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	<title>Comentários em: Lisboa e arredores: um problema fora do alcance das capacidades camarárias (Act.)</title>
	<link>http://adufe.net/2007/11/lisboa-e-arredores-um-problema-fora-do-alcance-das-capacidades-camararias/</link>
	<description>As armas do meu Adufe não têm signo nem fronteira</description>
	<pubDate>Wed, 09 Jul 2008 07:37:43 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Rui Cerdeira Branco</title>
		<link>http://adufe.net/2007/11/lisboa-e-arredores-um-problema-fora-do-alcance-das-capacidades-camararias/#comment-14869</link>
		<dc:creator>Rui Cerdeira Branco</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Nov 2007 10:02:03 +0000</pubDate>
		<guid>http://adufe.net/2007/11/lisboa-e-arredores-um-problema-fora-do-alcance-das-capacidades-camararias/#comment-14869</guid>
		<description>Não desprezo a tua pergunta JCD, antes pelo contrário. 
Quando pergunto logo a seguir "Quanto se pouparia se houvesse um retorno de população residente à capital?" estava  a pensar numa perspectiva mais genérica, numa poupança ou ganho da sociedade. Mas admito que pareça que estava numa de pensamento único: na contabilidade pública.

Para mim são muito relevantes as duas perspectivas. O Estado está contido na sociedade e é um prestador de serviços com custos associados para os quais em contribuo de forma mais ou menos empenhada. Fazer estas perguntas, mesmo as focalizadas exclusivamente no Estado, mas tendo de ser confrontadas com o quotidiano da vida de cada um, tornando assim evidente a intima ligação de múltiplos problemas, não me parece que seja parte do problema. Nem sequer para a tua perspectiva simplista de Estado a quem deves e de quem não recebes. Ou o Deve do Estado não é também o teu Haver?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não desprezo a tua pergunta JCD, antes pelo contrário.<br />
Quando pergunto logo a seguir &#8220;Quanto se pouparia se houvesse um retorno de população residente à capital?&#8221; estava  a pensar numa perspectiva mais genérica, numa poupança ou ganho da sociedade. Mas admito que pareça que estava numa de pensamento único: na contabilidade pública.</p>
<p>Para mim são muito relevantes as duas perspectivas. O Estado está contido na sociedade e é um prestador de serviços com custos associados para os quais em contribuo de forma mais ou menos empenhada. Fazer estas perguntas, mesmo as focalizadas exclusivamente no Estado, mas tendo de ser confrontadas com o quotidiano da vida de cada um, tornando assim evidente a intima ligação de múltiplos problemas, não me parece que seja parte do problema. Nem sequer para a tua perspectiva simplista de Estado a quem deves e de quem não recebes. Ou o Deve do Estado não é também o teu Haver?</p>
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		<title>Por: jcd</title>
		<link>http://adufe.net/2007/11/lisboa-e-arredores-um-problema-fora-do-alcance-das-capacidades-camararias/#comment-14868</link>
		<dc:creator>jcd</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Nov 2007 08:14:56 +0000</pubDate>
		<guid>http://adufe.net/2007/11/lisboa-e-arredores-um-problema-fora-do-alcance-das-capacidades-camararias/#comment-14868</guid>
		<description>&lt;i&gt;"Quanto custa ao Estado cada português que trabalhando em Lisboa decide ir morar para um concelho da periferia?"&lt;/i&gt;

A maneira como fazes a pergunta "Quanto custa ao estado" é também uma das razões para o problema. Se a pergunta não fosse "quanto custa ao estado" mas "quanto custa à sociedade", as respostas seriam muito mais construtivas. Temos esta mania de olhar para o deve e haver do estado como algo que nos diz respeitocomo se fosse o nosso deve e haver. Não é. O Haver do Estado é o nosso Deve.

Para o indivíduo, a pergunta nem se põe. Quem decide ir morar para a periferia sabe muito bem as suas razões.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><i>&#8220;Quanto custa ao Estado cada português que trabalhando em Lisboa decide ir morar para um concelho da periferia?&#8221;</i></p>
<p>A maneira como fazes a pergunta &#8220;Quanto custa ao estado&#8221; é também uma das razões para o problema. Se a pergunta não fosse &#8220;quanto custa ao estado&#8221; mas &#8220;quanto custa à sociedade&#8221;, as respostas seriam muito mais construtivas. Temos esta mania de olhar para o deve e haver do estado como algo que nos diz respeitocomo se fosse o nosso deve e haver. Não é. O Haver do Estado é o nosso Deve.</p>
<p>Para o indivíduo, a pergunta nem se põe. Quem decide ir morar para a periferia sabe muito bem as suas razões.</p>
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		<title>Por: Lisboa: Quando a solução é também um problema : TubarãoEsquilo, a rede de blogues com actualidade, informação e notícias</title>
		<link>http://adufe.net/2007/11/lisboa-e-arredores-um-problema-fora-do-alcance-das-capacidades-camararias/#comment-14864</link>
		<dc:creator>Lisboa: Quando a solução é também um problema : TubarãoEsquilo, a rede de blogues com actualidade, informação e notícias</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Nov 2007 12:15:20 +0000</pubDate>
		<guid>http://adufe.net/2007/11/lisboa-e-arredores-um-problema-fora-do-alcance-das-capacidades-camararias/#comment-14864</guid>
		<description>[...] &#8220;Quanto custa ao Estado cada português que trabalhando em Lisboa decide ir morar para um concelho da periferia? Quanto se pouparia se houvesse um retorno de população residente à capital? Em quanto se rentabilizariam os próprios serviços públicos e infra-estruturas se isso acontecesse? Uma forma de &#8220;reduzir a despesa&#8221; poderia passar por colocar os mesmos recursos já existentes na capital a servirem mais população, aliviando as câmaras limítrofes que estão em muitos casos literalmente &#8220;à nora&#8221; com o crescimento populacional que enfrentam.&#8221; Excerto de &#8220;Lisboa e arredores: um problema fora do alcance das capacidades camarárias&#8220; [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[&#8230;] &#8220;Quanto custa ao Estado cada português que trabalhando em Lisboa decide ir morar para um concelho da periferia? Quanto se pouparia se houvesse um retorno de população residente à capital? Em quanto se rentabilizariam os próprios serviços públicos e infra-estruturas se isso acontecesse? Uma forma de &#8220;reduzir a despesa&#8221; poderia passar por colocar os mesmos recursos já existentes na capital a servirem mais população, aliviando as câmaras limítrofes que estão em muitos casos literalmente &#8220;à nora&#8221; com o crescimento populacional que enfrentam.&#8221; Excerto de &#8220;Lisboa e arredores: um problema fora do alcance das capacidades camarárias&#8220; [&#8230;]</p>
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