Adufe 4.0

As armas do meu Adufe não têm signo nem fronteira
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Archive for the ‘Viagens’

Havana Vieja tem aldrabas

Junho 25, 2007 By: Rui Cerdeira Branco Category: Viagens No Comments →

Fotografada pela Cristina, um modelo global de aldraba encontrado em Havana.

Havana Vieja

Cabo Verde no New York Times

Junho 24, 2007 By: Rui Cerdeira Branco Category: Media, Viagens No Comments →

Não é todos os dias que acontece. Hoje Cabo Verde é cabeça de cartaz no The New York Times. Fica a dica a quem interesse: "In a World on the Move, a Tiny Land Strains to Cope".
"MINDELO, Cape Verde — Virtually every aspect of global migration can be seen in this tiny West African nation, where the number of people who have left approaches the number who remain and almost everyone has a close relative in Europe or America. (…)"

London City Hall

Maio 10, 2007 By: Rui Cerdeira Branco Category: Lisboa, Mimos, Política, Viagens 1 Comment →

Olhamos para o edifício da Câmara Municipal de Lisboa e vemos a rectidão das linhas, o carácter austero, o símbolo de poder.

Olhamos para a nova City Hall de Londres (via Wikipedia) e…

As imagens são muito traiçoeiras… 

 

Câmara Municipal de Londres

 

 

Frankfurt

Abril 27, 2007 By: Rui Cerdeira Branco Category: Viagens 4 Comments →

Regresso a casa com as fotografias da ordem em carteira e mais qualquer coisa. Para já: férias! Depois se verá o que sobra do último passeio transfronteiriço, submetido ao crivo do tempo. Provavelmente muito pouco digno do blogue. Veremos.

Para já, um outro ponto alto de Frankfurt na praça da antiga ópera.

O mais alto é sempre uma questão de perspectiva. Fiquem bem!

 

Frankfurt

O edifício mais alto da União Europeia

Abril 20, 2007 By: Rui Cerdeira Branco Category: Viagens 6 Comments →

Por uns dias, o meu local de trabalho.

 

CommerzBank Tower

 

Norman Foster's Commerzbank Building - Frankfurt am Main.

“OTA: a maior construção do mundo sobre leito de cheia”

Março 20, 2007 By: Rui Cerdeira Branco Category: Economia, Política, Viagens 11 Comments →

Foi com o título ali de cima que Rui Rodrigues me fez chegar ao e-mail uma apresentação preparada pela Alambi (associação ambiental do concelho de Alenquer) baseada em fotografia tiradas em Novembro de 2006. Recomendo a visualização da apresentação mas particularmente recomendo que atentem na imagem que aqui reproduzo e que lá encontrei. Acreditando no esboço da Alambi, é ali que se vai fazer o Aeroporto. Ora digam lá se só por esta imagem não é razoável ter muitas dúvidas…
OTA não sabe nadar

Retratos da Idanha - Monsanto visto de Penha Garcia

Março 14, 2007 By: Rui Cerdeira Branco Category: Portugal, Viagens No Comments →

Monsanto Visto de Penha Garcia
Informação útil disponível na página da Câmara Municipal de Idanha-a-Nova
Imagem recolhida em Outubro de 2005. 

Imagens em Rectângulo

Janeiro 10, 2007 By: Rui Cerdeira Branco Category: Viagens, Web 6 Comments →

Uma das curiosidades deste novo template do Adufe é a imagem que surge no canto superior direito do blogue. Com alguma regularidade, reflectindo estados de espírito, memórias, viagens antigas ou recentes surgirá uma nova paisagem convidando a bulir mundo.

Sem prejuízo da palavra, o antigo Adufe andava não só palavroso como despido: concluo que preciso de mais cor. Espero que seja do seu agrado. Pode sempre tentar adivinhar o local retratado e testemunhar que relação tem com tal sítio. Estamos cá também para isso.

Uma História feliz

Janeiro 01, 2007 By: Rui Cerdeira Branco Category: Blogologia, Viagens No Comments →

O Leonel Vicente (Memória Virtual, em novo endereço com domínio próprio) oferece-nos, para abrir o ano, uma nova experiência na blogoesfera: uma viagem pela Carreira da Ã?ndia bulindo mundo e bulindo pela história. Fica aqui, na íntegra, a apresentação. Excelente começo de 2007, sem dúvida!

"Carreira da Ã?ndia" foi a designação atribuída à ligação marítima entre Lisboa e os portos da Ã?ndia (Cochim e Goa), a qual – após a viagem precursora de Vasco da Gama em 1497/1498 – perdurou durante mais de três séculos (até à centúria de 1800), constituindo-se na maior e mais prolongada rota de navegação à vela.

