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	<title>Adufe sans frontiers &#187; MEP</title>
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	<description>As armas do meu Adufe não têm signo nem fronteira</description>
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		<title>MEP: fim de ciclo para mim</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 00:13:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Cerdeira Branco</dc:creator>
				<category><![CDATA[MEP]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[
A quem possa interessar:
&#8220;Caros conselheiros,
permitam-me algumas palavras de despedida uma vez que me vou desfiliar hoje do MEP.
No espaço de uma semana, uma vice-presidente e o presidente do partido foram interpelados pela comunicação social (Renascença e DN) para se pronunciarem sobre a bondade da realização de um referendo sobre o alargamento do casamento civil a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: right;margin-left: 0.75em;"><!-- { "url": "http://adufe.net/2009/11/mep-fim-de-ciclo-para-mim/", "style": "big", "title": "MEP: fim de ciclo para mim" } --></div><p>A quem possa interessar:</p>
<blockquote><p>&#8220;Caros conselheiros,</p>
<p>permitam-me algumas palavras de despedida uma vez que me vou desfiliar hoje do MEP.<span id="more-6285"></span><br />
No espaço de uma semana, uma vice-presidente e o presidente do partido foram interpelados pela comunicação social (Renascença e DN) para se pronunciarem sobre a bondade da realização de um referendo sobre o alargamento do casamento civil a pessoas do mesmo sexo. Em ambas as situações se mostraram favoráveis à realização do dito, afirmando o nosso presidente que o MEP irá tomar posição sobre o assunto.<br />
Objectivamente a posição do MEP está tomada. Mesmo admitindo um Conselho Nacional em que se viesse a discutir o assunto, o MEP está, pela posição avançada pelo seu Presidente, inexoravelmente vinculado a este compromisso. Se o Presidente assumiu publicamente esta posição fê-lo com perfeita consciência do seu peso e, naturalmente, adivinhará também o seu impacto no seio do Partido.<br />
A título pessoal, no constante exercício de coerência e auto-crítica, entendo esta tomada de posição como uma inflexão radical (mas não centrista) da estratégia do Presidente quanto à atitude do MEP face às questões fracturantes. Desde sempre, antes e após o esforço de consensualização que realizámos, afirmámos publicamente que há pelos menos 100 questões mais prioritárias do que qualquer uma das questões fracturantes que nos vão acenando. Ainda que pessoalmente, incluísse a questão do casamento gay entre as minhas 100 questões mais importantes, como cheguei a afirmá-lo, consegui entender e defender que o espaço político e mediático está há demasiado tempo condicionado, viciado e entupido com questões fracturante e julgo ter sido desde a primeira hora um defensor desse posicionamento do MEP.<br />
Procurámos uma opinião consensual a nível interno, procurámos que essa posição pudesse ser fonte de pontes e consenso a nível externo, recusámo-nos a colocar expressamente qualquer referência explícita nos nossos programas fundacional e eleitoral e fomos protagonistas de causas muito caras e alheias a esta matéria. Contrariamente a outros, nunca agimos sobre estas questões, apenas reagimos quando interpelados. E, na minha opinião, quando me apresentei a deputado todos estariam à espera com naturalidade que se eleitos, teríamos votações diferentes reflectindo a diversidade do MEP nesta matéria. Em bom rigor, quem é favorável à posição de alargar o casamento civil a pessoas do mesmo sexo que votou no MEP sabia que muito provavelmente estaria a eleger um deputado ou dois, no máximo e que dessa votação sairiam eleitos que votariam contra a alteração da lei. Mesmo assim, todos nos dedicámos e empenhámos de forma determinada, afinal, esta questão não era prioritária nem fazia parte das razões fundamentais que nos teríamos unido em torno do MEP.<br />
Hoje, na eminência de mais uma guerra de trincheiras nacional, estaríamos em condições para voltar a fazer a diferença, mostrando que há uma via alternativa para o entendimento bem menos fracturante. Algo com que, na minha opinião, nos comprometemos junto do eleitorado.<br />
Na minha opinião, tudo isso deixou de ser coerente com a defesa pública de um referendo sobre a questão do alargamento do casamento civil a pessoas do mesmo sexo por parte do Presidente do MEP. Como é óbvio só questões da máxima relevância nacional e/ou para as pessoas, para os partidos que as venham a endossar, podem e devem ser referendadas. Em devido tempo sempre sublinhamos a baixa prioridade e em nenhum momento informámos da relevância extrema que o tema teria para nós quando fosse inevitável uma decisão. E como já disse nada nos nossos documentos dava sequer essa indicação. Na minha opinião até a nossa definição de família é suficientemente abrangente para acomodar casais do mesmo sexo.<br />
Agora, o Presidente do MEP colocou-nos na primeira linha de frente de batalha que se avizinha, defendendo um referendo onde forçosamente teremos que aceitar um posicionamento maniqueísta como facilmente se pode ver desde logo pelo enquadramento previsível e inevitável que os jornalistas fizeram e farão dessa posição.<br />
A confiança é de facto fundamental e reconheço que pessoalmente estou perante uma situação que ainda que achasse possível cria ser altamente improvável. Parente aquilo que pode ser considerada a primeira hora da verdade em matérias fracturantes, olhando para trás, não tenho a mínima dúvida de que podíamos e deveríamos ter feito muito melhor por nós e entre nós em matéria de confiança e honestidade. É porque acho que este posicionamento acaba por ser desonesto para com o nosso eleitorado (há omissões que conseguem ser tanto ou mais danosas que acções) sendo também mais um péssimo exemplo a juntar a muitos outros sobre a forma de estar na política, que me mantenho fiel àquilo que sempre defendi e em que acredito. </p>
