Boa frequência na TubarãoEsquilo
Eis um vizinho que fica mais vizinho: o Blogouve-se de João Paulo Meneses mudou-se para domínio próprio e reside agora nos servidores da TubarãoEsquilo.
Eis um vizinho que fica mais vizinho: o Blogouve-se de João Paulo Meneses mudou-se para domínio próprio e reside agora nos servidores da TubarãoEsquilo.
De queixo caído… (Thanx Claudia).
Ah, já me esquecia o livro chama-se Lust in Translation. Já leu Francisco?
E quem vai traduzir “Lust in Translation” para português?
Fiquei impressionado com a confiança e detalhe com que ouvi hoje de manhã Bagão Felix referir-se aos dados da taxa de desemprego para o quarto trimestre de 2008. Tal como fiquei impressionado com a segurança da desgraça que o INE irá divulgar hoje, anunciada por Luís Filipe Menezes. O PM ficou-se por um “falamos amanhã” (com um ligeiro sorriso nos lábios?)
Regresso contudo a Bagão Felix que mais do que generalidades avançou com detalhes da sua lavra:
- A taxa de desemprego terá descido ligeiramente;
- a taxa de variação em cadeia melhorou;
- esta evolução deveu-se a uma quebra significativa da população activa;
- a evolução da população activa deveu-se essencialmente a um reforço dos movimentos de saída ruma ao estrangeiro / emigração.
Factos/previsões a conferir com o destaque a divulgar hoje pelo INE a ver quem recebe o prémio de melhor adivinho.
ADENDA: Pois é, o adivinho mor é Bagão Felix, acertou em cheio.
“Investidores fogem de certificados de aforro”
Ainda assim, aposto que as poupanças que o Ti Manel e que a Ti Maria foram colocando ano após ano lá nos correios da aldeia ainda não fugiram.
Está tudo aqui, no Expresso: “Inês Pedrosa vai dirigir Casa Fernando Pessoa“.
” (…) Segundo as fontes ouvidas pela Lusa, o Presidente da República, que à hora do primeiro ataque se encontrava a fazer o seu habitual “jogging” matinal, não terá percebido que o tiroteio das 06h15 estava a acontecer na sua residência.José Ramos-Horta foi atingido a tiro quando se aproximou de sua casa e, como revela o sangue no pavimento, o chefe de Estado caiu a cerca de 20 metros do portão da residência.
Fontes policiais ligadas à investigação do ataque afirmaram que “o grupo de Reinado procurou José Ramos-Horta nos vários edifícios da residência” após o primeiro tiroteio. Várias portas foram arrombadas pelos atacantes, segundo uma fonte da Presidência, “mas o Presidente estava fora a fazer o seu exercício”. (…)”
in Público.
Votos de sã recuperação para José Ramos-Horta, seus concidadãos e vizinhos!
O Sporting parece ter tido o condão de participar tanto na estreia do relato radiofónico quanto nas transmissões em directo de futebol na televisão em Portugal. Eis alguns detalhes curiosos quando pensamos no que é o espetáculo hoje.
” (…) A RTP destacou uma equipa de três redactores da actualidade desportiva, Serafim Marques, José Manuel Marques e Artur Fernandes. Durante a semana haviam sido realizadas algumas experiências em treinos nocturnos da equipa do Sporting, cujo Estádio era vizinho dos estúdios do Lumiar.
A realização dispôs de três câmaras, uma sobre a linha central em plano alargado e duas de grande plano junto às laterais, nos extremos do campo. (…)”
In SCP.
Hoje, passa na SIC mas… ao vivo é outra coisa (mesmo quando o Leão está meio afónico).
A música é isto:
Benny Goodman faria este ano 99 anos.
António José Seguro reclamou objecção de consciência e votou a favor da realização de um referendo sobre o Tratado de Lisboa - contra o seu partido. Sublinhou que as alterações face ao tratado constitucional não justificavam que a promessa eleitoral deixasse de fazer sentido.
É raro este tipo de situações acontecerem, mas vejo-as por princípio como um sinal de maturidade e de potencial valorização dos nossos representantes. Pela decisão concreta fica o meu aplauso.
