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	<title>ComentÃ¡rios em: &#8220;Cuidado com os abaixo-assinados&#8221;</title>
	<link>http://adufe.net/2007/01/cuidado-com-os-abaixo-assinados/</link>
	<description>As armas do meu Adufe nÃ£o tÃªm signo nem fronteira</description>
	<pubDate>Thu, 28 Aug 2008 23:01:52 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Rui Cerdeira Branco</title>
		<link>http://adufe.net/2007/01/cuidado-com-os-abaixo-assinados/#comment-7303</link>
		<dc:creator>Rui Cerdeira Branco</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Feb 2007 23:56:06 +0000</pubDate>
		<guid>http://adufe.net/2007/01/cuidado-com-os-abaixo-assinados/#comment-7303</guid>
		<description>Ã‰ Rui Cerdeira Branco, caro Luso Castellan, mas nÃ£o tem mal. Sou novo mas nÃ£o tanto que me ache a estudar para juiz de direito ou advogado (enquanto profissional). Num paÃ­s cheio de quem tem pavor a nÃºmeros, resolvi nÃ£o desperdiÃ§ar a minha simpatia por eles, ainda que a aprtilhe com as letras e com as leis :-)
Fui para as Economias.
De qualquer das formas, obrigado e boa noite para si tambÃ©m.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ã‰ Rui Cerdeira Branco, caro Luso Castellan, mas nÃ£o tem mal. Sou novo mas nÃ£o tanto que me ache a estudar para juiz de direito ou advogado (enquanto profissional). Num paÃ­s cheio de quem tem pavor a nÃºmeros, resolvi nÃ£o desperdiÃ§ar a minha simpatia por eles, ainda que a aprtilhe com as letras e com as leis :-)<br />
Fui para as Economias.<br />
De qualquer das formas, obrigado e boa noite para si tambÃ©m.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Luso Castellan</title>
		<link>http://adufe.net/2007/01/cuidado-com-os-abaixo-assinados/#comment-7302</link>
		<dc:creator>Luso Castellan</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Feb 2007 23:34:58 +0000</pubDate>
		<guid>http://adufe.net/2007/01/cuidado-com-os-abaixo-assinados/#comment-7302</guid>
		<description>_ Rui Cerdeira Pinto:
   EstÃ¡, estamos, a perder Tempo com esse Carlos Pinto. Casmurro, teimoso, louco-furioso, etc. e tal. 
   Trabalhei 22 anos com processos prÃ³ximos - averiguaÃ§Ãµes oficiosas de paternidade, as acÃ§Ãµes interpostas entretanto, as de afastamento da presunÃ§Ã£o de paternidade e, acima de tudo a de RegulaÃ§Ã£o do ExercÃ­cio do Poder Paternal (maternal, Ã­mplicito), segundo as nossas LEIS e nÃ£o outras que, momentaneamente, servem os apetites polÃ­ticos de franjas revolucionÃ¡rias da nossa sociedade as quais subvertem completamente uma coisa que no Direito, sob a Ã³ptica do legislador se chama "Mens legis, mens legislatoris". 
Quanto ao resto, qualquer leitura do AcordÃ£o - o qual condensa em substÃ¢ncia, os trÃªs processos, AOP, RPP e Processo Comum-Colectivo, devia esclarecer, e ESCLARECE RACIONALMENTE, o que na verdade estÃ¡ em jogo. Um casal relapso, desobediente, torcionÃ¡rio, etc. Um sargento do exÃ©rcito, castrejo, o "qual jÃ¡ ensinou" Ã  Ana Maria - como se fosse posÃ­vel mudar o nome da menor Esmeralda" - a pensar que "vÃªem aÃ­ os maus".  
EstÃ¡ tudo dito. 
Para o resto da minha vida vou acompanhar este caso, acima de tudo para o desmitificar, e tentar perceber o que levou o Fernando Silva e o Coronel Vila-Boas (vindo de Faro, vejam bem, diariamente a viajar centenas centenas de quilÃ³metros (Tudo isto traz Ã¡gua no bico) e a gastarem milhares de euros com este "seu caso". 
O Coronel Vilas-Boas nÃ£o perdeu um minuto sequer com o caso da Joana em PortimÃ£o - depois da "fama" que obteve com o caso do menino inglÃªs - supostamente morta ou supostamente vendida?? - muito mais perto do seu Centro de Actividades - algo cheira mal nesta histÃ³ria.
Acima de tudo, as aparÃªncias ILUDEM. Conheci e conheÃ§o dezenas de casos que comeÃ§aram de uma maneira e acabaram de outra. Quando estalou o verniz????
Uma Ãºltima palavra quanto ao Habeas Corpus. AS TELEVISÃ•ES E OS JORNAIS DA INTIFADA DO SARGENTO NÃƒO ENTREVISTARAM UMA ÃšNICA VEZ O MAIOR PENALISTA DE PORTUGAL: O PROFESSOR JORGE FIGUEIRÃŠDO DIAS, DA FACULDADE DE DIREITO DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA. 
O FERNANDO SILVA Ã‰ UM EMBUSTE COMO PENALISTA.
SÃ³ falta, para alÃ©m do julgamento na praÃ§a pÃºblica, LINCHAR os JuÃ­zes do processo e o SÃ£o JosÃ© Carpinteiro (por ora Baltazar).
Deus nos acuda, pobre paÃ­s, sem Lei nem Grei. 
Um abraÃ§o para o Senhor Rui Cerdeira Pinto pela sua capacidade de anÃ¡lise, nÃ£o sÃ³ factual como processual. Entendo, que se ainda Ã© novo, deve estudar Direito e dedicar a sua vida a CAUSAS NOBRES. 
Felicidades. 
Um conselho:
Estude Processo Penal: sistemas e princÃ­pios.
de JosÃ© da Costa Pimenta, uma ediÃ§Ã£o da Petrony. Resume os princpios fundamentais dos Direitos Processuais: Legalidade, ContraditÃ³rio, Oportunidade, etc. 
Bom para perceber os "campos litigiosos".

O ditado que se aplica para os incrÃ©dulos apaniguados do Sargento Ã© este: "Comem sopa com o garfo". 