<p>Quem sempre achou que esta questão, se viesse a ser colocada em cima da mesa, exigia um debate alargado, devia ter defendido isso no momento certo no interior do MEP e procurado que o MEP fosse fiel a essa vontade e fosse, na medida do possível, protagonista para que esse debate se fizesse. Isto não cai na esfera da opinião pessoal, isto colide com a forma como classificámos estas questões quando fomos inquiridos sobre elas. Isto faria todo o sentido mas há largos meses atrás, particularmente sendo evidente que outros partidos há muito tempo tinham eleito esta questão como um aspecto central do seu programa eleitoral que apresentariam a eleições assumindo com isso as consequências (eles) de cativarem ou afastarem eleitorado nas eleições.<br />
Objectivamente devíamos ter defendido que esta é uma prioridade política para o país ao ponto de os mecanismos regulares e normais (leia-se democracia representativa) claramente não bastarem. Acho que seria desta forma que contribuiríamos para enobrecer a política e para dar bom uso à nossa democracia e, claro, só assim, agora, teríamos autoridade, sem perder a face, para estar do lado dos que dizem um mês depois das eleições que o parlamento é incompetente para legislar devendo a decisão ser entregue à democracia directa do referendo. </p>
<p>Mas perante o que fizemos e dissemos, se tivéssemos eleito um deputado que fosse, não estaria à espera que este viesse agora dizer que &#8220;eu como deputado não tenho competência para votar esta questão e por isso quero ajudar a convocar a decisão popular directa simpatizando com um referendo&#8221;. Para sermos honestos, devíamos ter sublinhado isso antes das eleições e traçar esse limite ao mandato que pedíamos às pessoas. Não o tendo feito parecia-me legítimo esperar que achávamos o parlamento competente. Parecia-me legítimo esperar que estaríamos na primeira linha daqueles que se oporiam de forma clara e inequívoca à escalada política inerente a um referendo.</p>
<p>Quem nos prestou atenção soube perfeitamente que estávamos divididos (como o PSD ou mesmo o PS estão), percebeu também qual era a posição da direcção quanto à questão de fundo. Quem sentiu profundamente a importância destas questões e fazia delas matéria absolutamente inegociável e fundamental para decidir em quem votar (fossem liberais ou conservadores), objectivamente não votou no MEP. Em consciência e em verdade, só os moderados, capazes de fazer concessões e que foram capazes de aceitar ou até defender que de facto não precisamos de outro Bloco de Esquerda ou de um seu simétrico à direita em relação a estas matérias votaram no MEP. Muito francamente só assim, ao centro, também e em particular nestas questões de &#8220;costumes/sociedade&#8221;, acho que teríamos alguma hipótese de afirmação erguendo o que defendemos no nosso programa como a nossa matriz de afirmação política.<br />
 O que acho que deveríamos ter feito era aquilo que o líder parlamentar do PSD fez, de preferência antes dele. Afirmar um não contundente ao referendo, que não serve os melhores interesses do país, em particular nesta conjuntura, (só os do PS) e propor uma terceira via, a solução francesa que até ontem ninguém tinha advogado e que, se releres o documento da direcção sobre esta matéria na sua versão final, se enquadra perfeitamente no consenso a que chegámos.<br />
Nada custaria dizer que os órgãos internos do MEP vão reunir para tomar uma decisão que envolve uma questão de fundo que como sabem é sensível. A &#8220;pressa&#8221; de dizer que o referendo é uma opção política aceitável neste contexto produziu a meu ver um dano nas reais possibilidades de algum dia virmos a poder congregar pessoas centristas que não vejo como reparar. Como seria de esperar estamos agora totalmente colados aos movimentos da igreja e claramente encostados ao extremo mais conservador do espectro em matéria de costumes/sociedade.<br />
Eu fiquei no MEP depois daquele conselho nacional porque após um tremendo susto (cheguei a dizer que na sua versão inicial o documento era claramente o testemunho mais conservador presente no nosso espectro político partidário) tive provas de que era uma construção colectiva, de que apesar das convicções profundas, perante o debate, houve lucidez e discernimento que, para o MEP do centro radical ter um caminho, era necessário ajustar as propostas iniciais, fazer concessões e sacrifícios pessoais em favor de um bem maior, que havia de facto muitas outras causas nas quais nos deveríamos concentrar e sobre as quais agir da melhor forma que soubéssemos. Faltava contudo a prova final que calhou na rifa ser a de pedir um pouco mais de quem não quer que nada mude nesta matéria concreta. Não porque exigisse que não pudesse falar ou ter opinião sobre a matéria de fundo mas porque, para se ser coerente com o que se afirmou e com o que se escreveu nos nossos programas, a opção referendária é um absurdo completo. O último cartucho teria de ficar por disparar.<br />
Perante tamanha diferença de sensibilidade quanto àquilo que me parecia cristalino, deixo de saber o que esperar face a alguns consensos a que chegámos e à interpretação “genuína” do que inscrevemos nos nossos programas.<br />
Acreditem que saio sem mágoa ou arrependimento. Foi um ano e meio fantástico em termos humanos, fiz imensas amizades que conto continuar a alimentar por muitos e bons anos. Saio sem dívidas e sem ser credor de coisa alguma e, garanto-vos que NÃO estive 4 meses a mais no MEP como diria o meu estimado ex-treinador do Sporting.<br />
Politicamente, os caminhos separam-se. Não acredito que o MEP, face aos ambiciosos objectivos que foram definidos, tenha qualquer hipótese de sucesso palmilhando um caminho claramente conservador em matéria de costumes e acho que não é claramente quanto a estas questões que fazia e faz falta uma voz de esperança e de confiança no nosso país. Há imensos protagonistas, um pouco por todos os partidos, para estas causas, seja qual for o posicionamento quanto à questão em si. Se assim fosse em relação a todas as questões que nos uniram, nem sequer faríamos falta ao país.<br />
Para o MEP poder ser de facto um partido ao Centro, de charneira, condicionador dos grandes e ameaça construtiva pela positiva, teria de ser capaz de congregar todas as forças vitais que se revelassem capazes de superar as divergências nestas questões, concentrando-se de corpo e alma no manifesto e no programa político que conseguimos erguer. Pela minha parte, este não é contudo um cenário que me mobilize e com a mesma liberdade com que entrei, me despeço garantindo que irei continuar como cidadão a dar o meu contributo empenhado pelo país.</p>
<p>Com um forte abraço,<br />
Rui Cerdeira Branco&#8221;</p></blockquote>

