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	<title>Comentários em: &#8220;Caso Esmeralda: Texto Integral do Acórdão&#8221; (actualizado)</title>
	<link>http://adufe.net/2007/01/caso-esmeralda-texto-integral-do-acordao/</link>
	<description>As armas do meu Adufe não têm signo nem fronteira</description>
	<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 21:37:31 +0000</pubDate>
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		<title>Por: maria</title>
		<link>http://adufe.net/2007/01/caso-esmeralda-texto-integral-do-acordao/#comment-15864</link>
		<dc:creator>maria</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Apr 2008 01:09:38 +0000</pubDate>
		<guid>http://adufe.net/2007/01/caso-esmeralda-texto-integral-do-acordao/#comment-15864</guid>
		<description>desculpem todos por me meter neste assunto: 
pouco importa kem teve ou tem a lei ou a razão por seu lado, e aki vou concordar kuando se lembra SALOMÃO, eu sou uma esmeralda dos anos 50 como muitas haverão dessa época, filha duma complicada nasci de mãe solteira o meu pai apos ser levado a tribunal perfilhou me,, no entanto até aí a minha mae com apenas 20 anos e uma grande ignorancia estamos a falar dos anos 50 em que ser mae solteira e mais vergonhoso do ser ate prostitura, foi expulsa de casa pela propria mae desamparada e com fome andou a pedir ate que foi parar a casa do sr. chefe da estação de Esmoriz cuja filha se prontificou pra curar pois ja estava com uma pneumonia e arranjar emprego e apoio a minha mãe, assim começou uma história de uma criança feliz que so conhece o carinho e a paz, quamdo eis ke cerca dos 6 anos a minha madrinha se lembra que eu tinha pais e deviam ser eles e continuar a tarefa, lembro me da confusão que foi na minha cabeça ter mão o que é isso ter irmãos, resultado fui viver com a minha mãe biológica, que ja nao estava a contar ter de me criar, lembro me que tinha medo daquela mulher que me tratava diferente dos outros filhos e se era minha mãe porke nao gostava de mim, achei que o defeito era meu foram cerca de 10 anos de conflitos e terrores até que conheci o meu marido que me apoiou e casei, escusado será dizer que sinto que não sou uma pessoa normal tenho carências imensas
há muitos anos ando em psiquiatria, a minha mãe acho que ás vezes nem se lembra que eu existo, para vos dizer que ha mais de 2 anos não a vejo, consegui criar a minha familia equilibrada, mas esta ferida vive comigo pra sempre tenho alturas de grande depressão,não olho para o passado não possuo rancores tenho até uma admiração enorme pela minha mãe porque de tanto mal ela soube ser digna e uma grande mulher, mas faltou entre mim e ela aquele cordão umbilical que se cria ao longo dos anos e nunca se corta, por isso independentemente de o que quer que se tenha passado e seja ou não verdade que se faça a justiça dos afectos e se pergunte aquela criança com os respectivos cuidados o que é que ela acha de tudo isti, ela tem direitos, tivesse eu podido escolher quando tinha 6 anos e neste momento acho que no meu caso a culpa foi da vida nem sequer foi da justiça mas em termos afectivos alterou me muito, todos estes casos me magoam muito porque me lembro de mim, num outro contexto, nao estou a dizer que ela nao deva conviver com o pai biológico mas parem os dois pais o biologico e o afectivo o que e melhor pra ela ela deve estar atordoada com tudo isto ela não entende o que se esta a passar e deve estar muito assustada.por favor pais cedam os dois um bocadinho pelo bem e para que a esmeralda possa crescer normalmente.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>desculpem todos por me meter neste assunto:<br />
pouco importa kem teve ou tem a lei ou a razão por seu lado, e aki vou concordar kuando se lembra SALOMÃO, eu sou uma esmeralda dos anos 50 como muitas haverão dessa época, filha duma complicada nasci de mãe solteira o meu pai apos ser levado a tribunal perfilhou me,, no entanto até aí a minha mae com apenas 20 anos e uma grande ignorancia estamos a falar dos anos 50 em que ser mae solteira e mais vergonhoso do ser ate prostitura, foi expulsa de casa pela propria mae desamparada e com fome andou a pedir ate que foi parar a casa do sr. chefe da estação de Esmoriz cuja filha se prontificou pra curar pois ja estava com uma pneumonia e arranjar emprego e apoio a minha mãe, assim começou uma história de uma criança feliz que so conhece o carinho e a paz, quamdo eis ke cerca dos 6 anos a minha madrinha se lembra que eu tinha pais e deviam ser eles e continuar a tarefa, lembro me da confusão que foi na minha cabeça ter mão o que é isso ter irmãos, resultado fui viver com a minha mãe biológica, que ja nao estava a contar ter de me criar, lembro me que tinha medo daquela mulher que me tratava diferente dos outros filhos e se era minha mãe porke nao gostava de mim, achei que o defeito era meu foram cerca de 10 anos de conflitos e terrores até que conheci o meu marido que me apoiou e casei, escusado será dizer que sinto que não sou uma pessoa normal tenho carências imensas<br />
