Adufe 5.0

As armas do meu adufe não têm signo nem fronteira
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As armas do meu Adufe,
não têm signo nem fronteira.

Bem-vindo ao Adufe 5.0


Archive for the ‘Publicidade’


Praia do Meco

Praia do Meco
Como é que eu não pensei nisto?! É o que sempre dizemos quando tropeçamos no produto da criatividade dos nossos publicitários. Arrisco-me a adiantar: é dos mais belos hinos em louvor e exaltação da criatividade que mora na alma dos nossos criativos! É, de facto, um anúncio com alma!

Mas tem guardado, na mais íntima fracção (olá, Francisco!!!) da nudez da sua simplicidade, um segredo: a maior parte dos nossos problemas, ou melhor, todos os nossos problemas trazem dentro de si, qual Kinder surpresa de nós, a sua própria solução.

É só preciso um pouco mais de atenção. É por isso que este anúncio, mais do que qualquer apelo para uma rápida deslocação para a nudez de uma qualquer Meco, o que me pede é que beba mesmo à originalidade que se reclama para a resolução de muitos dos problemas do nosso quotidiano.

As soluções estão ao nosso alcance, não duvidemos. A super bock vai, seguramente, refrescar-nos o ânimo.

( Declaração de interesses: o escriba gosta da referida cerveja mas muito mais da criatividade da empresa que faz com que ela “ce veja”, perdão, se veja.)

António Colaço

Há mar e mar, há ir e voltar*

Disseram-me que este poema e as suas marcas, estão à beira de completar 40 anos. Será possível?
As referências publicitárias são dedicadas ao hmbf e ao JPT agora em novo endereço (via Ao (es)correr da pena).

Fernando Namora, Marketing

Aqui a meu lado o bom cidadão
escolheu Sagres
que é tudo tudo cerveja
a pausa que refresca
a longa pausa de um longo cigarro King Size.
atenção ao marketing.
Eu não gosto de cerveja
mas tenho de gostar que os outros gostem de cerveja
sobretudo da Sagres
para não contrariar os fabricantes de cerveja.
atenção ao marketing.

