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	<title>ComentÃ¡rios em: O primeiro grande nÃºmero da governaÃ§Ã£o de JosÃ© SÃ³crates</title>
	<link>http://adufe.net/2007/03/o-primeiro-grande-numero-da-governacao-de-jose-socrates/</link>
	<description>As armas do meu Adufe nÃ£o tÃªm signo nem fronteira</description>
	<pubDate>Fri, 08 Aug 2008 21:01:46 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Alfred</title>
		<link>http://adufe.net/2007/03/o-primeiro-grande-numero-da-governacao-de-jose-socrates/#comment-8431</link>
		<dc:creator>Alfred</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 Mar 2007 03:20:49 +0000</pubDate>
		<guid>http://adufe.net/2007/03/o-primeiro-grande-numero-da-governacao-de-jose-socrates/#comment-8431</guid>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Chuck</title>
		<link>http://adufe.net/2007/03/o-primeiro-grande-numero-da-governacao-de-jose-socrates/#comment-8418</link>
		<dc:creator>Chuck</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Mar 2007 14:46:15 +0000</pubDate>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Dianne</title>
		<link>http://adufe.net/2007/03/o-primeiro-grande-numero-da-governacao-de-jose-socrates/#comment-8417</link>
		<dc:creator>Dianne</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Mar 2007 14:46:02 +0000</pubDate>
		<guid>http://adufe.net/2007/03/o-primeiro-grande-numero-da-governacao-de-jose-socrates/#comment-8417</guid>
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	<item>
		<title>Por: Lambeth</title>
		<link>http://adufe.net/2007/03/o-primeiro-grande-numero-da-governacao-de-jose-socrates/#comment-8416</link>
		<dc:creator>Lambeth</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Mar 2007 14:45:05 +0000</pubDate>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Coleman</title>
		<link>http://adufe.net/2007/03/o-primeiro-grande-numero-da-governacao-de-jose-socrates/#comment-8415</link>
		<dc:creator>Coleman</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Mar 2007 14:44:05 +0000</pubDate>
		<guid>http://adufe.net/2007/03/o-primeiro-grande-numero-da-governacao-de-jose-socrates/#comment-8415</guid>
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	<item>
		<title>Por: Ralph</title>
		<link>http://adufe.net/2007/03/o-primeiro-grande-numero-da-governacao-de-jose-socrates/#comment-8414</link>
		<dc:creator>Ralph</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Mar 2007 14:43:44 +0000</pubDate>
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	<item>
		<title>Por: ruycaldas</title>
		<link>http://adufe.net/2007/03/o-primeiro-grande-numero-da-governacao-de-jose-socrates/#comment-8209</link>
		<dc:creator>ruycaldas</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Mar 2007 17:23:06 +0000</pubDate>
		<guid>http://adufe.net/2007/03/o-primeiro-grande-numero-da-governacao-de-jose-socrates/#comment-8209</guid>
		<description>NÃ£o me parece existir qualquer mÃ©rito numa reduÃ§Ã£o do dÃ©fice suportado pelos cortes de investimentos e cortes sociais deixando Ã  solta o monstro, as despesas correntes que atÃ© aumentaram em valores absolutos.

AliÃ¡s faÃ§amos um exercÃ­cio simples. Sendo o aumento do IVA de 19% para 21%, executado pelo governo de SÃ³crates, responsÃ¡vel por uma receita equivalente a 0,7% do PIB e a quebra do Investimento PÃºblico em 2006 da ordem dos 0,5% do PIB, resulta destes dois valores somados um ganho de 1,2% do PIB. 

Acrescentando ao valor 2,9% do DÃ©fice de 2004, as despesas extraordinÃ¡rias que nesse ano se executaram ter-se-ia como valor do dÃ©fice total desse mesmo ano 5,1% do PIB. 

Descontando a este valor as receitas do aumento do IVA e dos valores provenientes da quebra de investimento que referenciÃ¡mos terÃ­amos para o valor do dÃ©fice do 2004, o tal ano â€œtenebrosoâ€? e motivo de chacota por parte de SÃ³crates, o bonito nÃºmero de 3,9% do PIB.
 Exactamente igual ao conseguido agora nÃ£o apenas com o corte de investimento e aumento do IVA, mas com todos os outros cortes sociais a que assistimos todos os dias e com todos os outros aumentos de impostos nos vÃ¡rios sectores de econÃ³micos. 

