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	<title>ComentÃ¡rios em: Mini tratado sobre o que deveriam ser banalidades</title>
	<link>http://adufe.net/2006/05/mini-tratado-sobre-o-que-deveriam-ser-banalidades/</link>
	<description>As armas do meu Adufe nÃ£o tÃªm signo nem fronteira</description>
	<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 12:54:51 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Rui MCB</title>
		<link>http://adufe.net/2006/05/mini-tratado-sobre-o-que-deveriam-ser-banalidades/#comment-6767</link>
		<dc:creator>Rui MCB</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 May 2006 17:16:00 +0000</pubDate>
		<guid>http://adufe.net/2006/05/mini-tratado-sobre-o-que-deveriam-ser-banalidades/#comment-6767</guid>
		<description>Ups.... Obrigado.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ups&#8230;. Obrigado.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Zacarias Torcato</title>
		<link>http://adufe.net/2006/05/mini-tratado-sobre-o-que-deveriam-ser-banalidades/#comment-6766</link>
		<dc:creator>Zacarias Torcato</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 May 2006 17:11:33 +0000</pubDate>
		<guid>http://adufe.net/2006/05/mini-tratado-sobre-o-que-deveriam-ser-banalidades/#comment-6766</guid>
		<description>Julgo que o autor deste blogue queria afirmar que "a inveja grassa"...

Cordialmente
Zacarias Torcato</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Julgo que o autor deste blogue queria afirmar que &#8220;a inveja grassa&#8221;&#8230;</p>
<p>Cordialmente<br />
Zacarias Torcato</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Zacarias Torcato</title>
		<link>http://adufe.net/2006/05/mini-tratado-sobre-o-que-deveriam-ser-banalidades/#comment-6765</link>
		<dc:creator>Zacarias Torcato</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 May 2006 17:10:43 +0000</pubDate>
		<guid>http://adufe.net/2006/05/mini-tratado-sobre-o-que-deveriam-ser-banalidades/#comment-6765</guid>
		<description>Julgo que o autor deste blogue queria afirmar que "a inveja grassa"...

Cordialmente
Zacarias Torcato</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Julgo que o autor deste blogue queria afirmar que &#8220;a inveja grassa&#8221;&#8230;</p>
<p>Cordialmente<br />
Zacarias Torcato</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Rui MCB</title>
		<link>http://adufe.net/2006/05/mini-tratado-sobre-o-que-deveriam-ser-banalidades/#comment-6764</link>
		<dc:creator>Rui MCB</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 May 2006 10:11:19 +0000</pubDate>
		<guid>http://adufe.net/2006/05/mini-tratado-sobre-o-que-deveriam-ser-banalidades/#comment-6764</guid>
		<description>A ser assim nÃ£o Ã© sÃ³ a pobreza absoluta que falha. Falham tambÃ©m indicadores que apreciem o stock (a riqueza acumulada), a privaÃ§Ã£o de bens / condiÃ§Ãµes de vida e tambÃ©m a auto-avaliaÃ§Ã£o da pobreza pelos indivÃ­duos (que deve ser lido em termos temporais e menos quanto ao seu nÃ­vel - por cÃ¡ 80% da populaÃ§Ã£o ou mais diz sistematicamente ser pobre ou para lÃ¡ caminhar).

Quando tiver um tempinho publico mais um breve relato sobre a experiÃªncia que tive nessa Ã¡rea.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A ser assim nÃ£o Ã© sÃ³ a pobreza absoluta que falha. Falham tambÃ©m indicadores que apreciem o stock (a riqueza acumulada), a privaÃ§Ã£o de bens / condiÃ§Ãµes de vida e tambÃ©m a auto-avaliaÃ§Ã£o da pobreza pelos indivÃ­duos (que deve ser lido em termos temporais e menos quanto ao seu nÃ­vel - por cÃ¡ 80% da populaÃ§Ã£o ou mais diz sistematicamente ser pobre ou para lÃ¡ caminhar).</p>
<p>Quando tiver um tempinho publico mais um breve relato sobre a experiÃªncia que tive nessa Ã¡rea.</p>
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	</item>
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		<title>Por: jcd</title>
		<link>http://adufe.net/2006/05/mini-tratado-sobre-o-que-deveriam-ser-banalidades/#comment-6763</link>
		<dc:creator>jcd</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 May 2006 09:58:39 +0000</pubDate>
		<guid>http://adufe.net/2006/05/mini-tratado-sobre-o-que-deveriam-ser-banalidades/#comment-6763</guid>
		<description>Rui, observa bem esta lista de indicadores. SÃ£o os utilizados pelo ComitÃ© de ProtecÃ§Ã£o Social para definir pobreza e exclusÃ£o social.