ninguém contraria os fabricantes da Opel e da Super Silver
nem os fabricantes de alcatifas para panaceias
nem as panaceias nem os códigos e os édredons macios
nem as mensagens de natal dos estadistas
nem os negociantes de armas da Suíça
nem o homem da capa negra que virou costas ao Palmolive.
Está tudo perfeito e deito-me no conforto de um Lusospuma
a ver as procissões a passar mesmo sem anjos mesmo sem anjos
que são agora selvagens e voam numa Harley.
Deito-me e obedeço aos fabricantes do Clarim
que é uma alta onda ou uma onda alta
sem esquecer as fitas do John Wayne e a chama viva do Butagás
e se calhar sentir fome terei toda a frescura serrana
numa fatia de pão.
atenção ao marketing.
Vitonizo-me desodorizo-me atravesso as ruas nas passagens de peões
louvo quem me dizem para louvar e desconfio dos negros americanos
e dos blousons noirs que não usam Lux
e não compram um frigorífico a prestações
e com o meu escudo invisível
protejo-me dos vírus subversivos
sou um bom cidadão sou um bom cidadão
obedeço ao marketing à General Motors e ao Pentágono.
Dantes tinha problemas era o odor corporal
e eu não o sabia até me higienizar seis vezes ao dia com o sabonete das estrelas
e as paradas marciais e os 5-3 do Eusébio à Coreia
e o talco Cadum que ama demoradamente roucamente tepidamente
os corpos que merecem ser amados…
Obedeço ao marketing não contrario.
Ninguém contraria os fabricantes das ideias e os fabricantes do Fula
que é o da cor do sol
ninguém pisa os riscos brancos do tráfego
nem chama os bombeiros sem concorrer ao sorteio
concorro concorro e vejo nos sinaleiros o pai natal vestido de Scotchgard
ninguém sai do emprego antes de assinar o ponto a horas fixas
e gastar o dinheiro da semana sábado à tarde
no Dardo que é tudo a prestações e é mesmo em frente da Música no Coração.
Fazendo Portugal mais alegre com o folclore da TV e a tinta Robbialac
não contrario obedeço obedeço e meto os meninos na cama
quando me dizem vamos dormir.
atenção ao marketing.
Sagres é uma boa cerveja
e eu acabarei por gostar da Sagres
como gosto do Rexina.
Sagres é a pausa que refresca e tem vitaminas
todas as bebidas da televisão têm vitaminas
mesmo as do programa literário que é detergente
e eu uso-as e sou um cidadão perfeito
e até já consigo adormecer com hipnóticos
depois de tomar o Tofa descafeinado
e no Verão visto calções de banho de fibras sintéticas
para me banhar na Torralta
cidadão perfeito perfeitamente bronzeado com o Ambre Solaire.
Também vou arear as caçarolas e os nervos e os miolos
com um pó azul de que não me lembra o nome
não me lembra mas a culpa já não é minha
porque na mesma noite
massajado com Aqua Velva
fiz a barba com Gillette e Schick e Nacet
e fui não sei aonde com a mesma lâmina
e oito dias depois (eu era actor ou toureiro?)
a lâmina ainda me escanhoou mais uma barba
antes de eu descer no aeroporto
onde me esperava um agente de marketing.
Os produtores viram-se à descida do avião
primeiro julgaram que era o filho da Sophia Loren
ou o Onassis mas era eu
e gostaram da minha barba bem feita.
(Da barba bem feita
ou do casaco Dralon que não se amarrotara
durante a viagem da Polinésia para Lisboa?)
Confesso que já não me lembra mas a culpa não é minha
pois na mesma noite
fui o homem de não sei quê que marca o rumo
por vestir regras ou camisas ou calças que não se enrugam
e fartei-me de assistir a discursos e a inaugurações
e fartei-me de comer chocolates Regina e pescada congelada
e de lavar a roupa com Ajax e com o Rino
e de me banhar com Omo ou seja uma onda de brancura
e fiz-me mecânico de automóveis
só para que o cavaleiro da armadura branca
me tocasse com a sua lança mágica
e me pusesse branco branco branco
três vezes branco como as páginas do Reader’s
de cérebro irrepreensivelmente lexivizado
pelos locutores da televisão pela oratória dos políticos
e passado a ferro com um ferro eléctrico automático
que talvez fosse — ou não? — uma enceradora Philips.
Tudo coisas admiráveis e desesperadamente necessárias
que eu devo ao marketing
e me são cozinhadas num abrir e fechar de olhos
nas panelas de pressão
de todo o bom cidadão.
E no intervalo bebi café puro o do gostinho especial
Sical Sical que é um luxo verdadeiro
por pouco dinheiro.
Vitonizado esterilizado comprando e concorrendo
esqueci-me de amar do amor das árvores e do rio
esqueci-me de mim tão entretido estava a admirar a Lisnave
esqueci-me do rio e dos barcos
e da saudade de pedra do Fernando Pessoa
e esqueci-me de sonhar que era marinheiro.
Concorra concorra foi por isso que não reparei
que uma rapariga cortou as veias
talvez fosse com uma Diplomatic
que tem o fio e o silvo de uma espada a degolar avestruzes.
No programa só havia bombeiros
nem uma rapariga a cortar as veias (não não era a Caprília)
nem o rio nem o amor nem a raiva da Venezuela.
Se mágoa sentia era a de ter esquecido
dar murros no espião da Missão Impossível
(atenção ao marketing)
e já não saí de casa para ver o rio
só pelo gosto de me aquecer com uma Ignis.
E na mesma noite noite boa noite branca
fumei Estoril Valetes Kayakes e bebi Compal
depois da Salus e da Schweppes
fumei quilómetros e quilómetros de prazer
quilómetros e mais quilómetros — há um Ford no meu futuro —
mais facturas mais fomes mais prazer
e agora já não sei qual dos cigarros com filtro
me soube melhor.
Foram todos foram todos de certeza
pois se me dizem que preciso do Omo
do Ajax do Estoril do Dralon
do esquentador e das alcatifas sem nódoas
não me preocupo não te preocupes
o Meraklon não preocupa ninguém
mando para o diabo o amor e o rio e a rapariga que cortou as veias
não me preocupo não me preocupo
digo pois pois ao Jota Pimenta e ao Escort
e hei-de virar-me do avesso para os possuir.
Os corpos que merecem ser amados merecem o talco Cadum.
Numa onda de brancura obedeço ao marketing. Sou um bom cidadão.
E na mesma noite
vi umas bombas que caíam muito ao longe
numa lonjura mais longe que a Lua
onde as pessoas podiam estar quietas a fumas Marialvas
e a lavarem-se com Rino que lava lava lava
lava três vezes mais lava ou mata que se farta
e me ajuda a ser bom cidadão.
atenção ao marketing.
Vi uns homens a inaugurarem estátuas
e vi fardas e paradas e conferências
e crianças a sorrir
para os homens sorridentes que inaguravam estátuas
e vi homens que falavam e pensavam por mim
a escolherem por mim o bom e o mau
de modo a que eu não possa ser tentado
a confundir o mau com o bom ou vice-versa ou vice-versa.
Deitado no conforto de um Lusospuma
vi os porcalhões dos hippies nas ruas de Estocolmo
bem longe nas ruas de Estocolmo
mesmo a pedirem uns safanões
dos homens que acariciam crianças
e têm todas as verdades na mão
só para que eu seja um bom cidadão.
É isto: marco o rumo. As minhas cuecas marcam o rumo.
Preciso e gosto de uma data de coisas
e só agora o sei.
Menos da Sagres. Mas acabarei por gostar.
Ninguém contraria o marketing por muito tempo.
Ninguém contraria os fabricantes de bem fazer
o bom cidadão.
E tudo graças ao marketing.