NÃ£o se compreende assim os festejos do governo e do PS. Para tamanho aperto que causou Ã  economia nacional e aos portugueses, os resultados nÃ£o sÃ£o apenas medÃ­ocres, sÃ£o mesmo ruinosos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>NÃ£o me parece existir qualquer mÃ©rito numa reduÃ§Ã£o do dÃ©fice suportado pelos cortes de investimentos e cortes sociais deixando Ã  solta o monstro, as despesas correntes que atÃ© aumentaram em valores absolutos.</p>
<p>AliÃ¡s faÃ§amos um exercÃ­cio simples. Sendo o aumento do IVA de 19% para 21%, executado pelo governo de SÃ³crates, responsÃ¡vel por uma receita equivalente a 0,7% do PIB e a quebra do Investimento PÃºblico em 2006 da ordem dos 0,5% do PIB, resulta destes dois valores somados um ganho de 1,2% do PIB. </p>
<p>Acrescentando ao valor 2,9% do DÃ©fice de 2004, as despesas extraordinÃ¡rias que nesse ano se executaram ter-se-ia como valor do dÃ©fice total desse mesmo ano 5,1% do PIB. </p>
<p>Descontando a este valor as receitas do aumento do IVA e dos valores provenientes da quebra de investimento que referenciÃ¡mos terÃ­amos para o valor do dÃ©fice do 2004, o tal ano â€œtenebrosoâ€? e motivo de chacota por parte de SÃ³crates, o bonito nÃºmero de 3,9% do PIB.<br />
 Exactamente igual ao conseguido agora nÃ£o apenas com o corte de investimento e aumento do IVA, mas com todos os outros cortes sociais a que assistimos todos os dias e com todos os outros aumentos de impostos nos vÃ¡rios sectores de econÃ³micos. </p>
<p>NÃ£o se compreende assim os festejos do governo e do PS. Para tamanho aperto que causou Ã  economia nacional e aos portugueses, os resultados nÃ£o sÃ£o apenas medÃ­ocres, sÃ£o mesmo ruinosos.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Rui Cerdeira Branco</title>
		<link>http://adufe.net/2007/03/o-primeiro-grande-numero-da-governacao-de-jose-socrates/#comment-8206</link>
		<dc:creator>Rui Cerdeira Branco</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Mar 2007 15:33:29 +0000</pubDate>
		<guid>http://adufe.net/2007/03/o-primeiro-grande-numero-da-governacao-de-jose-socrates/#comment-8206</guid>
		<description>Reservo o meu julgamento para o final da legislatura. 
Para jÃ¡, com sacrifÃ­cios Ã© certo, temos um governo que conseguiu cumprir com um compromisso e isso nesta terra Ã© coisa rarÃ­ssima. 
A memÃ³ria que tenho do passado Ã© a de tambÃ©m fazer sacrifÃ­cios para depois ver o monstro aumentar, ver o dÃ©fice aumentar e ver de caminho ainda o governo a assumir compromissos desastrosos a mÃ©dio prazo sÃ³ para arrecadar no momento receitas extraordinÃ¡rias.
JÃ¡ aqui escrevi que os prÃ³ximos dois anos da legislatura serÃ£o decisivos, o essencial das reformas ainda nÃ£o estÃ¡ a dar grande frutos, mas tambÃ©m tenho consciÃªncia que, apesar da maioria absoluta, este Ã© o mais complicado perÃ­odo de governaÃ§Ã£o em muitos anos. 
E recordo que este dÃ©fice com corte nos investimentos (distinto de vender os anÃ©is) terÃ¡ seguramente dois efeitos imediatamente positivos: reduÃ§Ã£o do risco de crÃ©dito da naÃ§Ã£o (o que tornarÃ¡ o serviÃ§o da dÃ­vida mais comportÃ¡vel) e pressÃ£o polÃ­tica para assumir compromissos mais ousados para os prÃ³ximos anos.  Compromissos dificilmente atingÃ­veis sem um forte crescimento econÃ³mico e/ou sem reduÃ§Ã£o da despesa pÃºblica.
ComeÃ§o como terminei, reservo o meu julgamento para o final da legislatura. Mas nÃ£o deixo de reconhecer que este nÃºmero, em si, e observando a nossa histÃ³ria recente, nÃ£o tem passado de um miragem, daÃ­ o elogio.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Reservo o meu julgamento para o final da legislatura.<br />
Para jÃ¡, com sacrifÃ­cios Ã© certo, temos um governo que conseguiu cumprir com um compromisso e isso nesta terra Ã© coisa rarÃ­ssima.<br />
A memÃ³ria que tenho do passado Ã© a de tambÃ©m fazer sacrifÃ­cios para depois ver o monstro aumentar, ver o dÃ©fice aumentar e ver de caminho ainda o governo a assumir compromissos desastrosos a mÃ©dio prazo sÃ³ para arrecadar no momento receitas extraordinÃ¡rias.<br />
JÃ¡ aqui escrevi que os prÃ³ximos dois anos da legislatura serÃ£o decisivos, o essencial das reformas ainda nÃ£o estÃ¡ a dar grande frutos, mas tambÃ©m tenho consciÃªncia que, apesar da maioria absoluta, este Ã© o mais complicado perÃ­odo de governaÃ§Ã£o em muitos anos.<br />
E recordo que este dÃ©fice com corte nos investimentos (distinto de vender os anÃ©is) terÃ¡ seguramente dois efeitos imediatamente positivos: reduÃ§Ã£o do risco de crÃ©dito da naÃ§Ã£o (o que tornarÃ¡ o serviÃ§o da dÃ­vida mais comportÃ¡vel) e pressÃ£o polÃ­tica para assumir compromissos mais ousados para os prÃ³ximos anos.  Compromissos dificilmente atingÃ­veis sem um forte crescimento econÃ³mico e/ou sem reduÃ§Ã£o da despesa pÃºblica.<br />
ComeÃ§o como terminei, reservo o meu julgamento para o final da legislatura. Mas nÃ£o deixo de reconhecer que este nÃºmero, em si, e observando a nossa histÃ³ria recente, nÃ£o tem passado de um miragem, daÃ­ o elogio.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: ruycaldas</title>
		<link>http://adufe.net/2007/03/o-primeiro-grande-numero-da-governacao-de-jose-socrates/#comment-8205</link>
		<dc:creator>ruycaldas</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Mar 2007 14:00:53 +0000</pubDate>
		<guid>http://adufe.net/2007/03/o-primeiro-grande-numero-da-governacao-de-jose-socrates/#comment-8205</guid>
		<description>As Receitas Totais do Estado aumentaram em 2006 comparativamente a 2005 em 8,3%, cerca de 2.735,3 milhÃµes de euros enquanto as Despesas continuaram a aumentar, desta vez mais 2,4%, cerca de 985,8 milhÃµes de euros, do que em 2005, segundo dados da DirecÃ§Ã£o Geral do OrÃ§amento ontem divulgados,

