God’s Gonna Cut You Down – Johnny Cash
Quando o fantástico e o singelo formam um só heart beat, na música e no video.
Do melhor que conheci através do You Tube. Menos de 3 minutos de Johnny Cash e famosos amigos: God’s Gonna Cut You Down.
Quando o fantástico e o singelo formam um só heart beat, na música e no video.
Do melhor que conheci através do You Tube. Menos de 3 minutos de Johnny Cash e famosos amigos: God’s Gonna Cut You Down.
" I saw the light on the night that I passed by her window
I saw the flickering shadows of love on her blind
She was my woman
As she deceived me I watched and went out of my mind
My, my, my, Delilah
Why, why, why, Delilah
I could see that girl was no good for me
But I was lost like a slave that no man could free
At break of day when that man drove away, I was waiting
I cross the street to her house and she opened the door
She stood there laughing
I felt the knife in my hand and she laughed no more
My, my, my Delilah
Why, why, why Delilah
So before they come to break down the door
Forgive me Delilah I just couldn't take any more (…)"
Adenda: E já agora… o inevitável Tom Jones, há poucos meses, pertíssimo dos seus 67 anos cantando precisamente, Delilah.
Amália Rodrigues canta David Mourão Ferreira numa da mais comoventes e impressionantes interpretações que alguma vez ouvi.
Adriana Calcanhoto e Daniela Mercury cantando VinÃcius de Morais e Tom Jobim.
Eis uma imagem de um futuro distante filmada no inÃcio dos anos 80 (50 segundos). Destaco o rigor da primeira frase do secretário vitalÃcio bem como toda a descrição do ecossistema britânico à quela data (e não muito diferente da realidade actual).
Yes Prime Minister no You Tube.
Poema de Carlos Drummond de Andrade (que recita?). Video-poema no YouTube, aqui.
O Mário Filipe Pires anda em busca do Graal do momento em termos de template para o seu renovado Retorta (em novo endereço), mas também arranjou tempo para explorar alternativas de upload público de vÃdeo no web e ainda para criar algumas composições suas.
A que se pode ver aqui retrata os Dazkarieh num concerto no Mosteiro dos Jerónimos e usa os serviços do Vimeo que deixa a milhas de distância em termos qualitativos o You Tube.
Boa música, bom vÃdeo e ainda com o bónus de ter pelo meio o acompanhamento do Adufe.
P.S.: O portfólio de imagens recolhidas pelo Mário no local pode ser visto aqui.
Adenda: já agora fica aqui também o link para a página oficial dos Daskarieh a que cheguei via Crónicas da Terra.
«Adufe: s.m. (sXV) Tipo de pandeiro quadrado de origem árabe, feito de madeira leve com membranas retesadas de ambos os lados, usado especialmente em festas folclóricas portuguesas e brasileiras» in “Dicionário HOUAISS da LÃngua Portuguesa, CÃrculo de Leitores, 2001, Portugalâ€?
Jorginho do Pandeiro… Micro documentário. Seis minutos. Qual é o som do bonde?
“Este balançado choro de Ernesto Nazareth, é um dos clássicos da música popular brasileira.
O clip foi gravado em Santos, no Dia Nacional do Choro (23 de abril — aniversário do mestre Pixinguinha). O figurino do grupo retrata as roupas usadas nos anos 30 — 40, a Era de Ouro do Rádio e da Música Brasileira!”
Há 21 anos ouvia um dos mais belos duetos (um trio nesta “adaptação”), numa belÃssima melodia. Yup! Também faz parte do meu imaginário juvenil.
Michael Crawford, Gerard Butler e Sarah Brightman – The Music of the Night no Fantasma da Ópera, “aqui”, no You Tube. Autor: Andrew Lloyd Webber.
“E onde é que entra a Inquietação do José Mário Branco?
A Inquietação é como uma espécie de névoa que anda sempre por aÃ, aquela névoa que serpenteia como nos filmes, nos thrillers. Por outro lado, mais do que uma música, mais do que uma letra, aquilo é uma canção. Se aquela letra fosse cantada de outra maneira, talvez não me motivasse tanto, mas a matriz da música, a versão do autor, na qual eu me inspirei para fazer esta, tem uma outra coisa, está-se a falar de inquietação, mas é uma espécie de exorcismo, há ali uma luta, uma espécie de manifestação dinâmica de uma forma de não rendição de qualquer coisa que inquieta. Porque de certo modo vai continuar a perseguir a própria coisa, que ainda não se sabe o que é, mas que inquieta.”
JP Simões, sobre o seu recente álbum a solo 1970 em entrevista a Bruna Pereira no Rascunho.net.
Porque é uma das minhas canções preferidas e porque não sou perfeccionista segue este apanhado que alguém nos oferece via You Tube.
A pequenita cá de casa é fã incondicional da primeira fase dos Beatles (a única que conhece
). A menina dança? E de que maneira!
Este blogue não passa de mais uma versão de uma lenga-lenga anciã. Mario Viegas, Mário Cesariny e Gaiteiros, encontrado no You Tube.