* Frase atribuída ao publicitário Alexandre O’Neil

O nome da rede de telemóveis dos CTT é:

Phonix.

Ele – Phonix?!
Ela – Yup!
Ele – ‘Dasse!

Não há má publicidade…

Interrompemos a emissão para um comunicado

TubarãoEsquilo – O primeiro ano

 

O destaque: “(…)Se comentar em público a cor das minhas cuecas dá dinheiro a outrem (a quem coloca por aí os anúncios que os vendedores de cuecas querem enfiar junto do meu post), porque não hei-de ganhar também para comprar umas cuecas novas? É esse passo que estamos a dar e outro ainda mais ousado: controlar directamente quem, como e por quanto pode e deve anunciar os seus produtos junto do que escrevo, fotografo ou filmo? (…)”

Agora que a TubarãoEsquilo completou já um ano de antiguidade é altura de fazer um balanço e apresentar alguns números.

Pegando nos últimos 10 meses, mais concretamente no ano de 2007, sublinhamos os seguintes aspectos:

– As visitas a blogues da rede aumentaram em todos os meses, excepto em Agosto, representando um ritmo de crescimento médio mensal superior a 14%;

– Desde o início do ano o número de páginas servidas (com e sem anúncios) mais do que triplicou preparando-se para ultrapassar as 650 000 com anúncios num único mês;

– As receitas por cada milhar de páginas aumentaram em 9 dos 10 meses (a excepção foi Maio) registando um crescimento de 75% desde o início do ano;

– O último mês com dados definitivos, Setembro, registou o segundo crescimento mensal de tráfego mais elevado, preparando-se para ser batido pelo mês de Outubro, segundo a estimativa feita a 24 de Outubro.