Boa-noite</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>_ Rui Cerdeira Pinto:<br />
   EstÃ¡, estamos, a perder Tempo com esse Carlos Pinto. Casmurro, teimoso, louco-furioso, etc. e tal.<br />
   Trabalhei 22 anos com processos prÃ³ximos - averiguaÃ§Ãµes oficiosas de paternidade, as acÃ§Ãµes interpostas entretanto, as de afastamento da presunÃ§Ã£o de paternidade e, acima de tudo a de RegulaÃ§Ã£o do ExercÃ­cio do Poder Paternal (maternal, Ã­mplicito), segundo as nossas LEIS e nÃ£o outras que, momentaneamente, servem os apetites polÃ­ticos de franjas revolucionÃ¡rias da nossa sociedade as quais subvertem completamente uma coisa que no Direito, sob a Ã³ptica do legislador se chama &#8220;Mens legis, mens legislatoris&#8221;.<br />
Quanto ao resto, qualquer leitura do AcordÃ£o - o qual condensa em substÃ¢ncia, os trÃªs processos, AOP, RPP e Processo Comum-Colectivo, devia esclarecer, e ESCLARECE RACIONALMENTE, o que na verdade estÃ¡ em jogo. Um casal relapso, desobediente, torcionÃ¡rio, etc. Um sargento do exÃ©rcito, castrejo, o &#8220;qual jÃ¡ ensinou&#8221; Ã  Ana Maria - como se fosse posÃ­vel mudar o nome da menor Esmeralda&#8221; - a pensar que &#8220;vÃªem aÃ­ os maus&#8221;.<br />
EstÃ¡ tudo dito.<br />
Para o resto da minha vida vou acompanhar este caso, acima de tudo para o desmitificar, e tentar perceber o que levou o Fernando Silva e o Coronel Vila-Boas (vindo de Faro, vejam bem, diariamente a viajar centenas centenas de quilÃ³metros (Tudo isto traz Ã¡gua no bico) e a gastarem milhares de euros com este &#8220;seu caso&#8221;.<br />
O Coronel Vilas-Boas nÃ£o perdeu um minuto sequer com o caso da Joana em PortimÃ£o - depois da &#8220;fama&#8221; que obteve com o caso do menino inglÃªs - supostamente morta ou supostamente vendida?? - muito mais perto do seu Centro de Actividades - algo cheira mal nesta histÃ³ria.<br />
Acima de tudo, as aparÃªncias ILUDEM. Conheci e conheÃ§o dezenas de casos que comeÃ§aram de uma maneira e acabaram de outra. Quando estalou o verniz????<br />
Uma Ãºltima palavra quanto ao Habeas Corpus. AS TELEVISÃ•ES E OS JORNAIS DA INTIFADA DO SARGENTO NÃƒO ENTREVISTARAM UMA ÃšNICA VEZ O MAIOR PENALISTA DE PORTUGAL: O PROFESSOR JORGE FIGUEIRÃŠDO DIAS, DA FACULDADE DE DIREITO DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA.<br />
O FERNANDO SILVA Ã‰ UM EMBUSTE COMO PENALISTA.<br />
SÃ³ falta, para alÃ©m do julgamento na praÃ§a pÃºblica, LINCHAR os JuÃ­zes do processo e o SÃ£o JosÃ© Carpinteiro (por ora Baltazar).<br />
Deus nos acuda, pobre paÃ­s, sem Lei nem Grei.<br />
Um abraÃ§o para o Senhor Rui Cerdeira Pinto pela sua capacidade de anÃ¡lise, nÃ£o sÃ³ factual como processual. Entendo, que se ainda Ã© novo, deve estudar Direito e dedicar a sua vida a CAUSAS NOBRES.<br />
Felicidades.<br />
Um conselho:<br />
Estude Processo Penal: sistemas e princÃ­pios.<br />
de JosÃ© da Costa Pimenta, uma ediÃ§Ã£o da Petrony. Resume os princpios fundamentais dos Direitos Processuais: Legalidade, ContraditÃ³rio, Oportunidade, etc.<br />
Bom para perceber os &#8220;campos litigiosos&#8221;.</p>
<p>O ditado que se aplica para os incrÃ©dulos apaniguados do Sargento Ã© este: &#8220;Comem sopa com o garfo&#8221;.<br />
Boa-noite</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Rui Cerdeira Branco</title>
		<link>http://adufe.net/2007/01/cuidado-com-os-abaixo-assinados/#comment-7100</link>
		<dc:creator>Rui Cerdeira Branco</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jan 2007 13:42:19 +0000</pubDate>
		<guid>http://adufe.net/2007/01/cuidado-com-os-abaixo-assinados/#comment-7100</guid>
		<description>Obrigado a todos (concordantes e discordantes) pelas palavras que aqui deixaram, particularmente as que me foram dirigidas.
AbraÃ§os!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Obrigado a todos (concordantes e discordantes) pelas palavras que aqui deixaram, particularmente as que me foram dirigidas.<br />
AbraÃ§os!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: LucrÃ©cia</title>
		<link>http://adufe.net/2007/01/cuidado-com-os-abaixo-assinados/#comment-7098</link>
		<dc:creator>LucrÃ©cia</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jan 2007 02:12:05 +0000</pubDate>
		<guid>http://adufe.net/2007/01/cuidado-com-os-abaixo-assinados/#comment-7098</guid>
		<description>OlÃ¡, Rui Cerdeira. Escrevo simplesmente para lhe dar um abraÃ§o pela posiÃ§Ã£o que tem tido acerca deste caso. Desde o inÃ­cio que tenho balanÃ§ado entre a perplexidade e a indignaÃ§Ã£o enquanto assistia ao circo que invadiu tudo. Soube a notÃ­cia como toda a gente, pelos jornais e a tv; apesar de fragmentada, a informaÃ§Ã£o inicial continha elementos suficientes para se perceber o caso. DaÃ­ a minha estupefacÃ§Ã£o qdo comecei a ouvir, 1Âº os participantes dos 'fÃ³runs' na rÃ¡dio e na tv (mas aÃ­ lÃ¡ fui pensando que dislates Ã© o q mais se ouve nesses fÃ³runs...), depois _ e aÃ­, sim, julguei estar a delirar _ pessoas cuja opiniÃ£o considero, desde os participantes do 'Eixo do Mal' atÃ© jornalistas respeitados, o Villas-Boas, por aÃ­ fora... EstarÃ¡ tudo maluco?!! SerÃ¡ que ninguÃ©m atende aos factos, Ã© uma alucinaÃ§Ã£o colectiva?
Felizmente, quando jÃ¡ pensava q eu Ã© q estava a alucinar, comecei a ouvir algumas vozes discordantes. 
O facto Ã© que comprovei, arrepiada, o poder terrÃ­vel da propaganda, da agitaÃ§Ã£o, de como se manipula facilmente umas mentezitas histÃ©ricas.
Ã‰ assim que se fabricam as bruxas de Salem. Ou os milagres de FÃ¡tima.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>OlÃ¡, Rui Cerdeira. Escrevo simplesmente para lhe dar um abraÃ§o pela posiÃ§Ã£o que tem tido acerca deste caso. Desde o inÃ­cio que tenho balanÃ§ado entre a perplexidade e a indignaÃ§Ã£o enquanto assistia ao circo que invadiu tudo. Soube a notÃ­cia como toda a gente, pelos jornais e a tv; apesar de fragmentada, a informaÃ§Ã£o inicial continha elementos suficientes para se perceber o caso. DaÃ­ a minha estupefacÃ§Ã£o qdo comecei a ouvir, 1Âº os participantes dos &#8216;fÃ³runs&#8217; na rÃ¡dio e na tv (mas aÃ­ lÃ¡ fui pensando que dislates Ã© o q mais se ouve nesses fÃ³runs&#8230;), depois _ e aÃ­, sim, julguei estar a delirar _ pessoas cuja opiniÃ£o considero, desde os participantes do &#8216;Eixo do Mal&#8217; atÃ© jornalistas respeitados, o Villas-Boas, por aÃ­ fora&#8230; EstarÃ¡ tudo maluco?!! SerÃ¡ que ninguÃ©m atende aos factos, Ã© uma alucinaÃ§Ã£o colectiva?<br />
Felizmente, quando jÃ¡ pensava q eu Ã© q estava a alucinar, comecei a ouvir algumas vozes discordantes.<br />
O facto Ã© que comprovei, arrepiada, o poder terrÃ­vel da propaganda, da agitaÃ§Ã£o, de como se manipula facilmente umas mentezitas histÃ©ricas.<br />
Ã‰ assim que se fabricam as bruxas de Salem. Ou os milagres de FÃ¡tima.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: tresmalhada</title>
		<link>http://adufe.net/2007/01/cuidado-com-os-abaixo-assinados/#comment-7088</link>
		<dc:creator>tresmalhada</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jan 2007 14:20:09 +0000</pubDate>
		<guid>http://adufe.net/2007/01/cuidado-com-os-abaixo-assinados/#comment-7088</guid>
		<description>Na minha opiniÃ£o, o prazer com que toda esta gente fala mal do Baltazar, pai da Esmeralda, tem raÃ­zes muito profundas...
Os argumentos caem, invariÃ¡velmente, no conjunto que passo a listar (incluindo o juÃ­zo de valor associado).
- Este homem teve um caso com uma brasileira, ilegal, prostituta. Porco!
- Ele devia ter-se precavido de uma possÃ­vel gravidez (...ela nÃ£o). IrresponsÃ¡vel!
- Apesar da condiÃ§Ã£o da mÃ£e, deveria acreditar que a crianÃ§a era sua e apoiÃ¡-la na gravidez. Sacana!
- Quando a crianÃ§a nasceu, deveria ter ajudado a mÃ£e a cuidar da crianÃ§a, na eventualidade de esta ser sua. Desnaturado!
- Se realmente queria saber se a crianÃ§a era sua, deveria ter pago o exame de ADN do seu bolso. Desinteressado!
- Como a grande maioria dos homens deste paÃ­s nunca lutaria por uma crianÃ§a filha de um â€œencontro ocasionalâ€?, este nÃ£o Ã© melhor que os outros. O interesse dele sÃ³ pode ser dinheiro. Interesseiro!