A pretexto desta extraordinária rota veleira – exclusivo português durante cerca de 100 anos, até à primeira expedição neerlandesa de 1595 –, o blogue Carreira da Ã?ndia pretende "reviver" um pouco da História dos Descobrimentos, a par da recuperação de algumas páginas da chamada "Literatura de Viagens".

Procurando assegurar a regularidade requerida numa empreitada desta natureza, por aqui me proponho ir apresentando notas de enquadramento e sobre os antecedentes da grande epopeia marítima dos Descobrimentos, em paralelo com o desfilar dos protagonistas da História e da relação das viagens à Ã?ndia efectuadas até meados do século XVI (1547).

E, "dando a palavra aos heróis" dessa esplêndida aventura, excertos dos seus "Diários de Viagem" (Roteiros e Diários de Bordo), procurando beneficiar também da vertente diarística facultada pelo formato de publicação "blogue":

- desde o "Roteiro da Ã?ndia" (ou " Roteiro da Viagem que em Descobrimento da Ã?ndia pelo Cabo da Boa Esperança fez D. Vasco da Gama em 1497"), diário de bordo da viagem inaugural, atribuído a Ã?lvaro Velho (tripulante dessa comitiva), publicado em 1838;

- passando pela famosa "Carta a D. Manuel sobre o Descobrimento do Brasil", de Pêro Vaz de Caminha, relatando o "achamento" do Brasil, em 1500;

- ou pelo relato de uma das Ãºltimas viagens do século XVI, no centenário da expedição pioneira, numa narrativa do que alcançou o lugar de piloto-mor do Reino,  Gaspar Ferreira Reimão ("Diário da navegação da Nau São Martinho, em viagem para a Ã?ndia, no ano de 1597 ").

Sem esquecer a referência a outros autores – também "testemunhas oculares", na generalidade –, e com espaço para, "abrindo horizontes", para além da estrita "Carreira da Ã?ndia", viajar até ao Médio e Extremo Oriente, Ã?frica Oriental e Ã?sia Central, nomeadamente com:

- Gomes Eanes de Zurara ("Crónica da Guiné ", de 1453);

- Duarte Pacheco Pereira (numa descrição factual da exploração da costa africana pelos navegadores portugueses, em " O Esmeraldo de Situ Orbis", alegadamente escrito entre 1505 e 1508);

- Gil Vicente, considerado o "pai do teatro" em Portugal, com o "Auto da Ã?ndia", de 1509;

- Frei Tomé Pires (sobre o Reino da Pérsia, em " Suma Oriental", um "tratado" de geografia, escrito entre 1511 e 1516);

- D. João de Castro ("O Roteiro do Mar Roxo ", ou "Roteiro que fez Dom Joam de Castro da Viagem que Fezeram os portugueses Desda India atee Soez", de 1540, incluindo diversas tábuas e esboços topográficos, ilustrando as descrições geográficas do texto);

- Padre Francisco Ã?lvares (As Terras do Preste João, na " Verdadeira Informação do Preste João das Ã?ndias", de 1540);

- João de Barros (considerado o primeiro grande historiador português, nas " Décadas da Ã?sia", publicadas em 1552, 1553 e 1563);

- António Tenreiro (relatando uma viagem da �ndia para Portugal, feita por terra em 1529, num texto escrito em 1560: " Itinerário");

- Frei Gaspar da Cruz (o "Império do Meio", no " Tratado das Cousas da China", cerca de 1570):

- Luís de Fróis (sobre o Japão, em " Contradições dos Costumes entre a Gente da Europa e a Província Japão ", de 1585);

- Padre António de Andrade ("O Novo Descobrimento do Gram Cathayo, ou Reino do Tibet", de 1626);

- Fernão Mendes Pinto (escrevendo com base nas suas aventuras e desventuras no Oriente, de 1537 a 1558, em " A Peregrinação", o livro de viagens mais famoso da literatura portuguesa, publicado em 1614, mas escrito por volta de 1570);

- Luís de Camões e o poema épico por excelência, "Os Lusíadas".

Convido-o a acompanhar-me nestas deslumbrantes viagens!

Saddam e a pena de morte

Dezembro 31, 2006 By: Rui Cerdeira Branco Category: Política, Viagens No Comments →

Outra imagem que herdada também por 2006 e que promete predurar é a da forca ao serviço da justiça. Não acrescento nada ao que o Bruno já escreveu no Avatares. Está lá o essencial.

