Adufe com ânimo

As armas do meu Adufe não têm signo nem fronteira
Subscribe

Archive for the ‘Política’

Eis o meu trauma com a passagem do 1º para o 2º ciclo do básico

Maio 20, 2008 By: Rui Cerdeira Branco Category: Educação, Política 3 Comments →

Tive uma excelente professora no 1º ciclo do básico, então escola primária. A professora Manuela soube-me incutir noções indispensáveis de justiça e da importância da proporcionalidade para equilibrar desvios de carácter. Ensinou-nos como é possível ser respeitado sem recorrer a tácticas intimidatórias, soube apoiar os que precisavam de mais apoio gerindo de forma equilibrada toda a turma e de forma diferenciada de acordo com as dificuldades de cada um nas diversas matérias que leccionava. Promoveu visitas de estudo, conquistou a amizade e admiração de todos os alunos durante os quatro anos em que nos deu aulas. Foi uma excelente funcionária pública da escola básica Nº 1 de Mem Martins (escola-piloto).

Muito do melhor da minha infância passou-se naqueles anos. Mas recordo também a felicidade, a ansiedade e o orgulho de já ser mais crescidinho que foram pontuados pela ida para uma nova escola com muitos novos amigos e com um corrupio de professores que ensinavam coisas muito diferentes e que nos exigiam cada vez mais responsabilização pelos nossos actos, sendo crescentemente menos paternalistas. Novos amigos, uma nova forma de ir para a escola (agora de autocarro, antes a pé, mais longe da minha querida mãe galinha), novas matérias (na altura começava-se a aprender línguas estrangeiras no 2º ciclo, o ensino preparatório), sete ou oito professores diferentes, alguns deles homens! Que diferença, que excitação, que bom ter ido para a escola Visconde Jerumenha, então no meio dos eucaliptos na Tapada das Mercês!

É por isto que não entendo estes dizeres: “Transições muito bruscas - Investigadores defendem fusão entre o 1º e 2º ciclos do ensino básico “. Transições bruscas? Rupturas? Traumas?! Expliquem e justifiquem como quiserem e convençam-nos da bondade da decisão mas por favor deixem o trauma de lado. Nós nascemos (provavelmente o acto mais traumático de toda a nossa existência - em todos os sentidos), vivemos e morremos. Saber lidar com o trauma é o nosso modo de vida!
É que com argumentos destes desconfio que o Paulo Rangel há-de ter alguma razão no que escreve: “Sistema de ensino: rumo à infantilização crescente“.
Como disse acima, mudar da escola primária para a preparatória foi de facto traumático, mas no sentido que descrevi. Se há coisa que sinto cada vez pior na escola é a sua incapacidade em preparar as crianças para o mundo real, para os traumas que desejavelmente terão pela frente se viverem o suficiente. A escola não pode ser vista nem como uma fábrica de pequenos adultos, nem como uma bolha habitada por seres desprovidos de sistema imunitário. E eu confesso que o discurso clínico, a tresandar a psicologias da pior lavra que tantas vezes preenche os estudos que têm sustentado reformas atrás de reformas, me causa enormes alergias e é já de si factor para ficar de pé atrás também quanto a este.
Fico também com a sensação que andamos em torno do acessório escapando-nos o essencial. Enfim, diria que no que há para fazer no ensino português, a fusão entre 1º e 2º ciclo estaria longe de ser uma das minhas prioridades ditadas pela intuição. Vou ainda assim tentar dar o benefício da dúvida e aguardar por mais esclarecimentos quanto às intenções.

Evitar subidas de tarifas nos transportes colectivos como primeira prioridade

Maio 19, 2008 By: Rui Cerdeira Branco Category: Economia, Política, Saúde 6 Comments →

Enquanto o processo de recolha de assinatura prossegue a bom ritmo recorrendo exclusivamente à prata da casa - a experiência na Alameda das Universidades no passado Sábado foi deveras enriquecedora quanto ao sentimento de vários portugueses “tipo” face a uma alternativa política via novo partido - o MEP vai progressivamente anunciando o que faria diferente quanto a questões que de alguma forma vão marcando a agenda política nacional.
Quanto à questão das listas de espera para cirurgia de oftalmologia o MEP defende que:

MEP - Melhor É Possível

“(…) Tendo como alternativa a disponibilidade do Terceiro sector, particularmente das Misericórdias, para compensar as limitações do SNS, tal possibilidade – em situação de igualdade de custos - deve constituir a primeira opção, pois reforça o sector não público e potencializa recursos adicionais ao SNS. Reflete ainda uma visão “não-estatizante” que reforçaria a oferta de cuidados de saúde aos portugueses.
Se lamenta que esta iniciativa seja tão tardia, resultando de uma resposta reactiva às iniciativas de alguns autarcas em enviarem para tratamento no estrangeiro, alguns dos seus concidadãos.
O Estado tem obrigação de garantir a todos os portugueses, cuidados de saúde de qualidade e adequados no tempo e no espaço. Isso não equivale, porém, a que sejam os hospitais públicos a terem o exclusivo dessa prestação de serviços. Neste caso, o Governo decidiu mal. O MEP faria diferente.”

Quanto à questão dos preços dos transportes e dos combustíveis a aposta é no reforço da diferenciação de custos dos transportes colectivos face ao transporte particular:

“(…) 3. O MEP, perante a necessidade de estabelecer prioridades nas formas de intervenção do Estado, defende que este deve suportar o aumento das tarifas dos transportes colectivos justificado pelo actual cenário de incremento acentuado dos respectivos custos operacionais.
Esta medida permite, com vantagem sobre uma descida indiscriminada dos preços dos combustíveis:

    • Reforçar a competitividade dos transportes colectivos sinalizando que representam uma forma mais racional de utilização dos recursos por parte da comunidade;
    • Discriminar positivamente os utentes dos transporte colectivos, entre os quais cremos estarem sobre-representadas famílias com maiores dificuldades económicas e para as quais este tipo de transporte é cada vez mais o único de que efectivamente dispõem.
    • Melhorar a sustentabilidade ambiental através do estímulo à utilização dos transportes públicos os quais reduzem os impactos negativos, sobre o meio ambiente, da mobilidade humana.

(…)”

A alternativa está aí, a aparecer e a construir-se passo a passo acreditando que é possível fazer melhor pela via política nacional e, claro, pelo país.

Ó chô guarda, atão sabia lá eu que não se podia andar a 200km/h na auto-estrada…

Maio 14, 2008 By: Rui Cerdeira Branco Category: Política No Comments →

(…) Em declarações aos jornalistas, na venezuela, o primeiro-ministro diz que desconhecia que estava a violar a lei. José Sócrates adiantou ainda que decidiu deixar de fumar em definitivo, na sequência da polémica.(…)
“Quero fazer-vos uma declaração sobre o facto de ter fumado no avião. De facto fumei, com o ministro da Economia [Manuel Pinho] enquanto conversávamos, mas no convencimento de que se podia fumar, porque assim sempre aconteceu nas outras viagens anteriores”.

Sócrates referiu-se depois à possibilidade de esse acto ter constituído uma violação da lei.
“Estava convencido que não estava a violar nenhuma lei nem nenhum regulamento. Infelizmente há essa polémica em Portugal e eu quero lamentar essa polémica. Se por algum motivo violei algum regulamento, alguma lei, lamento e peço desculpa, não voltará acontecer”, declarou.

José Sócrates ao Público.
Fumogate, é bem Dom João Miranda ;-)

A lei do tabaco e o código da estrada

Maio 13, 2008 By: Rui Cerdeira Branco Category: Justiça, Política No Comments →

A lei do tabaco está para o cigarro do Primeiro-Ministro como o código da estrada está para o excesso de velocidade de tantos órgãos de soberania.

Lição para a TAP: Spin não faz quem quer, faz quem sabe

Maio 13, 2008 By: Rui Cerdeira Branco Category: Política, Saúde 1 Comment →

Parece que a bota do cigarro ali de baixo está a tentar ser descalçada pela TAP. ‘Tá mal, mais uns pregos para enterrar a credibilidade do primeiro-ministro e restantes prevaricadores e, já agora, para pôr em cheque a TAP. Diz-se que num vôo fretado, o cliente pode fazer o que quer… O sermão como se vê adiante foi mal encomendado.
Li atentamente a lei do tabaco e chego às mesmíssimas conclusões a que chega Romana Borja-Santos no jornal Público em “Apesar da total restrição nos voos comerciais TAP garante que nos voos fretados se pode fumar a pedido do cliente”.