INDICADORES PRIMÃ?RIOS

1. Taxa de baixos rendimentos apÃ³s transferÃªncias (Percentagem de indivÃ­duos com rendimentos inferiores a 60% da mediana nacional.)

2. DistribuiÃ§Ã£o de rendimento S80/S20 (RÃ¡cio entre a quinta parte da populaÃ§Ã£o com o rendimento mais alto e a quinta parte com o rendimento mais baixo)

3. PersistÃªncia de baixos rendimentos (Pessoas a viver em famÃ­lias com rendimento inferior a 60% da mediana nacional no ano "n" e pelo menos dois anos de n-1, n-2, n-3.)

4. Mediana relativa das disparidades entre baixos
rendimentos (Rendimento mediano das pessoas que vivem abaixo do limiar de baixos rendimentos em
percentagem do limiar de baixos rendimentos)

5. CoesÃ£o regional (Coeficiente de variaÃ§Ã£o das taxas de emprego)

6. Taxa de desemprego de longa duraÃ§Ã£o (Total da populaÃ§Ã£o no desemprego de longa duraÃ§Ã£o (=12 meses; definiÃ§Ã£o da OIT) em % da populaÃ§Ã£o activa total)

7. Pessoas que vivem em agregados familiares sem
emprego.

8. Abandono escolar precoce de alunos que nÃ£o participam em acÃ§Ãµes de ensino ou formaÃ§Ã£o (ProporÃ§Ã£o da populaÃ§Ã£o total de 18-24 anos
que atingiu, no mÃ¡ximo, o nÃ­vel 2 ISCED e
nÃ£o participa em qualquer acÃ§Ã£o de ensino ou
formaÃ§Ã£o.)

9. EsperanÃ§a de vida Ã  nascenÃ§a (NÃºmero de anos que uma pessoa pode esperar viver, comeÃ§ando nos 0 anos de idade)

10. SaÃºde declarada por nÃ­vel de rendimento (RÃ¡cio das proporÃ§Ãµes nos grupos de quintis
superior e inferior, por rendimento equivalente, 
da populaÃ§Ã£o com 16 anos ou mais e que se
auto-classificam como estando num estado de
saÃºde precÃ¡ria ou muito precÃ¡ria segundo a
definiÃ§Ã£o da OMS.)


INDICADORES SECUNDÃ?RIOS

11. DispersÃ£o em torno do limiar de baixos rendimentos (Pessoas a viver em famÃ­lias onde o rendimento total equivalente Ã© inferior a 40, 50 e 70% da mediana nacional)

12. Taxa de baixos rendimentos num dado momento.
13. Taxa de baixos rendimentos antes das transferÃªncias.
14. Coeficiente de Gini
15. PersistÃªncia de baixos rendimentos inferiores a 50% do rendimento mediano (Pessoas a viver em famÃ­lias com rendimento inferior a  50% da mediana nacional no ano "n" e (pelo menos) dois anos de n-1, n-2, n-3.)

16. ProporÃ§Ã£o do desemprego de longa duraÃ§Ã£o. (Total da populaÃ§Ã£o no desemprego de longa duraÃ§Ã£o (Â³12 meses; definiÃ§Ã£o da OIT) em % do total da populaÃ§Ã£o desempregada)

17. Taxa de desemprego de muito longa duraÃ§Ã£o (Total da populaÃ§Ã£o no desemprego de muito longa duraÃ§Ã£o -24 meses- em % da populaÃ§Ã£o activa total)

18. IndivÃ­duos com baixos nÃ­veis de instruÃ§Ã£o (Taxa de instruÃ§Ã£o do nÃ­vel e ISCED ou inferior para educaÃ§Ã£o de adultos por grupo etÃ¡rio - 25-34, 35-44, 45-54, 55-64).

