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	<title>Comentários em: El PIB (Rev.)</title>
	<link>http://adufe.net/2006/05/el-pib-rev/</link>
	<description>As armas do meu Adufe não têm signo nem fronteira</description>
	<pubDate>Sun, 07 Sep 2008 18:27:08 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Rui MCB</title>
		<link>http://adufe.net/2006/05/el-pib-rev/#comment-6866</link>
		<dc:creator>Rui MCB</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 May 2006 16:47:20 +0000</pubDate>
		<guid>http://adufe.net/2006/05/el-pib-rev/#comment-6866</guid>
		<description>Ok. Assim que tiver alguma disponibilidade tentarei dar uma resposta mais detalhada pegando nos dados do FMI. Fica prometido.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ok. Assim que tiver alguma disponibilidade tentarei dar uma resposta mais detalhada pegando nos dados do FMI. Fica prometido.</p>
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		<title>Por: Rui Pena Pires</title>
		<link>http://adufe.net/2006/05/el-pib-rev/#comment-6865</link>
		<dc:creator>Rui Pena Pires</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 May 2006 14:38:58 +0000</pubDate>
		<guid>http://adufe.net/2006/05/el-pib-rev/#comment-6865</guid>
		<description>Posso comparar níveis absolutos do PIB com níveis absolutos das variações desde que a métrica seja a mesma. O problema está nas comparações quando se misturam preços constantes e preços correntes, valores em moeda local e em moeda comum. E o problema maior nem é comparar, desde que em paralelo e em termos proporcionais, valores obtidos com duas métricas diferentes, mas as conclusões que se podem tirar dessa comparação. Agora, para mim o mais estranho de tudo isto é outra coisa. Em termos reais e absolutos, o crescimento do PIB espanhol representou, no período em causa, cerca de 20 vezes o crescimento do português. Para esta simples conta nem preciso de saber o valor da variação absoluta do PIB em Espanha e em Portugal. Basta saber que o PIB espanhol é cerca de 6 vezes superior e que cresceu cerca de 3,5 vezes mais do que o português. Esta relação devia ser mais ou menos a mesma trabalhando com os dados do FMI sobre a variação do PIB a preços correntes porque os dois países têm a mesma moeda e, portanto, presumo, a mesma taxa de conversão para dólares, bem como taxas de inflação baixas e próximas para a escala em causa. Porém, segundo esses dados a relação entre o crescimento absoluto do PIB espanhol e a do PIB português é de 8 para 1 e não de 20 para 1. Porquê? Não sei e agradeço esclarecimentos para poder corrigir devidamente o post inicial. A segunda questão que resulta desta discrepância é mais ampla. Comparando, a preços correntes e na mesma moeda, o euro, o PIB espanhol e o PIB português, no mesmo ano, eu sei que a relação é de 6 para 1 (já agora, também é da mesma ordem de grandeza utilizando os dados do FMI a preços correntes e em dólares, o que torna, para mim, mais enigmática a discrepância atrás assinalada). Mas se a conversão em dólares pode ser problemática, como parece ser quando se comparam variações absolutas, como posso medir a relação entre o PIB português e o PIB angolano (ou chinês, ou brasileiro? Como disse, é para mim bem vinda toda a colaboração que permita identificar o conjunto de problemas metológicos implicados mais em pormenor e assim poder corrigir o post inicial. Obrigado pela troca.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Posso comparar níveis absolutos do PIB com níveis absolutos das variações desde que a métrica seja a mesma. O problema está nas comparações quando se misturam preços constantes e preços correntes, valores em moeda local e em moeda comum. E o problema maior nem é comparar, desde que em paralelo e em termos proporcionais, valores obtidos com duas métricas diferentes, mas as conclusões que se podem tirar dessa comparação. Agora, para mim o mais estranho de tudo isto é outra coisa. Em termos reais e absolutos, o crescimento do PIB espanhol representou, no período em causa, cerca de 20 vezes o crescimento do português. Para esta simples conta nem preciso de saber o valor da variação absoluta do PIB em Espanha e em Portugal. Basta saber que o PIB espanhol é cerca de 6 vezes superior e que cresceu cerca de 3,5 vezes mais do que o português. Esta relação devia