<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><!-- generator="wordpress/2.3.3" -->
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	>
<channel>
	<title>Comentários em: &#8220;Como comentar algo que é apenas virtual?&#8221;</title>
	<link>http://adufe.net/2007/01/como-comentar-algo-que-e-apenas-virtual/</link>
	<description>As armas do meu Adufe não têm signo nem fronteira</description>
	<pubDate>Wed, 03 Dec 2008 04:28:10 +0000</pubDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.3.3</generator>
		<item>
		<title>Por: argirrofpeza</title>
		<link>http://adufe.net/2007/01/como-comentar-algo-que-e-apenas-virtual/#comment-18517</link>
		<dc:creator>argirrofpeza</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Nov 2008 15:51:55 +0000</pubDate>
		<guid>http://adufe.net/2007/01/como-comentar-algo-que-e-apenas-virtual/#comment-18517</guid>
		<description>&lt;a href="http://oral-roberts.hotblogs.dk" rel="nofollow"&gt;free oral sex movies&lt;/a&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://oral-roberts.hotblogs.dk" rel="nofollow">free oral sex movies</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: osgyjkeqle</title>
		<link>http://adufe.net/2007/01/como-comentar-algo-que-e-apenas-virtual/#comment-8728</link>
		<dc:creator>osgyjkeqle</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Apr 2007 17:26:27 +0000</pubDate>
		<guid>http://adufe.net/2007/01/como-comentar-algo-que-e-apenas-virtual/#comment-8728</guid>
		<description>&lt;a href="http://www.network54.com/Forum/563055" rel="nofollow"&gt;young bald pussy&lt;/a&gt; young bald pussy http://www.network54.com/Forum/563055 young bald pussy</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.network54.com/Forum/563055" rel="nofollow">young bald pussy</a> young bald pussy <a href="http://www.network54.com/Forum/563055" rel="nofollow">http://www.network54.com/Forum/563055</a> young bald pussy</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: ilyluzy</title>
		<link>http://adufe.net/2007/01/como-comentar-algo-que-e-apenas-virtual/#comment-8393</link>
		<dc:creator>ilyluzy</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Mar 2007 00:44:37 +0000</pubDate>
		<guid>http://adufe.net/2007/01/como-comentar-algo-que-e-apenas-virtual/#comment-8393</guid>
		<description>Andrea was clearly called to keep from his love c8wc and forth, to see. With my c8w9 legs, but was the batteries. She just slowly grinding her back fully.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Andrea was clearly called to keep from his love c8wc and forth, to see. With my c8w9 legs, but was the batteries. She just slowly grinding her back fully.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Rui Cerdeira Branco</title>
		<link>http://adufe.net/2007/01/como-comentar-algo-que-e-apenas-virtual/#comment-7059</link>
		<dc:creator>Rui Cerdeira Branco</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jan 2007 22:08:32 +0000</pubDate>
		<guid>http://adufe.net/2007/01/como-comentar-algo-que-e-apenas-virtual/#comment-7059</guid>
		<description>Mesmo sem intenção teve a sua piada, Henrique Silveira :-)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mesmo sem intenção teve a sua piada, Henrique Silveira :-)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Henrique Silveira</title>
		<link>http://adufe.net/2007/01/como-comentar-algo-que-e-apenas-virtual/#comment-7058</link>
		<dc:creator>Henrique Silveira</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jan 2007 22:06:09 +0000</pubDate>
		<guid>http://adufe.net/2007/01/como-comentar-algo-que-e-apenas-virtual/#comment-7058</guid>
		<description>Peço desculpa pelo lapso, o Adufe estava na altura em branco e eu só me lembrava das neves... Erro freudiano altamente desculpável e não intencional, já está corrigido.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Peço desculpa pelo lapso, o Adufe estava na altura em branco e eu só me lembrava das neves&#8230; Erro freudiano altamente desculpável e não intencional, já está corrigido.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Mário</title>
		<link>http://adufe.net/2007/01/como-comentar-algo-que-e-apenas-virtual/#comment-7049</link>
		<dc:creator>Mário</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jan 2007 15:22:13 +0000</pubDate>
		<guid>http://adufe.net/2007/01/como-comentar-algo-que-e-apenas-virtual/#comment-7049</guid>
		<description>Sugiro a leitura desta entrada:

http://www.futureofthebook.org/blog/archives/2007/01/the_culture_industry_and_botto.html</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sugiro a leitura desta entrada:</p>
<p><a href="http://www.futureofthebook.org/blog/archives/2007/01/the_culture_industry_and_botto.html" rel="nofollow">http://www.futureofthebook.org/blog/archives/2007/01/the_culture_industry_and_botto.html</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Rui MCB</title>
		<link>http://adufe.net/2007/01/como-comentar-algo-que-e-apenas-virtual/#comment-7048</link>
		<dc:creator>Rui MCB</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jan 2007 15:02:42 +0000</pubDate>
		<guid>http://adufe.net/2007/01/como-comentar-algo-que-e-apenas-virtual/#comment-7048</guid>
		<description>Acho que o Mário recentra bem as questões...

Acrescentaria só mais uma etapa à coisa: a minha reacção surgiu num momento seguinte (dois ou três dias depois) do começo da propagação e fez-se tendo consciência de boa parte dos factos que o Mário acabou de escrever (ainda que desconhecesse os objectivos reais da iniciativa). 

Lamentavelmente, dirão alguns, critiquei o ruído adicional que estas situações provocam contribuindo (elas), na prática, para fragilizar um conjunto de princípios, de mecanismos de validação, de expectaivas que alguns pensariam não ser assim tão relevantes ou queridos pelos bloggers que por aqui andam. (Se bem que se assim fosse não percebo que efeito pretenderiam pois toda a gente se estaria nas tintas para a jornalista raptada fosse isso verdade ou não). Enfim, uma trapalhada. 

Mas neste momento assistimos a um faz de conta que nos quer oferecer um cenário paralelo de uma realidade ficcionada verosímel. 
Eu sento-me na cadeira e espero o próximo acto o que é uma postura que só posso assumir depois de tudo o que se disse passou e escrevi. E pasme-se pode até ser que acabe por comprar entusiasticamente o livro. And yet, não tiro uma vírgula (bem, talvez uma vírgula) ao que escrevi.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acho que o Mário recentra bem as questões&#8230;</p>
<p>Acrescentaria só mais uma etapa à coisa: a minha reacção surgiu num momento seguinte (dois ou três dias depois) do começo da propagação e fez-se tendo consciência de boa parte dos factos que o Mário acabou de escrever (ainda que desconhecesse os objectivos reais da iniciativa). </p>
<p>Lamentavelmente, dirão alguns, critiquei o ruído adicional que estas situações provocam contribuindo (elas), na prática, para fragilizar um conjunto de princípios, de mecanismos de validação, de expectaivas que alguns pensariam não ser assim tão relevantes ou queridos pelos bloggers que por aqui andam. (Se bem que se assim fosse não percebo que efeito pretenderiam pois toda a gente se estaria nas tintas para a jornalista raptada fosse isso verdade ou não). Enfim, uma trapalhada. </p>
<p>Mas neste momento assistimos a um faz de conta que nos quer oferecer um cenário paralelo de uma realidade ficcionada verosímel.<br />
Eu sento-me na cadeira e espero o próximo acto o que é uma postura que só posso assumir depois de tudo o que se disse passou e escrevi. E pasme-se pode até ser que acabe por comprar entusiasticamente o livro. And yet, não tiro uma vírgula (bem, talvez uma vírgula) ao que escrevi.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Mário</title>
		<link>http://adufe.net/2007/01/como-comentar-algo-que-e-apenas-virtual/#comment-7046</link>
		<dc:creator>Mário</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jan 2007 13:06:40 +0000</pubDate>
		<guid>http://adufe.net/2007/01/como-comentar-algo-que-e-apenas-virtual/#comment-7046</guid>
		<description>Deixa-me cá analisar o mais friamente possível esta questão(apenas usando os poucos factos que sei neste momento).

