Adufe 5.0

As armas do meu adufe não têm signo nem fronteira
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As armas do meu Adufe,
não têm signo nem fronteira.

Bem-vindo ao Adufe 5.0


Archive for November, 2008


Manda a chuva que a bolota já poisou prometendo sobreiro ou azinheira*

Isto de acabar uma parceria de tal modo que os intervenientes ainda ficam mais amigos do que eram no início, não é nada comum na blogo-esfera. Devemos ser aves raras amigos Colaço. “Pior” que isso! Ainda ameaçamos de quando em vez ir assomar ao postigo do outro, do lado de dentro da porta.
Já faltava a Ânimo para se prepararem os licore… perdão os 30 anos de festa.
Vamo-nos lendo por aqui e ali. Até já.

* Pela Benquerença acamaram-se bolotas no Cabeço do Rodeio. Que sombra dará a árvore quando a minha filha tiver o dobro da minha idade?

Obrigado, Rui

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Caríssimo Rui, esta é a derradeira imagem, e estas são as derradeiras palavras que, de mãos dadas, constituem a bagagem com que nos fazemos ao caminho para novas paragens. Sim, é certo que temos por ali espalhadas algumas “lágrimas“, pedaços da chuva desta fria manhã de Novembro. Mas, repara, que estão lá, também, para além da componente rodo/ferroviária, uma nesga de sol e um pedaço de ponte, tudo elementos que caracterizaram este porto de abrigo que constituiu para a ânimo o teu persistente Adufe.

A ânimo conclui aqui esta sua jornada e só porque teve onde repousar e ganhar novas energias é que pode, agora, partir, fazer-se à estrada, ser ponte e fazer pontes como tu.

Já vês, são de alegria, portanto, as gotas de água que aqui deixo como imensa gratidão a quem tomou a iniciativa de tão bem e com toda a liberdade de movimentos nos acolher.

Não quis fazê-lo mais cedo para não introduzir o mínimo ruído que fosse nessa tua tão empenhada  aventura, que, desde sempre, saudei e para a qual desejo todos os êxitos, ou, melhor, e se quiseres, tanto quanto os desejo para a minha, atento que estou às urgentes e necessárias correcções de rota em que, também, quero empenhar-me.

Pronto, está tudo bem, espero que esta surpresa “em directo” te deixe satisfeito porque sei que também ficas contente por teres ajudado a renascer a ânimo, às portas de comemorar 30 anos de um despretensioso contributo em “tornar os dias mais leves“a todos quantos por aqui andamos.

Rui, o comboio que passa na  imagem ali em cima vai partir. O próximo apeadeiro espera por nós. Serás sempre bem-vindo!

Ao contrário daqueles cenas por que todos já passámos, deixo ficar, com muita amizade e com a tua inquestionável aceitação, o breve património aqui postado. É o máximo do reconhecimento de que sou capaz e que tu inteiramente mereces.

Nunca se sabe se não estás na calha para voltar a “limpar”, outra vez, o licoroso e holywoodesco Kit  “ânimos de ouros”!!!

Um destes dias voltamos a trocar qwerts por um Portugal cada vez mais solidário.

Um grande abraço para ti e lá para casa.

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PS -Rui, se não te importas, este vai ser, também, o primeiro post da ânimo, outra vez blog!!!!Ah! Não vou devolver-te as chaves e, sim, enviar-te, também, as chaves cá de casa!Outro abraço.

MEP live session in Cascais (actualizado)

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Em directo para o mundo: em directo, agora, aqui. Atreva-se 😉
E pronto, terminou. Julgo que foi um momento histórico na política lusa. Modestamente e com determinação vamos tentando chegar onde interessa: à conversa com quem ainda tem uma centelha de inquietação e inconformismo. Será entre estes que encontraremos os nossos pares.

Se não viu ou não teve oportunidade de deixar a sua pergunta não faltam oportunidades. Desde logo no próximo dia 4 de Dezembro às 18h, teremos novo MEP em directo com o painel “Portugal, que razões de esperança?”, a partir do Hotel Ipanema Porto, no Porto!

Em alternativa pode acompanhar a gravação da sessão de hoje disponibilizada aqui.

Obrigado Benfica…

…não era preciso incomodarem-se
Permitam-me retribuir: afinal, o que vale o Barcelona ao pé de um Olimpiakos?

Especialidades de S.Bento

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No momento em que São Bento se dedica ao Debate e votação na especialidade do OE 2009, duas belíssimas e especialíssimas imagens colhidas pelo Dr.Victor Pires Silva, desde sempre um amigo da ânimo,  alto quadro de S.Bento, e que, por momentos, veio à janela, e zás:

-Um ARco íris!

arvorevictorpiresar.JPG

Ou, de regresso da hora de almoço, de novo o apelo dos céus e zás, o jardim, uma árvore e… a nuvem dela.

Alguma revelação a caminho?

Ou, de como fotografar, mais não é do que estar no sítio certo, à hora certa, vislumbrando o instante certo , ou, como diria o meu amigo Luiz Carvalho, o instante fatal.

antónio colaço

Porque é que o MEP é diferente dos outros?

Por vezes não é preciso mais dinheiro para se conseguir ir um pouco mais longe e obter algo melhor. Não sendo um fanatismo, é um lema que o MEP vai tentando implementar sempre que pode. Amanhã vamos testar mais uma solução:

“O MEP volta a inovar na política portuguesa sendo o primeiro partido a transmitir os seus eventos através do seu site na Internet, possibilitando a interacção com os visitantes que poderão ver as suas questões respondidas em directo.
Amanhã, dia 27, pelas 21h, transmitiremos uma sessão de apresentação do MEP, em Cascais, a partir do hotel Viva Marinha.”

