Archive for the ‘Pessoal’
Julho 24, 2006
By: Rui Cerdeira Branco
Category: Pessoal, Política
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Estando de fora - e nós temos estado quase sempre de fora - há um bom pedaço de ingenuidade que permanece, que, só se deixarmos, perderemos, por camadas.
O que pode um ignorante, um ingénuo, sem sangrar, perante quem tem sempre outra ameaça e outro ódio escondido por detrás do seu olhar?
Julho 20, 2006
By: Rui Cerdeira Branco
Category: Gastronomia, Mimos, Pessoal
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Acabei de almoçar um belíssimo e suculento Bife da Vazia à Puaba.
Quem é o leitor mais perspicaz do Adufe? Em que consiste um Bife da Vazia à Puaba?
Aceitam-se respostas na caixa de comentários. Atrevam-se a descobrir…
Julho 20, 2006
By: Rui Cerdeira Branco
Category: Pessoal
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Hoje sonhei que tinha apanhado o combóio na Estação do Oriente e que tinha ido de pouca-terra até Viseu.
Julho 18, 2006
By: Rui Cerdeira Branco
Category: Pessoal
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Quinta da Regaleira (recebida por e-mail, fotografada pela gentil Cristina).
Julho 18, 2006
By: Rui Cerdeira Branco
Category: Pessoal
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O calor, as melgas, a chuva. A Trindade para este dia.
Julho 17, 2006
By: Rui Cerdeira Branco
Category: Pessoal
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Julho 10, 2006
By: Rui Cerdeira Branco
Category: Mimos, Pessoal, Política
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Compatriota!
Agora que já desceu o pano sobre mais um mundial de futebol vamos continuar a honrar a nossa pátria e a nossa bandeira. Julgo que a melhor forma de demonstrar o respeito pelo nosso símbolo mais amado será votar-lhe todo o carinho que merece. Assim, desafio-o a carinhosamente recolher a bandeira que colocou à janela para logo de seguida a pôr a lavar e, acto contínuo, enxugar. Verifique, sempre carinhosamente, se precisa de algum remendo, realizando-o se for caso disso e, de seguida, tendo presentes as instruções do material em que foi confeccionada, engome-a suavemente e guarde-a com todo o carinho numa gaveta nobre lá de casa. Não tardarão outras oportunidades para a exibir pública e orgulhosamente.
Desta vez, não faça como fez após o Euro, não deixe a sua bandeira, a nossa bandeira, a encardir-se e a esfarrapar-se sujeita aos elementos do tempo. Dê-lhe carinho, reserve-a para a sua função. Dignifique-a. Valorize o momento em que a desfraldará de novo.
Obrigado.
Julho 07, 2006
By: Rui Cerdeira Branco
Category: Lisboa, Pessoal
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Parte da cidade está cheia de tags de um tal RIP. Quando eu morrer não me importava de saber que ficava na campa uma contra-tag como a que se segue:
L.I.P.
Live In Peace
Julho 04, 2006
By: Rui Cerdeira Branco
Category: Letras e Livros, Pessoal
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Há escritores que se inspiram em notícias para escrever os seus romances, não sei se foi assim com Lídia Jorge e A Costa dos Murmúrios, mas esta notícia, "Bebida misteriosa faz 10 mortos", parece ter-se inspirado no seu romance, tragicamente.
Julho 04, 2006
By: Rui Cerdeira Branco
Category: Pessoal
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As cólicas, duas versões para a mesma história:
1ª versão: os preparados sucedâneos do leite materno não deixam de ser sucedâneos imperfeitos que produzem mais cólicas do que o leite materno, logo os bebés que mamam estão menos sujeitos a sofrer de cólicas.
2ª versão: Mamar na mãe está associado a um comportamento mais sofrego que leva à ingestão de ar por parte do bébé, ingestão essa que é mais facilmente controlada quando o bebé é alimentado pelo biberon com tetinas ergonómicas, logo os bebés que mamam estão mais sujeitos a sofrer de cólicas.
Corolário: o mesmo destino: comer, dormir e chorar, não necessariamente por esta ordem. Ah! E, inesperadamente, brincar. Eis o primeiro programa para uma existência completa, tal e qual os que se passará nas décadas seguintes.
Junho 24, 2006
By: Rui Cerdeira Branco
Category: Pessoal
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20 anos depois, já não consigo fazer o cubo mágico. Pior, não?
Junho 24, 2006
By: Rui Cerdeira Branco
Category: Pessoal, Poesia e Música
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Escrito a uma mão.
Não sei do que ela gosta mais. Se de Beethoven (piano), se da ventoinha do portátil.
Boa noite e Maxi sonhos.
Junho 23, 2006
By: Rui Cerdeira Branco
Category: Pessoal, Poesia e Música
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"Dorme, dorme meu menino
Que a mãezinha já lá vem,
Foi lavar os cueirinhos à fontinha de Belém."
(Canção de embalar popular)
Anotações:
1º Não é menino, é menina.
2º Não é a mãezinha é o pai.
3º Belém fica mais longe do que Damasco. E cueirinhos quem os tem?
Não serve. Próxima!!!
Junho 21, 2006
By: Rui Cerdeira Branco
Category: Lisboa, Pessoal
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Hoje vi o jogo no centro de saúde*. O que por lá vi dava para colorir umas páginas de um livro, uns salpicos pelo meio de uma outra história. Será que é assim, indo ver jogos de bola para o centro de Saúde, que se enchem chouriços (que por vezes são o melhor que alguns livros têm)?
Sobre a angústia do escritor enquanto jovem ignorado leia-se na primeira pessoa este relato da vizinha Dunyaze no Escrita. Começa assim:
"Mandei .. três (3) e-mails a três (3) editoras perguntando se podia enviar para apreciação o meu último livro. Neles descrevia a história e dava a ler um trecho do 1º capítulo (para terem uma ideia do tom da obra).
A semana passada. Até agora nenhuma me respondeu. Fixolas.
Epá, eu tive a cortesia de perguntar primeiro, percebem? Porque não quero estar a desperdiçar o tempo deles - nem o meu. Já para não falar do dinheiro (que é escasso e usado em comida porque, infelizmente, os escritores não vivem do ar nem da puta da Musa e têm de comer todos os dias).
Assim o que é que eu faço? Mando à mesma o manuscrito? Não mando? (…)"
* Não posso deixar de dizer que o atendimento e o serviço foram excelentes, dos administrativos à médica de família, passando pela enfermeira: a anos luz de outro que recebi numa clínica supostamente toda pipas, para as bandas de Alvalade. Serviço Público 10, Serviço Privado 0.
Junho 03, 2006
By: Rui Cerdeira Branco
Category: Pessoal
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Nos próximos tempos a Adufe andará em mudança de fraldas. O que este pobre diabo sofrerá!
Adenda [dia 5Jun2006]: Obrigado a todos pelos bons votos, pelos conselhos emprestados e especialmente por me desmascararem enquanto ser tão prosaico :-) Qual vai ser o tom deste bolgue? A metodologia será a mesma, o que equivale a dizer que não sei o que aí vem, nem estou muito preocupado. Mas duvido que feche para balanço, pode é ser interrompido para embalos de quando em quando. É irem passando por aqui… sem compromisso!