há muitos anos ando em psiquiatria, a minha mãe acho que ás vezes nem se lembra que eu existo, para vos dizer que ha mais de 2 anos não a vejo, consegui criar a minha familia equilibrada, mas esta ferida vive comigo pra sempre tenho alturas de grande depressão,não olho para o passado não possuo rancores tenho até uma admiração enorme pela minha mãe porque de tanto mal ela soube ser digna e uma grande mulher, mas faltou entre mim e ela aquele cordão umbilical que se cria ao longo dos anos e nunca se corta, por isso independentemente de o que quer que se tenha passado e seja ou não verdade que se faça a justiça dos afectos e se pergunte aquela criança com os respectivos cuidados o que é que ela acha de tudo isti, ela tem direitos, tivesse eu podido escolher quando tinha 6 anos e neste momento acho que no meu caso a culpa foi da vida nem sequer foi da justiça mas em termos afectivos alterou me muito, todos estes casos me magoam muito porque me lembro de mim, num outro contexto, nao estou a dizer que ela nao deva conviver com o pai biológico mas parem os dois pais o biologico e o afectivo o que e melhor pra ela ela deve estar atordoada com tudo isto ela não entende o que se esta a passar e deve estar muito assustada.por favor pais cedam os dois um bocadinho pelo bem e para que a esmeralda possa crescer normalmente.</p>
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	<item>
		<title>Por: Rosário Marujo</title>
		<link>http://adufe.net/2007/01/caso-esmeralda-texto-integral-do-acordao/#comment-15857</link>
		<dc:creator>Rosário Marujo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Apr 2008 09:25:50 +0000</pubDate>
		<guid>http://adufe.net/2007/01/caso-esmeralda-texto-integral-do-acordao/#comment-15857</guid>
		<description>Muito se tem dito e escrito, sobre este assunto, e é triste constactar que ainda exista gente que acredita que o crime neste País compensa, senão vejamos: Ao colocar o tema como o "Interesse da criança", estão só e apenas a dizer que a criança deve continuar com gente que cometeu um crime " sim crime", pois a adoptação não funciona deste modo, mas sim os trâmites normais para todos  que pretendam adoptar uma criança. Convém referir que Baltasar assim que soube a criança era sua filha tudo fez desde esse dia para ver a filha e até isso lhe foi negado, por esses senhores tão democráticos e tão donos da verdade, tão sérios, e como pessoas de bem, acharam que um pai não tinha sequer o direito a ver a filha, eles sim eram (donos) até parece que a criança é uma coisa e não um ser humano. Também queria manifestar a minha revolta por verificar que existe um programa de televisão que é tendencioso e que tem colocado o Baltazar como um pai sem escrúpulos e denegrido a sua imagem esse programa é diário, muito conveniente lançar farpas diárias- " Programa Fátima- Sic" deixem de ser tendenciosos, felizmente a nossa justiça não se deixa manipular, a Justiça tarda mas vai ser feita.  
Já agora deixem que as visitas que o Tribunal determinou, serem feitas no seio familiar,. sem ter a comunicação social por perto, para que tudo decorra dentro da normalidade. 
Aproveito para dar uma dica ao casal Gomes,  se querem como dizem  o bem estar psicológico da Esmeralda ,não informem a comunicação social, sobre as visitas para que tudo corra bem e o interesse da menina seja a principal prioridade.
Deixem-se de foclores.!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito se tem dito e escrito, sobre este assunto, e é triste constactar que ainda exista gente que acredita que o crime neste País compensa, senão vejamos: Ao colocar o tema como o &#8220;Interesse da criança&#8221;, estão só e apenas a dizer que a criança deve continuar com gente que cometeu um crime &#8221; sim crime&#8221;, pois a adoptação não funciona deste modo, mas sim os trâmites normais para todos  que pretendam adoptar uma criança. Convém referir que Baltasar assim que soube a criança era sua filha tudo fez desde esse dia para ver a filha e até isso lhe foi negado, por esses senhores tão democráticos e tão donos da verdade, tão sérios, e como pessoas de bem, acharam que um pai não tinha sequer o direito a ver a filha, eles sim eram (donos) até parece que a criança é uma coisa e não um ser humano. Também queria manifestar a minha revolta por verificar que existe um programa de televisão que é tendencioso e que tem colocado o Baltazar como um pai sem escrúpulos e denegrido a sua imagem esse programa é diário, muito conveniente lançar farpas diárias- &#8221; Programa Fátima- Sic&#8221; deixem de ser tendenciosos, felizmente a nossa justiça não se deixa manipular, a Justiça tarda mas vai ser feita.<br />
Já agora deixem que as visitas que o Tribunal determinou, serem feitas no seio familiar,. sem ter a comunicação social por perto, para que tudo decorra dentro da normalidade.<br />
Aproveito para dar uma dica ao casal Gomes,  se querem como dizem  o bem estar psicológico da Esmeralda ,não informem a comunicação social, sobre as visitas para que tudo corra bem e o interesse da menina seja a principal prioridade.<br />
Deixem-se de foclores.!!!</p>
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	<item>
		<title>Por: Rute</title>
		<link>http://adufe.net/2007/01/caso-esmeralda-texto-integral-do-acordao/#comment-15827</link>
		<dc:creator>Rute</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Apr 2008 08:05:12 +0000</pubDate>
		<guid>http://adufe.net/2007/01/caso-esmeralda-texto-integral-do-acordao/#comment-15827</guid>
		<description>Parece que algumas pessoas ainda não perceberam que esta criança foi negociada na rua e com uma intermediária. Este tipo de aquisição não é uma adopção mas podemos dar-lhe outro nome. Não é assim que se adopta em qualquer país civilizado.