ser mais ou menos a mesma trabalhando com os dados do FMI sobre a variação do PIB a preços correntes porque os dois países têm a mesma moeda e, portanto, presumo, a mesma taxa de conversão para dólares, bem como taxas de inflação baixas e próximas para a escala em causa. Porém, segundo esses dados a relação entre o crescimento absoluto do PIB espanhol e a do PIB português é de 8 para 1 e não de 20 para 1. Porquê? Não sei e agradeço esclarecimentos para poder corrigir devidamente o post inicial. A segunda questão que resulta desta discrepância é mais ampla. Comparando, a preços correntes e na mesma moeda, o euro, o PIB espanhol e o PIB português, no mesmo ano, eu sei que a relação é de 6 para 1 (já agora, também é da mesma ordem de grandeza utilizando os dados do FMI a preços correntes e em dólares, o que torna, para mim, mais enigmática a discrepância atrás assinalada). Mas se a conversão em dólares pode ser problemática, como parece ser quando se comparam variações absolutas, como posso medir a relação entre o PIB português e o PIB angolano (ou chinês, ou brasileiro? Como disse, é para mim bem vinda toda a colaboração que permita identificar o conjunto de problemas metológicos implicados mais em pormenor e assim poder corrigir o post inicial. Obrigado pela troca.</p>
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	<item>
		<title>Por: Rui MCB</title>
		<link>http://adufe.net/2006/05/el-pib-rev/#comment-6864</link>
		<dc:creator>Rui MCB</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 May 2006 10:25:35 +0000</pubDate>
		<guid>http://adufe.net/2006/05/el-pib-rev/#comment-6864</guid>
		<description>"Pois, mas a preços correntes não encontro dados disponíveis para as variações absolutas, a não ser nas diferentes moedas locais"

Desculpe a frontalidade mas apetece-me dizer que então o melhor é ser um pouco menos ambicioso na análise. É que o indicador que usa para fazer comparações cruzadas depende de três factores distintos: a evolução da taxa de câmbio de cada moeda nacional face ao dolar, a evolução do volume e a evolução do valor (deflactor). No limite, com a grande divergência e volatilidade nas taxas de câmbio entre dois países comparados, as variações absolutas podem dever-se mais a essas diferenças do que ao lastro das diferenças de dimensão das economias comparadas.

Para que fique claro:
- pelo que consegui verificar os dados de base não contêm qualquer erro;
- quando utiliza taxas de variação anuais do PIB (medido em preços constantes nas moedas nacionais) e as compara com os valores absolutos (a preços correntes valorizados em moeda comum) para escrever: "Já os 3,1% de Espanha valeram, em termos absolutos, 158.663 milhões de dólares, 28 vezes mais do que os 11,1% de Angola e, agora sim, 8 vezes mais do que o 1% de Portugal." está a fazer precisamente aquilo que reconheceu no comentário anterior não se poder fazer: comparar níveis absolutos do PIB, ainda que transformados em taxas de variação, com níveis absolutos das variações.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Pois, mas a preços correntes não encontro dados disponíveis para as variações absolutas, a não ser nas diferentes moedas locais&#8221;</p>
<p>Desculpe a frontalidade mas apetece-me dizer que então o melhor é ser um pouco menos ambicioso na análise. É que o indicador que usa para fazer comparações cruzadas depende de três factores distintos: a evolução da taxa de câmbio de cada moeda nacional face ao dolar, a evolução do volume e a evolução do valor (deflactor). No limite, com a grande divergência e volatilidade nas taxas de câmbio entre dois países comparados, as variações absolutas podem dever-se mais a essas diferenças do que ao lastro das diferenças de dimensão das economias comparadas.</p>
<p>Para que fique claro:<br />
- pelo que consegui verificar os dados de base não contêm qualquer erro;<br />
- quando utiliza taxas de variação anuais do PIB (medido em preços constantes nas moedas nacionais) e as compara com os valores absolutos (a preços correntes valorizados em moeda comum) para escrever: &#8220;Já os 3,1% de Espanha valeram, em termos absolutos, 158.663 milhões de dólares, 28 vezes mais do que os 11,1% de Angola e, agora sim, 8 vezes mais do que o 1% de Portugal.&#8221; está a fazer precisamente aquilo que reconheceu no comentário anterior não se poder fazer: comparar níveis absolutos do PIB, ainda que transformados em taxas de variação, com níveis absolutos das variações.</p>