Luis Carmelo, escritor (portanto habituado oas meandros da ficção) pensou numa forma de utilizar a net para fazer uma forma "viral" de promoção ao seu novo livro.  Um texto foi publicado que  referia uma aparente notícia que envolvia terrorismo e uma jornalista portuguesa raptada. Portanto uma forma de marketing que utilizava a internet e os visitantes do seu weblog mas de uma forma não explicita (como algo a ser descodificado para se conhecer a sua verdadeira forma).
O texto foi pegado pelo seu lado de interrogação sobre um facto "real".
Depois foi o "sururu" que se criou e nesse aspecto o marketing "viral" funcionou bem, mas o que Luis Carmelo talvez não tenha antecipado foram as reacções adversas de quem se considerou "enganado".
O que penso eu de tudo isto ?
Talvez tivesse salvaguardado mais a forma de o ter feito (para evitar equivocos escusados), mas entendo que é um equilibrio difícl de conseguir. No final disto acho que Luis Carmelo foi inteligente na forma de lançar a "notícia" de lançamento do livro e talvez a voragem de reagir ao décimo de segundo de quase toda a gente (acho que esta bulimia de ter sempre algo para dizer ou escrever é mais nefasta do que outra coisa) tenha propiciado esta situação.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Deixa-me cá analisar o mais friamente possível esta questão(apenas usando os poucos factos que sei neste momento).</p>
<p>Luis Carmelo, escritor (portanto habituado oas meandros da ficção) pensou numa forma de utilizar a net para fazer uma forma &#8220;viral&#8221; de promoção ao seu novo livro.  Um texto foi publicado que  referia uma aparente notícia que envolvia terrorismo e uma jornalista portuguesa raptada. Portanto uma forma de marketing que utilizava a internet e os visitantes do seu weblog mas de uma forma não explicita (como algo a ser descodificado para se conhecer a sua verdadeira forma).<br />
O texto foi pegado pelo seu lado de interrogação sobre um facto &#8220;real&#8221;.<br />
Depois foi o &#8220;sururu&#8221; que se criou e nesse aspecto o marketing &#8220;viral&#8221; funcionou bem, mas o que Luis Carmelo talvez não tenha antecipado foram as reacções adversas de quem se considerou &#8220;enganado&#8221;.<br />
O que penso eu de tudo isto ?<br />
Talvez tivesse salvaguardado mais a forma de o ter feito (para evitar equivocos escusados), mas entendo que é um equilibrio difícl de conseguir. No final disto acho que Luis Carmelo foi inteligente na forma de lançar a &#8220;notícia&#8221; de lançamento do livro e talvez a voragem de reagir ao décimo de segundo de quase toda a gente (acho que esta bulimia de ter sempre algo para dizer ou escrever é mais nefasta do que outra coisa) tenha propiciado esta situação.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Rui MCB</title>
		<link>http://adufe.net/2007/01/como-comentar-algo-que-e-apenas-virtual/#comment-7045</link>
		<dc:creator>Rui MCB</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jan 2007 12:45:21 +0000</pubDate>
		<guid>http://adufe.net/2007/01/como-comentar-algo-que-e-apenas-virtual/#comment-7045</guid>
		<description>Sim Paulo concordamos em discordar.
Valorizei e discordei E com isso pisquei o olho aos que poderiam pensar como eu quando me senti perante o que vi no momento. Não consigo perceber como houve quem visse nisso uma atitude policial (o Luís do Tugir por exemplo). Eu vi uma atitude de legítima defesa...