Logicamente este ditos pais nunca poderiam fazer parte do processo inicial nem lhes pode ser reconhecido qualquer direito.
Baltazar Nunes luta pela sua filha à cinco anos, cinco longos anos para uma criança viver na clandestinidade e com uma identidade falsa.
Chega, está na hora de pai e filha recuperarem o tempo perdido.
Pela saude mental  e felicidade desta criança retirem-na imediatamente a estes dois perturbados.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parece que algumas pessoas ainda não perceberam que esta criança foi negociada na rua e com uma intermediária. Este tipo de aquisição não é uma adopção mas podemos dar-lhe outro nome. Não é assim que se adopta em qualquer país civilizado.<br />
Logicamente este ditos pais nunca poderiam fazer parte do processo inicial nem lhes pode ser reconhecido qualquer direito.<br />
Baltazar Nunes luta pela sua filha à cinco anos, cinco longos anos para uma criança viver na clandestinidade e com uma identidade falsa.<br />
Chega, está na hora de pai e filha recuperarem o tempo perdido.<br />
Pela saude mental  e felicidade desta criança retirem-na imediatamente a estes dois perturbados.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: António Silva</title>
		<link>http://adufe.net/2007/01/caso-esmeralda-texto-integral-do-acordao/#comment-15826</link>
		<dc:creator>António Silva</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Apr 2008 16:07:19 +0000</pubDate>
		<guid>http://adufe.net/2007/01/caso-esmeralda-texto-integral-do-acordao/#comment-15826</guid>
		<description>Realmente o jornalismo, tal como a advogacia presta-se a tudo. Ao bom, ao mau ao contraditório. Que interessa o parecer dos juízes, juízes que conduziram a este caos da
justoça portuguesa. Quem julga os juízes pelas asneiras que cometem? Poque que é que os pais adoptivos da Esmeralda, pais de amor e de dor (os verdadeiros pais) não fizeram parte do processo inicial. Porquê os juízes os excluiram? Os juizes decidem desumanidades, crimes lesa crianças. Porquê? Um pai que renega uma filha, que permite que outros a eduquem tem algum direito sobre ela?
Que país é este? Que justiça? Que juízes? Que jornalismo?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Realmente o jornalismo, tal como a advogacia presta-se a tudo. Ao bom, ao mau ao contraditório. Que interessa o parecer dos juízes, juízes que conduziram a este caos da<br />
justoça portuguesa. Quem julga os juízes pelas asneiras que cometem? Poque que é que os pais adoptivos da Esmeralda, pais de amor e de dor (os verdadeiros pais) não fizeram parte do processo inicial. Porquê os juízes os excluiram? Os juizes decidem desumanidades, crimes lesa crianças. Porquê? Um pai que renega uma filha, que permite que outros a eduquem tem algum direito sobre ela?<br />
Que país é este? Que justiça? Que juízes? Que jornalismo?</p>
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	<item>
		<title>Por: Alberto</title>
		<link>http://adufe.net/2007/01/caso-esmeralda-texto-integral-do-acordao/#comment-15533</link>
		<dc:creator>Alberto</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Feb 2008 23:03:16 +0000</pubDate>
		<guid>http://adufe.net/2007/01/caso-esmeralda-texto-integral-do-acordao/#comment-15533</guid>
		<description>Só ideias! Qual a versão da mãe biológica? Esse Baltazar teve, pelo menos, a ombridade de duvidar e esclarecer a paternidade em tempo util? As instituições, veja-se o caso Casa Pia, são idónias para salvaguadar o interesse das crianças indefesas? Pobres Esmeraldas ou Anas Luisas ou .... Que queremos para as nossas crianças? Que queremos para o futuro deste país? Que esta criança, um dia, tenha a consolação de ter sido motivo de reflexão  para melhorar o tratamento das crianças, principalmente das que nasceram desprotegidas (fruto de uma noite de desbunda e exploração de fragilidades humanas). Gostava de ver dar valor ao que a mãe biológica terá para dizer. Será que a mãe biológica não tem direitos? Será pessoa?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Só ideias! Qual a versão da mãe biológica? Esse Baltazar teve, pelo menos, a ombridade de duvidar e esclarecer a paternidade em tempo util? As instituições, veja-se o caso Casa Pia, são idónias para salvaguadar o interesse das crianças indefesas? Pobres Esmeraldas ou Anas Luisas ou &#8230;. Que queremos para as nossas crianças? Que queremos para o futuro deste país? Que esta criança, um dia, tenha a consolação de ter sido motivo de reflexão  para melhorar o tratamento das crianças, principalmente das que nasceram desprotegidas (fruto de uma noite de desbunda e exploração de fragilidades humanas). Gostava de ver dar valor ao que a mãe biológica terá para dizer. Será que a mãe biológica não tem direitos? Será pessoa?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: fernando peixoto</title>
		<link>http://adufe.net/2007/01/caso-esmeralda-texto-integral-do-acordao/#comment-15112</link>