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	<item>
		<title>Por: Rui Pena Pires</title>
		<link>http://adufe.net/2006/05/el-pib-rev/#comment-6863</link>
		<dc:creator>Rui Pena Pires</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 May 2006 06:02:02 +0000</pubDate>
		<guid>http://adufe.net/2006/05/el-pib-rev/#comment-6863</guid>
		<description>Pois, mas a preços correntes não encontro dados disponíveis para as variações absolutas, a não ser nas diferentes moedas locais — o que se não é problema para a comparação Portugal-Espanha, é-o para as outras comparações. De qualquer forma, por isso é que: (1) as notas ao quadro indicavam a unidade de medida diferente para as variações absolutas e relativas; (2) apenas comparava entre si as variações absolutas e nunca estas com os valores absolutas do PIB de cada país. Se a conversão para dólares estiver minimamente bem feita, é possível comparar entre si os valores do PIB para cada ano e entre si os valores da variação entre dois anos consecutivos, mesmo a preços correntes. Já comparações temporais exigem, como é óbvio, que se trabalhe com preços constantes (o que não era feito no post mas estava implícito na comparação entre o PIB português a variação do espanhol).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pois, mas a preços correntes não encontro dados disponíveis para as variações absolutas, a não ser nas diferentes moedas locais — o que se não é problema para a comparação Portugal-Espanha, é-o para as outras comparações. De qualquer forma, por isso é que: (1) as notas ao quadro indicavam a unidade de medida diferente para as variações absolutas e relativas; (2) apenas comparava entre si as variações absolutas e nunca estas com os valores absolutas do PIB de cada país. Se a conversão para dólares estiver minimamente bem feita, é possível comparar entre si os valores do PIB para cada ano e entre si os valores da variação entre dois anos consecutivos, mesmo a preços correntes. Já comparações temporais exigem, como é óbvio, que se trabalhe com preços constantes (o que não era feito no post mas estava implícito na comparação entre o PIB português a variação do espanhol).</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Rui MCB</title>
		<link>http://adufe.net/2006/05/el-pib-rev/#comment-6862</link>
		<dc:creator>Rui MCB</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 May 2006 22:37:10 +0000</pubDate>
		<guid>http://adufe.net/2006/05/el-pib-rev/#comment-6862</guid>
		<description>Talvez o FMI afinal não esteja errado...

Estive a espreitar informação mais detalhada (http://www.imf.org/external/pubs/ft/weo/2005/02/data/dbcoutm.cfm?SD=2002&#38;ED=2006&#38;R1=1&#38;R2=1&#38;CS=3&#38;SS=2&#38;OS=C&#38;DD=0&#38;OUT=1&#38;C=182-184&#38;S=NGDP_R-NGDP-NGDPD&#38;CMP=0&#38;x=64&#38;y=11) e parece-me que o efeito cambial é que está a introduzir ruído.
Provavelmente os dados estão todos correctos.

Quando analisamos a questão pegando nos dados a preços correntes cotados em dolares (que são os dados apresentados na coluna "valor" no Canhoto) e analisamos adicionalmente o crescimento absoluto entre dois anos sucessivos (a preços correntes e em dolares - coluna "absoluto" do Canhoto) caimos numa armadilha aparente (por trágica ironia próxima da que se pretende desmontar no post do Canhoto) pois essa variação acrescenta à evolução a preços correntes a variação por via do efeito cambial. Num período de elevada volatilidade - entre 2003 e 2004 o euro valorizou-se cerca de 10% face ao dolar - este facto justifica a maior parte da variação anual "estranha" (quando medimos o PIB em dolares e a preços correntes) que se registou entre 2003 e 2004 que foi de 13,8% para Portugal e de 18,0% para Espanha. Na realidade, descontando este efeito cambial, foi de 3,5% e de 7,3%, respectivamente (em preços correntes) e de 1,0% e 3,1%, em preços constantes, respectivamente.
A variação a que aludi no meu post e no comentário inicial do Canhoto, em termos absolutos, surge ampliada pela diferença de nível que à partida existe entre os dois países, particularmente se, como eu fiz, compararmos a variação espanhola com o nível total do PIB português...