Estes dados desmentem categoricamente o ministro Teixeira dos Santos que teve a lata, a ousadia, o desplante de dizer que â€œa reduÃ§Ã£o da despesa pÃºblica contribuiu em cerca de 80% para a melhoria do dÃ©fice orÃ§amentalâ€?.
NÃ£o houve reduÃ§Ã£o de despesa de 2005 para 2006, ao contrÃ¡rio, ela aumentou de 2,4% ou em euros 985,8 milhÃµes, no entanto o ministro afirma que sim. VÃ£o-se lÃ¡ entender as contas do ministro.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>As Receitas Totais do Estado aumentaram em 2006 comparativamente a 2005 em 8,3%, cerca de 2.735,3 milhÃµes de euros enquanto as Despesas continuaram a aumentar, desta vez mais 2,4%, cerca de 985,8 milhÃµes de euros, do que em 2005, segundo dados da DirecÃ§Ã£o Geral do OrÃ§amento ontem divulgados,</p>
<p>Estes dados desmentem categoricamente o ministro Teixeira dos Santos que teve a lata, a ousadia, o desplante de dizer que â€œa reduÃ§Ã£o da despesa pÃºblica contribuiu em cerca de 80% para a melhoria do dÃ©fice orÃ§amentalâ€?.<br />
NÃ£o houve reduÃ§Ã£o de despesa de 2005 para 2006, ao contrÃ¡rio, ela aumentou de 2,4% ou em euros 985,8 milhÃµes, no entanto o ministro afirma que sim. VÃ£o-se lÃ¡ entender as contas do ministro.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ruycaldas</title>
		<link>http://adufe.net/2007/03/o-primeiro-grande-numero-da-governacao-de-jose-socrates/#comment-8204</link>
		<dc:creator>ruycaldas</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Mar 2007 13:56:11 +0000</pubDate>
		<guid>http://adufe.net/2007/03/o-primeiro-grande-numero-da-governacao-de-jose-socrates/#comment-8204</guid>
		<description>Uma reduÃ§Ã£o do DÃ©fice, que se situa agora nos 3,9% do PIB, obtida Ã  custa do atrofiamento do desenvolvimento econÃ³mico nacional, dos partos nas ambulÃ¢ncias, da degradaÃ§Ã£o do ServiÃ§o Nacional de SaÃºde, do agravamento das condiÃ§Ãµes sociais dos deficientes, dos idosos, dos reformados, dos funcionÃ¡rios pÃºblicos e de um modo geral de toda a populaÃ§Ã£o portuguesas, do encerramento de escolas, hospitais, consulados e dos cortes no Investimento PÃºblico, nÃ£o deveria merecer os elogios, a concordÃ¢ncia ou mesmo a aceitaÃ§Ã£o das entidades patronais, dos comentadores oficiais da comunicaÃ§Ã£o social ou, pasme-se, dos prÃ³prios partidos da oposiÃ§Ã£o.

