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Pessoal

Basta o amor; o resto define-se a partir daí.

O momento alto do meu dia foi num velório. E não o digo sarcasticamente, foi mesmo. Que as piores razões nos revelem o que temos de melhor.
Não há justiça divina? Sinceramente interessa-me pouco. Que há justos e injustos, não tenho dúvida. E na minha grelha de navegação nem é preciso um padre maior ou uma promessa de eternidade para que haja lei. Basta o amor. O resto arranja-se, define-se, construindo a partir daí.

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Política

O que vale um líder?

Seguro foi, objetivamente, um líder medíocre. Esforçado, dedicado mas insuficiente em vários parâmetros que poderemos discutir se para alguém, passados estes três anos, ainda não forem evidentes. Muitos, uma clara maioria de militantes do PS, atrevo-me a dizer, perceberam isso. Um deles teve a ambição e coragem para se chegar à frente a apresentar-se dizendo: “Eu consigo fazer melhor e creio que é a vontade maioritária do partido que me seja dada a oportunidade de o demonstrar o quanto antes. Eu tenho melhores hipóteses e condições de ser primeiro-ministro.”  Não tendo sido um tontinho isolado, mas antes um protagonista de uma maioria de vontades, foi imediatamente apoiado e está a sê-lo por todo o país. Só não vê quem não quer ver. E esta é uma mensagem política poderosa.
O que um líder não medíocre e convicto da sua certeza teria feito de imediato era aceitar a clarificação democrática. Como aliás creio sempre ter sido feito na história do PS. E isto é o fundamental que está em causa. Qual é o melhor líder para o PS e qual o melhor líder que o PS tem para apresentar ao país.
Ignorar esta realidade política incontornável, enterrá-la por baixo de manigâncias e conversões a reformas contra as quais se definiu a própria direção atual do PS quando foi eleita, desvalorizar esta realidade enquanto aspeto crítico num partido que quer protagonizar a governação do país  é um absurdo político que não consigo entender. É, ironicamente, a prova definitiva de que António José Seguro não tinha, nem tem as melhores condições para continuar a ser SG do PS e muito menos para vir a ser primeiro-ministro do país. Esta é uma razão necessária e suficiente para se mudar de liderança. Política simples e cristalina.

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Partido Socialista Política

Princípios Gerais das Eleições Primárias no PS

Veja aqui os Princípios Gerais das Primárias  no PS.

O fundamental está ainda por definr e convem que o seja feito com o máximo de competência e visibilidade. O regulamento eleitoral e a sua implementação será crítico para evitar confusões enormes mais adiante.

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Política

Seguro: um Renzi Serôdio?

“(…) Seguro pode ainda tentar emular Matteo Renzi.”
João Cardoso Rosas em Questões Pessoais no Diário Económico

António Costa liberta o Renzi que há em Seguro, acabei de ler no artigo de João Cardoso Rosas no Diário Económico. Um Renzi tolhido por gente má como as cobras, sabotadores por todo o lado, durante 3 anos, mas agora é que é. Graças a Costa, tudo irá mudar…

Quando se transforma uma contrariedade, alguém que diverge, que se nos opõe na arena política interna, a própria governação anterior, do mesmo partido, na personificação de todo o mal e a fonte de todos os nossos problemas só há uma coisa a fazer: consultar ajuda especializada que nenhuma contra-argumentação política poderá valer.

Nada disto é novo nas batalhas políticas – a divergência, o antigo com o novo poder, o seu conflito e mediação, o que estava e o que quer estar… O que é novo é esta interpretação completamente unidirecional. Não valeria a pena tentar de facto mudar os termos (durante estes três anos)? Quem teria o poder de ditar essa agenda de reflexão interna? Mas para quê encetar uma discussão sobre o passado, digeri-lo e recicla-lo quando pudemos simplesmente chamar ao outro sabotador?

Houve uns arremedos de generosidade pelo meio, mas onde vi falha no momento seguinte não foi em quem é agora diabolizado. Ficamos contentes connosco, arranjamos um inimigo comum para unir as tropas e… perdemos qualquer hipótese de conseguir ter um partido competente para governar. Este é talvez o maior de todos os problemas, uma permanente perceção de ameaça de um inimigo que nunca se quis enfrentar evitando assim o próprio conflito com eventuais fragilidades do nosso pensamento, da nossa narrativa e das nossas capacidades.

