A história repete-se…
Outra vez as fracturas. Agora o casamento… Referendar uma matéria onde ficaram claras as opções políticas de cada partido durante a campanha é um luxo de dispersão de atenção em que não deveriamos incorrer. Divorciamo-nos do país e voltamos a menorizar o Parlamento. É uma questão de economia de energias e de prioridades. E que tal discutir a corrupção e o que fazer contra ela antes que esta acabe com o regime?


Novembro 4th, 2009 at 15:0
Para isso seria necessário que o regime ainda estivesse vivo. Não está. Já acabou. A agonia final é mesmo assim, valoriza a tourada em detrimento do touro.
Novembro 6th, 2009 at 20:0
Já sabemos que Portugal está entregue aos corruptos e aos patos-bravos. Mas não será perigoso lutar contra eles e depois deixá-los por aí à solta, sem ocupação, sem as tarefas que a corrupção exige? E se depois, para estarem entretidos, eles se dedicam por exemplo a actividades terroristas propriamente ditas? Assim como assim, em Portugal a impunidade é de lei, não é?