A reduÃ§Ã£o do DÃ©fice sÃ³ merecerÃ¡ elogios quando essa reduÃ§Ã£o for obtida Ã  custa do emagrecimento do monstro que desde 2001 devora, de modo insaciÃ¡vel, os dinheiros pÃºblicos. Na verdade, herdÃ¡mos desde aquele ano um dÃ©fice crÃ³nico de cerca de 3% do PIB, que nÃ£o sendo justificado por quaisquer melhorias nos serviÃ§os pÃºblicos, se torna necessÃ¡rio extinguir. Este dÃ©fice crÃ³nico, apelidado e bem pelo â€œmonstroâ€? das finanÃ§as portuguesas, vive no seio das despesas pÃºblicas correntes e, todos os anos, incompreensivelmente, vem engordando mais um pouco. A eficÃ¡cia do combate ao dÃ©fice por parte de qualquer governo deverÃ¡ medir-se, nÃ£o por uma reduÃ§Ã£o obtida atravÃ©s do aumento de impostos e reduÃ§Ã£o das condiÃ§Ãµes sociais dos cidadÃ£os mas, pelo efectivo emagrecimento deste absurdo monstro.

Acontece que com a gestÃ£o do governo do senhor SÃ³crates, novamente este monstro voltou a engordar. As Despesas Correntes aumentaram 3,2% relativamente a 2005, as Despesas Correntes PrimÃ¡rias 2,4% e a Despesas Totais fruto de uma quebra de 7,4% nas Despesas de Investimento situaram-se num aumento de 2,4%. (Dados da DGO).

O governo merece ser censurado por continuar a ser incapaz de combater o â€œmonstroâ€? e obter em 2006 uma reduÃ§Ã£o do dÃ©fice Ã  custa do sacrifÃ­cio dos portugueses. Ã‰ um governo que segue a lÃ³gica despesista dos anteriores governos sÃ³ que mais cruel e desumano para com os seus servos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Uma reduÃ§Ã£o do DÃ©fice, que se situa agora nos 3,9% do PIB, obtida Ã  custa do atrofiamento do desenvolvimento econÃ³mico nacional, dos partos nas ambulÃ¢ncias, da degradaÃ§Ã£o do ServiÃ§o Nacional de SaÃºde, do agravamento das condiÃ§Ãµes sociais dos deficientes, dos idosos, dos reformados, dos funcionÃ¡rios pÃºblicos e de um modo geral de toda a populaÃ§Ã£o portuguesas, do encerramento de escolas, hospitais, consulados e dos cortes no Investimento PÃºblico, nÃ£o deveria merecer os elogios, a concordÃ¢ncia ou mesmo a aceitaÃ§Ã£o das entidades patronais, dos comentadores oficiais da comunicaÃ§Ã£o social ou, pasme-se, dos prÃ³prios partidos da oposiÃ§Ã£o.</p>
<p>A reduÃ§Ã£o do DÃ©fice sÃ³ merecerÃ¡ elogios quando essa reduÃ§Ã£o for obtida Ã  custa do emagrecimento do monstro que desde 2001 devora, de modo insaciÃ¡vel, os dinheiros pÃºblicos. Na verdade, herdÃ¡mos desde aquele ano um dÃ©fice crÃ³nico de cerca de 3% do PIB, que nÃ£o sendo justificado por quaisquer melhorias nos serviÃ§os pÃºblicos, se torna necessÃ¡rio extinguir. Este dÃ©fice crÃ³nico, apelidado e bem pelo â€œmonstroâ€? das finanÃ§as portuguesas, vive no seio das despesas pÃºblicas correntes e, todos os anos, incompreensivelmente, vem engordando mais um pouco. A eficÃ¡cia do combate ao dÃ©fice por parte de qualquer governo deverÃ¡ medir-se, nÃ£o por uma reduÃ§Ã£o obtida atravÃ©s do aumento de impostos e reduÃ§Ã£o das condiÃ§Ãµes sociais dos cidadÃ£os mas, pelo efectivo emagrecimento deste absurdo monstro.</p>
<p>Acontece que com a gestÃ£o do governo do senhor SÃ³crates, novamente este monstro voltou a engordar. As Despesas Correntes aumentaram 3,2% relativamente a 2005, as Despesas Correntes PrimÃ¡rias 2,4% e a Despesas Totais fruto de uma quebra de 7,4% nas Despesas de Investimento situaram-se num aumento de 2,4%. (Dados da DGO).</p>
<p>O governo merece ser censurado por continuar a ser incapaz de combater o â€œmonstroâ€? e obter em 2006 uma reduÃ§Ã£o do dÃ©fice Ã  custa do sacrifÃ­cio dos portugueses. Ã‰ um governo que segue a lÃ³gica despesista dos anteriores governos sÃ³ que mais cruel e desumano para com os seus servos.</p>
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