Adufe 5.0

As armas do meu adufe não têm signo nem fronteira
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As armas do meu Adufe,
não têm signo nem fronteira.

Bem-vindo ao Adufe 5.0


Archive for February, 2007


Ai Sporting, Sporting…

Lá terei de ir sofrer no Estádio na próxima quarta-feira a ver se conseguimos aquilo que se adivinha ser a hercúlea tarefa de bater a Académica. Se as contas não me falham, seis pontos perdidos fora, 12 perdidos em casa. Deixa-me cá ver se arranjo uma musiquinha para aqui pôr. Para animar!

Penamacor no Sapo

O Sapo surpreendeu pela positiva com o seu serviço de notícias (amplamente abordado pelo Sérgio no Ponto.Sapo) e, particularmente, surpreendeu-me pelo serviço Local. Por exemplo, neste endereço temos muito do que se tem escrito de actualidade sobre o Concelho de Penamacor. Vai directo para a lista de ligações aqui no Adufe 🙂

O endereço geral do Sapo Local é http://noticias.sapo.pt/local/.

A melhor análise sobre a crise na imprensa

A melhor análise sobre a crise na imprensa que lia até ao momento está no Blogo Existo do João Pinto e Castro. Para já oferece-nos um enquadramento tocando em aspectos pouco referidos, como sejam as barreiras efectivas na nossa vida quotidiana que impedem ou dificultam encontrar um espaço e um tempo para se ler um matutino. Fica um excerto que não dispensa a leitura integral.

" (…) Há sérias razões para duvidar que a cultura própria dos leitores de diários se encontre ameaçada. Por exemplo, com a decadência dos cafés desapareceram os vespertinos. Onde é que as pessoas podem hoje ler o jornal da manhã? As que não usam os transportes públicos não podem, na maioria dos casos, fazê-lo no local de trabalho.

Depois, à medida que o espaço público vai ficando restringido aos centros comerciais deixa também de haver locais onde se comentam as notícias do dia. Este processo de des-socialização da vida quotidiana afecta os diários, visto que eles serviam exactamente de instrumento de lubrificação do convívio social.

As pessoas encontram-se crescentemente remetidas para três espaços específicos: a) a família; b) a profissão; e, quando existe, c) o hobby. Ora, o que interessa a umas profissões não interessa a outras, e o mesmo se passa em relação aos hobbies. Daí a proliferação de media especializados. (…)"

Teorizando sobre animações

Uma tese! Tiro o meu chapéu (se o usasse tirava em jeito de vénia). A ler "Ruca e Noddy" pelo Tiago Cavaco n'A Voz do Deserto.

P.S.: Se nunca ouviu falar de Ruca e Noddy entretenha-se a ver o boneco ali no canto superior direito do blogue ou passe adiante. Next!

Segue resposta geracional

"(…) A outra questão é: se os jovens urbanos até aos trinta anos votam maioritariamente à esquerda e apoiam as causas ditas fracturantes, onde aprenderam eles isso? Haverá já questões de sociedade e cultura que prescindem dos livros e mesmo de um tratamento mais profundo dos jornais? (…)"

Luís Mourão via A Origem das Espécies.

Resposta à 1ª pergunta: ora aí está uma boa pergunta. Aquele "aprenderam" é que me dá uma coceira… Enfim, tenho umas teorias na algibeira para vários casos tipo mas acho que vou escrever um livro sobre o assunto. Por isso ziiiip!

Resposta à 2ª pergunta: Ah! A geração de 68, pois. E as do tempo entre o Iluminismo e o surgimento da rádio ou da televisão… para aí… talvez… quem sabe… Também ouvi dizer que em Berlim, nos idos 30, se liam muitos livros. Aquele "" e aquele "e mesmo" é que me dão uma coceira…

Uma injustiça gritante nos Certificados de Aforro?

No Cantinho da Economia de hoje, o destaque vai para "Certificados de aforro: um instrumento sob fogo cerrado" um artigo de opinião com umas continhas que publiquei no Economia e Finanças.

"Lendo este artigo do DN ("Metade dos certificados de aforro nas mãos de ricos") onde se documentam declarações do Ministro das Finanças segundo o qual metade do volume da carteira global dos certificados está na posse de titulares que têm mais de 100 mil euros investidos, apetece, por um lado, denunciar a demagogia e, por outro, concluir que me parece cada vez mais evidente que os certificados de aforro tal como os conhecemos desaparecerão brevemente. (…)"

Quando eu era pequenino

Eles andavam lá por cima em máquinas coloridas desenhando parábolas.

Primeiro vinham em aviões de instrução que faziam lembrar um dos cromos difíceis das pastilhas gorila, aquele do avião com duas caudas paralelas que se uniam por um leme. Ah esta cabeça! Seria da RAF ou da Luftwaffe?

Depois vinham os artistas, geralmente em pares, treinando as cabriolas que iriam apresentar em exibições nacionais e internacionais. Às vezes, o sábado começava com um voo razantes dalgum piloto top gun e eu saltava para a janela invariavelmente tarde demais. (H)eat the dust.

Eu ainda sou do tempo dos Asas de Portugal. 

Vila Forte em Porto de Mós

Eis opinião em directo de Porto de Mós no blogue Vila Forte. Trata-se de um blogue colectivo que vai tentando furar a dificuldade crescente do que é novo em se afirmar por esta esfera. E que tal um pouco mais de interacção com outros bloggers? Fica a dica e boa escrita!

Cantinho da Economia

Hoje, no Economia e Finanças:

"Para os menos atentos, uma taxa de juro de 0,5% pode parecer imensamente baixa, mas na história recente do Japão este valor é record de 10 anos. (…)

Nem só a subida descontrolada dos preços é má para a economia, como intuitivamente quase todo o leigo perceberá. A economia replica em larga medida a complexidade dos sistemas naturais: há sempre um equilíbrio instável e inseguro, multidimensional, quase milagroso, que pouco mais conseguimos do que vislumbrar levemente.  Terá sido assim com a armadilha da liquidez no caso japonês."

"O estudo de que se fala (melhor será chamar-lhe "colecção de estatísticas"), divulgado dia 19 de Fevereiro de 2007 pelo Eurostat e amplamente referido pela comunicação social portuguesa, pode ser lido na íntegra na própria página do Eurostat (siga esta ligação – texto em inglês).

Para já, além de sublinhar o ano a que se referem os dados, 2004, (e só o sublinho porque me passou despercebido em algumas das notícias televisivas que vi) acrescento, pela positiva, que se baseia em dados convertidos para paridades de poder de compra (o que reduz grandemente as desvantagens de comparações internacionais). Acrecento ainda, pela negativa, que não passa de um indicador isolado e, como tal, particularmente vulnerável a utilizações abusivas e erróneas. (…)"

Cahiers du Cinema on-line

É digna de se ler e folhear a edição mais recente da Cahiers du Cinema apresentada na net. Mais um exemplo do que se pode fazer neste para tantos ainda admirável mundo novo…