Adufe sans frontiers

As armas do meu Adufe não têm signo nem fronteira
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Archive for Julho, 2009

Farewell, Sir Bobby Robson, a truly special one

Julho 31, 2009 By: Rui Cerdeira Branco Category: Desporto, SCP 2 Comments →

Bobby Robson died today but he left with all sports fans that knew is work a huge example: it is possible to be both decent and competent in soccer.
I’m a bit sad by knowing that probably my club (Sporting Club of Portugal) was one of the few that didn’t treat Bobby Robson as he deserved. We now know what a huge mistake we made and are committed not to repeat again.
He was just a guy that loved to play and to coach. But he is also one that will be missed by many, and that is not for all. He was indeed a special one.

My last and humble compliment.
See alos in portuguese: “A morte de um cavalheiro. Robert William Robson, 1933-2009.”

Há um ano nascia o MEP

Julho 23, 2009 By: Rui Cerdeira Branco Category: MEP, Política No Comments →

Há exactamente um ano o Tribunal Constitucional reconhecia formalmente o Movimento Esperança Portugal como 16º partido da III República. Hoje, celebramos a data com a apresentação pública do programa eleitoral para as Eleições Legislativas e apresentaremos também a lista de candidatos pelo círculo de Lisboa. Convocámos amigos, simpatizantes, jornalistas e faremos a transmissão via web TV do evento. A quem interesse: a partir das 17h15m em http://mep.pt
E a prova rumo às eleições de 27 de Setembro começa!

P.S.: O MEP apresentará candidatos a todos os círculos eleitorais.

Como votar útil se só nos dão a conhecer os mesmos de sempre?

Julho 21, 2009 By: Rui Cerdeira Branco Category: MEP, Política No Comments →

A RTP assumiu hoje que vai ouvir duas vezes cada um dos lideres dos 5 grupos com assento no Parlamento até à campanha e em jeito de campanha, em entrevista.
Para a RTP os partidos levam os votos no bolso de eleição em eleição. Igualdade de tratamento entre partidos? Nem na TV pública. Este não é um parâmetro de medida da saúda da nossa democracia?
Assine a petição Igualdade de Oportunidades para os Partidos Políticos.

Directamente dos arquivos: ansiando por novas forças políticas

Julho 16, 2009 By: Rui Cerdeira Branco Category: MEP, Media 3 Comments →

” (…) De certa forma faltam-nos partidos como os liberais alemães ou a UDF francesa, partidos de quadros, que não necessitam de prometer o céu porque não procuram maiorias absolutas, mas instrumentais quando é necessário falar verdade aos eleitores e prepará-los para reformas difíceis. O caso dos liberais alemães será mesmo o mais sintomático, pois esse partido, hoje com os conservadores, governou muitos anos com os sociais-democratas.

Claro que não se inventam partidos, mas a verdade é que, depois do que foi o PS de Ferro Rodrigues e olhando para o actual PSD, talvez se encontre espaço para uma representação política de centro radical e reformista, mais imune aos diferentes “interesses instalados” e mais livre das lógicas aparelhísticas das grandes forças políticas. (…)”

José Manuel Fernandes, Editorial do Público de 11 de Outubro de 2004

Quatro anos passaram e o texto continua actual com uma diferença, é que agora temos de facto um novo partido ao centro: o Movimento Esperança Portugal.

Gripe A versus Gripe Sazonal

Julho 15, 2009 By: Rui Cerdeira Branco Category: Saúde No Comments →

Talvez a seguinte imagem ajude a identificar diferenças.

gripe a_sazonal

Nº Saúde 24: 808 24 24 24

Entretanto, para quem gosta de acompanhar especialistas na matéria, fica a sugestão do blogue de João Vasconcelos da Costa (http://jvcosta.planetaclix.pt/gripe.html) , um virologista.
O Nuno Teles está a oferecer uma análise interessante no Ladrões de Bicicleta, em “A Economia Política da Gripe- I “. Simpatizo com as suas preocupações, na Saúde sou claramente muito pouco pró-mercado – há demasiado espaço para falhas nos pressupostos de bom funcionamento do próprio mercado para que o Estado possa admitir business as usual.
Via Economia & Finanças.

Um dos mais graves problemas de saúde pública em Portugal

Julho 15, 2009 By: Rui Cerdeira Branco Category: Saúde No Comments →

“Os números já eram maus, mas em 2008 o consumo de calmantes e antidepressivos voltou a subir, afastando-se mais da meta definida no Plano Nacional de Saúde. Em vez das 92 doses diárias por mil habitantes, Portugal já regista 151, quatro vezes mais que a média na Europa. Num quadro geral de melhoria dos indicadores de saúde – em que até o consumo de antibióticos desceu -, a toma excessiva destes medicamentos é hoje “um problema grave de saúde pública”, admite a alta comissária da Saúde, Maria do Céu Machado. “Estamos a falar de medicamentos vendidos nas farmácias. Ou os farmacêuticos os dispensam ou os médicos os receitam. O facto é que estão a subir. E é preciso saber porquê. Acho que esta questão merecia um estudo”, refere, acrescentando também “que as pessoas pressionam cada vez mais” os profissionais de saúde para os obter.
(…)”

O resto da notícia vem no i.