- Ã‰ alto, tem olhos azuis e Ã© bonito (...argumento raro, apresentado por InÃªs Pedrosa). Vaidoso!
- EstÃ¡ interessado na filha porque viu que alguÃ©m a queria. Se ninguÃ©m a quisesse ele tambÃ©m nÃ£o a quereria. Invejoso!
- Agora que a crianÃ§a tem cinco anos, deveria pensar nela e deixÃ¡-la ficar com quem a manteve escondida estes anos todos. EgoÃ­sta!
- Se lhe tivessem entregado a filha, esta era agora uma desgraÃ§ada, como aquela outra que foi violada/espancada/morta pelo pai. Criminoso!

Ã‰ fÃ¡cil nÃ£o Ã©! Basta projectarmos os nossos prÃ³prios podres e preconceitos numa pessoa que nÃ£o conhecemos e que alguÃ©m, que nÃ³s tambÃ©m nÃ£o conhecemos, nos disse ser um verme!

Ainda bem que existe a Lei (com todos os defeitos que tem) porque de outra forma este homem jÃ¡ tinha sido executado na praÃ§a pÃºblica. Para jÃºbilo de todos os que defendem uma Lei mais justa e humanizada...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Na minha opiniÃ£o, o prazer com que toda esta gente fala mal do Baltazar, pai da Esmeralda, tem raÃ­zes muito profundas&#8230;<br />
Os argumentos caem, invariÃ¡velmente, no conjunto que passo a listar (incluindo o juÃ­zo de valor associado).<br />
- Este homem teve um caso com uma brasileira, ilegal, prostituta. Porco!<br />
- Ele devia ter-se precavido de uma possÃ­vel gravidez (&#8230;ela nÃ£o). IrresponsÃ¡vel!<br />
- Apesar da condiÃ§Ã£o da mÃ£e, deveria acreditar que a crianÃ§a era sua e apoiÃ¡-la na gravidez. Sacana!<br />
- Quando a crianÃ§a nasceu, deveria ter ajudado a mÃ£e a cuidar da crianÃ§a, na eventualidade de esta ser sua. Desnaturado!<br />
- Se realmente queria saber se a crianÃ§a era sua, deveria ter pago o exame de ADN do seu bolso. Desinteressado!<br />
- Como a grande maioria dos homens deste paÃ­s nunca lutaria por uma crianÃ§a filha de um â€œencontro ocasionalâ€?, este nÃ£o Ã© melhor que os outros. O interesse dele sÃ³ pode ser dinheiro. Interesseiro!<br />
- Ã‰ alto, tem olhos azuis e Ã© bonito (&#8230;argumento raro, apresentado por InÃªs Pedrosa). Vaidoso!<br />
- EstÃ¡ interessado na filha porque viu que alguÃ©m a queria. Se ninguÃ©m a quisesse ele tambÃ©m nÃ£o a quereria. Invejoso!<br />
- Agora que a crianÃ§a tem cinco anos, deveria pensar nela e deixÃ¡-la ficar com quem a manteve escondida estes anos todos. EgoÃ­sta!<br />
- Se lhe tivessem entregado a filha, esta era agora uma desgraÃ§ada, como aquela outra que foi violada/espancada/morta pelo pai. Criminoso!</p>
<p>Ã‰ fÃ¡cil nÃ£o Ã©! Basta projectarmos os nossos prÃ³prios podres e preconceitos numa pessoa que nÃ£o conhecemos e que alguÃ©m, que nÃ³s tambÃ©m nÃ£o conhecemos, nos disse ser um verme!</p>
<p>Ainda bem que existe a Lei (com todos os defeitos que tem) porque de outra forma este homem jÃ¡ tinha sido executado na praÃ§a pÃºblica. Para jÃºbilo de todos os que defendem uma Lei mais justa e humanizada&#8230;</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Carlos Pinto</title>
		<link>http://adufe.net/2007/01/cuidado-com-os-abaixo-assinados/#comment-7043</link>
		<dc:creator>Carlos Pinto</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jan 2007 09:16:29 +0000</pubDate>
		<guid>http://adufe.net/2007/01/cuidado-com-os-abaixo-assinados/#comment-7043</guid>
		<description>Meu caro Rui
Li o artigo que me recomendou e, sinceramente, nÃ£o encontrei grandes contradiÃ§Ãµes entre o que afirmo e esse artigo. HÃ¡, de facto uma afirmaÃ§Ã£o da mÃ£e biolÃ³gica que pode contradizer um aspecto. Passo a citÃ¡-la
â€“ Tinha a certeza que ele era o pai, mas nÃ£o o procurei. Fiz isso tudo sozinha, sem ajuda de ninguÃ©m.
Ora, esta afirmaÃ§Ã£o nÃ£o Ã© inteiramente verdadeira, ou estÃ¡ descontextualizada, porque hÃ¡ dias o sr. Baltasar disse  na televisÃ£o esta coisa que reputo de verdadeira:
- Ela disse-me que a crianÃ§a era minha, mas eu respondi-lhe que sabia que ela andava com outros rapazes, portanto a crianÃ§a tanto podia ser minha como de outro qualquer (Esta transcriÃ§Ã£o vem-me de memÃ³ria,  nÃ£o Ã© textual).
Quantos Ã s formas rÃ¡pidas e engenhosas de adoptar crianÃ§as, todos sabemos a quem elas se devem - ao rÃ©u do costume, a SeguranÃ§a Social e, sobretudo, ao sistema judicial. Eu acompanhei quase todos os passos que envolveram as sucessivas alteraÃ§Ãµes Ã  Lei da adopÃ§Ã£o e vi bem as reticÃªncias e as resistÃªncias que muitos magistrados opuseram Ã¡ sua aplicaÃ§Ã£o. O Dr. Armando Leandro, o Dr. Laborinho LÃºcio, o falecido Dr. Rui EpifÃ¢nio, e muitos outros bem se esfalfaram por esse paÃ­s fora a tentar meter certas ideias na cabecinha dos magistrados - mas o velho princÃ­pio do "jus sanguinis" Ã© difÃ­cil de erradicar de mentes educadas em faculdades escolÃ¡sticas. O que se estÃ¡ a passar neste caso e em muitos outros Ã© consequÃªncia dessa inadequaÃ§Ã£o da justiÃ§a Ã  realidade. E as sucessivas sentenÃ§as produzidas Ã  volta deste caso reflectem essa inadequaÃ§Ã£o que a "voz grossa" dos tribunais procura agora disfarÃ§ar. NÃ£o tenha dÃºvidas, meu caro Rui, os tribunais e a SeguranÃ§a Social sÃ£o os grandes responsÃ¡veis por tudo isto; nÃ£o tente arranjar outros culpados. Esmeralda, Baltasar e sargento LuÃ­s sÃ£o as grandes vÃ­timas da inadequaÃ§Ã£o, da inacÃ§Ã£o e do desleixo que reina nalguns sectores do estado. O problema Ã© que ninguÃ©m os pune, antes pelo contrÃ¡rio, eles protegem-se uns aos outros. Ã‰ vÃª-los por aÃ­ em conferÃªncias de imprensa, em reuniÃµes, em declaraÃ§Ãµes, acobardados atrÃ¡s de normas legais que sÃ³ eles sabem ler e interpretar. NÃ³s bem vimos alguns deles no "PrÃ³s e contras", a falar por meias palavras, a querer dizer mais do que disseram, mas o velho corporativismo travava-os no momento da verdade. SoluÃ§Ã£o para isto? Deixar estar a crianÃ§a onde estÃ¡, porque estÃ¡ bem e tentar ir satisfazendo aos poucos os instintos paternais do pai biolÃ³gico. Como? O sistema judicial que criou ou deixou criar o imbrÃ³glio que invente uma soluÃ§Ã£o. Eles sÃ£o tÃ£o engenhosos a defender-se das asneiras que fazem que tambÃ©m hÃ£o-de ter engenho para sair delas.
Tenho dito.