Assim, em dolares e a preços correntes, entre 2003 e 2004, a Espanha cresceu mesmo quase "um Portugal", mas quando a análise em preços correntes é feita em euros (sem o efeito cambial que ocorreu entre 2003 e 2004) a variação em termos absolutos é bem mais modesta: a Espanha cresceu 57000 e Portugal 20359 (para um nível do PIB total português de 135079 e de 837577 em Espanha). Neste caso a variação em nível (em preços correntes) de Espanha representa "apenas" 42,2% do PIB português de 2004 e ainda menos em preços constantes, os tais 21% que o João Miranda referiu.
 
Concluindo, (que isto já está confuso) é de toda a conveniência quedarmo-nos pelos preços constante e sempre pela mesma moeda, isto se o deflactor não for o mais relevante para a análise, o que me parece ser o caso.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Talvez o FMI afinal não esteja errado&#8230;</p>
<p>Estive a espreitar informação mais detalhada (http://www.imf.org/external/pubs/ft/weo/2005/02/data/dbcoutm.cfm?SD=2002&amp;ED=2006&amp;R1=1&amp;R2=1&amp;CS=3&amp;SS=2&amp;OS=C&amp;DD=0&amp;OUT=1&amp;C=182-184&amp;S=NGDP_R-NGDP-NGDPD&amp;CMP=0&amp;x=64&amp;y=11) e parece-me que o efeito cambial é que está a introduzir ruído.<br />
Provavelmente os dados estão todos correctos.</p>
<p>Quando analisamos a questão pegando nos dados a preços correntes cotados em dolares (que são os dados apresentados na coluna &#8220;valor&#8221; no Canhoto) e analisamos adicionalmente o crescimento absoluto entre dois anos sucessivos (a preços correntes e em dolares - coluna &#8220;absoluto&#8221; do Canhoto) caimos numa armadilha aparente (por trágica ironia próxima da que se pretende desmontar no post do Canhoto) pois essa variação acrescenta à evolução a preços correntes a variação por via do efeito cambial. Num período de elevada volatilidade - entre 2003 e 2004 o euro valorizou-se cerca de 10% face ao dolar - este facto justifica a maior parte da variação anual &#8220;estranha&#8221; (quando medimos o PIB em dolares e a preços correntes) que se registou entre 2003 e 2004 que foi de 13,8% para Portugal e de 18,0% para Espanha. Na realidade, descontando este efeito cambial, foi de 3,5% e de 7,3%, respectivamente (em preços correntes) e de 1,0% e 3,1%, em preços constantes, respectivamente.<br />
A variação a que aludi no meu post e no comentário inicial do Canhoto, em termos absolutos, surge ampliada pela diferença de nível que à partida existe entre os dois países, particularmente se, como eu fiz, compararmos a variação espanhola com o nível total do PIB português&#8230;<br />
Assim, em dolares e a preços correntes, entre 2003 e 2004, a Espanha cresceu mesmo quase &#8220;um Portugal&#8221;, mas quando a análise em preços correntes é feita em euros (sem o efeito cambial que ocorreu entre 2003 e 2004) a variação em termos absolutos é bem mais modesta: a Espanha cresceu 57000 e Portugal 20359 (para um nível do PIB total português de 135079 e de 837577 em Espanha). Neste caso a variação em nível (em preços correntes) de Espanha representa &#8220;apenas&#8221; 42,2% do PIB português de 2004 e ainda menos em preços constantes, os tais 21% que o João Miranda referiu.</p>
<p>Concluindo, (que isto já está confuso) é de toda a conveniência quedarmo-nos pelos preços constante e sempre pela mesma moeda, isto se o deflactor não for o mais relevante para a análise, o que me parece ser o caso.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Rui Pena Pires</title>
		<link>http://adufe.net/2006/05/el-pib-rev/#comment-6861</link>
		<dc:creator>Rui Pena Pires</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 May 2006 21:28:58 +0000</pubDate>
		<guid>http://adufe.net/2006/05/el-pib-rev/#comment-6861</guid>
		<description>Pois, há de facto algo errado com os valores do crescimento, mesmo tendo em conta que estes sejam a preços correntes e as taxas sejam calculadas a preços constantes. Está visto que teremos de perguntar ao FMI e ao Banco Mundial como é que foram construídas as séries de onde estes dados foram retirados (http://www.imf.org/external/pubs/ft/weo/2005/02/data/dbcoutm.cfm?SD=2003&#38;ED=2004&#38;R1=1&#38;R2=1&#38;CS=3&#38;SS=2&#38;OS=C&#38;DD=0&#38;OUT=1&#38;C=182-184&#38;S=NGDP_RPCH-NGDPD&#38;CMP=0&#38;x=44&#38;y=13).