Continuo a achar que, do que vejo, o PS só consegue (e consegue) ser um grande partido, com os recursos necessários para a tarefa que se avizinha, caso venha a ser governo, se os melhores de todas as fações conseguirem encontrar um termo de entendimento e colaboração. Não há assim tanta gente boa e boa gente na vida política com dedicação e competência para fazer bons governos… É um facto. Com Costa no poder será também assim, a tropa não será suficiente ainda que me pareça bem mais próxima do ideal, mas com a solução atual presa numa visão a roçar a paranoia, a autoindulgência e autocomiseração não vejo como. Que se mude e depressa para se voltar a tentar começar a conversar. Com outra liderança, naturalmente. Isto não vai lá com Renzis serôdios.

 

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Política

Mesmo no mais luxuoso hotel há quem tenha de limpar a latrina

Estes episódios de luta nos partido interessam pouco à maioria dos meus amigos, bem sei. Mas não se iludam, é nestes momentos que começa a avaliação e a definição do poder que a democracia delega. Foi também para estar melhor informado e para poder contribuir com os meus cinco tostões nestes momentos tão desprezados mas críticos na vida do país que me fiz militante.
É isso que tenho feito nestes dias, com um conhecimento de causa que se tivesse passado os últimos quase dois anos sem participar ativamente como simpatizante e militante dificilmente teria.
Todos teremos opinião mas a informação é crítica para formar uma boa opinião e nestes casos particulares ser-se militante/simpatizante ativo ou mero espetador de sofá não é a mesma coisa. Pelo que se sabe e pelo poder que se tem para influenciar o desfecho.
Tudo isto é política e é fundamental à democracia. Apesar de por vezes haver excesso de humanidade pelo meio.

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Política Portugal

De como reduzir o número de deputados pode ser uma grande asneira

Propor mexer no número de deputados logo após as eleições em que os partidos do bloco central tiveram das mais baixas votações de sempre e admitindo como hipótese que os 180 deputados remanescentes sejam eleitos em circulos uninominais (onde só os votos do partido mais votado serão considerados) é uma opção justamente criticável por quem vê nisto uma tentativa de passar a ganhar na secretaria afastando o voto real cada vez mais da percentagem de deputados eleitos por partido.
Onde está aqui a enorme preocupação de aproximação aos eleitores?

Com a ameaça de surgirem novos partidos, reduzir o parlamento em 50 deputados e introduzir formas adicionais de distorção de proporcionalidade é, objetivamente, uma chapelada.

Há muitas formas de reduzir o número de deputados e ainda assim manter ou mesmo reforçar a proporcionalidade a nível nacional. A nível regional é que tenho mais dificuldades em defender a minha proposta de redução, mas talvez com 201 deputados se encontrasse uma solução equilibrada. Agora não é sequer essa hipótese que está em cima da mesa com mais uma proposta feita esta semana pelo PS.

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Partido Socialista Política Portugal

A pressa revisitada e mais

I
E que tal as primárias Rui? Tu até és fã?

Dava jeito, logo para começar, que em Portugal a figura de candidato a Primeiro Ministro tivesse algum reconhecimento eleitoral de facto e constitucional (já agora). Imaginem que o candidato entretanto eleito PM morre, como se resolve? Espera-se pelas primárias dentro do partido mais votado? E vota-se de novo em eleições gerais?
O que me parece é que isto foi tudo feito em cima do joelho, colado com cuspo e usado instrumentalmente no meio de uma crise.
Tudo bom para correr mal e destruir o potencial de uma boa ideia.
Uma enorme falta de tino aliada a um aguçado sentido de autopreservação não costuma dar bom resultado.
O dia seguinte será ainda mais difícil.

II
Acabei de ver a entrevista (de A.J. Seguro a Judite de Sousa).

Seguro é muitas vezes melhor, mais aguerrido, mais cheio de genica, um verdadeiro gineto, a batalhar contra adversários internos do PS do que a zurzir contra o governo. Ai lembra-se de colocar como compromisso para um novo contrato de confiança coisas como “permanecer na NATO”.
Mas não há impasse nenhum, em setembro, outubro, novembro ou dezembro faremos história com eleições primárias.
Até lá está tudo resolvido porque tudo isto se resume à ambição de uma pessoa (estou a citar).
Ora essa pessoa só pode ser… Eu. Só posso ser eu que neste momento quero ver outra direção no meu partido e um candidato minimamente competente para ser primeiro-ministro. Se mais alguém pensar assim temos um sarilho, avisem o SG que afinal havia outro e mais outro e mais outro…
Quem fala assim para e sobre os militantes do seu partido merece que nível de respeito dos próprios?
O descontrolo é total. Agora imaginem que tinhamos esta direção a comandar o governo do país. Imaginem uma situação de crise. Imaginem verdadeiras adversidades.

