Adufe 5.0

As armas do meu adufe não têm signo nem fronteira
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As armas do meu Adufe,
não têm signo nem fronteira.

Bem-vindo ao Adufe 5.0


Archive for May, 2006


As aldrabas estão de volta! (act.)

A viajante Cristina desta vez foi correspondente para a secção de aldrabas na Ã?ustria. Eis o primeiro exemplar… Nesta casa morou Mozart, em Salzburgo.
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Aviso à navegação

O post El PIB foi revisto.

My preciousss

O blogue não gosta de calor.

O blogue não gosta de fins-de-semana.

O blogue não gosta de trabalho remunerado que implique estar off-line (ainda que dependa dele).

O blogue não gosta de bons jogos de futebol no estádio ou na TV.

O blogue não gosta de falhas no serviço de internet.

O blogue não gosta que o editor tenha bons livros para ler.

O blogue não gosta que o editor vagueie demoradamente por jardins públicos.

O blogue não gosta das colectâneas de música preparadas pelo editor nas suas horas vagas. 

O blogue não gosta que editor tenha dores de cabeça. 

O blogue detesta as refeições longas e demoradas

O blogue não gosta da feira do livro.

O blogue odeia uma boa série televisiva ou filme.

O blogue fica doente só de ouvir falar em férias sem internet. 

O blogue tem ciúme da  filha que ainda não tive como a filha que ainda não tive terá ciúmes do irmão que talvez venha a ter.

O blogue gosta de tudo acima enunciado na exacta medida em que possa dar uma entrada.

O blogue é um monstro.

O blogger diverte-se, sempre. 

O blogue tem as costas largas e assim sobrevive.

Sobre as farmácias

A acompanhar a série de posts contendo a perspectiva bem mais exigente de Vital Moreira no Causa Nossa.

Adenda: em complemento, o editorial de hoje do Jornal de Negócios por Pedro Guerreiro.

El PIB (Rev.)

Quando vemos o PIB espanhol a crescer 3,5% ao ano (dados mais recentes), podemos dizer, em alternativa, que a Espanha acrescenta o equivalente a 1/4 da economia portugesa à sua produção nacional, ou quase.

Para melhor perceber esta brincadeira com palavras espreite "Para o Luxemburgo em força e já" de Rui Pena Pires n’O Canhoto

Adenda: O João Miranda alertou-me para uma impossibilidade matemática que me levou a identificar um erro no post original que aqui interpretei também erradamente. No quadro disponível n’O Canhoto o nível para a economia espanhola é cerca de 16 vezes o da portuguesa quando na realidade a proporção anda entre as 6 a 7 vezes. A partir desse erro a extrapolação do nível acumulado a uma taxa dada (3,1%) dá um disparate de crescimento absoluto quase igual à totalidade do PIB português no mesmo ano. Na realidade a Espanha "só" acrescenta cerca um quarto de "um Portugal" à sua economia por ano.

Autch!

A ler "Segurança Social: o delírio reformista" por Manuela Arcanjo, no Diário de Notícias.

Parlamento Europeu estuda um imposto para SMS e e-mails

" (…) «A proposta de Lamassoure, membro do UMP do presidente francês, Jacques Chirac, inclui um imposto de 1,5 cêntimos para os SMS e de 0,00001 cêntimos por cada e-mail enviado. É simbólico, porém, tendo em conta as milhares de transacções que se realizam por dia, representará receitas significativas», declarou o eurodeputado.

Este tipo de «imposto europeu» é uma das possibilidades equacionadas por Bruxelas para financiar o seu orçamento e torná-lo mais independente dos países membros.

A maioria dos governos, eurodeputados e a Comissão Europeia apoiam a criação destes novos impostos."

 

Diário Digital, via A Origem das Espécies.

Um excelente compromisso do Governo (rev.)

A 4 de Janeiro de 2005 escrevi no Adufe:

"Sugestões avulsas para o próximo governo I:

Liberalizar o mercado das farmácias.

Cumpridas as premissas de orientação técnica e o reporte ao regulador dos medicamentos, qualquer cidadão deverá poder fundar uma farmácia onde muito bem entender. Ponto final.
Alguma objecção?"

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Hoje o primeiro-ministro anunciou no parlamento a concretização da medida proposta com detalhes enriquecedores de monta, como se pode constatar da leitura combinada do artigo do Diário Digital e do Público. Esta, a concretizar-se, vai claramente para a lista de medidas que pesarão no prato da balança em favor de um novo voto no PS daqui a 3 anos. (Mais algumas assim e compensa-se o efeito do processo da OTA…) Consumidores de medicamentos, farmacêuticos, futuros governantes com a tutela da Saúde, e investidores ficarão a médio e longo prazo, a ganhar.O regozijo é tanto que até rapino uma foto toda bem disposta "oferecida" pelo Diário Digital, para ilustrar este post. Já era tempo de acabar com uma das maiores vergonhas nacionais. Entretanto, aguarda-se o pior do lado das Farmácias estabelecidas, por via da sua associação (ou talvez não). Lembram-se o que reservaram para Ferro Rodrigues quando este anunciou farmácias nas misericórdias? Resistiu mas por outros motivos não teve possibilidade de concretizar o seu projecto. Desta vez, não só a proposta é bem mais ambiciosa como, estou confiante, terá um destino diferente.

Perplexidade partilhada

A ler "Cesariana" por Salvador Massano Cardoso na Quarta República.

Sérvia e Montenegro

Sigularidade: vamos tentar derrotar a selecção de um país que já não existe ou que nunca existiu?