O objectivo é que possa seguir e participar através dos gadgets que tem disponíveis aqui: MEPDirecto. Sem bem-vindos!

Hoje foi assim

(…) A goleada parecia inevitável e foi nesta altura que o jogo teve um momentâneo lapso de razão: aproveitando alguma desconcentração catalã, Miguel Veloso converteu um livre exemplar e, no lance seguinte, após perda de bola de Marquez, Liedson surgiu na cara de Valdés para fazer um 3-2 perfeitamente ilusório, face ao que estava a ser o jogo.

A ilusão não durou sequer um minuto, porque esta era daquelas noites determinadas pela lei de Murphy, segundo a qual tudo o que pode correr mal, correrá. De outra forma, como explicar aquele corte atabalhoado de Caneira, que na ânsia de evitar o remate do jovem Pedro fez um chapéu perfeito a Rui Patrício (68 m)? E como explicar que, quatro minutos mais tarde, Bojan surgisse na cara de Patrício, obrigando o guarda-redes do Sporting a uma saída desesperada, que resultou em expulsão cruel e no inevitável quinto golo? (…)”

Uma ópera catalã com perfume sul americano, justiça italiana e uma pitada de surreal portuga: olé!

MIGUEL, BEM-VINDO!

OBRIGADO POR TUDO.

 O MIGUEL ARÊS JÁ

APARECEU E JÁ ESTÁ COM

  OS PAIS.


ABRAÇO,
PEDRO MARQUES.NR

Pedro, não sei mexer nesta m…. do wordpress para diminuir os caracteres mas se calhar fica bem assim porque é uma grande notícia!

AMPLIEMO-LA!

Grande abraço, Carlos Arês e família.Ânimo para recomeçar!

antónio colaço

MIGUEL,ânimo, para voltares!

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O que quer que tenhas feito, o que quer que estejas a fazer – sim, por que não, Miguel, que não conheço, mas tantas crónicas que partilhei com o teu Pai, Carlos Arês, no Primeira Linha, de Abrantes, tantas saudações com que o teu avô, o Sr. Emílio, lá, no meu Gavião natal, me dirigiu e à avô Remédios, quando passávamos no seu Rossio altoalentejano – Miguel, pá, se por acaso passares por aqui os olhos, vê o que já conseguiste com o teu desaparecimento: que o mundo da net aparecesse a estender os seus braços, numa rede que te acolha, para que não te magoes, Miguel, se caíres, nalgum beco sem saída.

Pode ser, Miguel, que estejas num qualquer quiosque ou cyber café, à procura de ânimo e, sem quereres, tropeces num qualquer motor de busca da net neste pequenino pedaço de terra prometida. Vê, Miguel, como todos te querem de volta e as voltas que a mim mesmo, aqui mesmo, já hoje me fizeste dar.

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 Sim, Miguel, podemos ir ao Rossio altoalentejano para lá, sereno e confiante, te encontrar.( Miguel, ao contrário desta rima, que não dá muito jeito, dava mesmo jeito era encontrar-te!)

Carlos Arês, estimado conterrâneo ( e Teresa Campos, e Pedro que não conheço), por causa do vosso Miguel, fiz “descer” o meu Miguel aqui  nos head line da ânimo. Um abraço solidário.

Para os leitores, está tudo aqui:

http://miguelaparece.blogspot.com

antónio Colaço

Está lindo o teu Arquivo, Eduardo Campos!

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Está lindo o teu Arquivo Histórico, meu querido Amigo Eduardo Campos!

Estive lá, há poucas horas, já a madrugada ia alta.

, onde estás, assististe, de certezinha, à conversa que tive, há dias, com o teu João, que já não via há tantos anos, talvez desde que partiste, e a quem disse:

 -Sabes quem é que está a fazer o Arquivo Histórico do teu Pai, meu?!É um outro João, o Arquitecto João Colaço, meu filho, tás a ver?!

Eduardo, ontem, foi uma noite muito especial como também a estas horas já sabes. Um frio enregelado descia pelo cabeço, envolvendo a área de implantação do teu Arquivo Histórico, ali para as bandas da Chainça,  mas, mesmo assim, não perdi a rara oportunidade, nesta ensaiada espécie de regresso a Abrantes, de poder vislumbrar, pela primeira vez, a nocturna aura do Arquivo que o meu querido filho para ti concebeu. Digo bem, a-u-r-a ! De facto, dentro de breves dias, não te vão faltar ocasiões para inspirares e assistires aos teus seguidores na afirmação da moderna historiografia abrantina de que foste um dos mais dinâmicos paladinos. E deixa-me que te diga – sim, tu já sabes, mesmo antes que o afirme, que sou suspeito – que o projecto do meu João, arquitecto, o seu primeiro grande projecto – um desafio enorme para quem estava a sair da faculdade – expressa com a sua “pala” longitudinal, todo um conceito que te assenta que nem uma luva: acolhedor! Sim, aquela vai ser a grande casa que vai acolher toda a documentação, todos os rastos do que fomos.

Ou seja, acolhedor no seu aspecto, dedicado ao estudo do passado, estou certo, Eduardo, que dali sairá muito estudo suado que levará as novas gerações a não se quedaram pelo estudo do que aconteceu mas, sobretudo, estudarem, altamente documentados, o fazer acontecer a que estão, desde agora, obrigados.

É um privilégio poder, por via do esforço do arquitecto João Colaço, retribuir, assim, também,  os mil e um apontamentos com que te chaguei para tornar mais apetecíveis os dias da rádio que, um dia, me levaste a conhecer no cabeço das Arreciadas e ambos, também, e de que maneira, ajudámos a crescer.

A esta boda vou, meu caro Eduardo, mesmo que não convidado. Era o que faltava!

antónio colaço