		<dc:creator>fernando peixoto</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Dec 2007 17:46:33 +0000</pubDate>
		<guid>http://adufe.net/2007/01/caso-esmeralda-texto-integral-do-acordao/#comment-15112</guid>
		<description>como disse no comentário anterior, tenho acompanhdo
desde o inicio todo este problema relacionado com o
caso de esmeralda e cada dia que passa a situação dessa 
criança tem-se vindo a agravar, sem que se encontre a 
médio prazo uma solução, do acordão agora divulgado
eu apenas tenho a dizer que com isto em nada altera
o modo de viver dessa linda menina, que nada fez para
estar a passar por este sofrimento, por tudo isto eu apenas queria fazer um apelo, como pai de 7 filhos e avô de 16 netos e 3 bisnetos, aos juizes que estão a tratar
deste famigerado caso, que no mais curto espaço de 
tempo arrangem uma solução para bem desta
criança, que não teve culpa de ter vindo ao mundo
através de uns pais desnaturados, que não conseguem
ver o mal que estão a fazer a uma criança que dizem
ser sua filha mas que a abandonaram quando ela mais
precisava de amor e carinho</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>como disse no comentário anterior, tenho acompanhdo<br />
desde o inicio todo este problema relacionado com o<br />
caso de esmeralda e cada dia que passa a situação dessa<br />
criança tem-se vindo a agravar, sem que se encontre a<br />
médio prazo uma solução, do acordão agora divulgado<br />
eu apenas tenho a dizer que com isto em nada altera<br />
o modo de viver dessa linda menina, que nada fez para<br />
estar a passar por este sofrimento, por tudo isto eu apenas queria fazer um apelo, como pai de 7 filhos e avô de 16 netos e 3 bisnetos, aos juizes que estão a tratar<br />
deste famigerado caso, que no mais curto espaço de<br />
tempo arrangem uma solução para bem desta<br />
criança, que não teve culpa de ter vindo ao mundo<br />
através de uns pais desnaturados, que não conseguem<br />
ver o mal que estão a fazer a uma criança que dizem<br />
ser sua filha mas que a abandonaram quando ela mais<br />
precisava de amor e carinho</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: fernando peixoto</title>
		<link>http://adufe.net/2007/01/caso-esmeralda-texto-integral-do-acordao/#comment-15048</link>
		<dc:creator>fernando peixoto</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Dec 2007 23:41:11 +0000</pubDate>
		<guid>http://adufe.net/2007/01/caso-esmeralda-texto-integral-do-acordao/#comment-15048</guid>
		<description>como colecionador nato de noticias, este tema
desde logo mexeu comigo, isto porque sou pai
e de 7 filhos, que nunca os abandonei, e nunca
renunciei menhuma partenidade, não quero
dizer com isto que estou completamente de
acordo com que a familia de acolhemento fez
pois deveria ter trattado a seu tempo de regu-
larizar a adopção e se assim fosse não estaria
a passar por tantos tormentos com uma prisão
pelo meio, agora uma coisa é certa na altura
devida o pai biológico não tratou também
correctamente da situação, deixando arrastar
até este ponto, aonde quem sai mais prejudi-
cado é a criança que é a unica que não tem
culpa nenhuma de ter vindo ao mundo através
de uns pais que não souberam assumir o seu
papel patrenal, num comentário final eu digo
que só a criança deveria decidir com quem
quereria continuar a viver a sua vida, porque a continuar assim esta situação, só estão a
comprometer o seu futuro.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>como colecionador nato de noticias, este tema<br />
desde logo mexeu comigo, isto porque sou pai<br />
e de 7 filhos, que nunca os abandonei, e nunca<br />
renunciei menhuma partenidade, não quero<br />
dizer com isto que estou completamente de<br />
acordo com que a familia de acolhemento fez<br />
pois deveria ter trattado a seu tempo de regu-<br />
larizar a adopção e se assim fosse não estaria<br />
a passar por tantos tormentos com uma prisão<br />
pelo meio, agora uma coisa é certa na altura<br />
devida o pai biológico não tratou também<br />
correctamente da situação, deixando arrastar<br />
até este ponto, aonde quem sai mais prejudi-<br />
cado é a criança que é a unica que não tem<br />
culpa nenhuma de ter vindo ao mundo através<br />
de uns pais que não souberam assumir o seu<br />
papel patrenal, num comentário final eu digo<br />
que só a criança deveria decidir com quem<br />
quereria continuar a viver a sua vida, porque a continuar assim esta situação, só estão a<br />
comprometer o seu futuro.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: ANTONIO LOUREIRO</title>
		<link>http://adufe.net/2007/01/caso-esmeralda-texto-integral-do-acordao/#comment-14974</link>
		<dc:creator>ANTONIO LOUREIRO</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Nov 2007 12:07:25 +0000</pubDate>
		<guid>http://adufe.net/2007/01/caso-esmeralda-texto-integral-do-acordao/#comment-14974</guid>
		<description>Muito se tem falado deste caso:
Os bons e os maus estão lado a lado e não se entendem.