NÃ£o hÃ¡ um Ãºnico indicador de pobreza absoluta. Um Ãºnico. Ora bolas. Se o paÃ­s duplicar a sua riqueza sem alterar a estrutura social, estes senhores nÃ£o vÃ£o ver indicadores nenhuns a melhorar. Ã‰ a isto que se chama a invenÃ§Ã£o de pobreza permanente.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Rui, observa bem esta lista de indicadores. SÃ£o os utilizados pelo ComitÃ© de ProtecÃ§Ã£o Social para definir pobreza e exclusÃ£o social.</p>
<p>INDICADORES PRIMÃ?RIOS</p>
<p>1. Taxa de baixos rendimentos apÃ³s transferÃªncias (Percentagem de indivÃ­duos com rendimentos inferiores a 60% da mediana nacional.)</p>
<p>2. DistribuiÃ§Ã£o de rendimento S80/S20 (RÃ¡cio entre a quinta parte da populaÃ§Ã£o com o rendimento mais alto e a quinta parte com o rendimento mais baixo)</p>
<p>3. PersistÃªncia de baixos rendimentos (Pessoas a viver em famÃ­lias com rendimento inferior a 60% da mediana nacional no ano &#8220;n&#8221; e pelo menos dois anos de n-1, n-2, n-3.)</p>
<p>4. Mediana relativa das disparidades entre baixos<br />
rendimentos (Rendimento mediano das pessoas que vivem abaixo do limiar de baixos rendimentos em<br />
percentagem do limiar de baixos rendimentos)</p>
<p>5. CoesÃ£o regional (Coeficiente de variaÃ§Ã£o das taxas de emprego)</p>
<p>6. Taxa de desemprego de longa duraÃ§Ã£o (Total da populaÃ§Ã£o no desemprego de longa duraÃ§Ã£o (=12 meses; definiÃ§Ã£o da OIT) em % da populaÃ§Ã£o activa total)</p>
<p>7. Pessoas que vivem em agregados familiares sem<br />
emprego.</p>
<p>8. Abandono escolar precoce de alunos que nÃ£o participam em acÃ§Ãµes de ensino ou formaÃ§Ã£o (ProporÃ§Ã£o da populaÃ§Ã£o total de 18-24 anos<br />
que atingiu, no mÃ¡ximo, o nÃ­vel 2 ISCED e<br />
nÃ£o participa em qualquer acÃ§Ã£o de ensino ou<br />
formaÃ§Ã£o.)</p>
<p>9. EsperanÃ§a de vida Ã  nascenÃ§a (NÃºmero de anos que uma pessoa pode esperar viver, comeÃ§ando nos 0 anos de idade)</p>
<p>10. SaÃºde declarada por nÃ­vel de rendimento (RÃ¡cio das proporÃ§Ãµes nos grupos de quintis<br />
superior e inferior, por rendimento equivalente,<br />
da populaÃ§Ã£o com 16 anos ou mais e que se<br />
auto-classificam como estando num estado de<br />
saÃºde precÃ¡ria ou muito precÃ¡ria segundo a<br />
definiÃ§Ã£o da OMS.)</p>
<p>INDICADORES SECUNDÃ?RIOS</p>
<p>11. DispersÃ£o em torno do limiar de baixos rendimentos (Pessoas a viver em famÃ­lias onde o rendimento total equivalente Ã© inferior a 40, 50 e 70% da mediana nacional)</p>
<p>12. Taxa de baixos rendimentos num dado momento.<br />
13. Taxa de baixos rendimentos antes das transferÃªncias.<br />
14. Coeficiente de Gini<br />
15. PersistÃªncia de baixos rendimentos inferiores a 50% do rendimento mediano (Pessoas a viver em famÃ­lias com rendimento inferior a  50% da mediana nacional no ano &#8220;n&#8221; e (pelo menos) dois anos de n-1, n-2, n-3.)</p>
<p>16. ProporÃ§Ã£o do desemprego de longa duraÃ§Ã£o. (Total da populaÃ§Ã£o no desemprego de longa duraÃ§Ã£o (Â³12 meses; definiÃ§Ã£o da OIT) em % do total da populaÃ§Ã£o desempregada)</p>
<p>17. Taxa de desemprego de muito longa duraÃ§Ã£o (Total da populaÃ§Ã£o no desemprego de muito longa duraÃ§Ã£o -24 meses- em % da populaÃ§Ã£o activa total)</p>
<p>18. IndivÃ­duos com baixos nÃ­veis de instruÃ§Ã£o (Taxa de instruÃ§Ã£o do nÃ­vel e ISCED ou inferior para educaÃ§Ã£o de adultos por grupo etÃ¡rio - 25-34, 35-44, 45-54, 55-64).</p>
<p>NÃ£o hÃ¡ um Ãºnico indicador de pobreza absoluta. Um Ãºnico. Ora bolas. Se o paÃ­s duplicar a sua riqueza sem alterar a estrutura social, estes senhores nÃ£o vÃ£o ver indicadores nenhuns a melhorar. Ã‰ a isto que se chama a invenÃ§Ã£o de pobreza permanente.</p>
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		<title>Por: jcd</title>
		<link>http://adufe.net/2006/05/mini-tratado-sobre-o-que-deveriam-ser-banalidades/#comment-6762</link>
		<dc:creator>jcd</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 May 2006 09:28:38 +0000</pubDate>
		<guid>http://adufe.net/2006/05/mini-tratado-sobre-o-que-deveriam-ser-banalidades/#comment-6762</guid>
		<description>Meu caro, Rui, tem toda a razÃ£o. ConvÃ©m perceber porque Ã© que escrevi o post.