Aos poucos, com algum trabalho de fundo pouco visível (veja-se o fez para a reforma do parlamento) e com uma determinação a todos os títulos rara com reflexos internos e crescentemente externos (mas, para já, sem recurso a estratégias de “comunicação” que fizeram escola no passado), António José Seguro vai marcando de forma mais clara o seu papel político. Quem sabe se preparando em devido tempo uma alternativa a José Sócrates. Há ainda pouco substrato político para definir a potencial alternativa mas parece-me o rumo certo. A continuar a seguir com atenção.
Provavelmente já aconteceu muitas vezes mas só hoje me apercebi de um jornal de referência como o Jornal de Negócios a citar com destaque no lead um jornal gratuito como fonte de uma notícia. Eis o dito cujo:
“O governo apresenta hoje o Simplex 2008, a terceira edição do programa de simplificação administrativa e legislativa, que inclui 180 medidas com vista à desburocratização da relação dos cidadãos e empresas com os serviços públicos, de acordo com o jornal gratuito “O Metro”.”
O PS tem alguns bons deputados, desses um número simpático está no Parlamento Europeu e entre esses temos Ana Gomes que compensa largamente com qualidades (essencialmente por serem raríssimas) todos os seus imensos defeitos. Imprescindível ler:
“Despachando pela calada da noite”
“Voos da CIA …e não só.”
O admirável mundo novo na frieza do combate aos défices. Eis aquela que ameaça ser a descoberta do milénio.
Amigo, ajude o Estado: Mate-se enquanto é tempo (pelo menos se já passou dos… 55? 65?).
Sendo defensor da eutanásia, vacilo.
“(…) Os investigadores concluiram que, entre os 20 e os 56 anos, os obesos são o grupo que mais caro sai ao Estado. Porém, como os obesos e os fumadores morrem geralmente mais cedo, acabam por ser menos «pesados» para os Governos do que os cidadãos saudáveis, que vivem mais anos.
Por exemplo, se um fumador contrair cancro do pulmão, ele morre dentro de pouco tempo, enquanto se viver muitos anos pode vir a sofrer de Alzheimer, doença de «longo prazo» que fica mais cara ao sistema. (…)”
Admitindo que o que o Público tem difundido é verdade (admito que sim sem pôr as mãos no fogo) recordo que já aqui zurzi em devido tempo contra a lógica e os métodos de José Manuel Fernandes. Tenho andado a evitar repetir-me até porque os sucessivos disparates do governo não me dão propriamente vontade de vir em defesa de aparentes pormenores. Contudo, não são de todo pormenores e MAV, na Origem das Espécies poupa-me o trabalho. Volto à carga com as suas palavras a ver se alguém com responsabilidades naquele jornal e/ou entre os seus leitores percebe o que está em causa:
“(…) O que me parece estranho, repito, é a obsessão do “Público” em, reiteradamente, ir buscar ao passado de Sócrates pequenas minudências que sirvam para o fragilizar agora.
O Primeiro-Ministro, evidentemente, não é intocável. Pelo contrário: há em muitas das suas opções matéria mais do que suficiente para um ataque político ou uma crítica jornalística. Que essa crítica exista é salutar para a democracia - e é sobretudo à imprensa que compete fazê-la.
Outra coisa, porém, é um jornal de referência como o “Público” proceder como se fosse o “Avante” - e servir-se de todos os meios para desacreditar alguém que erigiu em “inimigo político”.
Os últimos anos da Monarquia e a chamada I República conheceram sobejamente estes métodos. Não me parece, no entanto, que eles fiquem bem num regime democrático já com anos suficientes para ser adulto. (…)”
“O que me espanta nestes pequenos pecados no passado de José Sócrates é o grau de descuido e de inconsciência. A falta de cálculo e de prudência que os mesmos revelam são típicos de alguém que politicamente nunca pensou chegar onde chegou. Alguém que nunca pensou que o seu passado mais tarde poderia vir a ser revisitado. Alguém que nunca pensou que mais tarde o seu futuro grau de exposição política e mediática poderia vir a ser enorme. Em suma, alguém que nunca pensou que mais tarde o seu passado poderia vir a ser escrutinado com muita atenção. (…)”
Paulo Gorjão, cachimbando aqui.
No início eramos todos castanhos até que um dia, há quase 10.000 anos…