Adufe 5.0

As armas do meu adufe não têm signo nem fronteira
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As armas do meu Adufe,
não têm signo nem fronteira.

Bem-vindo ao Adufe 5.0


Archive for March, 2009


Lá em casa quem manda é quem veste calças

Uma das mais ricas e estimulantes prosas que li no Público em muitos anos: “Mãe há só duas“. Altamente recomendável.

O uso generalizado de calças pela mulher ocorreu muito tempo depois de Sigmund Freud nos ter deixado 🙂

CALÇADA DO COMBRO

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Ruuuuuuuui, nem tu imaginas o tempo que levei para descobrir as chaves desta tão saudosa quanto nobre casa! Consegui! Não podia contactar-te para que o efeito surpresa se mantivesse! Tudo porque, como benfiquista do tempo dos cromos do Cavém, do Germano, do Simões ou do Eusebio, claro, não quero que te falta nada e, muito menos… o ânimo espelhado numa leonina  aldraba. Mesmo que tenha tropeçado nela, há poucos minutos, na descida da Calçada do Combro! Ia para dizer que nada tem a ver com … os recentes escombros. Já passou!

Um destes dias venho aqui deixar, pessoalmente, o Convite para a exposição com que vamos assinalar os 30 anos da ânimo, na Galeria da Associação 25 de Abril, ali para a Rua da Misericórdia, Nº 25, ao Chiado, no dia 16 de  Abril, pelas 19 horas!

Como o tempo passa, tu, que, com Mónica, ainda sem Maria, passaste por Abrantes na exposição dos 25 anos! Ah! Os mesmo licores, os mesmos bolos, a mesma vontade de continuarmos a comunicar! Os melhores abraços possíveis, claro!

antónio colaço

O Padre, o árbitro, os media e uma anedota que é notícia (no bom sentido, espera-se)

A e B foram à missa contaram a história a C que contou a D que pôs no blogue que é lido por E que pediu detalhes para contar a F que escreveu em G cujas histórias são publicadas por H, I J, L. M, N, O, P, Q… Quanto aposta que chega à televisão?

Eis o que D escreveu no seu blogue: “Até morrer Sporting Allez

ADENDA: Escreve e muito bem o Miguel Marujo:

“Um padre faz uma piada, mas (percebo agora) o humor está-lhes vedado… Primeiro: na missa não cabe o futebol (dizem-me; cabe tudo, cabe a vida toda); segundo: não cabe o humor (e afinal, estão quase de acordo com Ratzinger); terceiro: os jornalistas são muito ignorantes (e não vale a pena mandá-los aprenderem; sabem tudo, lido em 1200 caracteres). Santa paciência!”

I went out walkin'

Quando me perguntam qual a minha música favorita ou o livro ou o filme, geralmente fico mudo. Só quando os volto a encontrar é que eles me deixam sem a mínima dúvida. Sou um mau amante… Das mais belas músicas e letras de sempre. The passengers (AKA U2 + Brian Eno) e Johnny Cash. The wonderer. Outra vez no Adufe.

Até morrer Sporting, Allez!

Pronto, agora que já passaram dois dias e que já contei um milhão de vezes até 10, vou falar da final da taça da liga. A tal que entrou para o palmarés do Benfica, a tal que daqui a 100 anos, acreditam, ninguém se lembrará [que existiu] como foi ganha.

Bom, então é assim. O árbitro do encontro foi um grandessíssimo filho de um Baptista. Um Lucílio que apetece mandar ir apanhar no Baptista. Um…dois…três…dez.

Ontem, conta-me uma insuspeita portista, num final da missa domingueira numa paróquia no centro de Lisboa, o senhor padre rematou a função com o habitual “Ide em Paz e que Deus vos acompanhe“, ao qual acrescentou algo nos seguintes termos: “Aproveito ainda para vos anunciar que, enquanto for responsável por esta paróquia, não faço intenções de baptizar nenhum menino chamado Lucílio. Queiram dispor para tais propósitos de uma paróquia vizinha.Amen.
ADENDA: Mas onde é que o Diário IOL “Padre em Lisboa recusa baptizar crianças com nome «Lucílio»” foi buscar esta história?
E o Público, onde foi? Hum, Hum? “Padre em Lisboa recusa baptizar meninos com nome Lucílio“.
Só tenho pena que seja mais fácil esta história engraçada chegar aos media do que qualquer um destes singelos e tantas vezes avisados comunicados. Não vende… Enfim, vamos à missa? À Igreja do Rato naturalmente. Ah, já agora convem sublinhar que o Padre estava a brincar, BRINCAR.

U-Ganda Projecto

“(…) Esta semana, quase todos os dias, o Carlos foi perguntando à Lina por determinadas palavras em português. Primeiro quis saber como se dizia adeus. Noutro dia, quis saber como se dizia nunca e por aí fora.
Ontem à noite, de repente, o Carlos foi ter com a Lina e fez esta frase num português perfeito: “Nunca te quero dizer adeus”!
Mas as estórias que nos tocam não ficam por aqui e vamos continuar a contar tudo após o nosso regresso. Sexta-feira vamos acenar, não um adeus, mas um até breve. Queremos continuar a estar atentas a Bulenga.
Há poucos dias, o William, outros dos fundadores do Orfanato, dizia-nos: “não nos esqueçam porque eu ainda não estou preparado para vos esquecer”.
Já agora, os mosqueteiros baptizaram-nos com nomes da tribo Buganda, a maior das cerca de 60 tribos que povoam o Uganda. A Isolina Ribeiro passa a ser Lina Mukisa – que significa “abençoada” – e a Rita Colaço passa a ser Rita Nasali Mirembe – que significa “paz”.(…)

Vale a pena seguir o blogue U-ganda Projecto onde se retrata a curta mas intensa aventura de duas portuguesa que foram até à capital do Uganda dar mais que uma mãozinha.
(Via António Colaço)

Consignação do IRS: saiba o número de contribuinte que lhe interessa

No Economia & Finanças pode encontrar umas listagem extensa co mas instituições que estão interessadas em receber donativos via consignação de IRS. Qualquer um pode determinar o destino de 0,5% do IRS que pagou. Saiba como aqui: Consignação de IRS 2009 – Lista de NIPC / NIF / Números de contribuinte de Instituições interessadas em receber os 0,5%.