È certo que os ditos "pais afectivos" cometeram muitos erros inconcientes para pessoas quem deveriam ter conhecimentos juridicos devido ao niviel que ocupam na sociedade.
Nunca deveriam ter aceite a criança sem terem oficializado a sua adopção.
Quanto ao pai biológico, que teve conhecimento da gravidez da mulher com quem se relacionou, não assumiu a paternidade na hora em que foi confrontado com ela. 
São erros graves de parte a parte.
Por muito que tenha lido, ainda não consegui entender de que lado está a mãe biologica, ou não será que também ela terá votos na matéria?
É muito fácil para qualquer um, depois de uma criança estar criada e já não precisar de trocar fraldas, dizer que é pai. Houve despesas e conseiras nas quais não participou, não porque alguém lhas tivesse impedido mas sim porque não quis tomar essa responsabilidade que qualquer bom pai deveria ter.
Ninguém sabe qual o destino dessa criança se viesse a ser criada pelo pai biológico. Todos sabemos qual a qualidade de vida que teve com os pais afectivos.
Faça-se justiça a bem da criança. Que seja ela a optar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito se tem falado deste caso:<br />
Os bons e os maus estão lado a lado e não se entendem.<br />
È certo que os ditos &#8220;pais afectivos&#8221; cometeram muitos erros inconcientes para pessoas quem deveriam ter conhecimentos juridicos devido ao niviel que ocupam na sociedade.<br />
Nunca deveriam ter aceite a criança sem terem oficializado a sua adopção.<br />
Quanto ao pai biológico, que teve conhecimento da gravidez da mulher com quem se relacionou, não assumiu a paternidade na hora em que foi confrontado com ela.<br />
São erros graves de parte a parte.<br />
Por muito que tenha lido, ainda não consegui entender de que lado está a mãe biologica, ou não será que também ela terá votos na matéria?<br />
É muito fácil para qualquer um, depois de uma criança estar criada e já não precisar de trocar fraldas, dizer que é pai. Houve despesas e conseiras nas quais não participou, não porque alguém lhas tivesse impedido mas sim porque não quis tomar essa responsabilidade que qualquer bom pai deveria ter.<br />
Ninguém sabe qual o destino dessa criança se viesse a ser criada pelo pai biológico. Todos sabemos qual a qualidade de vida que teve com os pais afectivos.<br />
Faça-se justiça a bem da criança. Que seja ela a optar.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Mário Santos</title>
		<link>http://adufe.net/2007/01/caso-esmeralda-texto-integral-do-acordao/#comment-14944</link>
		<dc:creator>Mário Santos</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Nov 2007 15:52:09 +0000</pubDate>
		<guid>http://adufe.net/2007/01/caso-esmeralda-texto-integral-do-acordao/#comment-14944</guid>
		<description>Concordo plenamente com o que diz Maria Rodrigues. 

Fico decepcionado com o nível cívico de muitos conterrâneos meus e só posso lamentar que os n/ fazedores de opinião ponham, pelo interesse de estímulo à polémica, para autocomercialização, em causa o seu dever de esclarecimento dos factos em concreto, distorcendo-os, amputando-os e despindo-os do sentido social  em harmonia.

Se é verdade que o casal adoptivo, quando recebeu ordem para entregar a menina de 1 ano ao pai biológico, desobedecendo à ordem do Tribunal, fugindo de terra em terra com a menina que não lhe pertencia legalmente, ocultando-a como foragidos da justiça, só agora, porque não tinham outra solução, vieram com uma do facto consumado puxar ao sentimentalismo, é pena que todos nós não pensemos se queremos viver num estado de direito ou numa selva, em que compense ao mais ardiloso ou mais forte, raptar, sequestrar, tirar ou ignorar os direitos de outrem.
Se queremos justiça e somos obedientes a ela, os pais adoptivos terão de ser julgados e responssabilizados pelos seus actos. 
E se forem condenados à prisão? Não seria mais traumatizante para a menina ir para uma qualquer Instituição de acolhimento de menores, do que ser entregue ao Pai biológico?
É que ela,  sempre virá a  saber e compreender, espero, para bem do seu futuro, o porquê da punição dos autores Sargento Gomes e Adelina Lagarto, aquando da sua própria aferição dos valores de vivência EM SOCIEDADE.

O que acontece aos filhos também menores dos pais que, por cometerem estes ou outros crimes (passionais, fraude, contrabando, droga, rapto, ou outros),  são presos? Alguém se preocupa? Onde está este movimento de solidariedade? 
