A morte e os touros em Samora Correia
A notícia pôs-me a pensar e o post do Mais Actual "Quanto vale um recorde do Guiness" levou-me ao comentário que se segue:
"Esta notícia colocou-me um dilema. Quem sou eu para criticar/condicionar quem assim* deseja arriscar a sua vida? Ainda não tenho resposta.
* Sublinho apenas que este "assim" é mesmo muito particular pois faz-se em meio controlado, sem risco de externalidades negativas (ao contrário do que acontece quando alguém bebe de mais e vai conduzir por exemplo)."
Acrescento apenas que o recorde do Guiness me parece acessório, nada tem a ver de facto com a largada e com a cultura do evento (incluindo a violência, naturalmente). (Ainda) não consigo compreender por inteiro mas tenho algum pudor que me leva a evitar o dedo espetado. E não é desamor pela vida humana, acho que é mesmo o contrário disso.


Maio 22nd, 2006 at 15:1
Ed Tolinhas, mais conhecido por eduardo ambrosio
pela minha namorada,ela mesmo nela aguas, ao que me parece “cortou relações” comigo, não ligando mais o seu, que tanto a ama, gostaria que tu nela águas, soubesses a perfeição do teu corpo redondinho e gorduchinho, que ao explorar o meu nesse contratempo em poderes corresponder com a minha pessoa te ofereço a simpatia ao menos por tudo que ficou entre nós…julgo que neste momento, não estou contente de alegrias provenientes de tanta coragem existente entre os dois que até aqui só foi benéfico com aquele calor de um coração unico, em que o nosso nome gravado retribui no silencio o verdadeiro amor que sentimos um pelo o outro.
Nela sofres porque queres, sei o quanto te custa estar-te a falar desta maneira, mas nunca te esquecerei por tudo que me pediste, quando te dei amor e, ainda no presente te conservo no meu habitat, que não é senão o meu coração espedaçado pelo teu que inteirinho provoca-me sensações de ternura ainda que seja dificil para ambos o nosso contacto como anteriormente.
Nela uma vez mais gostaria de te perguntar , por email, e tu sabes que é uma maneira fácil de nos correspondermos…se tens problemas intimos , familiares, ou até por causa de algo que te seduz e não queres ou interrogas-te, se sim ou não, ou por motivos alheios á questão tens medo por alguém tentar-te fazer mal, sob pena de maldade.Há coisas na vida Nela de que precisamos de um amigo, e podes contar comigo não só pela amizade como seria óbvio da mesmaforma por um grande amor que sempre tive…e esse amor és tu Nela. Desculpa Nela…quero-te enviar uma carta que escrevi no Domingo, e na quinta feira passada, mandei-te algo que vais gostar de certeza , uma das minhas facetas como ser amado por uma boa e linda mulher…
I WANT MAKE LOVE WITH YOU… Eduardo Ambrosio
Julho 14th, 2006 at 0:1
Destruir o Péssimismo era por destruir Portugal
Setembro 22nd, 2007 at 10:1
TEMPO DE REFLEXÃO…
Segundo uma opinião meramente pessoal, a única solução para a nossa combalida economia, será de facto produzir mais.
Produzir mais mais do que aquilo que ainda temos de importar e produzir também para aumentar as nossas exportações. E para tanto, a produção destinada a consumo interno como para a que pretendamos vender no mercado internacional, precisamos duma força de trabalho, disciplinada, eficiente e tão compenetrada dos seus deveres como dos seus direitos.
Não obstante as virtudes individuais do trabalhador português, a verdade é que a nossa força de trabalho Nacional se encontra presentemente desorientada, na sua efectiva produtividade.
Nenhum governo conseguirá governar e muito menos restaurar a débil economia deste país sem restabelecer um pouco de ordem, disciplina e bom senso nos sectores laborais, dos salários que até agora em muitos casos, não tem chegado para pagá-los, devido em parte pelos sucessivos aumentos dos salários em sectores que produzem cada vez menos.
Enquanto alguns governos e governantes, tanto dinheiro gastaram ao povo português, em viagens de grande espavento, em eventos com verbas exorbitantes, cujos os resultados, sempre ditos “positivos”, ninguém em alguns casos sabem quais foram: enquanto isto aconteceu, tão repetidamente e às descaradas a nível de governos, ainda os sindicatos portugueses não conseguiram o que pretendiam, que era precisamente ensinarem aos trabalhadores, por exemplo, que a primeira regra de uma greve bem organizada é não reivindicar senão o que a empresa pode conceder sem risco de falência.