O futebol Europeu visto de Inglaterra na sequência da (previsível) catástrofe leonina

Eis um texto muito cá de casa como poderão verificar pelo que escrevi aqui:


“Any side whose palmares include 18 national titles, 19 national cups and a UEFA Cup warrants the tag “giants”. When the club in question regularly boasts attendances in excess of 40,000, takes part in one of the most fiercely-contested derbies in the world and has produced some of the game’s greatest players through its famed academy, there can be no question that it deserves to be treated with the utmost respect. That, though, will be in short supply for years to come after what happened last night to Sporting Clube do Portugal, (mistakenly) known in this country as Sporting Lisbon.
Humbled 7-1 in the Allianz Arena by a Bayern Munich side who are not exactly setting their own domestic championship alight, a team so average they are trailing a Hertha Berlin side whose best player is the failed Liverpool forward Andriy Voronin. That followed a 5-0 reverse in the cacophony of the Jose Alvalalde two weeks ago, for an aggregate scoreline of 12-1. 12-1 in the last 16 of the biggest club competition in world football. 12-1 in a tournament where managers constantly remind us that all the games are tough.
A catastrophe like that will take years to recover from. Paulo Bento, the coach, will no doubt leave after a disappointing season. But where do Sporting go? Portugal cannot tempt the best players, the country’s clubs are all but bankrupt and attendances are nosediving. Miguel Veloso, the cultured anchorman, and schemer Joao Moutinho will be sold in the summer to finance rebuilding, with the Premier League vultures ready to swoop. Young hopefuls like Bruno Pereirinha and Adrien will follow them out of the door, if not this year then next. Another generation will come through the hallowed halls of Alcochete, the youth academy which has produced Nani, Cristiano Ronaldo, Luis Figo, Ricardo Quaresma and the forefather of them all, the magnificent Paulo Futre. Their heirs will don the green and white hoops for a couple of years, surrounded by sundry Brazilians and Eastern Europeans deemed not good enough for Europe’s major leagues. Sporting will never be able to compete. They are destined to become a footnote in football’s new world order.
In another world, this would not have been a eulogy for Sporting, but a paean. In another world, they would have lined up last night with Simao Sabrosa on one wing, Quaresma on the other, Veloso and Moutinho in the centre. Ronaldo would have floated behind Liedson, the Brazilian striker (as the continued inclusion of Helder Postiga and Nuno Gomes in the national team suggests, Portugal doesn’t do strikers, at least not any more). Had they needed to calm things down, Luis Figo could have come on late in the game to weave his own special brand of magic. Few sides in the world, let alone Europe, would have been able to cope.
That world is a long, long way, or a global financial meltdown so complete that the gilded towers of the Premier League are affected, away. It is not just Sporting. Ajax have been plundered of all their best players. PSV, Feyenoord, Panathinaikos, Steaua Bucharest, Red Star, Sparta Prague, Benfica, Porto, Anderlecht, Marseille have all gone. The exotic names that used to make Europe so exciting, so unknown, have all fallen on the altar of football’s unabashed capitalism. They are now feeder clubs, either officially or unofficially, of their young players to the cash-rich teams on our shores or sides so irrelevant that third-rate footballers ply their trade in some of the cathedrals of the game.
They cannot be saved, at least not in the foreseeable future. Even Porto, the last club to make a stand under their Cochise, Jose Mourinho, were stripped of all their best players and their manager within about 15 minutes of beating Monaco in the 2004 Champions League final. But the virus is spreading, claiming new victims. Real Madrid were humiliated at Anfield with the likes of Julien Faubert, Gabriel Heinze and Lassana Diarra in their squad. Even the most famous name in European football, the biggest club in the world, is feeding on the Premier League’s scraps.
There are those who see that as a good thing, see the dominant position of the Premier League almost as affirmation of England’s footballing primacy. It’s our ball, after all. But such an attitude is perilously small-minded. Without competition in the Champions League, the TV money will dry up as European broadcasters decide they’re not that bothered about showing English teams winning things. But there is more than a financial imperative here, there is a moral one. After all, is making sure we don’t take football from the world as generous as giving it out in the first place?

escrito por Rorv Smith, em http://blogs.telegraph.co.uk/rorysmith/blog/cat/general
Via Centuria Leonina (um blogue nem sempre equilibrado…).

Carão fechado, uma infinita tristeza, apesar de ser só um jogo de bola

Agora também já sabemos o que custa levar 7 a 1.

Semear, regar, ceifar.

Foi preciso aderir ao MEP para me acusarem de andar sempre com a foice e o martelo às costas. Quem se mete com o grande capita leva?!
Pessoalmente, gosto mais da enxada e do seu uso naquela parte do regadio tradicional em que se acertam canais, desviam mini-aluviões para o sítio certo do milheiral. Disso e do ladino, o pardal.