Hoje não estreou um filme sobre PJ Harvey
(eu juro que este já estava alinhado antes do post anterior…)
De 1995
(eu juro que este já estava alinhado antes do post anterior…)
De 1995
Criador de uma das love musics mais energéticas e inspiradoras da pop-rock (musiquinha para ter a minha idade ou quase), conhecida por muitos apenas na versão dos 10000 maniacs: the Boss.
Dedicada ao Bruno Béu.
Os posts por ler acumulam-se aos milhares, os posts por escrever aos milhões. É assim há vários meses, cada vez mais assim nas últimas semanas. O Adufe anda meio suspenso. Entretanto, o trabalho dá uma ajudinha extra: não há tempo para bloguíces. Tentemos cingir-nos ao essencial.
Em jeito de musica pedida para a Ana M.
Provavelmente eles estarão fartinho de saber (é coisa para ter anito e meio de antiguidade); por mim descobri hoje que a menina canta, e bem. Summertime por Scarlett Johansson. Para o jmf e para o Miguel Marujo.
Como era belo o mundo há 40 anos. Como é belo ainda hoje.
1967, Frank Sinatra e Tom Jobim
E Drummond de Andrade onde anda?
Nunca me esquecerei que no meio do caminho tinha uma pedra.
Vou de férias, com paragem de trabalho pelo bairro de Kirchberg, a.k.a. Centre Européen.
Para distrair, uma repetição aqui no adufe mas desta vez a versão em carne e osso:
" (…) Nós, os que gostamos de ter os nossos heróis bem esquecidos pelo Mundo, temos de suportar demasiada unanimidade, homenagem e bajulação a um homem que merecia fechar os olhos em tranquilidade. (…)
Logo à segunda faixa do mais recente disco relembramos, todavia, a personalidade do real proprietário: “God’s Gonna Cut You Down” (em português de Portugal: “O Senhor vai limpar-te o sebo”). Já faziam falta aos topes fonográficos dois minutos e trinta e oito segundos de castigo divino. (…)
Esta é a flagrante tragédia da música popular do nosso tempo: nem a vitalidade para ser música do Demónio possui. No tempo de Johnny Cash a distância entre a Igreja e o Inferno era de um Mi para um Fá. Hoje um astro do Rock para ter sexo e drogas tem de advogar os direitos das criancinhas esfomeadas do Terceiro Mundo. O quotidiano das freiras católicas de Calcutá é mais perverso.
Por ter sempre ligado a sua música à sepultura a carreira de Johnny Cash foi de uma rara vitalidade. Uma espécie de recompensa para quem se comprometeu alegremente em viver enlutado. (…)"
Por Tiago Cavaco na Voz do Deserto (Ele que me perdoe tamanho cut and paste)
Regressei aos livros, resolvi mudar de vida. As consequências sobre o que disto transparecerá para o blogue, para os meus hábitos gastronómicos, amorosos, higiénicos e pseudo-desportivos são absolutamente imprevisíveis.
Dedicado à Bomba, porque lhe ganhei uma simpatia especial nestes últimos dias, esta brincadeira de um moço que desconhecia, Norberto Lobo (nota especial para os últimos minutos num Carlos Paredes Gipsy):