Hello world!

Welcome to WordPress. This is your first post. Edit or delete it, then start blogging!

Posted in Uncategorized | Leave a comment

Uma casa Portuguesa

casa1.jpg

É uma casa portuguesa, com certeza! Uma tremenda sensação, para quem por ali passa, que, a cada momento, um simples sopro de vento e eis, como num baralho de cartas, que a casa “se passa” !

Palafita, ou de avieiros sem rio, ei-la, erguida na íngreme colina da Rua Dª Maria Pia. Sim, sem dó nem piedade, a engenharia faz destes milagres.

Vai uma pequena reflexão sobre os alicerces de qualquer construção ou, perceber, com atempada clareza em que movediças areias se fundamenta a nossa mais recente convicção?

casa2.jpg

colaco.jpg

Posted in Uncategorized | Leave a comment

São Bento por dentro – V

Longe do Ora et Labora de São Bento de Núrsia* (529), longe do Monte Cassino, longe dos tantos ataques e sucessivas reconstruções, desçamos e subamos a São Bento, Lisboa, a um outro Convento. Ele mesmo em interna reconstrução.

Assembleia da República

Julho, a primeira Comissão Permanente na Sala do Senado. Aqui decorrerão todas as sessões em Setembro.

Mas, nas zonas envolventes, os trabalhos são permanentes.

ar2.jpg

Apenas uma estátua no Jardim onde tudo começa.
ar3.jpg
Até Novembro, mantenham-se afastados.
ar4.jpg
Bentoneira. Perdão, a betoneira onde se faz a massa para as obras de São Bento.
ar5.jpg
Tudo o que se passa, perdão, amassa, em S.Bento, passa por aqui! (Onde é que eu já ouvi isto?!)
ar6.jpg
Foram-se os holofotes, ficou a passadeira para os dedicados Óscares das tantas obras carpinteirográficas.

Outras biografias não menos cinematográficas.
ar7.jpg
ar8.jpg

Varrer.Limpar.Arejar a Casa da Democracia
ar9.jpg
Ninguém atrás das grades. Obras recebidas com muito agrado!
ar10.jpg
Um fio de prumo para obras com apurado rumo.
ar11.jpgar12.jpg

O leão já não anda à solta . Foi enjaulado nos Passos Perdidos.

ar13.jpgar14.jpg

Não há mais pedidos por baixo da mesa…do governo.
ar15.jpg
A República, mais transparente do que nunca.
ar16.jpg
O leão: um celofane para mim, já! Grrr!!! Vou ter que gramar com a poeirada toda?

Antes uma sessão bem animada.
ar17.jpgar18.jpg

A Justiça, embrulhada. Nas obras do Plenário,claro.

ar19.jpgar20.jpg

Todas as horas são poucas. Senhores agentes da autoridade façam favor de evacuar os ponteiros das galerias!
ar21.jpg
PSF – Plenário Sem Fios
ar22.jpg
PSF –Plenário Sem Fios ( 2 )

ar23.jpg

No regresso, novas tecnologias para um novo uso da palavra.

sao-bento.jpg

colaco.jpg

*São Bento de Núrsia, detalhe de um fresco de Fra Angelico, San Marco, Florença (c. 1400-1455).

(In, Wikipedia)

Posted in Lisboa, Política, Viagens | Leave a comment

Of To We

Os videos de regresso ao Adufe. Baracknophobie…

Posted in Política, Video, Web | Leave a comment

Torre de Belém Vasconcelos – aumentado

Vê-se e não se acredita!

Belem Revisitada

Deixa chegar mais perto:é mesmo verdade!!!!

Comentários para quê?

Ao menos, o búlgaro Christo embrulha os monumentos de uma vez por todas.

belem2.jpg

O que nos vale é que ali bem perto, indiferentes

a este atentado ao pudor, perdão, ao poder do nosso património, crescem, luminosos, os nenúfares.

belem3.jpgbelem4.jpg
Clique sobre a imagem para ampliar.

colaco.jpg
——
Na sequência uma resposta crítica de Isabel Pires de Lima:

“Embora já não tenha nadinha a ver com a iniciativa em causa, permitam-me discordar do ponto de vista do nosso amigo Colaço.