E para tanto, antes de se elaborar o caderno reivindicativo, tem de se conhecer exactamente a situação económica e financeira da empresa em que essas reivindicações se fazem e os meios viáveis e da reestruturação em moldes mais justos, com a eliminação de parasitismos, de erros de gestão e de incompetências no leque salarial.
Pedir à toa, presentemente no nosso país, apenas como arma da greve e à força de plenários, será tão perigoso como entrar no roldão para as baleeiras dum navio em naufrágio : A baleeira acaba por se voltar e vai tudo ao fundo.
Sem uma urgente recuperação no meu ver, da nossa força de trabalho, nem o mais belo ideal político, nem o estadista mais sábio, chegarão para salvar o que resta de Portugal.
EDUARDO AMBRÓSIO
Setembro 25th, 2007 at 10:1
O QUE SE SUPÕE SER O QUE NÃO É…!
Quem já descobriu o conteúdo de tudo isto, sabe bem, que não importa a desculpa ao disfarçar, pelo que se ente, inventa-se por vezes, para assim satisfazer os seus caprichos.
O que conta, é o prazer de contactar com novas tendências, quer elas sejam pessoais, personalizados no carácter de cada um e de experimentar a sensação do conforto de um único indivíduo, que lhe possa dar confiança ( em série ou não), sem excepções, incluindo o bem estar mais precioso para ela, ou seja: aquilo que mais adora, ama.
Porém a sociedade em que vivemos, ao descrevê-la por exemplo: cujo os costumes não mudaram sob este aspecto através dos séculos, reduz o amor / paixão, embora os amantes invoquem todos os casos de excepção onde a estatística é cruel a este respeito, visto que nem tudo poderá resultar de uma consonância vital. O que exalta o lirismo Ocidental, não será o prazer dos sentidos, nem a paz fecunda do casal. É menos o amor realizado que, a paixão do amor. E a paixão significa sofrimento.
Mas ao analisarmos o enredo, pelo desenrolar desse cenário como um romance nascido lentamente, verificamos o lirismo realizado difundido em toda a nossa cultura, a nossa educação, nos métodos que, são o ornamento das nossas vidas e, finalmente a necessidade de evasão exasperada pelo tédio mecânico, em que todos nós e à nossa volta, glorifica a tal ponto a paixão que, acabamos ver nela uma promessa de vida, mais viva, uma força que transfigura, qualquer coisa, que estaria para além da felicidade e do sofrimento.
Hoje em dia se alguém optar pelo nu, tudo é diferente, de uma maneira geral todos os dias, de uma forma ou de outra, deparamos com este tipo de coisas e já ninguém fica chocado. Os homens não se importam (antes pelo contrário). As mulheres por seu turno “estão-se nas tintas” . O nu integral ou parcial, entrou no reino da normalidade. Invadiu o cinema, vai espreitando na televisão, deu origem ao aparecimento de publicações da especialidade, numa palavra, anda à solta, livre como um passarinho, dando asas à sua e naturalmente à nossa alegria.
Como dizem os mais velhos ” provavelmente o mundo enlouqueceu mesmo…! ” E se calhar nunca estivemos tão perto do fim do mundo como agora…em cuecas, claro?
Seja como for dávamos-nos por satisfeito, se os males e as (loucuras) do mundo fossem deste calibre, desta dimensão.
E não era nada mau, não senhor que, o fim do mundo se nos apresentasse a nós simples mortais, tão rico, tão comprometedor, tão excitante. Louve-se pois, o espírito que concebeu esta peça notável. O Nú…
EDUARDO AMBRÓSIO
Outubro 11th, 2007 at 10:1
O SENHOR QUE SE SEGUE…
Há muito, que o valor do conhecimento deixou de estar subordinado à esfera individual. Enquanto factor de qualificação do cidadão, o conhecimento figura-se, cada vez mais, com o motor do desenvolvimento depende do somatório de contributos individuais.
Daí, que os nossos dias, o grande desafio que coloca às sociedades modernas seja, justamente encontrar os mecanismos necessários para dinamizar, potenciar e até mesmo valorizar as capacidades exclusivas de cada individuo, na certeza de que a ” massa cinzenta”, é afinal de sucesso para assegurar vantagens competitivas, em mercados concorrenciais, e, por isso mesmo, também exigentes.
No preciso momento em que escrevo esta crónica, o país estremece com o anúncio informal da disponibilidade, do lastimar o ser como individuo.
Não se trata, propriamente, de um sismo. É mais uma estupefacção colectiva.
Poucos esperariam que o protocandidato derrogasse afirmações próprias, pretéritas e peremptórias, sobre o disparate de uma tal ideia e ninguém acharia crível, que a esquerda não conseguisse gerar solução plausível. O maremoto de entusiasmo, que costuma irromper nestas circunstâncias, não aconteceu e há prenúncio de calmaria.