Visitas Janeiro Outubro 2007 - TE

Estes dados não estão calibrados pelas entradas de blogues que foram acontecendo ao longo do ano mas atestam o volume, a dimensão e o ganho de valor da rede.

Em suma: tráfego crescente, a aproximar-se do ritmo exponencial nos últimos meses, e a publicidade com valor/retorno crescente para idênticos lotes de exposição (milhar de visualzações) são inegáveis e um forte estímulo para o futuro.

TE - Janeiro a Outubro de 2007 - Receitas

A TubarãoEsquilo conta com mais de 30 blogues activos e continua a crescer organicamente e através de “aquisições – sempre quis escrever isto J.

Na rede convivem ambições semi-profissionalizando com desejos de sustentabilidade da despesa corrente e, fundamentalmente, com o gozo de blogar.

Blogar como sempre mas também estar atento a novas possibilidades de comunicação e de interacção sem virar as costas ao negócio de que tipicamente o blogger foi e é o último a receber retorno financeiro.

Se comentar em público a cor das minhas cuecas dá dinheiro a outrem (a quem coloca por aí os anúncios que os vendedores de cuecas querem enfiar junto do meu post), porque não hei-de ganhar também para comprar umas cuecas novas? É esse passo que estamos a dar e outro ainda mais ousado: controlar directamente quem, como e por quanto pode e deve anunciar os seus produtos junto do que escrevo, fotografo ou filmo? Reduzir a intermediação e os níveis de dependência face aos todo-poderosos colossos da publicidade e do encaminhamento de cibernautas internacionais (vulgo motores de busca) é esse passo ambicioso adicional. De caminho bloguemos, sem fundamentalismos de qualquer parte, com publicidade e sem ela.

A TubarãoEsquilo terá novos projectos, alguns de renome na blogoesfera lusa (os AspirinaB fieis à não monetização estão por aqui desde o início da semana neste projecto português) e outros se seguirão com políticas distintas, nesta rede que procura criar condições para que o blogger possa escolher como proceder em termos comerciais e até onde quer ir em termos de integração de conteúdos com a restante comunidade.

O desafio está por aí, os anunciantes lusos começam a aparecer, novas formas de publicidade e de comunicação estão a surgir literalmente em cada dia, o interesse é inegável, o caminho vai-se fazendo.

Aos leitores o nosso obrigado, aos anunciantes votos de muito sucesso conjunto connosco. Bem hajam.

O Jornal da Região, as manhas do Google, o facto de não ter cão e os Aspirinas

Anda o amigo Francisco a passar pelo trauma suburbano de não se conseguir livrar da publicidade indesejada na caixa do correio (e que maravilha ficar com restos de cola a decorar a caixa, imagino), tudo sob o patrocínio do Jornal da Região – ironia das ironias tive meia família a ir no mesmo dia buscar o nem sempre milagroso autocolante do Instituto do Consumidor e há lá por casa cromos desses a rodos para dar e oferecer – quando por aqui me decido a abordar outro tipo de correio e publicidade.

Se é bem verdade que nunca abandonei o serviço de e-mail do Yahoo (e seguramente não o farei) é também certo que me rendi às maravilhas do google, nomeadamente ao seu serviço de correio, ao motor de busca e ao serviço de publicidade – este blogue é servido pelo adsense. Não quer isto dizer que ache confortável assim que escreva a palavra "comer" num e-mail me apareçam anúncios de restaurantes ou que me recomendem o investigador Zé Gato pouco depois de ter escrito "desconfio que o Alegário Benquerença tal e tal". É uma questão não resolvida mas por enquanto convivo com ela.

Se ao nível do e-mail o google tem uma grande quota de mercado internacional, ao nível dos motores de buscas e da publicidade na net o Google é rei e senhor e com isso tem um poder que me assusta.