"(…) Numa tal lógica mortal de brincar aos deuses apenas proliferam carrascos, emulando-se num incessante jogo de cópia sem original."

Na Travessa de Santo António, Benquerença

Dezembro 21, 2006 By: Rui Cerdeira Branco Category: Pessoal, Viagens No Comments →

A amoreira da minha infância, a mais espledorosa árvore de fruto que conheci, chegou ao jornal, infelizmentente. Pior destino que a árvore que morre queimada pelo fogo democrático é o daquela que merece o desprezo activo e personalizado do algoz. Eis uma notícia do Jornal de Fundão que o João Melo me fez chegar por e-mail.

"Destruição de velha amoreira pode acabar em tribunal
O ABATE de uma amoreira centenária, na Benquerença, Penamacor, na sequência de obras realizadas pela EDP, poderá transformar-se num caso de tribunal. O proprietário, dr. Pedro Lopes Dias, que já protestou junto da EDP e do Ministério do Ambiente, afirmou ao “Jornal do Fundão” que “é importante, até por questão de cultura ambiental, contestar este tipo de abuso de poder, para mais tratando-se de uma árvore legalmente protegida”. A população da freguesia também não escondeu a sua desaprovação quando viu o resultado dos trabalhos realizados por ordem da EDP: a amoreira arrancada e um poste colocado no muro, no local que é precisamente conhecido como Rua da Amoreira. “Tudo à minha revelia (arranque da amoreira, colocação do poste e invasão da propriedade por uma pesada máquina), pois também eu fui surpreendido quando vi o deplorável espectáculo”, diz o proprietário.

A insensibilidade face ao património natural (aquela árvore constituía um património), em obras públicas ou afins, é uma lamentável prática. E, no entanto, se nos reportarmos à amoreira verificamos que a lei é taxativa: “É expressamente proibido o corte, arranque, transplantação ou destruição, por qualquer meio, de amoreiras”.

A Rua da Amoreira ficou sem a sua árvore simbólica. A amoreira resistiu décadas a tudo. Venceu intempéries, ultrapassou uma ou outra agressão pontual, conviveu com o progresso. Só não resistiu à insensibilidade. Bastava desviar uns metros… "

Adenda: Noutra zona do país , as práticas são diferentes (veja-se esta notícia de hoje no DN). 

Alerta da Finlândia

Dezembro 13, 2006 By: Rui Cerdeira Branco Category: Viagens No Comments →

O Mouro que anda nas costas filandesas deixa-nos um alerta que é também uma sugestão de serão e promete dar-lhe sequência: "Nós e a Finlândia", mais logo na RTP 1.

Encarar a Turquia

Dezembro 07, 2006 By: Rui Cerdeira Branco Category: Política, Viagens No Comments →

 
Vem hoje na imprensa notícia de mais um pequeno passo no sentido da dissolução de uma das barreiras à entrada da Turquia na União Europeia. Haja paciência, determinação e mais pequenos passos como este. Eles são imprescindíveis a que uma parte significativa dos Europeus apadrinhem com vigor a entrada da Turquia na União Europeia.

" (…) No rescaldo da pressão da União Europeia, que tem ameaçado suspender as negociações de adesão, a Turquia terá decidido fazer um gesto simbólico de boa vontade e concordando abrir um porto e um aeroporto aos agentes económicos cipriotas-gregos. (…)"

In Jornal de Negócios

Leovigildo, Recaredo, Sisebuto e Recesvinto * (revisto!)

Novembro 29, 2006 By: Rui Cerdeira Branco Category: Letras e Livros, Viagens No Comments →

É a cultura (monetária), seu bárbaro!

E que tal visitar o dealbar da Idade Média na península Ibérica pela via monetária? É a proposta que nos faz desde ontem e até 26 de Janeiro o Banco de Portugal.

* Nomes de alguns dos reis visigodos com reinados mais duradouros. 

Quando o país cresceu

Novembro 26, 2006 By: Rui Cerdeira Branco Category: Letras e Livros, Viagens No Comments →

Quando ouvi falar pela primeria vez de Mário Cesariny (na TSF, recitando poesia sua, há não muitos anos) o país cresceu, literalmente fiquei com a sensação de que se tinha acrescentado uma província ao pequeno Portugal que conhecia. Afinal também habitavam esta terra seres assim, tão esquisitos e desconcertantes, embaixadores da loucura latente e amordaçada.

Procurando com atenção acredito que encontrarei ainda terras desconhecidas nesta pátria, mas até lá é este o mapa que tenho.

É coisa pequena, pouco erudita isto que escrevo, mas para mim conta e estas palavras já bastam.



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