Carlos Pinto</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Meu caro Rui<br />
Li o artigo que me recomendou e, sinceramente, nÃ£o encontrei grandes contradiÃ§Ãµes entre o que afirmo e esse artigo. HÃ¡, de facto uma afirmaÃ§Ã£o da mÃ£e biolÃ³gica que pode contradizer um aspecto. Passo a citÃ¡-la<br />
â€“ Tinha a certeza que ele era o pai, mas nÃ£o o procurei. Fiz isso tudo sozinha, sem ajuda de ninguÃ©m.<br />
Ora, esta afirmaÃ§Ã£o nÃ£o Ã© inteiramente verdadeira, ou estÃ¡ descontextualizada, porque hÃ¡ dias o sr. Baltasar disse  na televisÃ£o esta coisa que reputo de verdadeira:<br />
- Ela disse-me que a crianÃ§a era minha, mas eu respondi-lhe que sabia que ela andava com outros rapazes, portanto a crianÃ§a tanto podia ser minha como de outro qualquer (Esta transcriÃ§Ã£o vem-me de memÃ³ria,  nÃ£o Ã© textual).<br />
Quantos Ã s formas rÃ¡pidas e engenhosas de adoptar crianÃ§as, todos sabemos a quem elas se devem - ao rÃ©u do costume, a SeguranÃ§a Social e, sobretudo, ao sistema judicial. Eu acompanhei quase todos os passos que envolveram as sucessivas alteraÃ§Ãµes Ã  Lei da adopÃ§Ã£o e vi bem as reticÃªncias e as resistÃªncias que muitos magistrados opuseram Ã¡ sua aplicaÃ§Ã£o. O Dr. Armando Leandro, o Dr. Laborinho LÃºcio, o falecido Dr. Rui EpifÃ¢nio, e muitos outros bem se esfalfaram por esse paÃ­s fora a tentar meter certas ideias na cabecinha dos magistrados - mas o velho princÃ­pio do &#8220;jus sanguinis&#8221; Ã© difÃ­cil de erradicar de mentes educadas em faculdades escolÃ¡sticas. O que se estÃ¡ a passar neste caso e em muitos outros Ã© consequÃªncia dessa inadequaÃ§Ã£o da justiÃ§a Ã  realidade. E as sucessivas sentenÃ§as produzidas Ã  volta deste caso reflectem essa inadequaÃ§Ã£o que a &#8220;voz grossa&#8221; dos tribunais procura agora disfarÃ§ar. NÃ£o tenha dÃºvidas, meu caro Rui, os tribunais e a SeguranÃ§a Social sÃ£o os grandes responsÃ¡veis por tudo isto; nÃ£o tente arranjar outros culpados. Esmeralda, Baltasar e sargento LuÃ­s sÃ£o as grandes vÃ­timas da inadequaÃ§Ã£o, da inacÃ§Ã£o e do desleixo que reina nalguns sectores do estado. O problema Ã© que ninguÃ©m os pune, antes pelo contrÃ¡rio, eles protegem-se uns aos outros. Ã‰ vÃª-los por aÃ­ em conferÃªncias de imprensa, em reuniÃµes, em declaraÃ§Ãµes, acobardados atrÃ¡s de normas legais que sÃ³ eles sabem ler e interpretar. NÃ³s bem vimos alguns deles no &#8220;PrÃ³s e contras&#8221;, a falar por meias palavras, a querer dizer mais do que disseram, mas o velho corporativismo travava-os no momento da verdade. SoluÃ§Ã£o para isto? Deixar estar a crianÃ§a onde estÃ¡, porque estÃ¡ bem e tentar ir satisfazendo aos poucos os instintos paternais do pai biolÃ³gico. Como? O sistema judicial que criou ou deixou criar o imbrÃ³glio que invente uma soluÃ§Ã£o. Eles sÃ£o tÃ£o engenhosos a defender-se das asneiras que fazem que tambÃ©m hÃ£o-de ter engenho para sair delas.<br />
Tenho dito.<br />
Carlos Pinto</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: M</title>
		<link>http://adufe.net/2007/01/cuidado-com-os-abaixo-assinados/#comment-7042</link>
		<dc:creator>M</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jan 2007 23:37:32 +0000</pubDate>
		<guid>http://adufe.net/2007/01/cuidado-com-os-abaixo-assinados/#comment-7042</guid>
		<description>nÃ£o ocorre aos defensores do sargento e sua mulher que, a verem as suas pretensÃµes satisfeitas, passarÃ­amos a ter uma forma rÃ¡pida e engenhosa de adoptar / conseguir a guarda de uma crianÃ§a? quem chegasse primeiro e a segurasse com mais forÃ§a, ficava com a crianÃ§a.

Ã© atroz o que este casal fez a esta crianÃ§a, em nome do amor.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>nÃ£o ocorre aos defensores do sargento e sua mulher que, a verem as suas pretensÃµes satisfeitas, passarÃ­amos a ter uma forma rÃ¡pida e engenhosa de adoptar / conseguir a guarda de uma crianÃ§a? quem chegasse primeiro e a segurasse com mais forÃ§a, ficava com a crianÃ§a.</p>
<p>Ã© atroz o que este casal fez a esta crianÃ§a, em nome do amor.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Rui Cerdeira Branco</title>
		<link>http://adufe.net/2007/01/cuidado-com-os-abaixo-assinados/#comment-7041</link>
		<dc:creator>Rui Cerdeira Branco</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jan 2007 23:17:57 +0000</pubDate>
		<guid>http://adufe.net/2007/01/cuidado-com-os-abaixo-assinados/#comment-7041</guid>
		<description>Carlos,
Leia &lt;a href="http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=148979&#038;idCanal=10" rel="nofollow"&gt;este artigo com quase um ano onde se entrevista a mÃ£e biolÃ³gica&lt;/a&gt;. O que lÃ¡ diz contraria algumas das coisas (qquase todas) que tem como factos, tal como se verifica no acordÃ£o.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Carlos,<br />
Leia <a href="http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=148979&#038;idCanal=10" rel="nofollow">este artigo com quase um ano onde se entrevista a mÃ£e biolÃ³gica</a>. O que lÃ¡ diz contraria algumas das coisas (qquase todas) que tem como factos, tal como se verifica no acordÃ£o.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Carlos Pinto</title>
		<link>http://adufe.net/2007/01/cuidado-com-os-abaixo-assinados/#comment-7040</link>
		<dc:creator>Carlos Pinto</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jan 2007 23:13:10 +0000</pubDate>
		<guid>http://adufe.net/2007/01/cuidado-com-os-abaixo-assinados/#comment-7040</guid>
		<description>Caro Ricardo
Indo Ã  substÃªncia da sua questÃ£o, a minha resposta Ã© muito simples:
- quando a bebÃ© tinha um ano de idade, e atendendo ao facto de o pai biolÃ³gico se ter recusado a admitir a sua paternidade ainda a crianÃ§a se encontrava na barriga da mÃ£e;
- quando o pai biolÃ³gico nÃ£o deu Ã  mÃ£e, durante a gravidez e no primeiro ano de vida da crianÃ§a, qualquer apoio a ambos;
- quando o pai biolÃ³gico sÃ³ instado pelo MinistÃ©rio PÃºblico fez a prova de paternidade;
- perante o facto de a mÃ£e nÃ£o admitir a possibilidade de ficar com a crianÃ§a;
- perante as poucas garantias da parte do pai biolÃ³gico de, nessa altura, poder assumir uma paternidade responsÃ¡vel.
Primeiro: Eu nunca entregaria aquela crianÃ§a ao pai biolÃ³gico quando ela tinha um ano de idade;
Segundo - Teria preferido entregÃ¡-la Ã  guarda do casal atÃ© se encontrar uma soluÃ§Ã£o estÃ¡vel que passaria sempre prioritariamente pela adopÃ§Ã£o por esse mesmo casal.
E sabe porquÃª? Porque estou farto de ouvir falar de pais que espancam filhos, de CPM que se vÃªem em palpos de aranha para justificar entregas parentais que deram para o torto (veja-se o caso de Viseu...), estou farto de ouvir falar de pais que passam a ser "extremosos" depois de verem os filhos a ser encaminhados para soluÃ§Ãµes que nÃ£o passam por eles. Quanto a mim, o Sr. Baltasar sÃ³ passou a ser um pai extremoso depois de entrar no escritÃ³rio de um advogado que lhe prometeu sei lÃ¡ o quÃª... NÃ³s sabemos das transmutaÃ§Ãµes que acontecem quando pessoas do povo passam pelo escritÃ³rio de um advogado... Eu jÃ¡ assisti a muitas transmutaÃ§Ãµes dessas, trabalho mesmo ao lado disso ...