III
“Qual é a pressa?”
Terça-feira (?) resolveu juntar-se às primárias depois de há um ano ter desprezado o desafio de as discutir em congresso e de ter desvalorizado algum do trabalho que o próprio lipp vinha fazendo. Da direção disseram raios e coriscos remeteram para uma ponderada reflexão a fazer mais tarde. Aparentemente esse tempo chegou agora cheio de urgência mas sem abranger o cargo de SG, apenas o de candidato a PM. Agora far-se-á (numa semana?) o estudo comparado e depois se verá como definir simpatizantes como reorganizar os procedimentos a nível nacional como definir os prazos para inscrições. Estamos portanto a começar, apesar de haver propostas internas com mais de ano e meio que poderiam hoje – se tivessem sido levadas a sério – permitir um processo ágil. Assim não sendo o que o SG propõem é enviar o PS para meses de pântano, recusando a cada frase que o seu cargo esteja na berlinda.

Agora é só modernidade. Ideias próprias (!). Habituemo-nos.

O que sobrará do PS se dermos corda a tanta esperteza saloia? E do país se tivermos mais um PM com esta escola?

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Política

Algumas razões para mudar de direção e apoiar António Costa

Não estou alinhado em fações internas, sou militante recente apesar de observador atento e eleitor regular desde sempre. Tenho amigos que hoje representam várias fações. Neste quase ano e meio de militância participei ativamente no que me foi possível, dando o contributo que sabia e pude dar, inclusive em iniciativas lançadas pela a atual direção.
Sempre que pude, em privado e, com menos detalhe, em público, comentei o que me parecia bem, mal e inaceitável. Este mês cheguei à conclusão pessoal definitiva de que o trabalho global da direção do partido não me dava garantias de cumprir com o mínimos exigíveis naquilo que se avizinha uma governação extremamente complicada e não cumpria sequer, também, com a gestão política exigível de quem lidera a oposição. Os 80 compromissos disseram-me muito pelo desequilibrio das propostas e pelo vazio e/ou superficialidade com que se referia a algumas áreas críticas da governação. Das pessoas recrutadas poucas me pareceram superar valores internos próximos e distantes da direção. Para mim funcionou como um balde água fria.

Bem antes de saber das intenções de António Costa, até antes das eleições, fiz esse diagnóstico e comentei-o com quem consegui dentro do PS. Por exemplo com camarados e não militantes que participam no LIPP Movimentos Sociais, grupo em que venho participando ainda antes de ser militante e que me levou a aproximar ao PS.

A noite eleitoral, pelo resultado absolutamente supreendente do PS e pela própria gestão política da noite eleitoral foi a minha gota de água. Se hoje António Costa não se tivesse afirmado como disponível eu estaria humildemente a preparar-me para o que antecipava, provavelmente conseguiria mudar pouco, provavelmente a mistificação venceria, co msorte bons ministros até supririam a ausência de balizas políticas internas em algumas áreas setoriais, provavelmente tudo pareceria bombeiro mas eu, em particular, estaria suficientemente motivado para cumprir com o que acho seria o meu dever e direito de militante: zelar pelo que interpeto a cada momento ser o melhor para o país.

António Costa veio facilitar-me a tarefa e com facilidade me junto aos militantes que afirmam que esta é, face à ameaça e à oportunidade perdida pela atual direção, a hora certa, a última hora para se lutar por um melhor PS que se apresente às legislativas. António Costa pelas competências que lhe reconheço e pela capacidade que já lhe vi em superar obstáculos, em reunir competências e pela avaliação que acredito os portugueses fazerem da sua carreira e da sua capacidade para governar está hoje melhor posicionado do que qualquer outro militante para garantir um melhor futuro imediato para o PS e uma melhor representação num governo dos interesses dos portugueses que se revêem no PS.
E é isto, pouco mais tenho a dizer. Interessam-me pouco as manchas passadas, as guerrilhas mais ou menos abjetas havidas que on the record e off the record me chegam aos ouvidos, de parte a parte. Nalguns caso, pude refutar as críticas (apenas naqueles em que vi com os meus próprios olhos provando o seu contrário – como seja a acusação de deslealdade- via foi generosidade que não pensava possível num grande partido…) noutros não tenho como avaliar nem devo fazê-lo confiando que em várias décadas de vida política haja pecados de parte a parte.
Esta direção foi esforçada, teve alguns bons momentos, nem tudo o que fez foi mal feito, deu provas de como ganhar eleições autarquicas num parte do país mas não chega, faltou-lhe o rasgo, a audácia e a capacidade de reação atempada demasiadas vezes. Sobraram-lhe inimigos reais mas exacerbados que tantas vezes lhes tolheram e surviram de desculpa para as suas fragilidades. E hoje, por estes dias, ao insistir em negar as evidências, ou recusar encarar com humildade e realismo o que os eleitores ditaram nas urnas, garante-me uma atitude que não quero ver no PS e que sei nada de bom trará neste mundo complicado para se assumir a política. Espero que a futura direção, se vier a conquistar o partido, tenha tudo isto bem presente. Creio que sim, por isso espero que uma maioria de militantes apoiem António Costa.