Será que a nossa querida D. Fátima Lopes não sabe onde estão os filhos não apadrinhados das diversas classes mais desfavorecidas da nossa Soiciedade, (etnias, filhos de emigrantes, naturais de pais desempregados, divorciados , alcoolizados ou dependentes de estupefacientes), essas sim a precisar de muita e inesgotável atenção?
Será que estamos conscientemente  a querer sancionar a política do facto consumado em que o crime compensa?!

Coitada da Esmeralda e das outras deste mundo, que essas terão sempre a sua quota de sofrimento, aliás, como todos nós, quando perdemos alguém que nos seja muito querido!
A verdadeira dimensão do AMOR é ajudar o nosso semelhante quando ele precisa, como teria sido o caso, se o Casal "adoptivo" tivesse tido essa atitude, quando a mãe biológica se aproximou deles em situação de carência. 

O Sr. Sargento tinha obrigação de saber que aquela menina não era nenhum espólio de guerra e que ele não tinha qualquer direito a ele e muito menos de esbulhar o pai biológico dos seus direitos e DEVERES de progenitor. 

UM PAI DE VERDADE AMA; QUER O BEM ESTAR DO SEU FILHO; ESQUECE O SEU; NÃO É EGOÍSTA e NÃO O EXPÕE À VORACIDADE das Tvs deste mundo comercial,numa palavra protege-o e ajuda-o a enfrentar as adversidades próprias dos imprevistos ou durezas da vida e que começam num parto natural. Dá educação, formação, protecção, amor, sustento e ideais nobres de vida.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo plenamente com o que diz Maria Rodrigues. </p>
<p>Fico decepcionado com o nível cívico de muitos conterrâneos meus e só posso lamentar que os n/ fazedores de opinião ponham, pelo interesse de estímulo à polémica, para autocomercialização, em causa o seu dever de esclarecimento dos factos em concreto, distorcendo-os, amputando-os e despindo-os do sentido social  em harmonia.</p>
<p>Se é verdade que o casal adoptivo, quando recebeu ordem para entregar a menina de 1 ano ao pai biológico, desobedecendo à ordem do Tribunal, fugindo de terra em terra com a menina que não lhe pertencia legalmente, ocultando-a como foragidos da justiça, só agora, porque não tinham outra solução, vieram com uma do facto consumado puxar ao sentimentalismo, é pena que todos nós não pensemos se queremos viver num estado de direito ou numa selva, em que compense ao mais ardiloso ou mais forte, raptar, sequestrar, tirar ou ignorar os direitos de outrem.<br />
Se queremos justiça e somos obedientes a ela, os pais adoptivos terão de ser julgados e responssabilizados pelos seus actos.<br />
E se forem condenados à prisão? Não seria mais traumatizante para a menina ir para uma qualquer Instituição de acolhimento de menores, do que ser entregue ao Pai biológico?<br />
É que ela,  sempre virá a  saber e compreender, espero, para bem do seu futuro, o porquê da punição dos autores Sargento Gomes e Adelina Lagarto, aquando da sua própria aferição dos valores de vivência EM SOCIEDADE.</p>
<p>O que acontece aos filhos também menores dos pais que, por cometerem estes ou outros crimes (passionais, fraude, contrabando, droga, rapto, ou outros),  são presos? Alguém se preocupa? Onde está este movimento de solidariedade?<br />
Será que a nossa querida D. Fátima Lopes não sabe onde estão os filhos não apadrinhados das diversas classes mais desfavorecidas da nossa Soiciedade, (etnias, filhos de emigrantes, naturais de pais desempregados, divorciados , alcoolizados ou dependentes de estupefacientes), essas sim a precisar de muita e inesgotável atenção?<br />
Será que estamos conscientemente  a querer sancionar a política do facto consumado em que o crime compensa?!</p>
<p>Coitada da Esmeralda e das outras deste mundo, que essas terão sempre a sua quota de sofrimento, aliás, como todos nós, quando perdemos alguém que nos seja muito querido!<br />
A verdadeira dimensão do AMOR é ajudar o nosso semelhante quando ele precisa, como teria sido o caso, se o Casal &#8220;adoptivo&#8221; tivesse tido essa atitude, quando a mãe biológica se aproximou deles em situação de carência. </p>
<p>O Sr. Sargento tinha obrigação de saber que aquela menina não era nenhum espólio de guerra e que ele não tinha qualquer direito a ele e muito menos de esbulhar o pai biológico dos seus direitos e DEVERES de progenitor. </p>
<p>UM PAI DE VERDADE AMA; QUER O BEM ESTAR DO SEU FILHO; ESQUECE O SEU; NÃO É EGOÍSTA e NÃO O EXPÕE À VORACIDADE das Tvs deste mundo comercial,numa palavra protege-o e ajuda-o a enfrentar as adversidades próprias dos imprevistos ou durezas da vida e que começam num parto natural. Dá educação, formação, protecção, amor, sustento e ideais nobres de vida.</p>
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		<title>Por: Maria Rodrigues</title>
		<link>http://adufe.net/2007/01/caso-esmeralda-texto-integral-do-acordao/#comment-14937</link>
		<dc:creator>Maria Rodrigues</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Nov 2007 18:03:27 +0000</pubDate>
