Archive for the ‘Web’
I Just need a fuse
Não sei bem porquê hoje veio-me esta à memória:
Excerto:
“It’s the last great adventure left to mankind”
- Screams a drooping lady
offering her dreamdolls at less than extortionate prices,
and as the notes and coins are taken out
I’m taken in, to the factory floor.
for the Grand Parade of Lifeless Packaging
- All ready to use
the Grand Parade of Lifeless Packaging
- I just need a fuse.
Got people stocked in every shade,
Must be doing well with trade.
Stamped, addressed, in odd fatality.
That evens out their personality.
With profit potential marked by a sign,
I can recognise some of the production line,
No bite at all in labour bondage,
Just wrinkled wrappers or human bandage.
Grand Parade of Lifeless Packaging
- All ready to use
it’s the Grand Parade of Lifeless Packaging
- I just need a fuse.
Genesis, The Grand Parade of Lifeless Packaging, álbum The lamb lies down on Broadway
O Carrilho
O Terras do Nunca contribui com a sua análise.
Segue excerto:
(…)
A Carta Aberta que publicou no DN poderia ter sido escrita por qualquer um de nós. Melhor, nos blogues e nos jornais escreveu-se aquilo e muito mais.
Mas Carrilho não antecipou nada, diz agora aquilo que toda a gente diz. E também não o faz no local certo. Limitou-se a assistir, a conveniente distância, ao afundamento do barco. Agora vem dizer que o barco está a afundar-se, mas nem sequer avança com propostas alternativas.
Já no tempo de Guterres fez exactamente o mesmo: pôs-se de fora, em nada contribuindo para as soluções, mas apenas para os problemas. Cavalgou a onda de críticas a Guterres, numa altura em que TODA a gente criticava Guterres. Nunca apresentou uma alternativa.
A cena repete-se. Após esta carta, vai passar para a oposição, vai escrever todas as semanas contra o PS, a direita vai dizer que ele tem razão, vai apresentá-lo como um socialista lúcido e os socialistas vão continuar a olhar para ele ainda com mais desconfiança.Isto não leva a nada.
E agora mais alguma palavras minhas:
A carta de Carrilho poder-se-á até resumir a um fait divers. O mensageiro poderá não ser sequer um oráculo mas levou as questões lá para dentro, forçou o debate e uma tomada de consciência que levará ao que os próximos dias dirão.
Seja como for a minha dúvida permanece: Como é que com os obscuros ataques em presença, Ferro Rodrigues poderá conduzir o partido por entre acusação, instrução, julgamentos, recursos, violações de segredos e ainda assim conseguir apresentar aos portugueses a evidência que o discurso e as soluções fatalistas do actual governo não passam de terrorismo político? E que estão a provocar graves e duradouros danos ao país? Isto é humanamente realizável no meio desta guerra? Eu gostava que fosse (é sempre bom assistir a vitórias românticas, a uma grande vitória da democracia), mas (atendendo até ao facto de não gostar do desempenho global do PS na oposição) prefiro não pagar para ver.
Pinguim - a Tese
A tese completa com direito a referências bibliográficas blogoesféricas e tudo surge aqui.
Um documento escrito pelo próprio pinguim, ao cuidado dos senhores deputados (e dos senhores membros do governo português, acrescento eu).
Ainda as mudanças do “velho” Adufe
Desculpem as falsas actualizações.
A gerência
“Arranhou-se tempo!?”
Hoje não escrevo mais nada, safa!