Tem o poder, por exemplo, de se recusar a indexar ou a mandar para as calendas da indexação alguns dos concorrentes que lhe possam fazer frente noutras áreas de negócios como sejam a publicidade. Há poucos dias instalei no Adufe um serviço de publicidade (que ainda está em testes) que concorre directamente com os anúncios do Google-Adsense, chama-se Widget Bucks e remunera por cada clique que alguém faça num anúncio sendo essa remuneração variável e podendo ir de míseros cêntimos de dólar a um dolar inteiro ou pouco mais. Em tudo idêntico ao adsense. Acresce ainda outra semelhança: os anúcios podem ser ajustados ao conteúdo por parte do editor da página onde se colocam os anúncios ou pode deixar-se ao critério do robot do Widget = adsense.

Fazendo uma busca no google, o widget bucks aparece inúmeras vezes referido, mas sempre por vias como esta: num artigo alheio. Descobrir a morada do dito cujo é que é complicado. Fiz-me afiliado e para já acho piada ao serviço. É ainda cedo para perceber se compensa financeiramente ou se é do agrado dos leitores mas por aqui há sempre uma simpatia especial anti-monopolista.

No entretanto, os publicitários e anunciantes nacionais continuam a dormir e a seguir o caminho fácil de entregar ao google quase tudo o que é anúncios. Já experimentaram pedir um orçamento, aqui, na Rede TubarãoEsquilo? Até lá, vamos fazendo pela vida para pagar servidores, manutenção, contas da electricidade e largura de banda. E pelo caminho vamos até tomando umas Aspirinas B (Bem vindos!).

Publicidade interactiva: Ao vivo é (mesmo) outra coisa

Já tinha visto na TV, de manhã tinha lido na Meios & Publicidade,

"(…) A Draft FCB criou e a Garage produziu o filme interactivo que a partir de hoje está disponível, exclusivamente, no site do Sporting (www.sporting.pt). O objectivo é promover a Gamebox para a época 2007/08. "O filme tem a particularidade de interagir com a pessoa que está a visioná-lo", disse ao M&P Miguel Varela, da Garage.No filme vê-se a equipa toda junto com o treinador Paulo Bento. Depois aparece o Paulinho (Paulo Gama, o técnico de equipamento) que vai conferir as bancadas. Quando volta diz ao treinador que falta um. E é neste momento que entra a interactividade já que o nome que aparece no bloco é o da pessoa que está a navegar no site, que introduzira previamente o nome e o telefone. No momento seguinte o telefone do internauta toca e este ouve a voz do treinador. Segue-se uma imagem do treinador a dizer "Já falei com ele". (…)"

há pouco vi ao vivo e a cores a funcionar e tinha também espreitado o insuspeito elogio do benfas Miguel Marujo.

Ó Miguel, para o ano o Benfica fará algo parecido e veremos na imprensa loas à originalidade publicitária das águias. Vai uma aposta? 😉

Zonas livre de publicidade ('pub-free')

Eis uma "modesta proposta" absolutamente imperdível que nos é oferecida n'O Céu sobre Lisboa.

Um excerto (notem que há duas modestas propostas neste post, a clássica de Swift, e esta outra que se segue):

"Em Lisboa, a moda de cobrir integralmente os veículos de transportes públicos com publicidade, incluindo as janelas, começou pelos eléctricos da Carris, depois passou aos autocarros e aos comboios suburbanos. É verdade que se pode sempre optar por ir de táxi ou de carro, ou mesmo a pé. E também é verdade que o objectivo dos tansportes públicos é transportar pessoas, e não pô-las a ver a paisagem.