“(…) O que diz a lei?
Segundo a nova Lei do Tabaco, que entrou em vigor a 1 de Janeiro, é proibido fumar “nos veículos afectos aos transportes públicos urbanos, suburbanos e interurbanos de passageiros, bem como nos transportes rodoviários, ferroviários, aéreos, marítimos e fluviais, nos serviços expressos, turísticos e de aluguer, nos táxis, ambulâncias veículos de transporte de doentes e teleféricos”.

Além disso, a lei exige que os locais onde é permitido fumar “estejam devidamente sinalizados, com afixação de dísticos em locais visíveis, sejam separados fisicamente das restantes instalações, ou disponham de dispositivo de ventilação, ou qualquer outro, desde que autónomo, que evite que o fumo se espalhe às áreas contíguas”. É ainda essencial que “seja garantida a ventilação directa para o exterior através de sistema de extracção de ar que proteja dos efeitos do fumo os trabalhadores e os clientes não fumadores”.

Por outro lado, “nas áreas de trabalho em permanência”, ou seja, nos locais onde os trabalhadores tenham de permanecer mais de 30 por cento do respectivo tempo diário de trabalho, também não se pode fumar. Entende-se por “local de trabalho todo o lugar onde o trabalhador se encontra e em que esteja, directa ou indirectamente, sujeito ao controlo do empregador”.”

Aguarda-se a seguir mais alguma desculpa esfarrapada quem sabe se da própria ASAE.

As más influências de Manuel Pinho

Maio 13, 2008 By: Rui Cerdeira Branco Category: Política, Saúde, Sociedade 2 Comments →

Segundo o Público, (algum dia acabaria por voltar a linkar este jornal), Manuel Pinho deu o mote… e o Primeiro-Ministro foi atrás.
Mas ele é crescidinho. Será que não conhece as pastilhas de nicotina para estas emergências?
Pouco porreiro, pá. Muito pouco digno de quem é suposto ser primus inter pares.
“Sócrates e Pinho violaram proibição de fumar a bordo do voo de Lisboa para Caracas”.

Dias da Cunha, Allez!

Maio 12, 2008 By: Rui Cerdeira Branco Category: Desporto, Política No Comments →

Dias da Cunha, grande sportinguista, em directo na RTP 1, a falar com o sistema.

No MEP vai-se discutindo a sustentabilidade da segurança social

Maio 12, 2008 By: Rui Cerdeira Branco Category: Economia, MEP, Política 2 Comments →

Na sequência das Formiguinhas MEP eis um contributo operacional de um dos membros do MEP para “A sustentabilidade da Segurança Social”.

” (…) Sugere-se então, como procedimento que visa assegurar a sustentabilidade da Segurança Social (e do mesmo passo estimular a igualdade de condições de concorrência no mercado), a introdução de uma taxa sobre o VAB das empresas. Esta taxa só seria efectivamente paga caso o valor apurado fosse superior àquele já entregue pela empresa durante o ano relativamente às contribuições efectuadas sobre os salários dos trabalhador@s. O valor a pagar seria sempre calculado em termos de diferença relativamente ao valor já entregue de tais contribuições para a Segurança Social. Visto que a tendência é para que a riqueza gerada per capita seja cada vez maior, poder-se-ia inclusive considerar a possibilidade de, gradualmente, começar a desonerar as empresas do pagamento da Taxa Social Única (correspondente a 23,75% do salário do trabalhador) – esta medida poderia contribuir para estimular o emprego.”

Tiago Neves, artigo de opinião publicado no Sítio do MEP.

Não dispensa a leitura integral do artigo.
A ser seguida pelo MEP esta seria uma proposta “centrista” entre algumas sugestões “extremas” que por , ali e acoli (?!) vão surgindo.

