<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>ComentÃ¡rios em: Â«(&#8230;) ir a reboque da &#8220;blogosfera&#8221;.Â» (act.)</title>
	<atom:link href="http://adufe.net/2007/03/%c2%ab-ir-a-reboque-da-blogosfera%c2%bb/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://adufe.net/2007/03/%c2%ab-ir-a-reboque-da-blogosfera%c2%bb/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Thu, 29 Jul 2010 12:05:25 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0</generator>
	<item>
		<title>Por: Silva</title>
		<link>http://adufe.net/2007/03/%c2%ab-ir-a-reboque-da-blogosfera%c2%bb/comment-page-1/#comment-8295</link>
		<dc:creator>Silva</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Mar 2007 15:54:03 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://adufe.net/2007/03/%c2%ab-ir-a-reboque-da-blogosfera%c2%bb/#comment-8295</guid>
		<description></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pela verdade acima de tudo</p>
<p>Acredito que seja consentÃ¢neo, para muitas pessoas, admitir que a posse de um qualquer tÃ­tulo acadÃ©mico nÃ£o confere ao seu detentor caracterÃ­sticas especiais de competÃªncia, idoneidade, respeitabilidade ou qualquer outra virtude.</p>
<p>No entanto, tambÃ©m acredito que sÃ³ pessoas com vicissitudes de carÃ¡cter (vulgo, sem carÃ¡cter) possam aceitar ou cometer a ilicitude do uso indevido de um qualquer prefixo com o intuito de se obter alguma espÃ©cie de contrapartida pelo facto. Acresce que, tal â€œartimanhaâ€? sÃ³ pode constituir-se como uma assunÃ§Ã£o de inseguranÃ§a e/ou incapacidade prÃ³pria de indivÃ­duos que para singrarem, seja em que meio for, nÃ£o se cingem Ã  simples manifestaÃ§Ã£o de atributos ou mÃ©ritos legitimamente comprovados, pelo menos, na Ã¡rea em que pretendam vingar e nÃ£o numa outra qualquer, se Ã© que me faÃ§o entender sem baixar demasiadamente o nÃ­velâ€¦</p>
<p>Por outro lado, nÃ£o me custa admitir que jÃ¡ poucos acreditem que, na maioria dos casos, as ascensÃµes de carreira tenham dependido apenas da constataÃ§Ã£o do mÃ©rito dos â€œbem sucedidosâ€?. Mas afinal o que Ã© o sucesso? Provavelmente, muitos de nÃ³s somos bem sucedidos em algum determinado aspecto. Por exemplo, considero que algumas das pessoas que conheÃ§o sÃ£o bem sucedidas na manutenÃ§Ã£o de valores como a lealdade e a honestidade, isto apesar de todos os maus exemplos pelos quais se poderiam deixar influenciar. SerÃ¡ que afinal isto jÃ¡ nÃ£o importa?</p>
<p>Para exemplificar o supracitado, passo a contar uma histÃ³ria que espero nÃ£o se torne demasiadamente fastidiosa, apesar de constituir um mero desabafo e, porventura, assumir contornos idÃªnticos aos de tantas outras histÃ³rias. A Ãºnica diferenÃ§a, para mim e, infelizmente, tambÃ©m para quem prezo, Ã© que fomos directamente envolvidos.</p>
<p>Uma autarquia do sul do paÃ­s abriu um concurso pÃºblico, cujo caderno de encargos definia a necessidade de nomeaÃ§Ã£o de um responsÃ¡vel licenciado em engenharia com experiÃªncia comprovada, pela empresa adjudicatÃ¡ria. A nomeaÃ§Ã£o foi feita por quem de direito e o licenciado em engenharia lÃ¡ apareceu. Era eu. Embora, um pouco mais jovem e muito mais ingÃ©nuo!</p>
<p>Com o inÃ­cio dos trabalhos a aproximar-se, realizou-se uma reuniÃ£o de apresentaÃ§Ã£o entre representantes das entidades adjudicante e adjudicatÃ¡ria. Nessa reuniÃ£o, e para inÃ­cio de â€œhostilidadesâ€?, um tÃ©cnico e um responsÃ¡vel autÃ¡rquicos interpelaram para exigir a comprovaÃ§Ã£o das minhas habilitaÃ§Ãµes acadÃ©micas, relembrando na ocasiÃ£o a obrigatoriedade prevista em caderno de encargos. Acedi a fazer prova das minhas habilitaÃ§Ãµes pois, obviamente, cumpriam integralmente com o exigido.</p>
<p>Os trabalhos preparativos previstos iniciaram-se e seguiram-se dias, noites, semanas e meses de esforÃ§o com o qual, aliÃ¡s, jÃ¡ contava. Completei demasiados dias consecutivos de trabalho sem as normais interrupÃ§Ãµes para o devido descanso. </p>