Eu sei que nÃ£o hÃ¡ "usucapiÃ£o" sobre pessoas, mas hÃ¡ coisas bem mais fortes que a usucapiÃ£o quando se trata de pessoas e ainda mais fortes quando se trata de crianÃ§as - Ã© a sua estabilidade emocional e afectiva. E essa tem um lugar: Ã© a famÃ­lia do casal que, mal aconselhado e mal orientado, a acolheu quando ela mais precisava.
Agora falei de factos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Ricardo<br />
Indo Ã  substÃªncia da sua questÃ£o, a minha resposta Ã© muito simples:<br />
- quando a bebÃ© tinha um ano de idade, e atendendo ao facto de o pai biolÃ³gico se ter recusado a admitir a sua paternidade ainda a crianÃ§a se encontrava na barriga da mÃ£e;<br />
- quando o pai biolÃ³gico nÃ£o deu Ã  mÃ£e, durante a gravidez e no primeiro ano de vida da crianÃ§a, qualquer apoio a ambos;<br />
- quando o pai biolÃ³gico sÃ³ instado pelo MinistÃ©rio PÃºblico fez a prova de paternidade;<br />
- perante o facto de a mÃ£e nÃ£o admitir a possibilidade de ficar com a crianÃ§a;<br />
- perante as poucas garantias da parte do pai biolÃ³gico de, nessa altura, poder assumir uma paternidade responsÃ¡vel.<br />
Primeiro: Eu nunca entregaria aquela crianÃ§a ao pai biolÃ³gico quando ela tinha um ano de idade;<br />
Segundo - Teria preferido entregÃ¡-la Ã  guarda do casal atÃ© se encontrar uma soluÃ§Ã£o estÃ¡vel que passaria sempre prioritariamente pela adopÃ§Ã£o por esse mesmo casal.<br />
E sabe porquÃª? Porque estou farto de ouvir falar de pais que espancam filhos, de CPM que se vÃªem em palpos de aranha para justificar entregas parentais que deram para o torto (veja-se o caso de Viseu&#8230;), estou farto de ouvir falar de pais que passam a ser &#8220;extremosos&#8221; depois de verem os filhos a ser encaminhados para soluÃ§Ãµes que nÃ£o passam por eles. Quanto a mim, o Sr. Baltasar sÃ³ passou a ser um pai extremoso depois de entrar no escritÃ³rio de um advogado que lhe prometeu sei lÃ¡ o quÃª&#8230; NÃ³s sabemos das transmutaÃ§Ãµes que acontecem quando pessoas do povo passam pelo escritÃ³rio de um advogado&#8230; Eu jÃ¡ assisti a muitas transmutaÃ§Ãµes dessas, trabalho mesmo ao lado disso &#8230;<br />
Eu sei que nÃ£o hÃ¡ &#8220;usucapiÃ£o&#8221; sobre pessoas, mas hÃ¡ coisas bem mais fortes que a usucapiÃ£o quando se trata de pessoas e ainda mais fortes quando se trata de crianÃ§as - Ã© a sua estabilidade emocional e afectiva. E essa tem um lugar: Ã© a famÃ­lia do casal que, mal aconselhado e mal orientado, a acolheu quando ela mais precisava.<br />
Agora falei de factos.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Ricardo S</title>
		<link>http://adufe.net/2007/01/cuidado-com-os-abaixo-assinados/#comment-7038</link>
		<dc:creator>Ricardo S</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jan 2007 18:44:54 +0000</pubDate>
		<guid>http://adufe.net/2007/01/cuidado-com-os-abaixo-assinados/#comment-7038</guid>
		<description>Caro Carlos Pinto:
a questÃ£o Ã© que foi feita JustiÃ§a. O Tribunal decidiu... hÃ¡ 4 anos. Simplesmente quem deveria ter cumprido a sentenÃ§a (os "pais adoptivos" e ponho entre aspas porque nÃ£o o sÃ£o, pois nÃ£o houve adopÃ§Ã£o) nao o fez.
HÃ¡ 4 anos que andam a "fugir" Ã  JustiÃ§a, a uma sentenÃ§a.
Se existe a prÃ¡tica de um crime (seja de sequestro, de subtracÃ§Ã£o de menor ou de mera desobediÃªncia) este estÃ¡ a ser cometido hÃ¡ 4 anos.
HÃ¡ 1 ano atrÃ¡s (para nÃ£o ir mais para trÃ¡s) toda a imprensa e sobretudo o Correio da ManhÃ£ usavam tÃ­tulos como "bebÃ© raptada". Temos que ver o seguinte: quando a menor tinha 1 ano de idade (que foi nesta idade que foi decidido a sua entrega ao pai) que decisÃ£o tomaria? Seria nessa altura a favor do casal? A Ãºnica situaÃ§Ã£o que mudou desde entÃ£o Ã© que passaram 4 anos. E lÃ¡ por passarem 4 anos nÃ£o atribui um direito de usucapiÃ£o (como jÃ¡ alguÃ©m disse) sobre a menor. Os pressupostos mantÃªm-se, alvo melhor opiniÃ£o...
Leia o acÃ³rdÃ£o e os factos (nÃ£o opiniÃµes)... Os factos!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Carlos Pinto:<br />
a questÃ£o Ã© que foi feita JustiÃ§a. O Tribunal decidiu&#8230; hÃ¡ 4 anos. Simplesmente quem deveria ter cumprido a sentenÃ§a (os &#8220;pais adoptivos&#8221; e ponho entre aspas porque nÃ£o o sÃ£o, pois nÃ£o houve adopÃ§Ã£o) nao o fez.<br />
HÃ¡ 4 anos que andam a &#8220;fugir&#8221; Ã  JustiÃ§a, a uma sentenÃ§a.<br />
Se existe a prÃ¡tica de um crime (seja de sequestro, de subtracÃ§Ã£o de menor ou de mera desobediÃªncia) este estÃ¡ a ser cometido hÃ¡ 4 anos.<br />
HÃ¡ 1 ano atrÃ¡s (para nÃ£o ir mais para trÃ¡s) toda a imprensa e sobretudo o Correio da ManhÃ£ usavam tÃ­tulos como &#8220;bebÃ© raptada&#8221;. Temos que ver o seguinte: quando a menor tinha 1 ano de idade (que foi nesta idade que foi decidido a sua entrega ao pai) que decisÃ£o tomaria? Seria nessa altura a favor do casal? A Ãºnica situaÃ§Ã£o que mudou desde entÃ£o Ã© que passaram 4 anos. E lÃ¡ por passarem 4 anos nÃ£o atribui um direito de usucapiÃ£o (como jÃ¡ alguÃ©m disse) sobre a menor. Os pressupostos mantÃªm-se, alvo melhor opiniÃ£o&#8230;<br />
Leia o acÃ³rdÃ£o e os factos (nÃ£o opiniÃµes)&#8230; Os factos!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Carlos Pinto</title>
		<link>http://adufe.net/2007/01/cuidado-com-os-abaixo-assinados/#comment-7037</link>
		<dc:creator>Carlos Pinto</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jan 2007 18:42:45 +0000</pubDate>
		<guid>http://adufe.net/2007/01/cuidado-com-os-abaixo-assinados/#comment-7037</guid>
		<description>Meu caro Rui
As suas palavras sÃ£o cheias de sabedoria atÃ© porque, juntas com algumas que eu prÃ³prio gatafunhei em mensagens anteriores, nos conduzem a uma trÃ¡gica constataÃ§Ã£o: os rÃ©us do processo (Estado, SeguranÃ§a Social, Sistema Judicial) exercem simultaneamente a funÃ§Ã£o de julgadores (nÃ£o confundir com JuÃ­zes) e quando o rÃ©u Ã© tambÃ©m julgador, a coisa tem que dar numa barafunda nunca menor do que aquela que passa diariamente diante dos nossos olhos.