Acho que o património não é coisa intocável e inutilizável para uma intervenção contemporânea e temporária, como será óbvio que seja o caso desta, de uma artista tão original e já tão cotada interna e externamente como Joana Vasconcelos. Esta é uma forma de dinamizar o património, de o interpretar nos dias de hoje, de o revisitar artísticamente. Por que é que não é aceitável uma intervenção deste tipo no património e é pacificamente aceite a utilização do património para um concerto ou tão só para um jantar de uma empresa? As únicas cautelas a ter são da ordem da atenção a ter à preservação física do monumento e da ordem da salvaguarda da sua dimensão simbólica. Ora a Torre de Belém não fica linda e tão feminina assim ataviada na Primavera lisboeta? Em breve retomará o seu ar sério, talvez no Outono…

Isabel Pires de Lima”

————-
E a réplica de António Colaço

“Olá Isabel, saúde.

2
Acabei de chegar de um fim-de-semana em cheio.
As tuas palavras foram um bálsamo no meu renovado amor “à preservação física do monumento e da ordem da salvaguarda da sua dimensão simbólica” o que pude comprovar com as belíssimas fotografias que trouxe para ti.

3
A sério, a sério, fico satisfeito por teres respondido aquilo que não passou de um sentido desabafo por ver um dos nossos ícones tão mal-tratado.
Adoro todas as propostas de arte pública sobretudo aquelas que acrescentam beleza ao acinzentado dos dias.
Esta intervenção em nada acrescenta. Apenas diminui.
É uma intervenção sanguessuga, percebes.
Diria o mesmo fosse qual fosse o nome do consagrado/a – “cotado” (coitado?) – que a assinasse.

4
Como te sentirias no regresso de Roma, Londres ou Paris, carregando na tua camera digital as propostas que eu, simples cidadão – artista plástico que jamais será “cotado” nas Bolsas-de-Vanguardismos-Inúteis – aqui, com amizade, te deixo?

5
Fraternais saudações.
colaco.jpg
colar1.jpgcolar2.jpgcolar3.jpg

Posted in Lisboa, Portugal, Viagens | Leave a comment

São Bento por dentro – IV

A CAIXA* DE MUDANÇAS….DA MUDANÇA.

São Bento - Novas instalações do Parlamentoimage002.jpgimage003.jpgimage004.jpgimage005.jpgimage007.jpgimage009.jpgimage010.jpgimage011.jpgimage013.jpgimage016.jpgimage018.jpgimage019.jpgimage020.jpgimage022.jpgimage023.jpg

*Confesso: não gosto da “caixa”!

Desejo, sim, que os eleitos que a habitam contribuam para a Mudança.

colaco.jpg

Posted in Fotografia e Pintura, Lisboa, Política, Viagens | Leave a comment

Limiar de pobreza recomendado pela Assembleia da República

Foi hoje publicada uma resolução da Assembleia da República onde esta recomenda (sob patrocínio dos deputados socialistas Ricardo Rodrigues e Ana Catarina) a definição de um limiar de pobreza e a avaliação das políticas públicas destinadas à sua erradicação.
Vale a pena reter aqui o conteúdo da resolução:

“A Assembleia da República resolve, nos termos do n.º 5 do artigo 166.º da Constituição, na sequência da Resolução da Assembleia da República n.º 10/2008, de 19 de Março, sobre o «Acompanhamento da situação de pobreza em Portugal», declarar solenemente que a pobreza conduz à violação dos direitos humanos e recomendar ao Governo o seguinte:
1 — A definição de um limiar de pobreza em função do nível de rendimento nacional e das condições de vida padrão na nossa sociedade.
2 — A avaliação regular das políticas públicas de erradicação da pobreza.
3 — Que o limiar de pobreza estabelecido sirva de referência obrigatória à definição e à avaliação das políticas públicas de erradicação da pobreza.”