Num anterior debate em que se falava de riqueza, logo alguÃ©m contrpÃ´s com o Ã­ndice de gini. Acontece sempre. 

Claro que Ã© fÃ¡cil interpretar o Ã­ndice. E por ser fÃ¡cil Ã© que se constata que o Ã­ndice reage mais Ã  riqueza do que Ã  pobreza.

TambÃ©m Ã© fÃ¡cil constatar que o Ã­ndice sobe sitematicamente sempre que algum paÃ­s entra no ritmo dos grandes crescimentos econÃ³micos (Chile, Irlanda, China, Botswana) e que Ã­ndice Ã© sistematicamente utilizado para desvalorizar os processos normais de criaÃ§Ã£o de riqueza.

Ao mesmo tempo, sempre que um paÃ­s de grande crescimento entra em estagnaÃ§Ã£o, os Ã­ndices melhoram. Provavelmente porque grande parte das prestaÃ§Ãµes sociais estavam calibradas para ritmos de crescimento anteriores e nÃ£o Ã© fÃ¡cil adaptÃ¡-las Ã  nova realidade. Estas situaÃ§Ãµes, que provocam sempre um enorme crescimento do peso do estado, sÃ£o inibidoras de criaÃ§Ã£o de riqueza e muito boas para melhorar o Ã­ndice.

Ã‰ por isso que nÃ£o gosto do Ã­ndice de Gini. Engana-nos, se quisermos ser enganados. Infelizmente, hÃ¡ mais gente a ser enganada pelo Ã­ndice do que a compreendÃª-lo convenientemente.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Meu caro, Rui, tem toda a razÃ£o. ConvÃ©m perceber porque Ã© que escrevi o post.</p>
<p>Num anterior debate em que se falava de riqueza, logo alguÃ©m contrpÃ´s com o Ã­ndice de gini. Acontece sempre. </p>
<p>Claro que Ã© fÃ¡cil interpretar o Ã­ndice. E por ser fÃ¡cil Ã© que se constata que o Ã­ndice reage mais Ã  riqueza do que Ã  pobreza.</p>
<p>TambÃ©m Ã© fÃ¡cil constatar que o Ã­ndice sobe sitematicamente sempre que algum paÃ­s entra no ritmo dos grandes crescimentos econÃ³micos (Chile, Irlanda, China, Botswana) e que Ã­ndice Ã© sistematicamente utilizado para desvalorizar os processos normais de criaÃ§Ã£o de riqueza.</p>
<p>Ao mesmo tempo, sempre que um paÃ­s de grande crescimento entra em estagnaÃ§Ã£o, os Ã­ndices melhoram. Provavelmente porque grande parte das prestaÃ§Ãµes sociais estavam calibradas para ritmos de crescimento anteriores e nÃ£o Ã© fÃ¡cil adaptÃ¡-las Ã  nova realidade. Estas situaÃ§Ãµes, que provocam sempre um enorme crescimento do peso do estado, sÃ£o inibidoras de criaÃ§Ã£o de riqueza e muito boas para melhorar o Ã­ndice.</p>
<p>Ã‰ por isso que nÃ£o gosto do Ã­ndice de Gini. Engana-nos, se quisermos ser enganados. Infelizmente, hÃ¡ mais gente a ser enganada pelo Ã­ndice do que a compreendÃª-lo convenientemente.</p>
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