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O Burro sou Eu (em actualização)

BurroEspero que os nossos concidadãos europeus bastem a José Sócrates, o meu voto não voltará a ter. Aliás, militarei com força redobrada contra esta forma abjecta de viver a democracia e de tratar os seus próprios eleitores.

Infelizmente já nos bastavam os exemplos de políticos mentiroso; José Sócrates quer ir mais além, em “democracia”.

E para terminar esta prosa patrocinada pela não realização de um referendo sobre matérias europeias, a pretexto do Tratado de Lisboa, uma pergunta para os deputados socialistas em quem votei genericamente: o que é que tinha de acontecer para por uma vez (pelo menos uma vez) serem fieis ao programa eleitoral sob o qual foram eleitos e infieis a quem vos impõe a vergonha e a inutilidade substantiva?

O corno nesta história nem pareço ter sido (só) eu, mas boa parte do Partido Socialista, talvez mesmo na bendita comissão política que aparentemente serve para anuir perante “factos consumados superiormente”. Haverá alguém neste PS que se demarque claramente desta última charada?

Post Scriptum – outras reacções para vários gostos:
– José Medeiros Ferreira I e II.
Luís Novaes Tito.
Rui Costa Pinto.
João Gonçalves.
João Távora.
Luís Nazaré.
António José Seguro (Deputado do PS).

7 replies on “O Burro sou Eu (em actualização)”

Agora que se pretende acabar com os partidos pequenos, vai ser muito mais fácil procurar alternativas, quanto mais não seja votar no “branco”. Mas votar! Para que não digam que fui à praia ou para o centro comercial.

Concordo, estava a ser irónico quando indiquei que seria mais fácil procurar alternativas. Mas o partido do “branco” não pode ser eliminado pelo tribunal, pois não? Funciona como escape, porque nem ponho a hipótese de deixar de votar.

A oferta existente é de muito má qualidade, e mesmo com muitos partidos, sem terem assento parlamentar, é como se não existissem. Precisa-se de mais partidos sim, mas com o rabo nos lugares da Assembleia da República.

Confesso que não sou “corno” pois não dei o benefício da dúvida ao Sócrates.

Agora quero ver a seguir a 2014, quando os Portugueses perguntarem “Ai temos de cumprir com essa lei aprovada em Bruxelas? Logo agora que “eles” já deixaram de “pagar”! Alguém nos pediu a opinião?

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