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Partido Socialista

O PS tem de subir de nível – a mudança tem de começar por dentro, hoje

Muito sinceramente espero que haja energia vital e inteligência dentro do PS para saber interpretar estes resultados e projetar o futuro do partido, um futuro que não se limite a preparar a próxima eleição. O discurso que estou a ouvir é dissonante com a realidade. O espetáculo a que assisti hoje por parte do PS não o dignifica e revela que aquilo que valoriza está desalinhado com o que é exigível para governar o país, mudando de forma de comunicar e de se comprometer com os eleitores.

Quando uma pessoa assim pensa, estando num partido democrático, tem um bom caminho. Democraticamente tentarei lutar por ele. Quero um partido capaz de captar de forma mais clara o apoio dos portugueses, mais audaz na construção da alternativa que termos de encontrar em tempo de grande exigência. Melhor informado sobre o que se passa na Europa, com mais recursos para reagir em tempo útil aos desafios do nosso tempo, às barreiras e obstáculos que se sucedem.

O PS teve uma das vitórias mais curtas para o segundo colocado num cenário em que tudo exigiria uma clara vitória, uma vitória que projetasse sem dúvidas um cenário de maioria absoluta como aliás o próprio SG assumiu.
No fundo quero um PS capaz de se preparar melhor, de forma mais competente, explorando todos os seus recursos internos, valorizando os seus erros passados mas também as suas conquistas, usando a sua história para apresentar um programa de governo concreto, escrutinável em todas as suas vertentes. Um PS tão bom como o melhor que já conseguiu ser e melhor se possível.

A governação futura, com a vitória do partido popular, com o reforço do poder das forças anti-europeias e das extremistas passou a ser ainda mais difícil mas essa dificuldade demanda-nos para ir além das soluções comuns, da gestão política corrente, da tática de curtíssimo prazo.

Naturalmente, imaginar um confronto democrático interno a um ano de eleições, dentro de um partido, de qualquer partido, não se adivinha como o cenário mais desejável, mas pela avaliação que faço do momento atual do PS, do que tem sido a mensagem política do PS e, fundamentalmente, do que é a interpretação justa e sensata deste resultado bem pior seria manter o apoio a este caminho e à fraca esperança que ele oferece.

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Economia Partido Socialista

Carga Fiscal: sensibilidade e bom senso

A propósito dos 80 compromissos do PS para as legislativas uma nota de cautela.

Não prometer aquilo que não se está certo de poder cumprir parece-me um excelente princípio. Mas depois … A carga fiscal é um rácio que depende dos impostos cobrados e dos rendimentos/riqueza sobre os quais eles incidem. Na melhor das hipóteses um governo controla o numerador (e mal, pois dependerá da eficácia fiscal, por exemplo). É temerário afirmar “Não aumentar a carga fiscal durante a próxima legislatura”. Fará todo o sentido afirmar-se que não se quer um peso maior da receita fiscal no PIB mas dar uma garantia taxativa de que a carga fiscal não subirá a uma distância de 5 anos do final de uma futura legislatura é extremamente arriscado. Há tanto que pode correr mal e que até nem depende do governo que inscrevê-lo como compromisso é, objetivamente, criar uma expectativa que, à partida, ninguém pode garantir conseguir cumprir. 
Fica contudo o sinal de que o PS não acredita que se justifique aumentar a receita fiscal para potenciar o Estado com mais arcaboiço financeiro. Note-se que se um governo não aumentar as taxas de imposto (no limite pode até descê-las) mas caso consiga aumentar a eficácia da recolha de impostos (aumentando a base de incidência, por exemplo por via de combate à fuga) pode, para um PIB estável, aumentar só por essa via a carga fiscal.
Ainda sobre a carga fiscal destaco o que se soube esta semana. Em Portugal a carga fiscal aumentou a uma velocidade enorme com a austeridade. Curiosamente, apesar disso, e do choque claramente sentido pelos portugueses, em termos globais, considerando todos os impostos (sobre empresas, pessoas, etc) a carga fiscal em Portugal não atinge sequer a média europeia.
No final do dia, o que interessa é saber para que servem os impostos e qual a sua afetação mais eficiente e resultados em termos de bens estar para a comunidade. Pagar ao estado via impostos mas depois receber ensino sem propinas? Pagar menos pelos transportes coletivos que se financiam em parte por via fiscal ou privatizar? Pagar menos de impostos mas ter de pagar algo em propínas, taxas moderadoras? Os exemplos estão aí, noutros países com cargas fiscais mais elevadas e mais baixas.