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	<title>Comentários em: De entrevista em entrevista</title>
	<link>http://adufe.net/2008/03/de-entrevista-em-entrevista/</link>
	<description>As armas do meu Adufe não têm signo nem fronteira</description>
	<pubDate>Mon, 12 May 2008 09:58:14 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Rui Cerdeira Branco</title>
		<link>http://adufe.net/2008/03/de-entrevista-em-entrevista/#comment-15761</link>
		<dc:creator>Rui Cerdeira Branco</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Mar 2008 23:07:29 +0000</pubDate>
		<guid>http://adufe.net/2008/03/de-entrevista-em-entrevista/#comment-15761</guid>
		<description>Convenhamos que hoje é complicado perceber o posicionamento político de um PS ou de um PSD, ou pelo menos, é difícil perceber de que modo esse ideário... histórico se relaciona com a governação concreta. 
Quando o MEP enuncia e sublinha os seus sete princípios fundadores e afirma que fará deles os blocos de construção com que desenhará um conjunto de políticas concretas ao longo dos próximos meses, está a chamar-nos para perceber exactamente de que forma esses princípios básicos se relacionam com a elaboração política convidando-nos a acompanhar (e participar) no processo.
Além de que recusar a categorização à priori lhe dá mais flexibiidade para escolher o "melhor dos mundos" e quem sabe inovar, mais que não seja pela combinação de ideias vindas de "posicionamentos políticas" vizinhos (ao centro) mas distintos. A clubite ideológica não tem ajudado muito ultimamente.
 Se cumprir com esse desenho anunciado, estará a fazer algo que não vejo por aí há muitos anos. Mas, de facto, o mais difícil está ainda por fazer.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Convenhamos que hoje é complicado perceber o posicionamento político de um PS ou de um PSD, ou pelo menos, é difícil perceber de que modo esse ideário&#8230; histórico se relaciona com a governação concreta.<br />
Quando o MEP enuncia e sublinha os seus sete princípios fundadores e afirma que fará deles os blocos de construção com que desenhará um conjunto de políticas concretas ao longo dos próximos meses, está a chamar-nos para perceber exactamente de que forma esses princípios básicos se relacionam com a elaboração política convidando-nos a acompanhar (e participar) no processo.<br />
Além de que recusar a categorização à priori lhe dá mais flexibiidade para escolher o &#8220;melhor dos mundos&#8221; e quem sabe inovar, mais que não seja pela combinação de ideias vindas de &#8220;posicionamentos políticas&#8221; vizinhos (ao centro) mas distintos. A clubite ideológica não tem ajudado muito ultimamente.<br />
 Se cumprir com esse desenho anunciado, estará a fazer algo que não vejo por aí há muitos anos. Mas, de facto, o mais difícil está ainda por fazer.</p>
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	<item>
		<title>Por: JRV</title>
		<link>http://adufe.net/2008/03/de-entrevista-em-entrevista/#comment-15760</link>
		<dc:creator>JRV</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Mar 2008 22:49:37 +0000</pubDate>
		<guid>http://adufe.net/2008/03/de-entrevista-em-entrevista/#comment-15760</guid>
		<description>Concordo parcialmente. Foi uma entrevista interessante mas continua-se sem perceber qual a linha política do MEP, quais as suas prioridades, qual o seu posicionamento. Compreendo que faça parte da estratégia numa fase inicial. Mas é estranho que um partido se queira formar sem que dê a conhecer previamente o seu posicionamento político sobre questões concretas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo parcialmente. Foi uma entrevista interessante mas continua-se sem perceber qual a linha política do MEP, quais as suas prioridades, qual o seu posicionamento. Compreendo que faça parte da estratégia numa fase inicial. Mas é estranho que um partido se queira formar sem que dê a conhecer previamente o seu posicionamento político sobre questões concretas.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: b</title>
		<link>http://adufe.net/2008/03/de-entrevista-em-entrevista/#comment-15730</link>
		<dc:creator>b</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Mar 2008 17:51:38 +0000</pubDate>
		<guid>http://adufe.net/2008/03/de-entrevista-em-entrevista/#comment-15730</guid>
		<description>Só foi pena o posterior oportunismo do Sr. Professor. Marcelo Rebelo de Sousa que não conseguiu resistir à tentação de insinuar, como alguém que sabe do que fala, que o MEP é uma espécie de filial do PS. Falta agora vir alguém do “contra”, dizer que o é mas do PSD, “assim como assim” voltamos ao ponto de partida. Concordo com a sugestão, nada melhor que ir “à fonte”, a entrevista aqui sugerida é bastante elucidativa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Só foi pena o posterior oportunismo do Sr. Professor. Marcelo Rebelo de Sousa que não conseguiu resistir à tentação de insinuar, como alguém que sabe do que fala, que o MEP é uma espécie de filial do PS. Falta agora vir alguém do “contra”, dizer que o é mas do PSD, “assim como assim” voltamos ao ponto de partida. Concordo com a sugestão, nada melhor que ir “à fonte”, a entrevista aqui sugerida é bastante elucidativa.</p>
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