Espero sinceramente que seja desta que as instituições a quem se destina esta recomendação (parece-me assentar que nem uma luva ao INE) aumentem o empenho nesta matéria fazendo esquecer omissões e tibiezas do passado. Sublinho que o INE já promoveu no passado o trabalho exploratório e de investigação nesta matéria, no período em que um dos vogais da direcção do Instituto (Dra. Lídia Barreiros) tinha particular sensibilidade e experiência técnica na matéria.
Se me permitem uma achega de quem passou pela frustração de ver o trabalho reconhecido e valorizado pela academia e por pares internacionais mas não ser acarinhado “em casa”, espero que tentem evitar a simplificação excessiva de arranjar um único limiar e exclusivamente monetário (esse até já existe há vários anos), um caminho redutor que as organizações internacionais que habitualmente compilam esta informação têm feito um esforço por complementar.
Houve trabalho sério e competente feito por técnicos do Estado noutros departamentos, nomeadamente na Segurança Social. Não sei até que ponto a oportunidade de recuperar esse trabalho e essas competências não deixou já de estar ao alcance dessas instituições (ah, a saudável mobilidade do mercado de trabalho!), mas na pior das hipóteses, que se comece de novo, com outras pessoas e que se leve o trabalho até ao fim criando um conjunto alargado, multidimensional e contínuo de indicadores.
Muito claramente, a constatação feita pela Assembleia da República e reflectida na referida recomendação deveria fazer pensar muita gente e de certa forma avaliza as constatações que muito discretamente aqui fui fazendo ao longo dos últimos cinco anos.

Pobreza monetária, Pobreza absoluta (cabaz de produtos), Pobreza segundo as condições de vida, Indicadores de persisitência da pobreza, Pobreza antes e depois de transferências sociais, tudo isto foi ou é ou pode ser analizado, falta-lhe o labor e análise contínua, inacessível a monografias desgarradas (por muito competentíssimas que sejam), e falta-lhe talvez o selo de qualidade e de independência política que poucas instituições podem e devem conferir à informação que produzem.
As consequências desta recomendação são sem dúvida um assunto que deveremos acompanhar com atenção.

Alguns artigos sobre o tema aqui publicados nos últimos 5 anos:
Quem ganha menos que 60% do rendimento mediano em Portugal?
19% de pobres em termos monetários

Pobreza Absoluta versus Pobreza Relativa

A Pobreza subjectiva
Mini tratado sobre o que deveriam ser banalidades
Post 3500 da história do Adufe: Pobreza
Limiar de pobreza (actualização I)
Dados OFICIAIS sobre a pobreza
O INE tem uma relação neurótica com a pobreza? (act.)
Eu pobre? Eu até vou à bola! (act.)
A pobreza nas estatísticas oficiais
Pobreza: Respondendo na diagonal… (Acrescentado)

Posted in INE, Política, Portugal | Leave a comment

Remax LGBT

Business as usual. Eis um exemplo em como o mercado substitui com vantagem o Estado: “Comprar casa é agora mais fácil para gays“.

Posted in Economia | Leave a comment

S. Bento por dentro – III

S.BENTO NAS NUVENS

COM OS PÉS BEM ASSENTES NA TERRA

O outrora vetusto Convento não desiste de olhar o céu. Quem sabe, talvez de lá venha a mensagem ou o apelo para leis que apontem cada vez mais para um verdadeiro céu, sem iniquidades, já aqui na terra.

Clique sobre as imagens para ampliar.

São Bentosbento2.jpgsbento3.jpgsbento4.jpgsbento5.jpgsbento6.jpgsbento7.jpgsbento8.jpgsbento9.jpgsbento10.jpgsbento11.jpgsbento12.jpgsbento13.jpgsbento14.jpgsbento15.jpgsbento16.jpgsbento17.jpgsbento18.jpgsbento19.jpg

António Colaço

Posted in Fotografia e Pintura, Lisboa, Viagens | Leave a comment

Manuela Ferreira Leite é monárquica

Fontes fidedignas afirmaram ao repórter ter ouvido MFL suspirar por uma monarquia em Portugal. Na base desta alteração de preferência regimental da actual líder do alegadamente maior partido da oposição terá estado o recente artigo de opinião de Luís Filipe Menezes. Alguém terá dito que “este tipo é pior do que o Hugo Chávez” o que terá levado MFL a suspirar por um “Porque non te callas” lusitano.
Aguardamos pela reacção de Dom Duarte Pio de Bragança.

Posted in Mimos, Política | Leave a comment