Adufe 5.0

As armas do meu adufe não têm signo nem fronteira
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As armas do meu Adufe,
não têm signo nem fronteira.

Bem-vindo ao Adufe 5.0


Archive for March, 2009


Um ano de Movimento Esperança Portugal


http://www.youtube.com/watch?v=eTb_rsE9Z5U

Votos de bom traballho

Desejo um bom trabalho ao vizinho Vital Moreira agora na sua qualidade de cabeça de lista do PS às eleições Europeias.
Já agora, já se pode saber quem será a(o) número 2 e seguintes?

Começo a ter sérias dúvidas que algo mude de facto nos off-shores

Hoje, após ter zurzido contra os off-shores e os seus malefícios, quando interpelado pelos jornalistas sobre o nosso próprio off-shore nacional na Madeira, o Ministro deu a mesma resposta que há décadas tem eternizado e contribuído para a propagação dos ditos: só mandaremos acabar com ele quando TODOS os outros países mandarem fechar os seus – e todos aqui é mesmo todos, à escala planetária.
A resposta parece racional (o risco de fuga de capitais) e parece também que estamos prisioneiros num dilema do qual nunca sairemos.

Será então legítimo perguntar se há de facto vontade política para atacar os off-shores, mesmo a nível Europeu?
Olho para o processo de Quioto (redução das emissões poluentes e afins) e sou levado a acreditar que sim. Há uns anos, perante a impossibilidade de acordo global internacional, houve determinação política para que, quase unilateralmente, a União Europeia começasse a implementar as metas de Quioto. Na altura outros grandes poluidores, maiores até segundo vários parâmetros, como os EUA e a Austrália, recusaram seguir o exemplo europeu. Ainda assim, pelo misto de laboriosa dedicação diplomática e pela congregação de evidências e de vontades que tiveram na União Europeia uma forte referência, o protocolo de Quioto foi sendo abraçado por uma maioria de nações. O tema será discutido em breve com o fito de traçar novos objectivos mais ambiciosos.

Porque não começar desde já, com igual empenho e determinação, o desenhar de um plano, em último caso suportado “apenas” pela União Europeia, para combater por todos os meios os paraísos fiscais à escala mundial? Não haverá mesmo mais nada a fazer enquanto algum gaulês teimoso, numa ilha distante, se recusar a mudar de hábitos? Mal de nós se nos guiássemos eternamente pelo pior dos nossos.
Estas respostas redondas têm de acabar.