Sexy Steiner
De queixo caído… (Thanx Claudia).
Ah, já me esquecia o livro chama-se Lust in Translation. Já leu Francisco?
E quem vai traduzir “Lust in Translation” para português?
De queixo caído… (Thanx Claudia).
Ah, já me esquecia o livro chama-se Lust in Translation. Já leu Francisco?
E quem vai traduzir “Lust in Translation” para português?
Bem, parece que trouxe o frio comigo lá das terras do Apfelwein.
Quanto a mim, volto ao Meno, à mini-mega-cidade de Frankfurt.
Brrrrrrrrrrrrrr.


Perfeitamente enojado por ver certas figuras que deveriam ser do antigamente a renascerem das cinzas num noticiário perto de mim, sem cumprirem com um período de nojo minimamente aceitável, fujo em desespero.
Antes do livro salvador procuro um post nos antípodas. Não há nada como regressar fugazmente onde já fomos felizes. O agradecimento vai para o Eduardo Pitta em "ENTRE A FONTANA E O PANTEÃO".
Quando se está a ler um livro por vezes outras histórias colam-se ao enredo de forma indelével. Não que o leitor entre num delírio criativo – também pode acontecer – mas porque o mundo nos entra pela leitura adentro oferecendo-nos personagens que poderiam conviver com o que se está a ler.
Aconteceu-me hoje quando viajava do Luxemburgo rumo ao Porto. Andava entretido com um inspector em investigações pelo caribe quando o paternalismo de hospedeiro de bordo (pois se elas são hospedeiras o que são eles?) pôs-me à conversa com uma passageira que vim a confirmar muito depois ser cabo-verdiana. Falando em Francês que o Português fazia pouca lei em Santo Antão há 60 anos atrás e o criolo local não é próprio para não iniciados quanto mais para rapazinhos esbranquiçados, desenrolou-se a história paralela à do livro que se quedou no banco livre que nos separava. Eu servido de pouco mais do que de ouvidos (estimulados pelo ruído de fundo) e por um francês apenas suficiente, ela servida de olhos e de uma voz tristes, ambos de quem buliu muito mundo. A senhora estava servida ainda (desconfio) do saber como compôr uma história ao gosto do ouvinte, um dom inato nos Cabo-Verdianos com que me cruzei até hoje.
Fez-se uma conversa que durou meia viagem: uma morte inesperada que ajudou à urgência do desabafo, as multiplas traições da vida e dos vivos, o dinheiro, o poder, a luxúria, a família, a saudade, o amor, Deus, a tristeza e a cozinha, sempre a cozinha feita profissão no meio da vida daquela mulher a rondar os 70.
Entre a TAP e a Portugália, no trânsito aéreo de Pedra Rubras com Lisboa em vista, perdeu-se o número de telefone e qualquer contacto futuro. Fica garantido porém, como um separador que há-de sempre acompanhar o livro em questão, a memória perene de um capítulo adicional em "Um céu demasiado azul".
Como irá de desenvolvimentos mais aquele episódio da história de Cabo-Verde, pergunto, enquanto leitor, distraído do mundo que passa rápido à velocidade de cruzeiro.
(como se isto fosse o twitter):
Entao nao e' que acabei de jantar no Luxemburgo num restaurante precisamente chamado Nemaste? Who odd could it get?
E ontem na companhia da fotografia do grao-duque, de D. Jorge Nuno e do presidente Anibal, la' estive a puxar pelo Sporting na sede do FC Porto da cidade do Luxemburgo. Como se estivesse em casa
Vou de férias, com paragem de trabalho pelo bairro de Kirchberg, a.k.a. Centre Européen.
Para distrair, uma repetição aqui no adufe mas desta vez a versão em carne e osso:
Não está noite de lua cheia, antes pelo contrário, mas ela há-de chegar. Talvez a maioria dos leitores que conhece esta música se recorde da versão de Caetano Veloso no álbum Fina Estampa (e da soberba interpretação em Fina Estampa ao vivo lançado há já 11 anos). Hoje, no You Tube encontrei um vídeo que tem como banda sonora o original de Simón Diáz, cantor e compositor Venezuelano, nascido em 1928 e figura importante da música venezuelana e sul americana.
Tonada de Luna Llena.
A Claudia anda como saltimbanco quase pelo quatro cantos do mundo. Por estes dias tem andado pela Europa central.
No Mundo de Cláudia deixa-nos algumas pérolas do que vai encontrando pelas vizinhanças sejam elas um museu, a sombra de uma ponte ou simplesmente algum bate boca prazenteiro de nível internacional. Algumas lições recentes:
What I've learned: the Americans are loud, the French are arrogant, the Estonians are lazy, the Dutch are cheap and the Portuguese like to stereotype.
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The Dutch: Portuguese is just bad Spanish.
The Portuguese: Dutch is just bad German.Ah, the joy of making friends through mutual insult.
Mais que não fosse por ter um daqueles nomes que faz cócegas, é inevitável aceitar o desafio que recebi por e-mail e dar notícia do festival a realizar nos dias 28, 29 e 30 de Julho na Aldeia do Trebilhadouro no distrito de Aveiro, concelho de Vale de Cambra.
(Já aprendi um pouco de geografia hoje).