As formiguinhas MEP (actualizado)

Maio 12, 2008 By: Rui Cerdeira Branco Category: MEP, Política 3 Comments →

MEP - Melhor é possívelNos bastidores, em vários grupos de trabalho com contributos de membros cada vez mais representativos de todas as regiões do país, vai-se construindo o projecto político do MEP, fiel aos princípios que já anunciámos publicamente.
Em paralelo, continuam as acções de recolha de donativos - notem que nem um euro do Estado é entregue a qualquer proto ou novo partido antes de este concorrer a eleições -, as acções de divulgação, bem como a imprescindível recolha de assinaturas junto dos nossos concidadãos.
O processo de contacto na rua revela parte dos sentimentos dominantes que podemos encontrar pelo país. Desde a descrença arreigada, tantas vezes amargurada e ressentida em relação a tudo o que mexa e tenha a ver com “política”, à curiosidade e ao apoio entusiástico perante este esforço de criar e oferecer um partido diferente, apostado em regressar à política feita de, com e para as pessoas comuns, particularmente motivadas, crentes que com as suas competências e perante o acompanhamento próximo que têm tido da vida política nacional conseguirão fazer muito melhor.
Os sete eixos basilares do MEP vão assim ganhando substrato em políticas sectoriais. Não é ainda tempo de se apresentar um programa político integrado e compreensivo mas aos poucos algumas medidas que se impõe pela sua urgência, necessidade e marca distintiva, vão surgindo publicamente.
Algumas delas serão hoje apresentadas em Mafra.
—————

No próximo dia 12 de Maio terá lugar em Mafra pelas 21h15 uma sessão pública do MEP.
A apresentação será feita no Hotel Castelão (sala convento), na Av. 25 de Abril. Consulte aqui o mapa.

Junte-se a nós!

Bassim Schuaip, um amigo, a necessitar de ajuda urgente.

Maio 09, 2008 By: Rui Cerdeira Branco Category: Política 1 Comment →

Chegou à caixa de comentários:

“Bassim Schuaip, um amigo, a necessitar de ajuda urgente.
Por favor a sua atenção:

http://cheiroapolvora.blogs.sapo.pt/9890.html

Se achar por bem, coloque um link no seu blog e envie aos seus amigos.

Muito obrigado
Cristina Damazio”

De 20 a 69 euros, curioso número

Maio 08, 2008 By: Rui Cerdeira Branco Category: INE, Política No Comments →

Quem precisa dos Gatos Fedorentos…
Ainda que seja “apenas” um quadro da administração pública (e não um funcionário público) também aguardo esta punch line, daqui a dez anos ou daqui a 7, se em cada outro ano estiver no top 25% do sítio onde trabalho, provavelmente. O jornalista não deve ter percebido bem, só pode. Com este cenário não será seguramente necessário liberalizar o despedimento no Estado para reduzir o número de funcionários públicos.

“João Figueiredo explicou aos jornalistas que a proposta do Governo de transição para o novo regime de carreiras e de grelha salarial assegura que, quando ocorre uma mudança remuneratória, o trabalhador nunca poderá receber menos de 20 euros e poderá chegar a um ganho de 69 euros, avança a «Lusa».”
(…)
Para o Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado (STE) esta proposta do governo não é minimamente aliciante para os trabalhadores, «que poderão estar 10 anos à espera da progressão para receber mais 20 euros».”

Banco Corrido

Maio 08, 2008 By: Rui Cerdeira Branco Category: Blogologia, Política No Comments →

Paulo Pedroso tem um novo blogue (ainda que mantenha a colaboração com o ressuscitado Canhoto). Chama-se Banco Corrido.
Permitam-me destacar dois textos de Paulo Pedrosos sobre matéria distintas que julgo merecerem a leitura. Um sobre o triunvirato Russo e a questão do acesso à energia no relacionamento entre a Rússia e o resto da Europa: a torneira é uma arma. O outro sobre alguns indicadores de uma globalização/integração europeia feita à medida tomando como exemplo as disparidade de circulação de pessoas entre Portugal e a Roménia.

Os videos que se seguem são da exclusiva responsabilidade dos intervenientes

Maio 06, 2008 By: Rui Cerdeira Branco Category: Mimos, Política No Comments →

Isto só lá vai com um Buraka em cada esquina.



Os contemporâneos, numa televisão perto de si.

