Archive for the ‘Gastronomia’
Novembro 22, 2003
By: Rui Cerdeira Branco
Category: Gastronomia
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Hamburgers caseirinhos com fatia de queijo flamengo e ovo a cavalo. A acompanhar com uma bela salada mediterrânica, um naco de pão de mafra e um copito de tintol alentejano.
Já vos disse que fui três vezes na vida ao MacDonalds comer hamburgers e que em duas delas apanhei uma intoxicação alimentar? É preciso ter sorte, não é? Aconteceu na Avenida da República, já agora… Mas por mais que eles tenham tentado nunca deixarei de gostar de um belo hamburger.
Bom apetite!
Novembro 11, 2003
By: Rui Cerdeira Branco
Category: Gastronomia
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Imagem retirada daqui (At-Tambur) e descoberta via Flores do Campo.
Novembro 09, 2003
By: Rui Cerdeira Branco
Category: Gastronomia
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Lei de Murphy:
Quando acabamos de desfazer uma malagueta entre o polegar e o indicador para temperar a galinha do campo somos imediatamente assaltados por uma súbita e incontrolável tentação em coçar uma comichão surgida naquele pequeno pedaço de nada que fica entre o lábio superior e o nariz.
(O reverso é que, dizem, provoca beijos picantes…)
Outubro 18, 2003
By: Rui Cerdeira Branco
Category: Gastronomia, Portugal, Sociedade
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Começou por estes dias a Feira das Mercês que se realiza entre as freguesias de Algueirão-Mem Martins e Rio de Mouro, perto da Tapada das Mercês.
É uma feira antiga, tipicamente saloia que se realiza numa quinta que pertenceu em tempos ao Marquês de Pombal (foi o que me venderam) e que integra também uma festa religiosa. É frequente haver exibições da cultura saloia através de danças folclóricas e artesanato.
Vende-se por lá todo o tipo de quinquilharia, de roupas e o tradicional trio algodão doce, farturas e pipocas.
Há carrinho de choque, carroceis, montanhas russas… E deve haver também muita lama com esta chuva toda. Mas tem para compensar boas botas à venda do melhor fabrico nacional e internacional assim como as mais diversas variedades de guarda-chuvas chineses. Raros e teimosos ainda encontra um belo exemplar do robusto guarda-chuva português.
E depois para aquecer há a água pé, o vinho novo e uns tremoços.
O ex-libris (digo eu) é a gastronomia e são os frutos e legumes secos.
Na gastronomia destaca-se o saboroso Leitão de Negrais e as famosas febras de porco à moda das Mercês disponíveis nas inúmeras tasquinhas da feira.
Quanto aos secos, a feira costuma ter uma boa selecção dos primeiros frutos da época: figos, noz, castanhas bem como de feijões, grão… Regatear e confrontar vendedores é a palavra de ordem.
Mais popular é difícil. A 16 quilómetros de Lisboa até ao final de Outubro.
Destaque do Dia do Adufe: a entrada Manifesto.
Outubro 17, 2003
By: Rui Cerdeira Branco
Category: Gastronomia
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Aprovou! Por isso segue receita.
Partindo do princípio que quem me lê é ligeiramente azelha como eu (por outras: desculpem os excesso descritivos e até mesmo pictóricos) cá vai:
(more…)
Outubro 17, 2003
By: Rui Cerdeira Branco
Category: Gastronomia
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Como já devem ter reparado esta ferramenta de edição facilmente permite catalogar cada texto numa categoria (ou em várias). Ora eu tenho espreitado as estatísticas detalhadas deste blog e reparo que Gastronomia é de longe - 200 visitas para 100 do tema política, em 2º lugar - a categoria mais visitada. Isto apesar de apenas oito (8) dos mais de 500 textos já editados estarem incluindos nesse tema.
Será que anda por aí uma cambada de gulosos? Sim, porque só por lá pus receitas de gulodices!
Acho que vou ceder às massas (degradando-me, portanto, segundo os critérios do Crítico seguidor do inventor da distribuição Normal (Gauss) ) e vou juntar o útil ao agradável: experimentação culinária com relato no blog.
Hoje as vítimas serão uns pequenos Robalhinhos que tentarei fritar. Uma estreia absoluta. Se as coisas não correrem bem, reservo-me o direito de não regressar a este assunto.
Outubro 13, 2003
By: Rui Cerdeira Branco
Category: Gastronomia
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Pronto, vou ter de deixar de ouvir a Voz do Deserto?… O responsável pela voz, o Tiago, escreve hoje:
Opção pessoal
Na vida decidi afastar-me de três tipos de pessoas: das que esperam pelo tempo apropriado, das que dizem “esforço hercúleo” e das apreciadoras de gastronomia.