As janelas serão até, talvez, um luxo desnecessário. E, como se sabe, os transportes públicos são altamente deficitários e financiados pelo estado. Assim, privar-se de ver a rua durante alguns minutos, viajando em veículos sem janelas, poderá ser uma maneira de os esbanjadores de dinheiro público que os utilizam darem mais uma pequena contribuição, libertando o maior espaço possível para publicidade, tanto dentro como fora do veículo. (…)"

Vale a pena ler tudinho

Lar doce lar

Estão oficialmente decretadas tréguas com o google – é espreitar o google ads ali ao lado. São assim retomados os testes com publicidade, agora em moldes um pouco distintos. Como a união faz a força juntei-me a uma nova espécie muito curiosa, (seguindo os passos do Economia e Finanças ainda que esse surgisse de raiz dentro da rede e com outra filosofia de edição), refiro-me a um tal de Tubarão Esquilo (ver rodapé do blogue), uma rede de blogues que dá os primeiros passos.

Com a coisa mais solidificada haverá mais detalhes, para já… testing, testing…one, two, three.

Blogsvertise sucks! ReviewMe rules?

Pois é. Termina aqui o período experimental para o teste ao serviço de publicidade do blogsvertise – remember this?

Pois fiquem sabendo que me pediram duas tarefas publicitárias. Como ponto prévio devo acrescentar que o pagamento acordado era de $10 por tarefa concluída. Basicamente tinha de escrever o que me apetecesse sobre produto ou serviço por eles indicado com a única exigência de que teria de fazer um mínimo de três ligações ao site do patrocinador. O que aconteceu? Ontem recebi como pagamento…. $5!

Das duas tarefas uma (pedida por e-mail) nunca entrou na minha conta pessoal e a outra foi paga por apenas 5 dólares porque lhes apeteceu. Qualquer tentativa de contacto com os serviços se revelou na prática infrutífera. A única vez em que recebi troco foi para reconhecerem que se enganaram, para me informarem que me iriam pagar o devido e para no fim… receber metade do combinado. Conselho final: esqueçam o Blogsvertise (here goes a free link guys!).

Entretanto apresento-vos a nova experiência publicitária aqui no adufe (ou melhor, em testes na velha casa). Aparentemente a origem do serviço oferece mais garantias. 

Advertising experience

O blogger conta ser pago pelo conteúdo deste post / This post is due to be payed by it’s sponsor

Este post será escrito em Inglês por capricho do autor. Qualquer futuro post patrocinado no âmbito desta iniciativa surgirá em Português.

Here goes some English for a change. This weblog is officially entering an advertising experience. I’ve been conducting some of this experiences in Adufe 3.0 as some of you probably now – by the way, the last one (blogsvertise) didn’t go very well as I will describe with some detail in a couple of days in Adufe 3.0.

But what brings me here his somewhat of a proxy of the last experience with the difference that it was presented to me by a somewhat more reliable source: Text Link Ads. And this is the only reason I’ll try again more or less the same concept: review some product in the weblog.

In this case things are not yet very explicit. For example, for the time being no one demands a minimum number of links neither demand a good review but this is just the beginning some caution is in order. ReviewMe is trying to catch your attention with a special offer in which they will pay an accumulated sum of $25.000 to the publishers that review their offer. For example this review is due to have a payout of $50 (the amount depends of a pre-evaluation of the weblog ranking in the net and I guess $50 is not so bad – Adufe 3.0 would pay only $20).

In the "Why?" Section of ReviewMe you will find their “problem solving solutions”. As some one already noticed before, this kind of advertising is going to change publicity in the net itself and probably after an adaptation period the effectiveness of this kind of adverting will decline but in benefit of what, I ask? This is plain and simple publicity, previously referenced in the beginning of the post and you are only reading because you want to. Will this kind of publicity in a lower effectiveness future be treated for instance has hidden pay-per-post schemes?

Let’s find out by giving Review.me and the like services a chance. I’m sick and tired of the almost monopolistic (and blogger blind) offer by google adsense for example. Naturally I will give you the follow up on this experience one month from now – when the payment is due.

To end with I leave here the FAQ that you can find in ReviewMe site. Very interesting don’t you think so?

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