De regresso à política e ao blogue

Maio 04, 2008 By: Rui Cerdeira Branco Category: Blogologia, Política 3 Comments →

É impossível inventar por mão humana melhor perfume do que aquele que nos oferece a natureza de modo directo por estes dias de primavera em terras temperadas.
Adiante. Chego a casa e determinado a regressar à política de forma mais activa, nomeadamente via Adufe.
PSDE começo pelo PSD, agora que mal ou bem volta a valer a pena considerar este partido no espectro político nacional. Pelo menos temporariamente.
Pedro Passos Coelho é o nome que me merece mais atenção no momento e (mesmo que eventualmente derrotado no curto prazo), também no futuro.
Retenho em particular a sua entrevista ao Correio da Manhã (a que cheguei via A Origem das Espécies).
Acho muito interessante a perspectiva quanto à necessidade de afastamento do Estado das empresas onde ainda detem todo ou parte do poder, quanto ao resto… louvo os laivos de clarificação que nesta altura do campeonato são necessariamente um bem. Mas dizer que com a continuação do combate ao défice se vai “Correndo o risco de daqui a dois anos não haver défice mas também não haver empresas, nem economia, nem emprego (…)” deixa-nos em boa parte conversados quanto ao calibre em termos de responsabilidade do projecto político que defende.

Terminar com todo o tipo de incompatibilidades no exercício de cargos públicos; permitir a livre escolha dos alunos pelas escolas e ao mesmo tempo das escolas pelos alunos (!); privilegiar as parceiras publico-privados de forma indiferenciada abrangendo (quase?) todas as áreas de intervenção social do Estado; misturar o fim do trabalho para toda a vida com a questão dos recibos verdes ou mesmo acreditar que “Nós temos uma regulamentação demasiado rígida ao nível laboral” e que esse é um problema de topo para a empresas nacionais são apenas mais algumas dicas importantes para clarificar o que significaria o projecto de Pedro Passos Coelho à frente do PSD.
Ficam algumas dicas suficientemente vagas para suscitar alguma curiosidade quanto à sua operacionalização, mas no compoto geral parece-me que o nosso pequeno mundo é um pouco mais complexo e previsível ao ponto de permitir antecipar desde já que vagueiam por ali imensos disparates condenados conscientemente ao fracasso. Em todo o caso, perante a bruma que se prevê ser a defesa do “velho” PSD é, como disse, saudável ver que existe este PSD, um PSD que pelas suas semelhanças mais simbólicas com parte do programa do actual governo (sem descurar as semelhanças ao nível das omissões) diz também muito da uma certa orfandade de algumas preocupações e de algumas fatias importantes do eleitorado português.

Chegam-me notícias de Lisboa

Maio 01, 2008 By: Rui Cerdeira Branco Category: Política No Comments →

Ainda na raia de Portugal, num daqueles concelhos que acredita já só viver da comissão liquidatária que o Estado (português e europeu) aos poucos vai desmantelando, chegam-me notícias de Lisboa. O MEP vai para a rua em busca das assinaturas dos cidadãos eleitores que faltam para cumprir com os mínimos legais exigidos para a formação de um novo partido (7500). Em paralelo, decorrerão as acções de apresentação local que há alguns meses têm vindo a ser realizadas por todo o país, bem como, continuam os animados e frutuosos trabalhos internos de elaboração do programa político que apresentaremos ao País.
MEP - AssinaturasAssim, se ao longo de Maio um desconhecido lhe pedir para assinar de modo a patrocinar junto do Tribunal Constitucional a legalização de um novo partido pense duas vezes, olhe bem para cara de quem lhe pede esse gesto e se no final ao menos concordar que é possível fazer-se melhor politicamente por este País, assine dando um voto de confiança a outra prata da casa. Quem pode assinar? Quase todos os portugueses, mesmo os militantes de outros partidos, basta estar recenseado.


“O MEP vai iniciar uma série de acções de rua para recolha de assinaturas. Tendo como objectivo a antecipação do prazo de entrega das assinaturas para o final do mês de Maio, o grupo MEP, sempre com a Esperança que o caracteriza, pretende levar em frente esta meta ambiciosa.
Desde já está convidado não só a contribuir com a sua assinatura mas também a ajudar no processo de recolha, para isso terá apenas que entrar em contacto connosco através do mail secretariado[arroba]mep.pt
Para já o MEP vai estar no Chiado e Rossio já nos dias 1, 3 e 4 de Maio e no Paredão da linha de Cascais dia 11 de Maio.
Contamos muito consigo na construção da política da esperança!”



Estatísticas