Memória de uma campanha eleitoral II

Julho 13, 2009 By: Rui Cerdeira Branco Category: MEP 1 Comment →

Onde está o Andante?*

quimpe

Joaquim Pedro Cardoso da Costa (cabeça-de-lista pelo MEP às Legislativas no Porto) e Laurinda Alves cabeça-de-lista às Europeias. Em Maio no Porto.
* Parece que Andante é o nome do bilhete mas ficava bem como nome próprio do Metro do Porto.

O que é o IRS per capita corrigido?

Julho 13, 2009 By: Rui Cerdeira Branco Category: MEP, Política No Comments →

banner_programa02No mesmo dia em que ficámos a saber que fulano de tal não conseguiu a desejada coligação com sicrano e beltrano (há um não sei quê de contratações de pré-época nestas notícias políticas), o MEP avançou com mais um fascículo do seu programa eleitoral, o segundo de quatro para ser mais preciso.
Se uma nova agenda social foi a sua primeira prioridade, hoje anuncia um conjunto de medidas vocacionados para a família.
Para quem se questionava sobre qual era a matriz ideológica do MEP e não se satisfazia com os princípios fundadores anunciados, talvez a tarefa vá ficando mais clara.
Contudo, recomendo ilações definitivas apenas no final da colecção de fascículos, lá para 23 de Julho, data do primeiro aniversário deste movimento que quer com algum indisfarçavel atrevimento, ajudar a construir Portugal.

* Mais detalhes sobre a proposta relativa ao IRS per capita corrigido e muitas outras no local de costume :-)

Memórias de uma campanha eleitoral

Julho 11, 2009 By: Rui Cerdeira Branco Category: MEP No Comments →

Entre finais de Maio e início de Junho passei cerca de 15 dias em campanha eleitoral pelo MEP. Fui candidato e viajante na quase totalidade dos mais de 3000 quilómetros percorridos. Nos próximos dias publicarei por aqui algumas imagens com essa memória.
Começo por uma das minhas casa, ainda em pré-campanha. O MEP passou por Penamacor :-)

MEP Penamacor

MEIA DÚZIA E FORÇA!PARABÉNS

Julho 08, 2009 By: António Colaço Category: Media 1 Comment →

belem5

A ideia de rede social, e de blogues, tudo em comunicação, a falar… acho insuportável.Os blogues são uma série de gente que se acha importantíssima, que tem uma espécie de capelinhas, quase religiões, com os seus fiéis atrás.”

Miguel Sousa Tavares, in Diário de Notícias, 5.7.2009

Meu caro Rui, voltei a invadir a tua ” capelinha ” e, digo-te, olhos nos olhos, acho-te ” insuportável “. Mais, desde há seis anos que te ” achas importantíssimo “  sempre connosco como teus “fiéis atrás!!! Bla,bla bla…..

Grande Rui, o que os anos nos fazem quando fazemos anos!

Venham mais seis!

Parabéns! Venha de lá mais um abraço, apesar de atrasado e apesar desta arrazoada presunção miguelsousiana . O quê? Acreditaste que engoli aquela de nos acharmos importantíssimos ? Mas é claro que somos importantíssimos uns para os outros. Mas é claro que, ao contrário do que também diz MST, e consideradas todas as excepções, as pessoas não ” deixaram de se encontrar, de se conhecer ” e, muito menos “queimar estapas”, não!

Independentemente de todos os excessos ( sim, também não vou muito à bola com o Twiter e, muito menos, com o Facebook)  não posso deixar de reflectir perante uma  planetária transmissão de Ronaldo:  O que os media são capazes de fazer connosco!!!! Mas, sobretudo, o que nós não seríamos capazes de fazer com os media se as nossas consciências estivessem mais abertas a tornar os dias mais leves, como dizemos na ânimo?!

Por dias cheios de muita Luz, tal como a que captei esta manhã ali para as bandas da Vieira Portuense!

Abraços lá para casa!

antónio colaço

E se o subsídio de desemprego fosse diferente?

Julho 07, 2009 By: Rui Cerdeira Branco Category: Economia, MEP 7 Comments →

Propostas concretas: Porque não substituir o Subsídio de Desemprego pelo Contrato de Reinserção Laboral?
O que mudaria?