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		<description>Se a menina tivesse sido raptada e crescesse com os pais "afectivos" até aos seis anos, já todos acharíamos bem que nos fosse devolvida, caso fosse nossa filha. Aí já não haveria perturbações psicológicas?!!!Compete aos pais "afectivos" se realmente afectivos, criarem um clima de confiança e tranquilização da miúda e até de cordialidade com o pai.O mesmo tem de fazer os pais separados,quando realmente amam os filhos e os querem afectar o mínimo com o divórcio</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Se a menina tivesse sido raptada e crescesse com os pais &#8220;afectivos&#8221; até aos seis anos, já todos acharíamos bem que nos fosse devolvida, caso fosse nossa filha. Aí já não haveria perturbações psicológicas?!!!Compete aos pais &#8220;afectivos&#8221; se realmente afectivos, criarem um clima de confiança e tranquilização da miúda e até de cordialidade com o pai.O mesmo tem de fazer os pais separados,quando realmente amam os filhos e os querem afectar o mínimo com o divórcio</p>
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		<title>Por: Ana</title>
		<link>http://adufe.net/2007/01/caso-esmeralda-texto-integral-do-acordao/#comment-14933</link>
		<dc:creator>Ana</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Nov 2007 17:04:17 +0000</pubDate>
		<guid>http://adufe.net/2007/01/caso-esmeralda-texto-integral-do-acordao/#comment-14933</guid>
		<description>Será que neste caso o fim justifica os meios??! Será que é necessário vermos até ao fim este caso para conhecermos os resultados. Qualquer leigo comprenderá que a vitima em todo este caso é a "Esmeralda". Que poderemos fazer para pôr fim a esta maldade?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Será que neste caso o fim justifica os meios??! Será que é necessário vermos até ao fim este caso para conhecermos os resultados. Qualquer leigo comprenderá que a vitima em todo este caso é a &#8220;Esmeralda&#8221;. Que poderemos fazer para pôr fim a esta maldade?</p>
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		<title>Por: nuno</title>
		<link>http://adufe.net/2007/01/caso-esmeralda-texto-integral-do-acordao/#comment-14924</link>
		<dc:creator>nuno</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Nov 2007 15:08:33 +0000</pubDate>
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		<description>Pai é quem cria não é quem faz... Só em portugal para cometerem esta injustiça a menina não conhece essse baltazar que se diz pai de lado nenhum... é revoltante chega a dar nojo! Triste país</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pai é quem cria não é quem faz&#8230; Só em portugal para cometerem esta injustiça a menina não conhece essse baltazar que se diz pai de lado nenhum&#8230; é revoltante chega a dar nojo! Triste país</p>
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		<title>Por: Maria Silva</title>
		<link>http://adufe.net/2007/01/caso-esmeralda-texto-integral-do-acordao/#comment-14529</link>
		<dc:creator>Maria Silva</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Oct 2007 19:01:03 +0000</pubDate>
		<guid>http://adufe.net/2007/01/caso-esmeralda-texto-integral-do-acordao/#comment-14529</guid>
		<description>Ontem, foi com alguma surpresa que tornei a ouvir ilustres da nossa sociedade, no prós e contras, continuarem a defender que a menina devia ficar com o casal, alegando uma extraordinária relação afectiva e vaticinando um futuro de grande traumatismo para esta menina se assim não fosse. Pergunto novamente? Onde se baseiam para alegar tal extraordinária relação afectiva? E o tempo que a menina andou na clandestinidade? parece-me que isso sim, lhe trará mais angústias do que a possibilidade de estabelecer novas relações afectivas, suficientemente boas com outras pessoas, principalmente com o pai. E a capacidade relacional desta menina? Ninguém fala disso. Se tem um casal a dizer que não se pode relacionar com mais ninguém a não ser com eles, então, estão a contribuir para anular todo o potêncial relacional que esta menina possa ter no futuro, seja com o pai ou com outras pessoas ao longo da vida. Eu também sou psicóloga clínica e acho que uma coisa é querermos bater na justiça (com razão nalguns casos) e outra é ver cada caso com clareza nos seus vários aspectos e não foi o que se passou ontem no rol de psis ilustres que estiveram no prós e contras, excepto um ou dois. Continuo a achar que está a ser feita justiça com a preocupação de acompanhar bem a menina na sua adaptação às novas realidades. Não se esqueçam da capacidade adaptativa do ser humano. Essa é que é a questão: Esta menina tem é que ser muito bem acompanhada para poder elaborar positivamente todos estes acontecimentos da vida dela.