Quanto a efabulaÃ§Ãµes... estamos falados.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Meu caro Rui<br />
As suas palavras sÃ£o cheias de sabedoria atÃ© porque, juntas com algumas que eu prÃ³prio gatafunhei em mensagens anteriores, nos conduzem a uma trÃ¡gica constataÃ§Ã£o: os rÃ©us do processo (Estado, SeguranÃ§a Social, Sistema Judicial) exercem simultaneamente a funÃ§Ã£o de julgadores (nÃ£o confundir com JuÃ­zes) e quando o rÃ©u Ã© tambÃ©m julgador, a coisa tem que dar numa barafunda nunca menor do que aquela que passa diariamente diante dos nossos olhos.<br />
Quanto a efabulaÃ§Ãµes&#8230; estamos falados.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Rui Cerdeira Branco</title>
		<link>http://adufe.net/2007/01/cuidado-com-os-abaixo-assinados/#comment-7024</link>
		<dc:creator>Rui Cerdeira Branco</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jan 2007 23:21:02 +0000</pubDate>
		<guid>http://adufe.net/2007/01/cuidado-com-os-abaixo-assinados/#comment-7024</guid>
		<description>Caro Carlos Pinto,
Ã  parte as suas perguntas iniciais que sÃ³ seriam importantes na medida em que poderiam servir para demonstrar que o pai apenas teria interesses alheios ao da prÃ³pria filha (chantagear os que a tÃªm Ã  guarda, perante o mais que provavel cenÃ¡rio de ficar com a guarda da filha, por exemplo) consigo rever-me jÃ¡ um pouco nas preocupaÃ§Ãµes que revela. Para ser mais concreto concordo consigo quando diz
"TambÃ©m nÃ£o nego que os agora raptores fizeram mal em nÃ£o proporcionar ao pai biolÃ³gico o contacto com a crianÃ§a. Mas aÃ­ hÃ¡ um culpado - chama-se Tribunal. Porque se os Ã³rgÃ£os judiciais tivessem tratado do assunto com bom senso, em vez de quererem somar forÃ§a e autoridade com desleixo, nada do que estÃ¡ a acontecer se passaria da mesma forma. E a primeira a beneficiar com isso, agora e no futuro, seria a Esmeralda, porque Ã© dela que estamos a tratar."

Acrescentaria apenas que nÃ£o Ã© sÃ³ da Esmeralda de que estamos a tratar mas tambÃ©m de todas as outras crianÃ§as e paÃ­s que passem por problemas nesta Ã¡rea ou que enfrentem o desejop de uma adopÃ§Ã£o. Se tivermos isto bem presente torna-se mais fÃ¡cil perceber que Ã  parte o desleixo indesculpavel do Estado, o papel da justiÃ§a Ã© um pouco mais complexo do que o que seria se olhÃ¡ssemos apenas para uma situaÃ§Ã£o concreta, para um pais concretos e para uma crianÃ§a. Ã¨ tambÃ©m por isso que o Estado nÃ£o deveria passar impune, nem o casal que a acolheu. Se o fizermos que mensagem estaremos a dar para os outros casais que estÃ£o pacientemente aguardando que se concluam os seus morosos processos de adopÃ§Ã£o? ConvenÃ§am uma mÃ£e (ou pai), acareiem a respectiva crianÃ§a o mÃ¡ximo tempo possÃ­vel para que o dano provocado por alguÃ©m que vo-la queira retirar seja considerado irreparÃ¡vel face aos interesses da crianÃ§a e... jÃ¡ estÃ¡, perante o facto consumado reconhecesse a adopÃ§Ã£o. Provavelmente nÃ£o era esta intenÃ§Ã£o deste casal (ainda que haja indÃ­cios perturbadores) mas nÃ£o proceder Ã  condenaÃ§Ã£o adequado levaria a justiÃ§a a acrescentar mais um grave erro a tantos outros.

Um pouco a despropÃ³sito permita-me uma efabulaÃ§Ã£o tambÃ©m. E se o casal deu $ Ã  mÃ£e para ficar com a crianÃ§a? E se a mÃ£e arrependida, mais tarde tentar reverter a situaÃ§Ã£o e Ã© ameaÃ§ada pelo casal aproveitando-se da sua fragilidade emocional e do seu estatuto de ilegal? E se o paÃ­ biolÃ³gico veio a saber que ali havia dinheiro e que tendo a mÃ£e ganho algum entÃ£o talvez ele tambÃ©m consiga sacar algum? O Ãºnico inocente neste cenÃ¡rio hipotÃ©tico seria a crianÃ§a que em qualquer caso me parece estaria entregue Ã  bicharada pois pessoalmente eu nÃ£o tenho em grande conta quem compre uma crianÃ§a. 

Sem efabulaÃ§Ãµes: serÃ¡ que em algum momento alguÃ©m se chegou ao pÃ© da mÃ£e biolÃ³gica e a elucidou das hipÃ³teses de apoio social a que poderia tentar recorrer para ter condiÃ§Ãµes de manter a crianÃ§a? Eu nÃ£o sei a resposta, mas sei que mal ou bem, havendo contacto com a seguranÃ§a social essa mÃ£e poderia ser cabalmente esclarecida. Assim pode atÃ© acontecido o oposto, bastando que o casal interessado em adoptar tivesse poucos escrÃºpulos e estivesse exclusivamente interessado em cumprir com o objectivo de arranjar uma crianÃ§a a quem entregar os seus afectos, a qualquer custo. 

AdopÃ§Ãµes directas nÃ£o me parecem em circunstÃ¢ncias alguma uma opÃ§Ã£o com que possamos conviver descansadamente, atÃ© porque em muitos casos, os pÃ¡is nÃ£o tÃªm condiÃ§Ãµes mÃ­nimas de fazer uma triagem/uma escolha minimamente fundamentada. Em suma estamos num sÃ©rio dilema que sÃ³ poderÃ¡ ser atenuado com uma acÃ§Ã£o mais cÃ©lere e dedicada por parte do Estado.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Carlos Pinto,<br />
Ã  parte as suas perguntas iniciais que sÃ³ seriam importantes na medida em que poderiam servir para demonstrar que o pai apenas teria interesses alheios ao da prÃ³pria filha (chantagear os que a tÃªm Ã  guarda, perante o mais que provavel cenÃ¡rio de ficar com a guarda da filha, por exemplo) consigo rever-me jÃ¡ um pouco nas preocupaÃ§Ãµes que revela. Para ser mais concreto concordo consigo quando diz<br />
&#8220;TambÃ©m nÃ£o nego que os agora raptores fizeram mal em nÃ£o proporcionar ao pai biolÃ³gico o contacto com a crianÃ§a. Mas aÃ­ hÃ¡ um culpado - chama-se Tribunal. Porque se os Ã³rgÃ£os judiciais tivessem tratado do assunto com bom senso, em vez de quererem somar forÃ§a e autoridade com desleixo, nada do que estÃ¡ a acontecer se passaria da mesma forma. E a primeira a beneficiar com isso, agora e no futuro, seria a Esmeralda, porque Ã© dela que estamos a tratar.&#8221;</p>
<p>Acrescentaria apenas que nÃ£o Ã© sÃ³ da Esmeralda de que estamos a tratar mas tambÃ©m de todas as outras crianÃ§as e paÃ­s que passem por problemas nesta Ã¡rea ou que enfrentem o desejop de uma adopÃ§Ã£o. Se tivermos isto bem presente torna-se mais fÃ¡cil perceber que Ã  parte o desleixo indesculpavel do Estado, o papel da justiÃ§a Ã© um pouco mais complexo do que o que seria se olhÃ¡ssemos apenas para uma situaÃ§Ã£o concreta, para um pais concretos e para uma crianÃ§a. Ã¨ tambÃ©m por isso que o Estado nÃ£o deveria passar impune, nem o casal que a acolheu. Se o fizermos que mensagem estaremos a dar para os outros casais que estÃ£o pacientemente aguardando que se concluam os seus morosos processos de adopÃ§Ã£o? ConvenÃ§am uma mÃ£e (ou pai), acareiem a respectiva crianÃ§a o mÃ¡ximo tempo possÃ­vel para que o dano provocado por alguÃ©m que vo-la queira retirar seja considerado irreparÃ¡vel face aos interesses da crianÃ§a e&#8230; jÃ¡ estÃ¡, perante o facto consumado reconhecesse a adopÃ§Ã£o. Provavelmente nÃ£o era esta intenÃ§Ã£o deste casal (ainda que haja indÃ­cios perturbadores) mas nÃ£o proceder Ã  condenaÃ§Ã£o adequado levaria a justiÃ§a a acrescentar mais um grave erro a tantos outros.</p>
