Adufe 5.0

As armas do meu adufe não têm signo nem fronteira
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As armas do meu Adufe,
não têm signo nem fronteira.

Bem-vindo ao Adufe 5.0


Archive for the ‘Media’


José Camilo Gomes Ferreira Lourenço

Que tal darem lugar aos mais novos?” Quem começa assim a sua argumentação é de facto um tipo de valor. Noutras terras e noutros tempos ouviam-se os mais velhos, dava-se-lhes até maior peso às palavras.  Até porque já tinham errado mais, já tinham ganho tempo para se humildarem, para poderem antecipar causas e consequências. Emprestar saber, perder vaidade.

Aqui menoriza-se uma pessoa à cabeça pela idade que tem. É logo o argumento decisivo. Tau! És velho, asneiraste de certeza em tantos anos. Desaparece!

É uma reação natural, típica de alguma “juventude” mal formada, arrogante até a um cúmulo difícil de imaginar. Essa, contudo, dificilmente chegará a velha, dificilmente terá lições de jeito para partilhar e, enquanto “nova”, pouco mais fará do que disparar ao lado, empolgada pelo espelho-meu.

A humildade e o que se aprende no erro e no acumular do passar dos anos e das comédias e tragédias assistidas e protagonizadas provavelmente nunca os atingirão. Serão eternamente “novos” e impolutos. Uns merdas.

Alexandra – uma das mais tocantes reportagens da história da TV em Portugal

Do sofrimento, à esperança numa vida que passa junto de mim.

Entrevista a Manuel Dias do DN Jovem – Novembro de 1996

O Manuel Dias, fundador do saudosos suplemento DN Jovem do Diário de Notícias está quase a fazer 60 anos. Recordo aqui uma entrevista que um “jornalista” sub-21 lhe fez para “O Quelhas” uma revista académica da Associação de Estudantes do ISEG/UTL vai para 16 anos. Uma extensa entrevista aliás que, fruto do entrevistado, contem reflexões muito atuais, sobre o jornalismo, as “diferenças” geracionais, entre outros. Deixo aqui (a preto e branco) cópia da dita:

E ainda:

“I’m starting to think that the Left might actually be right” – The Telegraph

Para não variar os nossos governantes actuais parecem querer implementar com afinco e considerável atraso histórico, uma política que se vai revelando um pouco por todo o mundo Ocidental, como merecedora de grande suspeição.

A ler: I’m starting to think that the Left might actually be right

” (…) And when the banks that look after our money take it away, lose it and then, because of government guarantee, are not punished themselves, something much worse happens. It turns out – as the Left always claims – that a system purporting to advance the many has been perverted in order to enrich the few. The global banking system is an adventure playground for the participants, complete with spongy, health-and-safety approved flooring so that they bounce when they fall off. The role of the rest of us is simply to pay.

This column’s mantra about the credit crunch is that Everything Is Different Now. One thing that is different is that people in general have lost faith in the free-market, Western, democratic order. They have not yet, thank God, transferred their faith, as they did in the 1930s, to totalitarianism. They merely feel gloomy and suspicious. But they ask the simple question, “What’s in it for me?”, and they do not hear a good answer.

Last week, I happened to be in America, mainly in the company of intelligent conservatives. Their critique of President Obama’s astonishing spending and record-breaking deficits seemed right. But I was struck by how the optimistic message of the Reagan era has now become a shrill one. On Fox News (another Murdoch property, and one which, while I was there, did not breathe a word of his difficulties), Republicans lined up for hours to threaten to wreck the President’s attempt to raise the debt ceiling. They seemed to take for granted the underlying robustness of their country’s economic and political arrangements. This is a mistake. The greatest capitalist country in history is now dependent on other people’s capital to survive. In such circumstances, Western democracy starts to feel like a threatened luxury. We can wave banners about “life, liberty and the pursuit of happiness”, but they tend to say, in smaller print, “Made in China”.

As for the plight of the eurozone, this could have been designed by a Left-wing propagandist as a satire of how money-power works. A single currency is created. A single bank controls it. No democratic institution with any authority watches over it, and when the zone’s borrowings run into trouble, elected governments must submit to almost any indignity rather than let bankers get hurt. What about the workers? They must lose their jobs in Porto and Piraeus and Punchestown and Poggibonsi so that bankers in Frankfurt and bureaucrats in Brussels may sleep easily in their beds.

When we look at the Arab Spring, we tend complacently to tell ourselves that the people on the streets all want the freedom we have got. Well, our situation is certainly better than theirs. But I doubt if Western leadership looks to a protester in Tahrir Square as it did to someone knocking down the Berlin Wall in 1989. We are bust – both actually and morally.

One must always pray that conservatism will be saved, as has so often been the case in the past, by the stupidity of the Left. The Left’s blind faith in the state makes its remedies worse than useless. But the first step is to realise how much ground we have lost, and that there may not be much time left to make it up.”

Wikileaks (e Openleaks), um documentário com chancela Sueca

Via Tribune chegámos ao vídeo sobre a Wikileaks que é apresentado com uma produção da TV estatal Sueca (SVT), em inglês, a ser divulgado na TV hoje mas que se encontra já disponível online.

Muito interessante. Recomendo (duração de 57 minutos com boa qualidade de vídeo).