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem, foi com alguma surpresa que tornei a ouvir ilustres da nossa sociedade, no prós e contras, continuarem a defender que a menina devia ficar com o casal, alegando uma extraordinária relação afectiva e vaticinando um futuro de grande traumatismo para esta menina se assim não fosse. Pergunto novamente? Onde se baseiam para alegar tal extraordinária relação afectiva? E o tempo que a menina andou na clandestinidade? parece-me que isso sim, lhe trará mais angústias do que a possibilidade de estabelecer novas relações afectivas, suficientemente boas com outras pessoas, principalmente com o pai. E a capacidade relacional desta menina? Ninguém fala disso. Se tem um casal a dizer que não se pode relacionar com mais ninguém a não ser com eles, então, estão a contribuir para anular todo o potêncial relacional que esta menina possa ter no futuro, seja com o pai ou com outras pessoas ao longo da vida. Eu também sou psicóloga clínica e acho que uma coisa é querermos bater na justiça (com razão nalguns casos) e outra é ver cada caso com clareza nos seus vários aspectos e não foi o que se passou ontem no rol de psis ilustres que estiveram no prós e contras, excepto um ou dois. Continuo a achar que está a ser feita justiça com a preocupação de acompanhar bem a menina na sua adaptação às novas realidades. Não se esqueçam da capacidade adaptativa do ser humano. Essa é que é a questão: Esta menina tem é que ser muito bem acompanhada para poder elaborar positivamente todos estes acontecimentos da vida dela.</p>
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		<title>Por: Maria Silva</title>
		<link>http://adufe.net/2007/01/caso-esmeralda-texto-integral-do-acordao/#comment-14528</link>
		<dc:creator>Maria Silva</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Oct 2007 18:58:18 +0000</pubDate>
		<guid>http://adufe.net/2007/01/caso-esmeralda-texto-integral-do-acordao/#comment-14528</guid>
		<description>Só quero colocar uma pergunta para os que acham que a menina devia ficar com o casal que se recusou a entregá-la ao pai mesmo por ordem judicial:? Em que se baseiam para dizer que eles são melhores pais? A mim, desde o início que me parece que eles sempre revelaram uma atitude narcísica perante a menina (escondendo-a do pai para que pudessem continuar a tê-la) e uma atitude arrogante perante a justiça (com conivência das forças policiais e militares). Alguém avaliou este casal para saber da sua qualidade afectiva? é que os seus actos deixam muito a desejar. Concordo com as decisões dos juízes porque está a ser feita justiça. Este casal nunca teve o direito de esconder a menina do pai e a mãe não tinha o direito de a ter entregue sem o consentimento do pai. A mãe biológica tomou a atitude que tomou por represálias, se fosse por condições materiais, devia ter pedido ajuda a instituições próprias. Também ela se comportou com base em sentimentos próprios, de raiva talvez, e todos esses comportamentos são muito graves, não transmitindo qualquer qualidade afectiva a nenhuma criança.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Só quero colocar uma pergunta para os que acham que a menina devia ficar com o casal que se recusou a entregá-la ao pai mesmo por ordem judicial:? Em que se baseiam para dizer que eles são melhores pais? A mim, desde o início que me parece que eles sempre revelaram uma atitude narcísica perante a menina (escondendo-a do pai para que pudessem continuar a tê-la) e uma atitude arrogante perante a justiça (com conivência das forças policiais e militares). Alguém avaliou este casal para saber da sua qualidade afectiva? é que os seus actos deixam muito a desejar. Concordo com as decisões dos juízes porque está a ser feita justiça. Este casal nunca teve o direito de esconder a menina do pai e a mãe não tinha o direito de a ter entregue sem o consentimento do pai. A mãe biológica tomou a atitude que tomou por represálias, se fosse por condições materiais, devia ter pedido ajuda a instituições próprias. Também ela se comportou com base em sentimentos próprios, de raiva talvez, e todos esses comportamentos são muito graves, não transmitindo qualquer qualidade afectiva a nenhuma criança.</p>
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		<title>Por: Adelaide Carvalho</title>
		<link>http://adufe.net/2007/01/caso-esmeralda-texto-integral-do-acordao/#comment-14525</link>
		<dc:creator>Adelaide Carvalho</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Oct 2007 14:36:32 +0000</pubDate>
		<guid>http://adufe.net/2007/01/caso-esmeralda-texto-integral-do-acordao/#comment-14525</guid>
		<description>O que verdadeiramente me indigna neste caso é esconder-se a exploração da Senhora brasileira. Ficou grávida e informou o progenitor. Procedeu honestamente. O português sacudiu a água do capote … . A lei portuguesa nem se manisfestou quanto a este aspecto. 

Se a mãe da criança fosse mais culta e portuguesa, digamos uma meritíssima Juíza, o pai biológico nunca teria sabido da existência da filha porque ela esconderia o seu nome do MP.

A mim, o facto de o português ter explorado uma brasileira fragilizada envergonha-me muito.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O que verdadeiramente me indigna neste caso é esconder-se a exploração da Senhora brasileira. Ficou grávida e informou o progenitor. Procedeu honestamente. O português sacudiu a água do capote … . A lei portuguesa nem se manisfestou quanto a este aspecto. </p>
<p>Se a mãe da criança fosse mais culta e portuguesa, digamos uma meritíssima Juíza, o pai biológico nunca teria sabido da existência da filha porque ela esconderia o seu nome do MP.</p>
<p>A mim, o facto de o português ter explorado uma brasileira fragilizada envergonha-me muito.</p>
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