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		<title>O Parlamento é gay?</title>
		<link>http://adufe.net/2009/11/o-parlamento-e-gay/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 11:02:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Cerdeira Branco</dc:creator>
				<category><![CDATA[MEP]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[
I
Poderá um partido reclamar o apoio de quem se revê no centro moderado ao mesmo tempo que publicamente assume como posição oficial ao nível dos direitos civis algo muito próximo da ortodoxia doutrinária da Igreja Católica? Poder pode, mas naturalmente a proximidade doutrinária terá o seu custo ao nível da base de apoio&#8230;. É que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: right;margin-left: 0.75em;"><!-- { "url": "http://adufe.net/2009/11/o-parlamento-e-gay/", "style": "big", "title": "O Parlamento é gay?" } --></div><p>I<br />
Poderá um partido reclamar o apoio de quem se revê no centro moderado ao mesmo tempo que publicamente assume como posição oficial ao nível dos direitos civis algo muito próximo da ortodoxia doutrinária da Igreja Católica? Poder pode, mas naturalmente a proximidade doutrinária terá o seu custo ao nível da base de apoio&#8230;. É que no fundo, estas questões serão dessa forma assumidas como absolutamente essenciais e fundadoras para o próprio pensamento político. Tudo se relaciona. A transparência e a coragem pública de assumir tal posicionamento seria um belíssimo contributo para valorizar a política nacional.</p>
<p>II<br />
É bom haver pessoas com capacidade e possibilidade de serem cristalinas. A &#8220;virgindade&#8221; destas declarações do Bispo do Porto, &#8220;<a href="http://www.publico.clix.pt/Sociedade/bispo-do-porto-diz-que-casamento-entre-homossexuais-exige-reflexao_1411149">Referendo é &#8220;uma das hipóteses&#8221; &#8211; Bispo do Porto diz que casamento entre homossexuais exige &#8220;reflexão&#8221;</a>&#8220;, num posicionamento de bonomia e defesa face à reflexão profunda, não me parecem contudo aceitáveis para quem andou a pedir para ser deputado e desprezou a questão como prioridade ou não se comprometeu com a necessidade do alargamento do debate sabendo que seria certa uma iniciativa legislativa no Parlamento. Com aviso prévio e algum potencial custo político, outros fizeram questão de adiar uma iniciativa legislativa para depois das eleições podendo dessa forma advogar uma legitimidade reforçada. Ficar impávido e sereno perante este agendamento político fazendo de conta que ele não existiu quando foi expressamente apresentado a votos e agora vir reclamar que é necessário outras formas superlativas de debate que não as disponibilizadas habitualmente pela democracia representativa não é ser mais democrata ou estar a pedir mais democracia, é exactamente o oposto.</p>