<p>Um pouco a despropÃ³sito permita-me uma efabulaÃ§Ã£o tambÃ©m. E se o casal deu $ Ã  mÃ£e para ficar com a crianÃ§a? E se a mÃ£e arrependida, mais tarde tentar reverter a situaÃ§Ã£o e Ã© ameaÃ§ada pelo casal aproveitando-se da sua fragilidade emocional e do seu estatuto de ilegal? E se o paÃ­ biolÃ³gico veio a saber que ali havia dinheiro e que tendo a mÃ£e ganho algum entÃ£o talvez ele tambÃ©m consiga sacar algum? O Ãºnico inocente neste cenÃ¡rio hipotÃ©tico seria a crianÃ§a que em qualquer caso me parece estaria entregue Ã  bicharada pois pessoalmente eu nÃ£o tenho em grande conta quem compre uma crianÃ§a. </p>
<p>Sem efabulaÃ§Ãµes: serÃ¡ que em algum momento alguÃ©m se chegou ao pÃ© da mÃ£e biolÃ³gica e a elucidou das hipÃ³teses de apoio social a que poderia tentar recorrer para ter condiÃ§Ãµes de manter a crianÃ§a? Eu nÃ£o sei a resposta, mas sei que mal ou bem, havendo contacto com a seguranÃ§a social essa mÃ£e poderia ser cabalmente esclarecida. Assim pode atÃ© acontecido o oposto, bastando que o casal interessado em adoptar tivesse poucos escrÃºpulos e estivesse exclusivamente interessado em cumprir com o objectivo de arranjar uma crianÃ§a a quem entregar os seus afectos, a qualquer custo. </p>
<p>AdopÃ§Ãµes directas nÃ£o me parecem em circunstÃ¢ncias alguma uma opÃ§Ã£o com que possamos conviver descansadamente, atÃ© porque em muitos casos, os pÃ¡is nÃ£o tÃªm condiÃ§Ãµes mÃ­nimas de fazer uma triagem/uma escolha minimamente fundamentada. Em suma estamos num sÃ©rio dilema que sÃ³ poderÃ¡ ser atenuado com uma acÃ§Ã£o mais cÃ©lere e dedicada por parte do Estado.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Carlos Pinto</title>
		<link>http://adufe.net/2007/01/cuidado-com-os-abaixo-assinados/#comment-7023</link>
		<dc:creator>Carlos Pinto</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jan 2007 22:19:17 +0000</pubDate>
		<guid>http://adufe.net/2007/01/cuidado-com-os-abaixo-assinados/#comment-7023</guid>
		<description>Meu caro JPN: 
Primeiro - Ã© preciso se Ã© ele, Baltasar, que tem travado a batalha, ou se alguÃ©m a tem travado por ele? Desde quando a trava? Porque a trava? Pede-me um exemplo de pai que tenha um filho num centro de acolhimento e que tenha travado por ele uma batalha como Baltasar? VÃª-se que o amigo nÃ£o conhece nenhum centro de acolhimento! Se essas crianÃ§as lÃ¡ estÃ£o Ã© precisamente porque nÃ£o hÃ¡ pais a travar batalhas por elas, apesar de saberem que elas estÃ£o lÃ¡. A Esmeralda, se nÃ£o estivesse em casa dos agora raptores, provavelmente estaria lÃ© como os outros estÃ£o. E o nosso amigo Baltasar provavelmente estaria a rezar a Deus para que alguÃ©m a levasse. Mas sabe que a existÃªncia de "inimigos" aguÃ§a sentimentos que de outro modo nÃ£o existiriam. Ã‰ a histÃ³ria do "fruto proibido"...Eu nÃ£o posso afirmar que este pai biolÃ³gico faria isso, mas Ã© este o quadro que gera os hÃ³spedes dos centros de acolhimento. TambÃ©m nÃ£o nego que os agora raptores fizeram mal em nÃ£o proporcionar ao pai biolÃ³gico o contacto com a crianÃ§a. Mas aÃ­ hÃ¡ um culpado - chama-se Tribunal.  Porque se os Ã³rgÃ£os judiciais tivessem tratado do assunto com bom senso, em vez de quererem somar forÃ§a e autoridade com desleixo, nada do que estÃ¡ a acontecer se passaria da mesma forma. E a primeira a beneficiar com isso, agora e no futuro, seria a Esmeralda, porque Ã© dela que estamos a tratar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Meu caro JPN:<br />
Primeiro - Ã© preciso se Ã© ele, Baltasar, que tem travado a batalha, ou se alguÃ©m a tem travado por ele? Desde quando a trava? Porque a trava? Pede-me um exemplo de pai que tenha um filho num centro de acolhimento e que tenha travado por ele uma batalha como Baltasar? VÃª-se que o amigo nÃ£o conhece nenhum centro de acolhimento! Se essas crianÃ§as lÃ¡ estÃ£o Ã© precisamente porque nÃ£o hÃ¡ pais a travar batalhas por elas, apesar de saberem que elas estÃ£o lÃ¡. A Esmeralda, se nÃ£o estivesse em casa dos agora raptores, provavelmente estaria lÃ© como os outros estÃ£o. E o nosso amigo Baltasar provavelmente estaria a rezar a Deus para que alguÃ©m a levasse. Mas sabe que a existÃªncia de &#8220;inimigos&#8221; aguÃ§a sentimentos que de outro modo nÃ£o existiriam. Ã‰ a histÃ³ria do &#8220;fruto proibido&#8221;&#8230;Eu nÃ£o posso afirmar que este pai biolÃ³gico faria isso, mas Ã© este o quadro que gera os hÃ³spedes dos centros de acolhimento. TambÃ©m nÃ£o nego que os agora raptores fizeram mal em nÃ£o proporcionar ao pai biolÃ³gico o contacto com a crianÃ§a. Mas aÃ­ hÃ¡ um culpado - chama-se Tribunal.  Porque se os Ã³rgÃ£os judiciais tivessem tratado do assunto com bom senso, em vez de quererem somar forÃ§a e autoridade com desleixo, nada do que estÃ¡ a acontecer se passaria da mesma forma. E a primeira a beneficiar com isso, agora e no futuro, seria a Esmeralda, porque Ã© dela que estamos a tratar.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: JPN</title>
		<link>http://adufe.net/2007/01/cuidado-com-os-abaixo-assinados/#comment-7016</link>
		<dc:creator>JPN</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jan 2007 00:55:22 +0000</pubDate>
		<guid>http://adufe.net/2007/01/cuidado-com-os-abaixo-assinados/#comment-7016</guid>