Poderíamos rever o regime de subsídio de desemprego tendo em vista a sua contratualização em função da reinserção laboral, majorando na diferenciação da prestação a qualificação durante o período de desemprego, a prestação de serviço comunitário e a composição e situação do agregado familiar. Quem fizer um pouco mais do que o actual ou precisar um pouco mais do que o desempregado do lado recebe um estímulo adicional, seja para se manter actualizado tecnicamente, seja para se manter activo (mais autoconfiante e longe de maiores depressões) e, claro, com mais recursos para sustentar a sua família se esta for mais extensa.

Desvantagens?

P.S.: Esta, “Contrato de Reinserção Laboral“, é uma das propostas feitas pelo MEP hoje divulgadas no âmbito do programa eleitoral para as legislativas.

Também aqui.

Um programa eleitoral sem direitos de autor

Julho 05, 2009 By: Rui Cerdeira Branco Category: Media 1 Comment →

Mais um Domingo ao serviço do MEP: hoje estamos reunidos em conselho nacional para aprovar o Programa eleitoral e as listas às eleições legislativas. Muitas propostas a apresentar, muita vontade de chegar ao Parlamento… pela positiva.

Rui Marques: “O programa eleitoral do MEP é um programa sem direitos de autor – os outros partidos podem sentir-se livres de copiar” :-) http://mep.pt

Há seis anos e dois dias

Julho 04, 2009 By: Rui Cerdeira Branco Category: Blogologia 2 Comments →

Há seis anos que, com diferentes ritmos e “ondas” vou mantendo o adufe. Hoje é montra para o que escreve no twitter, no Eleições 2009, na rede do MEP, no Economia & Finanças. É também espaço para surpresas do Colaço, para uns bitaites sobre futebol., a minha filhota e o que houver. Vai resistindo, marginal, sem fechar de vez. Está na fase “casa de férias” :-)

Cada um tem o seu nemátodo

Julho 02, 2009 By: Rui Cerdeira Branco Category: MEP, Política No Comments →

Poderemos dar-nos ao luxo de comprar esta guerra que se repete e vai-se agravando e subindo de tom a cada nova legislatura? Estaremos a velar pelo melhor que podemos ter para nós, deixando-nos sequestrar por pretextos mais próprios de uma clubite do que de uma reflexão política? Vote útil, pois então, mas não finja que não é consigo ou que não lhe diz nada. Havendo inteligência e imaginação, cada um encontrará o seu caminho, de acordo com as suas convicções e, de preferência, seguindo as regras da boa eudcação. Pela minha parte, como é sabido, estou de corpo e alma com um novo movimento político que quero ajudar a que tenha representação parlamentar. Rui Marques, presidente do MEP e mais que provável cabeça de lista por Lisboa nas próximas legislativas, não exagerou quando escreveu há pouco.


In Eleições 2009.

Rasgar ou assinar, eis a questão

Julho 01, 2009 By: Rui Cerdeira Branco Category: MEP, Política No Comments →

As hostes do PS acusaram Manuela Ferreira Leite de ter feito um péssimo negócio para o Estado ao ter vendido em desespero (para cumprir com os limites do défice público acordados com Bruxelas)a infra-estrutura da rede fixa à PT. Manuela Ferreira Leite afirmou que o contrato entre o governo e a PT já tinha sido negociado pelo anterior governo, tendo-o encontrado na sua secretária quando assumiu funções, prontinho para ser assinado. Manuela Ferreira Leite, chegou, viu e assinou. Diz agora, para surpresa geral, que a decisão política era do governo anterior, revelando o tal negócio que estava já pré-acordado. Em bom rigor, nada a obrigava a assinar, podia simplesmente ter feito aquilo que agora ameaça fazer em barda e com critério ainda desconhecido se chegar ao governo: rasgar, rasgar, rasgar. Mas o que se extrai de tudo isto?

O PS estudou e negociou o contrato, não o concretizou porque caiu o governo, entrou o PSD e acabou o que o PS tinha iniciado, naturalmente, porque concordou com a proposta que estava em cima da mesa. Nunca poderemos ter a certeza absoluta se o PS, caso não tivesse caído o governo, teria subscrito tal contrato, contudo, parece altamente provável que o tivesse feito.

Apesar de todo o folclore que por aí anda, PS e PSD, quando sentados na cadeira do poder, não teriam divergido nesta política. Algo que em bom rigor surpreende pouco quem acompanha com alguma atenção os compromissos e as práticas destes dois partidos.

Perde a política da verdade, perdem os media que nem sempre parecem chegar ao segundo parágrafo que aqui escrevi e ganharão todos aqueles que fizerem questão de tornar útil o seu voto no dia 27 de Setembro. Mesmo, mesmo útil, quero eu dizer.

Também publicado aqui.



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