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		<item>
		<title>Referendado pelo Presidente</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 23:25:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Cerdeira Branco</dc:creator>
				<category><![CDATA[MEP]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[
Lendo os outros e reflectindo:
Organizem-se
A gente que dizia que não se devia perder tempo com assuntos “não prioritários” como o casamento entre pessoas do mesmo sexo é a mesma que agora quer um referendo sobre o tema.
In União de Facto por Pedro Marques Lopes

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: right;margin-left: 0.75em;"><!-- { "url": "http://adufe.net/2009/11/referendado-pelo-presidente/", "style": "big", "title": "Referendado pelo Presidente" } --></div><p>Lendo os outros e reflectindo:<br />
<em>Organizem-se</p>
<p>A gente que dizia que não se devia perder tempo com assuntos “não prioritários” como o casamento entre pessoas do mesmo sexo é a mesma que agora quer um referendo sobre o tema.</em><br />
In <a href="http://uniaodefacto.blogs.sapo.pt/155773.html">União de Facto</a> por Pedro Marques Lopes</p>

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		<title>&#8220;O Homem que remove uma montanha, começa retirando pequenas pedras&#8221;</title>
		<link>http://adufe.net/2009/10/o-homem-que-remove-uma-montanha-comeca-retirando-pequenas-pedras/</link>
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		<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 10:23:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Cerdeira Branco</dc:creator>
				<category><![CDATA[MEP]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoal]]></category>

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		<description><![CDATA[

Esta foi uma das imagens da recente campanha do MEP às legislativas, da autoria do Fernando Mendes. Vamos continuar com o mesmo espírito  
O MEP não conseguiu nas primeiras eleições que concorreu eleger o seu primeiro deputado. Daqui a uns anos saberemos como será nas segundas. Apresento-vos um breve balanço e o compromisso de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: right;margin-left: 0.75em;"><!-- { "url": "http://adufe.net/2009/10/o-homem-que-remove-uma-montanha-comeca-retirando-pequenas-pedras/", "style": "big", "title": "\"O Homem que remove uma montanha, começa retirando pequenas pedras\"" } --></div><p><center><a href="http://mep.pt"><img src="http://adufe.net/wp-content/uploads/MEP_Rui.jpg" alt="MEP_Rui" title="MEP_Rui" width="100%" class="aligncenter size-full wp-image-6214" /></a></center><br />
Esta foi uma das imagens da recente campanha do MEP às legislativas, da autoria do Fernando Mendes. Vamos continuar com o mesmo espírito <img src='http://adufe.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>O MEP não conseguiu nas primeiras eleições que concorreu eleger o seu primeiro deputado. Daqui a uns anos saberemos como será nas segundas. <strong><a href="http://eleicoes2009.info/legislativas/mep-2-0/">Apresento-vos um breve balanço </a></strong>e o compromisso de que teremos um <a href="http://mep.pt">MEP 2.0</a> fiel  àquilo que já é sem renegar à sua imensa capacidade de ser um projecto eternamente inacabado em permanente construção. Esta é a hora de recomeçar, a porta está aberta&#8230;<br />
Um abraço especial ao Rui Castro Martins do MEP Porto que enviou a citação que uso como título.</p>

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		<title>Sobre &#8220;O voto de um (ex)militante socialista&#8221;</title>
		<link>http://adufe.net/2009/09/sobre-o-voto-de-um-exmilitante-socialista/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 21:21:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Cerdeira Branco</dc:creator>
				<category><![CDATA[MEP]]></category>

