Adufe sans frontiers

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As armas do meu Adufe,
não têm signo nem fronteira.

Bem-vindo ao Adufe 5.0


Archive for the ‘Poesia e Música’


God’s Gonna Cut You Down – Johnny Cash

Quando o fantástico e o singelo formam um só heart beat, na música e no video.

Do melhor que conheci através do You Tube. Menos de 3 minutos de Johnny Cash e famosos amigos: God’s Gonna Cut You Down.

Música de Elevador à moda dos Arcade Fire

Menos de dois minutos é quanto leva a chegar ao topo.

E um belo dia conheci Johnny Cash

E um belo dia reconheci Johnny Cash graças aos U2, faz por estes dias 14 anos.

U2 AND JOHNNY CASH — THE WANDERER by U2MIXER

Ai flores de verde Lino… (act.)

Vá comboio, meu comboio
carrega na velocidade
pára só quando chegarmos
à cidade

Custou tanto cá chegar
mil e uma peripécias
quando menos se espera
o diabo tece-as

Ai, eu estive quase morto
no deserto
e o aeroporto
aqui tão perto

*Adaptação desta letra de Sérgio Godinho.

… se sabedes novas do meu amigo, ai Deus e onde é?

Adenda: entretanto o JCD também pegou na mesma peça e deu-lhe com mais inspiração. 

Adenda -  Micro Causa: Sérgio Godinho ao "Diz que é uma espécie de magazine" JÁ! 

A páscoa é doce, a páscoa é amor

Adriana Calcanhoto e Daniela Mercury cantando Vinícius de Morais e Tom Jobim.

Lhasa de Sela- recordando De cara a la pared

E agora José? (versão playmobil)

Poema de Carlos Drummond de Andrade (que recita?). Video-poema no YouTube, aqui.

O mundo é grande

(Carlos Drummond de Andrade – II)

 

O mundo é grande e cabe
nesta janela sobre o mar.
O mar é grande e cabe
na cama e no colchão de amar.
O amor é grande e cabe
no breve espaço de beijar.

Carlos Drummond de Andrade – I

Poesia

Gastei uma hora pensando em um verso

que a pena não quer escrever.

No entanto ele está cá dentro

inquieto, vivo.

Ele está cá dentro

e não quer sair.

Mas a poesia deste momento

inunda minha vida inteira.

Daskarieh nos Jerónimos (act.)



O Mário Filipe Pires anda em busca do Graal do momento em termos de template para o seu renovado Retorta (em novo endereço), mas também arranjou tempo para explorar alternativas de upload público de vídeo no web e ainda para criar algumas composições suas.
A que se pode ver aqui retrata os Dazkarieh num concerto no Mosteiro dos Jerónimos e usa os serviços do Vimeo que deixa a milhas de distância em termos qualitativos o You Tube.
Boa música, bom vídeo e ainda com o bónus de ter pelo meio o acompanhamento do Adufe.

P.S.: O portfólio de imagens recolhidas pelo Mário no local pode ser visto aqui.

Adenda:
já agora fica aqui também o link para a página oficial dos Daskarieh a que cheguei via Crónicas da Terra.

Pandeiro primo do Adufe

«Adufe: s.m. (sXV) Tipo de pandeiro quadrado de origem árabe, feito de madeira leve com membranas retesadas de ambos os lados, usado especialmente em festas folclóricas portuguesas e brasileiras» in “Dicionário HOUAISS da Língua Portuguesa, Círculo de Leitores, 2001, Portugal�

Jorginho do Pandeiro… Micro documentário. Seis minutos. Qual é o som do bonde?


E que tal uma demonstração instrumental com todos para fechar a noite?
Choro das três (cá tem fado lá tem grupo de choro). Ora chorem lá se forem capazes…

No YouTube o uploader acrescentou:

“Este balançado choro de Ernesto Nazareth, é um dos clássicos da música popular brasileira.
O clip foi gravado em Santos, no Dia Nacional do Choro (23 de abril — aniversário do mestre Pixinguinha). O figurino do grupo retrata as roupas usadas nos anos 30 — 40, a Era de Ouro do Rádio e da Música Brasileira!”

The music of the night

Há 21 anos ouvia um dos mais belos duetos (um trio nesta “adaptação”), numa belíssima melodia. Yup! Também faz parte do meu imaginário juvenil.
Michael Crawford, Gerard Butler e Sarah Brightman – The Music of the Night no Fantasma da Ópera, “aqui”, no You Tube. Autor: Andrew Lloyd Webber.

Cá dentro inquietação, inquietação…


E onde é que entra a Inquietação do José Mário Branco?


A Inquietação é como uma espécie de névoa que anda sempre por aí, aquela névoa que serpenteia como nos filmes, nos thrillers. Por outro lado, mais do que uma música, mais do que uma letra, aquilo é uma canção. Se aquela letra fosse cantada de outra maneira, talvez não me motivasse tanto, mas a matriz da música, a versão do autor, na qual eu me inspirei para fazer esta, tem uma outra coisa, está-se a falar de inquietação, mas é uma espécie de exorcismo, há ali uma luta, uma espécie de manifestação dinâmica de uma forma de não rendição de qualquer coisa que inquieta. Porque de certo modo vai continuar a perseguir a própria coisa, que ainda não se sabe o que é, mas que inquieta.”

JP Simões, sobre o seu recente álbum a solo 1970 em entrevista a Bruna Pereira no Rascunho.net.
Porque é uma das minhas canções preferidas e porque não sou perfeccionista segue este apanhado que alguém nos oferece via You Tube.


JP Simoes ao vivo na Fnac Chiado, 22-1-2007, com Miguel Nogueira.

…Every time you close your eyes. (Lies!)


Em audição, The Arcade Fire em Rebellion (lies).

Adenda: O Pedro Adão e Silva discorre sobre as últimas dos Arcade Fire n’O Canhoto.

I want to hold your hand

A pequenita cá de casa é fã incondicional da primeira fase dos Beatles (a única que conhece Wink ). A menina dança? E de que maneira!