Alguma esquerda reagiu incomodada pela súbita e insólita ultrapassagem de alegria e a direita não aquece facilmente a ” vertigem esquerdizante “, que dele se apossou nestes tempos de reforma. Pode até acontecer, que nada disto, passe de fogo fátuo. O puta tivo, exemplar candidato anunciou, que iria com a sociedade. A sociedade num assomo de frontalidade, em que não crê, pode dizer-lhe, que dispensa de sacrifício . O mais certo, porém é que o espanto, que fez brotar algumas afirmações de estranheza e incompreensão dê lugar ao encómio sobre a generosidade, abnegação, coragem e virtudes cívicas de si próprio, novamente erigido a ícone da democracia e incensado como figura piramidal desta República, mesmo para alguns a tal ” vertigem esquerdizante “, passará com as cólicas depois da diarreia.
O que mais impressiona, é a ausência de soluções, que evidencia. Ir buscá-lo à fundação com o seu nome e fazê-lo emergir como novidade eleitoral, é a mesma coisa que o Benfica pretender resolver os problemas do seu ataque, com a reincorporação de Eusébio. ” E por isso, que o discurso de justificação ou ganha limites ou perde o decoro “.
” Não há redentores da Pátria. Principalmente repetentes “.
EDUARDO AMBRÓSIO 2007
Julho 16th, 2008 at 14:1
POR FIM, A ESTUPIDEZ NATURAL DE UMA MULHER…
Como todos sabemos, a mulher no parecer de muita gente, senão no geral, é a melhor amiga do homem e não o cão, como habitualmente designamos, “amigo do homem”.
Contudo queremos e justificamos as beldades, pelos relevos que o seu corpo tem, também pela sua capacidade de saber estar no mundo em que nasceu, cresceu, viveu e provavelmente não deixando por mãos alheias, morrer um dia.
Enquanto observamos, olhamos o futuro…sim um futuro tão deslumbrante quanto acessível, se um dia seria bom ter um “programazinho”, na plenitude dos anos que vão passando, e encorajando o nosso ideal sexual perante o carinho e a parte sensual da própria mulher, executarmos a verdadeira opção de olharmos bem, no sentido prático da coisa…estarmos cientes, na verdadeira causa de sermos ou não uns apalermados em estar de frente a uma situação não credível nesse contexto sexual?
Dizer sim ou não é uma tarefa que exige precaução, não só no pleno direito das coisas boas da vida…vivendo-a, ou se essa causa nos traga dissabores em julgar , nem que seja por um minuto, cair na tentação de uma maléfica e safada mulher dos “Diabos”.
Consentindo dessa forma a atitude de sermos homens quanto elas mulheres, ter acima de tudo na higiene, na profissional, que exerça estabelecer uma norma de maneira a poder prevenir males que aconteçam, o real valor da sua postura nessa eventual predisposição e maneira como faz funcionar o seu elo de ligação entre si e o trabalho diário. Para ser breve nesta cultura do saber estar, acontece a muita gente ter propósitos poucos credíveis nas profissões que exercem.
Ora, as questões de limpeza deveriam ser controladas nas empresas e instituições, que albergam estas funcionárias, onde consentir por exemplo: que ande constantemente a mexer no cabelo em horários nobres, de serviço, ou andar com uma das mãos numa eventual desforra de não sei o quê…continuamente mexer nas cuecas, que lhe dão acesso ao seu cu tão acolhedor, por sentir comi chões de alta espécie, é função que não entendo o seu grau de educação ainda por cima, nesse contexto apurado de tanta comichão junta…ridículo?
Por vezes julgamos o próximo pela sua qualidade de sentir, prever, julgar e principalmente tentar emendar numa solução prévia ou não, cuidar de algo, que nos diga sim em pleno estado social, aceite por todos nessa amplitude. Necessário será dizer…nem para tal a sua vivência jamais possa vir a ter, o quer que seja.
Resolver esta questão pela sua delicadeza tão incompleta de a pudermos usar num trabalho longo e por vezes stressante… onde de mal a pior, façamos as nossas contas e concluimos sempre dentro da razão escolher por parentesco ideal, aquilo que de facto devemos enveredar. “A própria sen sação de estarmos a lidar com uma senhorita tão porca, tão suja, metendo o dedo no recheio que lhe dá aso é consentir a enorme “cagada” , numa grande merda declarada, e, no verdadeiro prazer de mexer onde não deve nos horários de serviço.
“Enfim, coisas do arco da velha” !!??
EDUARDO AMBRÓSIO