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		<description><![CDATA[
Algures por aí há um texto igual que serve os ex-eleitores do PSD, do CDS&#8230;
Lido no Público de 19 de Setembro (página 39), artigo de Francisco Vieira e Sousa, Ex-militante do PS, secretário-geral do Fórum para a Liberdade na Educação:
  “(…) Felizmente as escolhas não se esgotam aqui: há vários meses que Rui Marques, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: right;margin-left: 0.75em;"><!-- { "url": "http://adufe.net/2009/09/sobre-o-voto-de-um-exmilitante-socialista/", "style": "big", "title": "Sobre \"O voto de um (ex)militante socialista\"" } --></div><p>Algures por aí há um texto igual que serve os ex-eleitores do PSD, do CDS&#8230;</p>
<p>Lido no Público de 19 de Setembro (página 39), artigo de Francisco Vieira e Sousa, Ex-militante do PS, secretário-geral do Fórum para a Liberdade na Educação:</p>
<blockquote><p>  “(…) Felizmente as escolhas não se esgotam aqui: há vários meses que Rui Marques, militante de sempre das causas sociais e recém alto-comissário para a Imigração e o Diálogo Intercultural, tem vindo a construir um programa político alternativo e mobilizador consubstanciado na criação do<strong><a href="http://mep.pt"> Movimento Esperança Portugal (MEP)</a></strong>. Tratase de um trabalho de formiga notável a que ainda não foi dado o devido reconhecimento e realce pela comunicação social e pelos politólogos cá do burgo.</p>
<p>    Rui Marques evita como pode a classificação do MEP enquanto esquerda ou direita e, se forçado a responder, coloca o partido ao centro. Compreende-se a opção política, mas talvez seja mais que isso: na última década o Bloco de Esquerda conseguiu identificar em definitivo as causas fracturantes e o papel preponderante do Estado na economia com a marca de uma governação à esquerda. O PS, como se vê, é obrigado a assumir essas bandeiras para estancar o crescimento da esquerda radical, e é bom que o faça, pois é pouco salutar para o sistema democrático que partidos que na sua essência são contra a economia de mercado obtenham, no seu conjunto, votações na ordem dos 20 por cento. Mas de tanto virar à esquerda, cria um vazio ao centro, deixa órfãos aqueles que, como eu, defendem a justiça social mas não acreditam em engenharia social, aqueles que preferem combater a pobreza a combater os ricos. Para esses, o MEP representa a possibilidade de não votar à direita, e mesmo assim defender uma “sociedade de famílias”, com uma “democracia mais próxima do cidadão”, num “mundo interdependente e solidário”.</p>
<p>    Perante o quadro complicado que poderá emergir das eleições, o MEP é a solução de compromisso, capaz de fazer pontes à esquerda – que impeçam o PS de fazer uma política demasiado subserviente a dogmas jacobinos – ou à direita, que obriguem o PSD a respeitar uma “mesa com lugar para todos”. “<br />
    Leia o artigo completo:<br />
    “Ao longo da última legislatura, enquanto o PSD triturava líderes, muito se falou sobre a crise da direita, quando de facto a verdadeira crise ideológica se vive, de há muito, à esquerda, no PS.</p></blockquote>
<p>in <a href="http://eleicoes2009.info/legislativas/gente-livre-o-voto-de-um-exmilitante-socialista/">Eleições 2009</a>.</p>

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		</item>
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		<title>Em campanha, naturalmente</title>
		<link>http://adufe.net/2009/09/em-campanha-naturalmente/</link>
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		<pubDate>Sun, 13 Sep 2009 23:48:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Cerdeira Branco</dc:creator>
				<category><![CDATA[MEP]]></category>

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		<description><![CDATA[
Até dia 27 não haverá tempo para muito mais: só campanha eleitoral.
Hoje deixo-vos um convite televisivo:
Segunda-feira, dia 14 de Setembro, pelas 22h., o MEP estará presente no “Prós e Contras”, na RTP1. Aí estaremos a defender a política pela positiva, em torno das nossas propostas para ajudar a construir Portugal. Rui Marques representará o MEP [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: right;margin-left: 0.75em;"><!-- { "url": "http://adufe.net/2009/09/em-campanha-naturalmente/", "style": "big", "title": "Em campanha, naturalmente" } --></div><p>Até dia 27 não haverá tempo para muito mais: só campanha eleitoral.<br />
Hoje deixo-vos um convite televisivo:</p>
<blockquote><p>Segunda-feira, dia 14 de Setembro, pelas 22h., o <a href="http://mep.pt">MEP</a> estará presente no “Prós e Contras”, na <strong>RTP1</strong>. Aí estaremos a defender a política pela positiva, em torno das nossas propostas para ajudar a construir Portugal. Rui Marques representará o MEP neste debate em que, infelizmente, só marcam presença os partidos sem assento parlamentar. </p></blockquote>

]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>O MEP em Vila Real</title>
		<link>http://adufe.net/2009/09/o-mep-em-vila-real/</link>
		<comments>http://adufe.net/2009/09/o-mep-em-vila-real/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2009 21:26:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Cerdeira Branco</dc:creator>
				<category><![CDATA[MEP]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>

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		<description><![CDATA[
Eis a prova da passagem por Vila Real 

Mas o MEP vai voltar na próxima Quinta-Feira:
15:30 H /16:30H &#8211; Arruada pela Cidade de Vila Real
17:30 H &#8211; Apresentação da Lista de Candidatos pelo Círculo Eleitoral de Vila Real às Eleições Legislativas
20:00 H &#8211; Jantar em Vila Real 
Mais detalhes em breve.