O curioso é que a proporção, nestes dados, entre Portugal e Espanha é sempre à volta de 1 para 6 (como aliás está patente na coluna 3 do quadro que publiquei no Canhoto). O problema está na variação 2003-2004, mesmo com o desconto de esta estar expressa em preços correntes.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pois, há de facto algo errado com os valores do crescimento, mesmo tendo em conta que estes sejam a preços correntes e as taxas sejam calculadas a preços constantes. Está visto que teremos de perguntar ao FMI e ao Banco Mundial como é que foram construídas as séries de onde estes dados foram retirados (http://www.imf.org/external/pubs/ft/weo/2005/02/data/dbcoutm.cfm?SD=2003&amp;ED=2004&amp;R1=1&amp;R2=1&amp;CS=3&amp;SS=2&amp;OS=C&amp;DD=0&amp;OUT=1&amp;C=182-184&amp;S=NGDP_RPCH-NGDPD&amp;CMP=0&amp;x=44&amp;y=13).<br />
O curioso é que a proporção, nestes dados, entre Portugal e Espanha é sempre à volta de 1 para 6 (como aliás está patente na coluna 3 do quadro que publiquei no Canhoto). O problema está na variação 2003-2004, mesmo com o desconto de esta estar expressa em preços correntes.</p>
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	<item>
		<title>Por: Rui MCB</title>
		<link>http://adufe.net/2006/05/el-pib-rev/#comment-6860</link>
		<dc:creator>Rui MCB</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 May 2006 11:12:42 +0000</pubDate>
		<guid>http://adufe.net/2006/05/el-pib-rev/#comment-6860</guid>
		<description>Tens toda a razão João. O nível de Espanha está errado. A ser aquele a economia espanhola seria 16 vezes superior à portuguesa. Já andei a espiolhar os dados do FMI e não encontrei aqueles números... Aliás também não sei que números são aqueles do FMI que dão a economia Espanhola 7,1x superior à portuguesa.  Uma confusão qualquer com a China, se calhar. O autor saberá. Segundo o FMI o crescimento anual de Espanha equivale a cerca de 1/4 da dimensão da economia portuguesa.
Eu fui na onda... É o que dá não usar os dados do INE e olhar pouco para comparações internacionais que passem além do sector de actividade.
Vou corrigir o post.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tens toda a razão João. O nível de Espanha está errado. A ser aquele a economia espanhola seria 16 vezes superior à portuguesa. Já andei a espiolhar os dados do FMI e não encontrei aqueles números&#8230; Aliás também não sei que números são aqueles do FMI que dão a economia Espanhola 7,1x superior à portuguesa.  Uma confusão qualquer com a China, se calhar. O autor saberá. Segundo o FMI o crescimento anual de Espanha equivale a cerca de 1/4 da dimensão da economia portuguesa.<br />
Eu fui na onda&#8230; É o que dá não usar os dados do INE e olhar pouco para comparações internacionais que passem além do sector de actividade.<br />
Vou corrigir o post.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: JoãoMiranda</title>
		<link>http://adufe.net/2006/05/el-pib-rev/#comment-6859</link>
		<dc:creator>JoãoMiranda</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 May 2006 10:38:34 +0000</pubDate>
		<guid>http://adufe.net/2006/05/el-pib-rev/#comment-6859</guid>
		<description>Essas contas não estão bem feitas. A economia espanhola é 6 vezes a portuguesa. 3.5%*6=21%

Cada ano que passa a economia espanhola acrescenta 21% da economia portuguesa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Essas contas não estão bem feitas. A economia espanhola é 6 vezes a portuguesa. 3.5%*6=21%</p>
<p>Cada ano que passa a economia espanhola acrescenta 21% da economia portuguesa.</p>
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