		<description>Sr. Carlos Pinto, abstraia-se um pouco da realidade que o circunda. Aqui nÃ£o hÃ¡ prÃ³-Baltazares nem prÃ³-Sargentos. Aqui hÃ¡ prÃ³-Esmeraldas. E do espaÃ§o relacional da Esmeralda faz parte tambÃ©m o pai dela. Por isso Ã© bom que reajamos com alguma prudÃªncia. Se tudo isto for tÃ£o sÃ©rio como se julga daqui a uns anos a Esmeralda pode estar aqui e nÃ£o vai gostar de saber que o pai que a quis foi tÃ£o vilipendiado por gente que nÃ£o o conhecia. Se nÃ£o sabe que isso Ã© possÃ­vel acontecer, nÃ£o sabe de nada. Somos prÃ³-Esmeraldas e prÃ³-verdade. Era sÃ³ o que faltava termos de gramar com campanhas de intoxicaÃ§Ã£o informativa a propÃ³sito deste caso e uma intoxicaÃ§Ã£o feita por pessoas como nÃ³s que nÃ£o temos interesse nenhum no caso senÃ£o aquele que decorre de nos projectarmos nele. Se nos conseguir apresentar as suas ideias baseado naquilo que factualmente vamos reconhecendo como verdade (e o que estÃ¡ no acordÃ£o nÃ£o tem sofrido contestaÃ§Ã£o), junte-se Ã  mesa. AtÃ© porque ao dizer que os centros de acolhimento estÃ£o cheios de filhos deles trunca a verdade: diga-me sÃ³ um desses Baltazares que conhece que tenha feito a batalha que este fez para recuperar o filho? Ou nÃ£o Ã© disso que estamos a falar? Ã‰ claro que mesmo nÃ£o reconhecendo ao sargento o direito de hÃ¡ quatro anos reter a crianÃ§a no modo como o tem feito, concordo com todos os que entendem que ele faz parte do espaÃ§o relacional da crianÃ§a e deve nele ser mantido. Por isso nÃ£o me choca o habeas corpus desde que depois de ele trazer a crianÃ§a para o contacto com o pai. Boa-noite. E desculpe-me alguma agressividade menos controlada.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sr. Carlos Pinto, abstraia-se um pouco da realidade que o circunda. Aqui nÃ£o hÃ¡ prÃ³-Baltazares nem prÃ³-Sargentos. Aqui hÃ¡ prÃ³-Esmeraldas. E do espaÃ§o relacional da Esmeralda faz parte tambÃ©m o pai dela. Por isso Ã© bom que reajamos com alguma prudÃªncia. Se tudo isto for tÃ£o sÃ©rio como se julga daqui a uns anos a Esmeralda pode estar aqui e nÃ£o vai gostar de saber que o pai que a quis foi tÃ£o vilipendiado por gente que nÃ£o o conhecia. Se nÃ£o sabe que isso Ã© possÃ­vel acontecer, nÃ£o sabe de nada. Somos prÃ³-Esmeraldas e prÃ³-verdade. Era sÃ³ o que faltava termos de gramar com campanhas de intoxicaÃ§Ã£o informativa a propÃ³sito deste caso e uma intoxicaÃ§Ã£o feita por pessoas como nÃ³s que nÃ£o temos interesse nenhum no caso senÃ£o aquele que decorre de nos projectarmos nele. Se nos conseguir apresentar as suas ideias baseado naquilo que factualmente vamos reconhecendo como verdade (e o que estÃ¡ no acordÃ£o nÃ£o tem sofrido contestaÃ§Ã£o), junte-se Ã  mesa. AtÃ© porque ao dizer que os centros de acolhimento estÃ£o cheios de filhos deles trunca a verdade: diga-me sÃ³ um desses Baltazares que conhece que tenha feito a batalha que este fez para recuperar o filho? Ou nÃ£o Ã© disso que estamos a falar? Ã‰ claro que mesmo nÃ£o reconhecendo ao sargento o direito de hÃ¡ quatro anos reter a crianÃ§a no modo como o tem feito, concordo com todos os que entendem que ele faz parte do espaÃ§o relacional da crianÃ§a e deve nele ser mantido. Por isso nÃ£o me choca o habeas corpus desde que depois de ele trazer a crianÃ§a para o contacto com o pai. Boa-noite. E desculpe-me alguma agressividade menos controlada.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Rui Cerdeira Branco</title>
		<link>http://adufe.net/2007/01/cuidado-com-os-abaixo-assinados/#comment-7012</link>
		<dc:creator>Rui Cerdeira Branco</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jan 2007 20:33:36 +0000</pubDate>
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		<description>Ã“ Pedro a chatice Ã© que boa parte do que viste na imprensa  (atÃ© mesmo as recentes declaraÃ§Ãµes da mÃ£e Ã  televisÃ£o) nÃ£o batem certo com o que foi apurado e declarado em tribunal. Se leres o acordÃ£o na parte onde se enunciam/transcrevem as provas apuradas encontras por lÃ¡ declaraÃ§Ãµes da mÃ£e biolÃ³gica contraditÃ³rias com as que agora profere. E obviamente foi com base no que foi dito em tribunal que os juÃ­zes decidiram!

A mÃ£e chega a acusar os pais adoptivos de a terem ameaÃ§ado de denÃºncia ao SEF e de a terem impedido de ter qualquer contacto com a crianÃ§a.
O que aborrece no meio disto tudo Ã© que os juÃ­zes estÃ£o a ser crucificados num tribunal popular (e o pai biolÃ³gico) quando face ao que se apurou de facto e foi declarado sob juramento nÃ£o tem nada a ver com o que eu tenho visto na imprensa. Como se houvesse duas histÃ³rias completamente diferentes. 

E perante a histÃ³ria que o tribunal apurou nem o pai biolÃ³gico Ã© o monstro que o pintam  (cheguei a ouvir que sÃ³ hÃ¡ poucos meses se interessou pela filha para poder sacar dinheiro o que Ã© mentira, hÃ¡ 4 anos que procura que a filha lhe seja entregue) nem os paÃ­s adoptivos se podem escudar na ignorÃ¢ncia da lei. Provou-se por vÃ¡rias leis que fizeram de juiz e carrasco em causa prÃ³pria ao arrepio de tudo o que o Estado estabelece em relaÃ§Ã£o Ã  adopÃ§Ã£o e Ã  defesa dos interesses da crianÃ§a desde o momento em que recberam a crianÃ§a.

Os tribunais nÃ£o se limitaram a cumprir o que estÃ¡ escrito, deixaram inclusive que se fizesse letra morta do que estabeleceram nos Ãºltimos 4 anos. Se se tivessem levado mais a sÃ©rio, o casal provavelmente hÃ¡ cerca de 4 anos que nÃ£o teria a crianÃ§a a cargo. 

E vou ficar por aqui, remeto-me para o comentÃ¡rio anterior do MÃ¡rio.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ã“ Pedro a chatice Ã© que boa parte do que viste na imprensa  (atÃ© mesmo as recentes declaraÃ§Ãµes da mÃ£e Ã  televisÃ£o) nÃ£o batem certo com o que foi apurado e declarado em tribunal. Se leres o acordÃ£o na parte onde se enunciam/transcrevem as provas apuradas encontras por lÃ¡ declaraÃ§Ãµes da mÃ£e biolÃ³gica contraditÃ³rias com as que agora profere. E obviamente foi com base no que foi dito em tribunal que os juÃ­zes decidiram!</p>
<p>A mÃ£e chega a acusar os pais adoptivos de a terem ameaÃ§ado de denÃºncia ao SEF e de a terem impedido de ter qualquer contacto com a crianÃ§a.<br />
O que aborrece no meio disto tudo Ã© que os juÃ­zes estÃ£o a ser crucificados num tribunal popular (e o pai biolÃ³gico) quando face ao que se apurou de facto e foi declarado sob juramento nÃ£o tem nada a ver com o que eu tenho visto na imprensa. Como se houvesse duas histÃ³rias completamente diferentes. </p>
<p>E perante a histÃ³ria que o tribunal apurou nem o pai biolÃ³gico Ã© o monstro que o pintam  (cheguei a ouvir que sÃ³ hÃ¡ poucos meses se interessou pela filha para poder sacar dinheiro o que Ã© mentira, hÃ¡ 4 anos que procura que a filha lhe seja entregue) nem os paÃ­s adoptivos se podem escudar na ignorÃ¢ncia da lei. Provou-se por vÃ¡rias leis que fizeram de juiz e carrasco em causa prÃ³pria ao arrepio de tudo o que o Estado estabelece em relaÃ§Ã£o Ã  adopÃ§Ã£o e Ã  defesa dos interesses da crianÃ§a desde o momento em que recberam a crianÃ§a.</p>
<p>Os tribunais nÃ£o se limitaram a cumprir o que estÃ¡ escrito, deixaram inclusive que se fizesse letra morta do que estabeleceram nos Ãºltimos 4 anos. Se se tivessem levado mais a sÃ©rio, o casal provavelmente hÃ¡ cerca de 4 anos que nÃ£o teria a crianÃ§a a cargo. </p>
<p>E vou ficar por aqui, remeto-me para o comentÃ¡rio anterior do MÃ¡rio.</p>
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