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: right;margin-left: 0.75em;"><!-- { "url": "http://adufe.net/2009/09/o-mep-em-vila-real/", "style": "big", "title": "O MEP em Vila Real" } --></div><p>Eis a prova da passagem por Vila Real <img src='http://adufe.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /><br />
<center><a href="http://adufe.net/2009/09/o-mep-em-vila-real/vila-real/" rel="attachment wp-att-6203"><img src="http://adufe.net/wp-content/uploads/vila-real.jpg" alt="vila real" title="vila real" width="400" height="300" class="aligncenter size-full wp-image-6203" /></a></center><br />
Mas o MEP vai voltar na próxima Quinta-Feira:</p>
<p>15:30 H /16:30H &#8211; Arruada pela Cidade de Vila Real<br />
17:30 H &#8211; Apresentação da Lista de Candidatos pelo Círculo Eleitoral de Vila Real às Eleições Legislativas<br />
20:00 H &#8211; Jantar em Vila Real </p>
<p>Mais detalhes em breve.</p>

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		<title>O MEP em Lamego</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Aug 2009 23:51:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Cerdeira Branco</dc:creator>
				<category><![CDATA[MEP]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>

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		<description><![CDATA[
Agosto, mês de campanha. As festas locais estavam nos preparativos finais. O camião com material festivo ficou estrategicamente ocultado pela revista de campanha. Foi um regreso a Lamego depois da campanha às Europeias. Deu para encontrar eleitores que se auto-denunciaram, especialmente jovens que mostraram o seu agrado por irmos concorrer às legislativas também pelo círculo [...]]]></description>
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<div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: right;margin-left: 0.75em;"><!-- { "url": "http://adufe.net/2009/08/o-mep-em-lamego/", "style": "big", "title": "O MEP em Lamego" } --></div><p>Agosto, mês de campanha. As festas locais estavam nos preparativos finais. O camião com material festivo ficou estrategicamente ocultado pela revista de campanha. Foi um regreso a Lamego depois da campanha às Europeias. Deu para encontrar eleitores que se auto-denunciaram, especialmente jovens que mostraram o seu agrado por irmos concorrer às legislativas também pelo círculo de Viseu. Como faremos nos restantes 21 círculos aliás. Algumas centenas de revistas, e alguns milhares de <em>flyers</em> ficaram bem entregues por lá <img src='http://adufe.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /><br />
<center><a href="http://mep.pt"><img src="http://adufe.net/wp-content/uploads/lamego2.jpg" alt="lamego2" title="lamego2" width="400" height="300" class="aligncenter size-full wp-image-6194" /></a></center><br />
Uns dias depois haveria de passar por Castelo Branco. Não há registo do evento, mas quis o destino que me debruçasse sobre um bonito automóvel que aguardava o sinal verde e que entregasse uma revista do MEP ao actual presidente da Câmara que simpaticamente a recebeu. Os cabeças de lista de Portalegre, Castelo Branco e Guarda com a ajuda de alguns candidatos e militantes no distrito e deste que vos escreve fizeram um périplo de três dias pelos principais centros urbanos dos três distritos: Portalegre, Castelo Branco, Fundão, Covilhã e Guarda. Mas os concelhos mais rurais não foram esquecidos. Disso darei nota com outras imagens.</p>

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		<title>De regresso às lides</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Aug 2009 14:35:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Cerdeira Branco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[MEP]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>

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		<description><![CDATA[
Vila Real, Lamego, Castro Daire, Viseu, Covilhã, Penamacor (e Benquerença) e Castelo Branco. Última paragem em Lisboa para debelar uma bela faringite. Foi este o roteiro de férias intercalado para alguma distribuição de material de campanha.
Amanhã de regresso ao trabalho, na semana seguinte entro em estágio para a loucura de mais uma campanha eleitoral.
Para que [...]]]></description>
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<div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: right;margin-left: 0.75em;"><!-- { "url": "http://adufe.net/2009/08/de-regresso-as-lides/", "style": "big", "title": "De regresso às lides" } --></div><p>Vila Real, Lamego, Castro Daire, Viseu, Covilhã, Penamacor (e Benquerença) e Castelo Branco. Última paragem em Lisboa para debelar uma bela faringite. Foi este o roteiro de férias intercalado para alguma distribuição de material de campanha.<br />
Amanhã de regresso ao trabalho, na semana seguinte entro em estágio para a loucura de mais uma campanha eleitoral.<br />
Para que serve mesmo um pequeno grupo parlamentar na Assembleia da República? A resposta é muito simples:<br />
<object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/i4PO7w5Mauw&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/i4PO7w5Mauw&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>