Dito isto, talvez haja um ponto - algo metafísico ou abstracto como de resto me parece ser a troca de argumentos que se estaria a propiciar daqui em diante - que mereça uma pergunta. 

Pegando nas tuas palavras pergunto:
Há uma ética diferente fora e dentro da web (ou da blogoesfera)?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sim Paulo concordamos em discordar.<br />
Valorizei e discordei E com isso pisquei o olho aos que poderiam pensar como eu quando me senti perante o que vi no momento. Não consigo perceber como houve quem visse nisso uma atitude policial (o Luís do Tugir por exemplo). Eu vi uma atitude de legítima defesa&#8230;</p>
<p>Dito isto, talvez haja um ponto - algo metafísico ou abstracto como de resto me parece ser a troca de argumentos que se estaria a propiciar daqui em diante - que mereça uma pergunta. </p>
<p>Pegando nas tuas palavras pergunto:<br />
Há uma ética diferente fora e dentro da web (ou da blogoesfera)?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Paulo Querido</title>
		<link>http://adufe.net/2007/01/como-comentar-algo-que-e-apenas-virtual/#comment-7044</link>
		<dc:creator>Paulo Querido</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jan 2007 12:33:05 +0000</pubDate>
		<guid>http://adufe.net/2007/01/como-comentar-algo-que-e-apenas-virtual/#comment-7044</guid>
		<description>O relativismo é... relativo. E perigoso, razão porque faço dele um uso analítico, apenas, e pontual.
Como o Henrique, não vejo por onde condenar à luz da ética (se houvesse uma na web, que não há e, Rui, nunca haverá porque o meio é demasiado pulverizado, resta-te a ética individual e éticas de grupo, aka acordos de cavalheiros) ou a qualquer outro holofote.
Não é fazer a respectiva apologia (a minha prática de duas décadas é muito apagada nesta matéria, reservada a uma elite muito reduzida) mas alguns das melhores momentos da Imprensa foram ficções -- nalguns casos, capazes de mudar, ou ajudar a mudar, a História.
Os símbolos? Quantas vezes são ficções?
Não pretendo defender o Carmelo, que tem costas para isto e o que mais vier. Nem pretendo defender a minha posição: eu alinhei com todo o prazer e não vejo razão para agora desalinhar nem estou disposto a explicar as minhas escolhas privadas (ainda acabamos a discutir a ERC outra vez?)
Compreendi-te logo e percebo o teu olhar, Rui. Discordamos, embora eu intua que a discordância é capaz de ser menos acentuada do que parece: vamos deixar isto chegar ao fim para o balanço final.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O relativismo é&#8230; relativo. E perigoso, razão porque faço dele um uso analítico, apenas, e pontual.<br />
Como o Henrique, não vejo por onde condenar à luz da ética (se houvesse uma na web, que não há e, Rui, nunca haverá porque o meio é demasiado pulverizado, resta-te a ética individual e éticas de grupo, aka acordos de cavalheiros) ou a qualquer outro holofote.<br />
Não é fazer a respectiva apologia (a minha prática de duas décadas é muito apagada nesta matéria, reservada a uma elite muito reduzida) mas alguns das melhores momentos da Imprensa foram ficções &#8212; nalguns casos, capazes de mudar, ou ajudar a mudar, a História.<br />
Os símbolos? Quantas vezes são ficções?<br />
Não pretendo defender o Carmelo, que tem costas para isto e o que mais vier. Nem pretendo defender a minha posição: eu alinhei com todo o prazer e não vejo razão para agora desalinhar nem estou disposto a explicar as minhas escolhas privadas (ainda acabamos a discutir a ERC outra vez?)<br />
Compreendi-te logo e percebo o teu olhar, Rui. Discordamos, embora eu intua que a discordância é capaz de ser menos acentuada do que parece: vamos deixar isto chegar ao fim para o balanço final.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