Não percebo as razões para ostracizar os apreciadores de gastronomia, é uma opção pessoal, bem vejo, mas lamento qualquer um que afaste esse “tipo” de pessoas. Genericamente, gosto muito que gostem de mim. Enfim, fraquezas. Agora afastarem-se por “gostar de gastronomia?” essa é nova. Mas porque teu Deus, porquê?
Outubro 11, 2003
By: Rui Cerdeira Branco
Category: Gastronomia
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Está na hora:
Um chá de cidreira em família com o mais indelicado dos acompanhamentos:
FARTURAS!!!!!
Outubro 11, 2003
By: Rui Cerdeira Branco
Category: Gastronomia
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Ingredientes:
Açucar
Tomate bem carnudo maduro
Pau de canela (facultativo)
Proporções recomendadas:
Quase duas partes de açucar para uma de tomate.
Modo de preparação:
Lavar e pelar os tomates.
De seguida, abri-los para retirar as sementes e espreme-los ligeiramente por forma a reduzir a calda que se formará aquando da cozedura.
Feito isto, cortar os tomates muito fininhos colocando-os ao lume num tacho largo e fundo juntamente com o açucar.
Deixar a cozer aproximadamente duas horas.
Conforme o gosto, em termos de textura, poderá passar o preparado final pela varinha mágica.
Acondicionar em frascos de compota. Guardar em local fresco e seco, longe da luz solar.
Com este tempo de cozedura, a proporção indicada de açucar / tomate e seguindo os cuidados de acondicionamento, o doce de tomate poderá conservar-se por longos meses.
Bom apetite!!!
Outubro 07, 2003
By: Rui Cerdeira Branco
Category: Gastronomia
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Para genuína inspiração é espreitar a série de textos do Ânimo. Há lá de tudo, marmelada, geléia, vinho novo, saudade…
Outubro 06, 2003
By: Rui Cerdeira Branco
Category: Gastronomia
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O Terras do Nunca sublinha que faz parte da comunidade dos amantes de marmelada. Era de facto uma das referências que trazia na memória sem identificar o dono quando falei de Marmelada e geléia uns posts abaixo :)
Outubro 06, 2003
By: Rui Cerdeira Branco
Category: Gastronomia
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LT pergunta no comentário à entrada anterior se alguém se lembra da geléia. Então não lembra. Aqui não tanto pelas avós…
A geléia acaba por ser mais trabalhosa de fazer que a marmelada…
Quando se está a preparar a marmelada podemos reservar os caroços e as cascas e alguma da água que se criar da cozedura dos marmelos. Leva-se ao lume a preparar a calda. Ao fim de alguma fervura esta tem de ser coada até ficar límpida sem vestígios de caroços, pevides, cascas…
Depois é só juntar açúcar a gosto (quase o dobro da quantidade da calda costuma ser um bom conselho) e deixar ferver até que um pinguito do preparado forme uma gota consistente quando se deita da panela para o prato. A pectina em que os marmelos são ricos garante uma bela geléia, tanto mais escura e espessa quanto mais cozedura levar. Cozinheiros mais distraidos que não souberem o ponto certo em que desligar o lume correm o risco de ficar com goma de geléia de marmelo em vez de uma pasta cremosa para barrar no pão. O que também é uma experiência curiosa e gulosa garanto-vos.
Vai uma trinca para o pequeno almoço?
Outubro 06, 2003
By: Rui Cerdeira Branco
Category: Gastronomia
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Não tenho anotado mas desde que entrou o Outono, desde que o verde passou a amarelo, têm-se revelado vários fãs de marmelada nesta esfera. Já dava para marcar um encontro dos bloggers amantes da marmelada. Cada um de nós levava uma tigelinha. Eu ofereço-me para levar o pão de Mafra, que tal? :)
Lembro-me de uma fã aqui e agora surge outra aqui, mas houve outros…
A marmelada de marmelo faz-me lembrar a minha infância. Lembro-me das minhas avós, fazerem dois tipos de marmelada, muito diferentes. Uma cozinhava uma marmelada “branca” que exigia cozedura de marmelos enquanto à parte se levava o açúcar a um certo ponto. Só então se fazia a mistura. A outra alinhava pela receita que suponho mais em voga por estes dias. Descasca, descaroça, corta em bocados, tanto de marmelo, tanto de açúcar, pauzinho de canela e vai de ferver. No fim desfaz com passe-vite, agora varinha mágica.
É engraçado que havia um ritual comum às duas cozinheiras. Quando a marmelada já tinha solidificado nas tigelas, estas eram humedecidas com um pedaço de linho embebido em aguardente. Será que alguém ainda pincela a marmelada com aguardente?
Outubro 04, 2003
By: Rui Cerdeira Branco
Category: Gastronomia, Portugal
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Não tenho a receita mas sei onde ir comprar :)
Vai uma queijada?