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		<title>Sobre o Partido Nulo, o agendamento mediático e o jogo do galo</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Aug 2009 00:42:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Cerdeira Branco</dc:creator>
				<category><![CDATA[MEP]]></category>
		<category><![CDATA[Media]]></category>
		<category><![CDATA[Mimos]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[
Imperdível, a ler: O interesse editorial pelo jogo do galo 

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<div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: right;margin-left: 0.75em;"><!-- { "url": "http://adufe.net/2009/08/sobre-o-partido-nulo-o-agendamento-mediatico-e-o-jogo-do-galo/", "style": "big", "title": "Sobre o Partido Nulo, o agendamento mediático e o jogo do galo" } --></div><p>Imperdível, a ler: <strong><a href="http://bit.ly/101pWJ">O interesse editorial pelo jogo do galo</a></strong> </p>

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		<title>Há um ano nascia o MEP</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Jul 2009 00:11:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Cerdeira Branco</dc:creator>
				<category><![CDATA[MEP]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[
Há exactamente um ano o Tribunal Constitucional reconhecia formalmente o Movimento Esperança Portugal como 16º partido da III República. Hoje, celebramos a data com a apresentação pública do programa eleitoral para as Eleições Legislativas e apresentaremos também a lista de candidatos pelo círculo de Lisboa. Convocámos amigos, simpatizantes, jornalistas e faremos a transmissão via web [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: right;margin-left: 0.75em;"><!-- { "url": "http://adufe.net/2009/07/ha-um-ano-nascia-o-mep/", "style": "big", "title": "Há um ano nascia o MEP" } --></div><p>Há exactamente um ano o Tribunal Constitucional reconhecia formalmente o Movimento Esperança Portugal como 16º partido da III República. Hoje, celebramos a data com a apresentação pública do programa eleitoral para as Eleições Legislativas e apresentaremos também a lista de candidatos pelo círculo de Lisboa. Convocámos amigos, simpatizantes, jornalistas e faremos a transmissão via web TV do evento. A quem interesse: a partir das 17h15m em <a href="http://mep.pt"><strong>http://mep.pt</strong></a><br />
E a prova rumo às eleições de 27 de Setembro começa!</p>
<p>P.S.: O MEP apresentará candidatos a todos os círculos eleitorais.</p>

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		<title>Como votar útil se só nos dão a conhecer os mesmos de sempre?</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Jul 2009 22:28:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Cerdeira Branco</dc:creator>
				<category><![CDATA[MEP]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[
A RTP assumiu hoje que vai ouvir duas vezes cada um dos lideres dos 5 grupos com assento no Parlamento até à campanha e em jeito de campanha, em entrevista.
Para a RTP os partidos levam os votos no bolso de eleição em eleição. Igualdade de tratamento entre partidos? Nem na TV pública. Este não é [...]]]></description>
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<div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: right;margin-left: 0.75em;"><!-- { "url": "http://adufe.net/2009/07/como-votar-util-se-so-nos-dao-a-conhecer-os-mesmos-de-sempre/", "style": "big", "title": "Como votar útil se só nos dão a conhecer os mesmos de sempre?" } --></div><p>A RTP assumiu hoje que vai ouvir duas vezes cada um dos lideres dos 5 grupos com assento no Parlamento até à campanha e em jeito de campanha, em entrevista.<br />
Para a RTP os partidos levam os votos no bolso de eleição em eleição. Igualdade de tratamento entre partidos? Nem na TV pública. Este não é um parâmetro de medida da saúda da nossa democracia?<br />
Assine a petição <a href="http://www.peticao.com.pt/igualdade-entre-partidos"><strong>Igualdade de Oportunidades para os Partidos Políticos</strong></a>.</p>

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		<title>Directamente dos arquivos: ansiando por novas forças políticas</title>
		<link>http://adufe.net/2009/07/directamente-dos-arquivos-ansiando-por-novas-forcas-politicas/</link>
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		<pubDate>Thu, 16 Jul 2009 14:07:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Cerdeira Branco</dc:creator>
				<category><![CDATA[MEP]]></category>
		<category><![CDATA[Media]]></category>

