação, de debate e de audição. Mais adiante haverá novidades e chegaremos ao ritmo certo que se impõe e que respeitará o empenhamento, dedicação e motivação que levou à formação e à realidade que o MEP é que procurará ser junto dos portugueses. Hoje sublinho o tempo deaudição, aquela coisinha tantas vezes esquecida que está contudo no cerne do trabalho político: ouvir, dar espaço para o debate e para a reflexão.

Já ouviu falar da Consulta aos Cidadãos Europeus?
Eis um projecto inovador que merece ser acompanhado e participado. Eis alguns detalhes do Projecto:

A CCE 2009 tem seis objectivos:
Promover a interacção entre os cidadãos e os decisores políticos: suscitando o debate entre os cidadãos e os decisores políticos no período que antecede – e sucede – as Eleições Europeias;
Fazer dos cidadãos consultores políticos: enriquecendo o debate político a nível europeu e nacional com as opiniões e recomendações dos cidadãos;
Levar à participação dos cidadãos na definição dos instrumentos políticos futuros: generalizando, a nível europeu e por períodos alargados de tempo, as consultas aos cidadãos como definidoras de tendências futuras;
Reduzir a distância entre a UE e os cidadãos: aproximando a UE dos cidadãos e os cidadãos da UE;
Aumentar o interesse do público em geral pelas questões europeias: gerando uma cobertura mediática substancial do diálogo entre a UE e os seus cidadãos;
Promover parcerias na participação: aprofundando a cooperação europeia entre redes da sociedade civil e respectivos parceiros, bem como com os promotores de participação pública online.
(…)
A Consulta aos Cidadãos Europeus 2009 (CCE 2009) reúne cidadãos dos 27 Estados membros da UE para debater – entre si e com os decisores políticos – os principais desafios que enfrenta a União Europeia. A CCE 2009 centra-se nas questões que mais preocupam os cidadãos da UE no período que antecede as eleições europeias de 2009, procurando responder à pergunta:
“O que pode a Europa fazer para moldar o seu futuro económico e social num mundo globalizado”?

Debate online

Entre Dezembro de 2008 e Março de 2009, todos estão convidados a participar num debate online e a fazer propostas para o nosso futuro económico e social. Em seguida, estas propostas serão canalizadas directamente como material de debate para a Consulta aos Cidadãos Europeus no seu país.”27 conferências idênticas
Nas 27 Consultas aos Cidadãos Europeus participam um total de 1 500 cidadãos aleatoriamente seleccionados, que reflictam a composição demográfica do seu país. Estas conferências idênticas, organizadas simultaneamente em nove países em três fins-de-semana em Março de 2009, estão no centro do processo CCE e permitem aos cidadãos debater entre si questões de preocupação comum, desenvolver recomendações e debatê-las com os principais decisores nacionais e europeus.

Entre Abril e Maio de 2009, as recomendações elaboradas nos 27 eventos nacionais serão votadas pelos 1 500 participantes. Os membros do público serão novamente convidados a debater online a lista finalizada das recomendações.

(…)

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ÁGUEDA ADUFA EM…MAÇÃO

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Nem mais, Rui, um exclusivo para ti. Ou, se quiseres, para reparar os estragos que a gata Micas fez por aqui. Sim, nada disseste, não foste lá a casa… Quem deu por tudo isto foi este nosso atento amigo.

Se fores, neste preciso momento, à ânimo, verás que ainda nada lá está do muito que aconteceu lá para as minhas berças. Sim, no concerto de Natal, na enregeladíssima tarde de Sábado, na Matriz de Mação, o Coro de Águeda, superiormente dirigido pelo maestro Paulo Neto, um credenciadíssimo filho de Mação, sacou de um dos adufes das adufeiras de Mação e, zás, numa fabulosa adaptação acompanhou o coro que ele próprio dirige.

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Disse para comigo, “esta é para o Rui!”Só que demorou tanto a … descongelar a rede que olha.Mais vale tarde do que nunca.

Ah o Madoff (?) meteu-vos em trabalhos…

antónio colaço

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Fernando Nobre tem um blogue

É notícia e é bom que seja. Fernando “AMI” Nobre para os mais distraídos está via Sapo entre a nossa vizinhança, “Contra a Indiferença“, inevitavelmente.

“(…) A luta pela defesa dos DH, ouso afirmá-lo, será um combate perene e sem tréguas, que conhecerá sempre avanços e recuos, porque na sua mais genuína essência, trata-se de uma luta individual e colectiva dos seres humanos por valores e princípios que, quando vencedores, propiciam e reforçam a sua dignidade humana e, quando derrotados, libertam os seus comportamentos mais vis.(…)”

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O que quer dizer exactamente "Melhor é Possível?"

Quer dizer exactamente muitas coisas, algumas delas passando por interpretar e exercer a política de uma forma “ligeiramente” diferente da que leva a este diagnóstico:

“(…) São incógnitos: a sua acção é impossível de diferenciar da sua inacção. Só são relevantes quando há votações. E, por isso, para os momentos mais graves, os chefes criaram a disciplina partidária. Assim a sua escolha não é entre uma decisão sensata e uma decisão estúpida, uma boa ou uma má lei. É entre o seu partido e o outro partido. Afinal é a organização partidária que os mantém a comer a sopa no Parlamento. E foi assim que se foi asfixiando o Parlamento nacional e se transferiu todo o poder para o Governo. Foi esta disciplina partidária que permitiu que o Parlamento se tornasse um deserto. De ideias e, às vezes, de deputados. Quando o país está preocupado com a questão do ensino e da avaliação, mais de meia centena de deputados desapareceram do Parlamento, por certo devido a imperativos tão fortes como as “actividades políticas” ou a “ponte”. O problema é que para os deputados não há avaliação. Essa fica para os professores. Agora os deputados eclipsaram-se. Mas, às vezes, só o seu corpo é que está no Parlamento. Criando a chamada figura de corpo presente. Só que esta atitude está a causar uma doença crónica: o desencanto com a democracia e com os seus representantes eleitos.”

Fernando Sobral in Jornal de Negócios.

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Ansiedade, determinação, responsabilidade, humildade e ânimo

Hoje, dia em que o MEP apresentou a lista às eleições europeias, as primeiras em que participará, estas são algumas das palavras incontornáveis para quem assumiu a responsabilidade de representar o MEP e, acto continuo, propor-se para representar os portugueses num dos órgãos políticos que constituem o nosso aparelho democrático: ansiedade, determinação, responsabilidade, humildade e ânimo.

Laurinda Alves - Cabeça de Lista do MEP às Europeias

Com o indispensável sentido de dever que mobilizou gente comum a formar um partido, assim se darão os próximos passos. Estes na inspiradora companhia de Laurinda Alves, a cabeça de Lista do MEP às Europeias. Com a nossa determinação e empenho e com o contributo de todos os que, da forma que acharem mais razoável, nos vierem a apoiar, tentaremos dar corpo à vontade: oferecer uma melhor alternativa política ao país pois melhor é possível e indispensável.

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António Alçada Baptista

É com imensa tristeza que recebo a notícia da morte (ontem) de António Alçada Baptista. Um escritor e político singular das últimas décadas neste país. Fica a saudade e ficam as palavras. Como estas:
Por mais estranho que pareça, homens livres, para quem a liberdade é efectivamente um valor, são os que estão presos por causa da liberdade dos outros.”
António Alçada Baptista, O Riso de Deus, Editorial Presença, Lisboa, 1996.
Entrevista na TSF ao vizinho Carlos Vaz Marques.

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