<p>No entanto, os representantes autÃ¡rquicos referidos, insistiram em desprezar todo o empenho evidenciado, tanto por mim, como por vÃ¡rias pessoas que integraram a mesma incansÃ¡vel equipa de trabalho. A insatisfaÃ§Ã£o aparente dessas personagens, verdadeiros caciques autÃ¡rquicos, revelou-se como uma condiÃ§Ã£o e nunca um estado, tal foi a absurda quantidade e qualidade de obstÃ¡culos por eles obstinadamente levantada. Dadas todas as dificuldades criadas, para as quais nÃ£o encontrava qualquer explicaÃ§Ã£o minimamente razoÃ¡vel, e apesar de continuar confiante na minha inquestionÃ¡vel competÃªncia, acabei por ceder e desistir do projecto.</p>
<p>Na sequÃªncia da minha desistÃªncia do projecto, os supra mencionados representantes autÃ¡rquicos, com surpreendente prontidÃ£o e â€œamabilidadeâ€?, sugeriram um substituto para a sucessÃ£o que, imagine-se tamanha â€œcoincidÃªnciaâ€?, havia manifestado interesse â€œrecenteâ€? no desempenho do cargo entÃ£o colocado em aberto. A personagem sugerida foi nomeada e a sucessÃ£o deu-se assim â€œtranquilamenteâ€?. TambÃ©m foi com â€œtranquilidadeâ€? que se abafou o facto â€œagora jÃ¡ insignificanteâ€? de o novo responsÃ¡vel pelo projecto nÃ£o possuir as habilitaÃ§Ãµes acadÃ©micas exigÃ­veis para o exercÃ­cio da funÃ§Ã£o em causa, isto apesar de o mesmo nÃ£o prescindir de se apresentar como licenciado, responsÃ¡vel pelo projecto, e assinar documentaÃ§Ã£o vÃ¡ria com o indispensÃ¡vel â€œENG.â€? a prefixar o seu nome.</p>
<p>Ingenuamente, procurou-se a denÃºncia dos factos supracitados Ã s entidades â€œcompetentesâ€? (mas pouco). No entanto, os processos de averiguaÃ§Ã£o que decorreram pouco concluÃ­ram. Quase todas as irrefutÃ¡veis provas documentais e testemunhais, que nÃ£o foram poucas, caÃ­ram em saco roto, e acabou por se dar o muito conveniente arquivamento. O Ãºnico resultado prÃ¡tico consistiu nas lamentÃ¡veis e cobardes ameaÃ§as, inclusivamente, Ã  integridade fÃ­sica e Ã  dignidade inatacÃ¡vel dos denunciantes e das testemunhas. Como â€œcereja no topo do boloâ€?, fica o registo â€œhumorÃ­sticoâ€? do suposto licenciado em engenharia que alega o facto de, por mero lapso, ter assinado inadvertidamente largas dezenas ou mesmo centenas de documentos durante meses, todos eles redigidos por terceiros (imagine-se como serÃ¡ possÃ­velâ€¦), sem dar conta do facto de nestes constar referÃªncia errÃ³nea Ã  sua pretensa formaÃ§Ã£o acadÃ©mica, bem como Ã s funÃ§Ãµes de responsabilidade que tambÃ©m passou a alegar nunca ter exercido. Afinal, a personagem em causa que, sÃ³ possuÃ­a frequÃªncia universitÃ¡ria, supostamente apenas exerceu funÃ§Ãµes de â€œporta-vozâ€?.</p>
<p>Reportando agora ao tema da alegada apresentaÃ§Ã£o de habilitaÃ§Ãµes literÃ¡rias falsas, ou apenas â€œdesvirtuadasâ€?, no currÃ­culo do Sr. JosÃ© SÃ³crates, Primeiro-ministro de Portugal, e ressalvando a possibilidade de se verificar a sua presumÃ­vel inocÃªncia na matÃ©ria em apreÃ§o, a nÃ£o ser que se produza prova irrefutÃ¡vel em contrÃ¡rio, oferece-me comentar que, aconteÃ§a o que acontecer na realidade, o desfecho sÃ³ poderÃ¡ ser umâ€¦ O do inevitÃ¡vel e conveniente esquecimento pois valores mais altos se levantam.</p>
<p>DÃ‰JÃ€-VUâ€¦</p>
<p>P. S. &#8211; Espero que se possa compreender a omissÃ£o da identificaÃ§Ã£o de personagens e entidades como um acto de auto preservaÃ§Ã£o e nunca cobardia.</p>
<p>SILVA, um portuguÃªs.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: JL</title>
		<link>http://adufe.net/2007/03/%c2%ab-ir-a-reboque-da-blogosfera%c2%bb/comment-page-1/#comment-8211</link>
		<dc:creator>JL</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Mar 2007 00:55:25 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://adufe.net/2007/03/%c2%ab-ir-a-reboque-da-blogosfera%c2%bb/#comment-8211</guid>
		<description>Nas pÃºblicas e nas privadas? Em que pÃºblicas?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nas pÃºblicas e nas privadas? Em que pÃºblicas?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