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		<description><![CDATA[
&#8221; (&#8230;) De certa forma faltam-nos partidos como os liberais alemães ou a UDF francesa, partidos de quadros, que não necessitam de prometer o céu porque não procuram maiorias absolutas, mas instrumentais quando é necessário falar verdade aos eleitores e prepará-los para reformas difíceis. O caso dos liberais alemães será mesmo o mais sintomático, pois [...]]]></description>
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<div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: right;margin-left: 0.75em;"><!-- { "url": "http://adufe.net/2009/07/directamente-dos-arquivos-ansiando-por-novas-forcas-politicas/", "style": "big", "title": "Directamente dos arquivos: ansiando por novas forças políticas" } --></div><blockquote><p>&#8221; (&#8230;) De certa forma faltam-nos partidos como os liberais alemães ou a UDF francesa, partidos de quadros, que não necessitam de prometer o céu porque não procuram maiorias absolutas, mas instrumentais quando é necessário falar verdade aos eleitores e prepará-los para reformas difíceis. O caso dos liberais alemães será mesmo o mais sintomático, pois esse partido, hoje com os conservadores, governou muitos anos com os sociais-democratas.</p>
<p>Claro que não se inventam partidos, mas a verdade é que, depois do que foi o PS de Ferro Rodrigues e olhando para o actual PSD, talvez se encontre espaço para uma representação política de centro radical e reformista, mais imune aos diferentes “interesses instalados” e mais livre das lógicas aparelhísticas das grandes forças políticas. (&#8230;)&#8221;</p></blockquote>
<p><a href="http://adufe.net/2004/10/sai-um-convite-para-o-jose-manuel-fernandes/"><strong>José Manuel Fernandes, Editorial do Público de 11 de Outubro de 2004</strong></a></p>
<p>Quatro anos passaram e o texto continua actual com uma diferença, é que agora temos de facto um novo partido ao centro: o <a href="http://mep.pt">Movimento Esperança Portugal</a>.</p>

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		<title>Memória de uma campanha eleitoral II</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Jul 2009 19:54:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Cerdeira Branco</dc:creator>
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Onde está o Andante?*

Joaquim Pedro Cardoso da Costa (cabeça-de-lista pelo MEP às Legislativas no Porto) e Laurinda Alves cabeça-de-lista às Europeias. Em Maio no Porto.
* Parece que Andante é o nome do bilhete mas ficava bem como nome próprio do Metro do Porto.

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<div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: right;margin-left: 0.75em;"><!-- { "url": "http://adufe.net/2009/07/memoria-de-uma-campanha-eleitoral-ii/", "style": "big", "title": "Memória de uma campanha eleitoral II" } --></div><p>Onde está o Andante?*<br />
<center><img src="http://adufe.net/wp-content/uploads/quimpe.jpg" alt="quimpe" title="quimpe" width="400" height="300" class="aligncenter size-full wp-image-6167" /></center><br />
Joaquim Pedro Cardoso da Costa (cabeça-de-lista pelo MEP às Legislativas no Porto) e Laurinda Alves cabeça-de-lista às Europeias. Em Maio no Porto.<br />
* Parece que Andante é o nome do bilhete mas ficava bem como nome próprio do Metro do Porto.</p>

]]></content:encoded>
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		<title>O que é o IRS per capita corrigido?</title>
		<link>http://adufe.net/2009/07/o-que-e-o-irs-per-capita-corrigido/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Jul 2009 14:58:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rui Cerdeira Branco</dc:creator>
				<category><![CDATA[MEP]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[
No mesmo dia em que ficámos a saber que fulano de tal não conseguiu a desejada coligação com sicrano e beltrano (há um não sei quê de contratações de pré-época nestas notícias políticas), o MEP avançou com mais um fascículo do seu programa eleitoral, o segundo de quatro para ser mais preciso.
Se uma nova agenda [...]]]></description>
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<div class="topsy_widget_data topsy_theme_blue" style="float: right;margin-left: 0.75em;"><!-- { "url": "http://adufe.net/2009/07/o-que-e-o-irs-per-capita-corrigido/", "style": "big", "title": "O que é o IRS per capita corrigido?" } --></div><p><a href="http://mep.pt"></a><a rel="attachment wp-att-8023" href="http://adufe.net/?attachment_id=8023"><img class="alignleft size-full wp-image-8023" src="http://eleicoes2009.info/ficheiros/banner_programa02.jpg" alt="banner_programa02" width="399" height="100" /></a>No mesmo dia em que ficámos a saber que fulano de tal não conseguiu a desejada coligação com sicrano e beltrano (há um não sei quê de contratações de pré-época nestas notícias políticas), o MEP avançou com mais um fascículo do seu programa eleitoral, o segundo de quatro para ser mais preciso.<br />
Se uma nova agenda social foi a sua primeira prioridade, hoje anuncia um conjunto de <strong><a href="http://mep.pt/">medidas vocacionados para a família</a></strong>.<br />
Para quem se questionava sobre qual era a matriz ideológica do MEP e não se satisfazia com os princípios fundadores anunciados, talvez a tarefa vá ficando mais clara.<br />
Contudo, recomendo ilações definitivas apenas no final da colecção de fascículos, lá para 23 de Julho, data do primeiro aniversário deste movimento que quer com algum indisfarçavel atrevimento, ajudar a construir Portugal.</p>
<p>* Mais detalhes sobre a proposta relativa ao IRS per capita corrigido e muitas outras no <a href="http://mep.pt/">local de costume </a> <img src='http://adufe.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>

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